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sexta-feira, 12 de abril de 2013

O negócio da morte

O cardeal-patriarca de Lisboa diz que a prática do aborto está banalizada em Portugal, e que a lei da interrupção voluntária da gravidez (IVG), "apesar de ser má, não está a ser cumprida".

Na conferência de imprensa final da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, ontem, em Fátima, D. José Policarpo afirmou que "o aborto está a ser um negócio" para certas clínicas privadas.

"Na lei está prevista como obrigatória uma conversa da mulher que quer fazer aborto com alguém preparado e isso praticamente deixou de existir", acusou o patriarca, criticando "a transposição desses casos, certamente para aliviar os hospitais públicos, para clínicas cujo negócio é esse".

Na nota pastoral ‘A força da família em tempos de crise’, os bispos sublinharam que é graças às famílias que os efeitos da crise não são mais devastadores, criticaram a falta de apoios e incentivos à natalidade e condenaram a banalização do aborto.

Entretanto, os prelados decidiram realizar a cerimónia de consagração do pontificado do papa Francisco a Nossa Senhora de Fátima na peregrinação do próximo dia 13 de Maio. A cerimónia consta de uma oração na Capelinha das Aparições e estarão presentes todos os bispos. 



quinta-feira, 28 de março de 2013

Os números da morte.

Fonte



ABORTO, OS NÚMEROS DE PORTUGAL!!


DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SAO ASSUSTADORES:

EM 2007 FOI O PRIMEIRO ANO EM QUE O NUMERO DE MORTES SUPEROU OS NUMERO DE NASCIMENTOS.

EM 2009 FOI O PRIMEIRO ANO COM MENOS DE 10.000 NASCIMENTOS!

ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO DA MULHER” REALIZADOS NOS 3 ANOS QUE SE SEGUIRAM À ENTRADA EM VIGOR DA LEI 16/2007 (JULHO DE 2007):

15.593
(1º ANO JUN -07 A JUN-08)

18.990
(2º ANO JUN-08 A JUN-09)

19.591
3º ANO JUL-09 A JUN-10)



DESDE QUE A LEI FOI APROVADA JA FORAM MORTOS MAIS DE 65.000 PORTUGUESES!!!


35% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES ESTUDANTES E DESEMPREGADAS

A MAIOR PARTE DAS MULHERES QUE REALIZARAM O ABORTO POR OPÇÃO ESTÃO ENTRE OS 20- E 34 ANOS.

EM 2009 HOUVE UMA REDUÇÃO DOS ABORTOS NAS CAMADAS COM MENOS INSTRUÇÃO E UM AUMENTOS NAS CAMADAS MAIS INSTRUIDAS


54% DAS GRAVIDEZES DE MULHERES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÊ TERMINARAM EM ABORTO, OU SEJA, MAIS DE 1 EM CADA 2 GRAVIDEZES DE MÃES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÊ TERMINARAM EM ABORTO!

40% DOS ABORTOS REALIZADOS NESSES 4 ANOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE NUNCA TIVERAM FILHOS

APENAS 8% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES COM 3 OU MAIS FILHOS

21% DOS ABORTOS REALIZADOS EM 2009 FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE JÁ HAVIAM ABORTADO"POR OPÇÃO"

EM 2007, NO ANO DA ENTRADA EM VIGOR DA NOVA LEI, O ABORTO CLANDESTINO TERÁ ATINGIDO O SEU NÍVEL MAIS ALTO DESDE 2002 (AUMENTOU DEPOIS DA LEGALIZAÇÃO!!)

OS MAIS DE 65.000 ABORTOS “LEGAIS POR OPÇÃO” REALIZADOS DESDE 2007 TERÃO CUSTADO AO ESTADO PORTUGUES PERTO DE 100 MILHÕES DE EUROS! (num momento de crise em que se fala em medidas de austeridade e cortes nos gastos públicos poderiam pensar em cortar nesses gastos)

EM 2011 HÁ 422 EDUCADORAS DE INFÂNCIA E 422 AUXILIARES QUE NÃO TIVERAM EMPREGO POR CAUSA DO ABORTO “POR OPÇÃO”

COM OS MAIS DE 65.000 ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO” PERDERAM-SE 85 MILHÕES DE EUROS POR ANO EM CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL

ABORTO É A 3ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL!!

“As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planejamento familiar […],como algo inócuo, sem consequências" Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada

“O aborto recorrente está a tornar‐se um grande problema de saúde pública” Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica.

(dados da Federação Portuguesa pela Vida)
http://www.federacao-vida.com.pt/

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Associações acusam Segurança Social de incentivar aborto

Há jovens grávidas carenciadas a quem os técnicos da Segurança Social estão a aconselhar a abortar, apesar de manifestarem o desejo de ter os filhos. 

A denúncia é feita por associações da sociedade civil, que asseguram haver casos em que é dito às mães que a consequência de prosseguirem com a gravidez será ficarem sem a criança.

Cada vez conheço mais casos desses. Muitas vezes, são raparigas que estão até institucionalizadas e que são pressionadas para abortar”, garantiu Leonor Ribeiro e Castro, do grupo pró-vida Missão Mãos Erguidas em declarações ao site do semanário Sol

Dizem-lhes que, se não abortarem, tiram-lhes os bebés. Há uma cultura de medo, que é preciso denunciar. Isto não é proteger os menores. Há coacção psicológica”, acrescentou a responsável. 


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

D. Manuel Felício pede coragem para pôr em causa lei do aborto

O bispo da Guarda afirmou que a sociedade portuguesa tem de ter a “coragem” para repensar e pôr em causa a lei do aborto.

Se nós, portugueses, queremos ser, de verdade, cidadãos sérios e responsáveis pela sustentabilidade da sociedade que nos está confiada, temos de assumir a coragem de pôr em causa esta lei e procurar caminhos novos de acolhimento às crianças, que são, de facto, o nosso futuro”, afirmou D. Manuel Felício esta terça-feira, na homilia na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.

A taxa de natalidade portuguesa é “aflitiva”, constituindo o “grande factor de desequilíbrio que mais nos afecta” sustenta o bispo, que preconiza a necessidade de se promover a família.

Temos de ter também a coragem de promover as nossas famílias e dar-lhes condições, para exercerem com dignidade o seu estatuto de serviço à sociedade”, refere na homilia que assinala também o Dia Mundial da Paz, instituído em 1967 pelo Papa Paulo VI.

Para o prelado, os portugueses devem “questionar” a legislação familiar, pois não há direito de querer confundir as autênticas famílias organizadas num matrimónio estável, feitas de marido e esposa, pais e filhos, com outros supostos modelos de família que não passam de uniões de facto”.

D. Manuel Felício dirige ainda uma palavra aos decisores políticos para que se “empenhem em criar condições para que todos possam trabalhar”, mesmo sem a oferta dos empregos tradicionais.

Nas zonas de interior, “já bastante desertificadas”, continuam a existir “potencialidades próprias, capazes de produzir bens que outros meios não produzem” e que com “imaginação e criatividade” podem ajudar a “abrir caminhos novos do desenvolvimento e da economia”.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Bispo do Porto critica a lei do aborto

O Bispo do Porto defende que só há paz se houver protecção da vida e por isso critica a lei do aborto e realça os valores da família.

Na homilia da missa de Ano Novo, D. Manuel Clemente apelou à solidariedade entre os portugueses

Video


sábado, 29 de dezembro de 2012

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Portugal, terra sem lei e sem vergonha.

Ontem fiquei a saber que um homem foi colocado em liberdade pelo juiz que o considerou culpado de espancar e queimar com cigarros, entre outras partes, os olhos de um bebé. Hoje, no mesmo jornal, leio a história aterradora e repugnante de uma mãe que ajudou um homem a violar a sua filha de doze anos, agarrando a criança enquanto a violação era consumada. [ Correio da Manhã: "Agarra a filha para o marido a violar" ] De acordo com o jornal, foi esta a punição da justiça portuguesa aplicada aos dois criminosos:

« o casal foi julgado e condenado – ele apanhou 6 anos e meio, ela 5 anos e meio de prisão. »

Mas as coisas ainda conseguem ser piores:

Os factos aconteceram em 2002 e « os dois andam à soltaO Tribunal da Relação de Évora confirmou agora as penas dos dois – que deverão cumpri-las. »

A vítima tem hoje 22 anos. Os seus dois torturadores passaram os últimos dez  em liberdade e só agora, se tudo correr bem, começarão a cumprir as curtas penas de prisão a que foram condenados. Em menos de cinco anos, uma mãe que ajudou, facilitou e possibilitou fisicamente o estupro da sua filha, e o biltre que agrediu a criança, estarão novamente em liberdade. 

Quem tipo de juiz, ou lei, ou ambos, não considera particularmente grave e violento  o crime de uma mãe que  agarra a sua filha para ela ser violada?

Como não haveriam os irresponsáveis e criminosos que nos governam de praticar o saque fiscal, destruir a economia e o emprego ? É gente que dorme de consciência tranquila com o código e a jurisprudência penal que temos relativamente aos crimes contra as crianças. Se nem pelas crianças têm empatia, quanto mais pelos adultos... 

Estejam dentro ou fora do útero materno, Portugal é um país extremamente perigoso, cruel e desumano para as crianças. Não só o Ministério da Saúde está legalmente autorizado a executar bebés antes deles nascerem, como também a Justiça é cúmplice e benevolente com torturadores de menores, incluindo pedófilos.

País de brandos costumes para os criminosos mais bárbaros. 38 anos de rotativismo entre democratas-sociais e sociais-democratas transformaram Portugal na vergonha da Civilização.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Aborto: the times they are changing...

Claramente em Portugal as revelações do que se está a passar com o aborto legal (e refiro-me apenas aos relatórios da Direcção Geral de Saúde) estão a provocar uma mudança no olhar público sobre esta triste realidade. Multiplicam-se os artigos de opinião de pessoas favoráveis ao aborto legal que se escandalizam com o privilégio deste acto (que não é médico) no Serviço Nacional de Saúde a incrível subsidiação pública do mesmo. Por todos veja-se este. Chama-se "Desculpem-me, mas sou contra e não quero pagar" de Sérgio Soares.

Mas não é só em Portugal que as coisas estão a mudar. Também nos Estados Unidos os tempos estão a mudar...

Disso dá conta o Público do último Sábado com uma local intitulada "Oposição nos EUA em máximos históricos". Na noticia é referido que nas sondagens da Gallup cada vez diminui mais a percentagem de americanos favoráveis ao aborto e aumenta (ultrapassa os 50%) aqueles que o consideram "moralmente errado"

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Estrangeiras podem estar a vir a Portugal abortar por ser gratuito [sic]

A deputada social-democrata Conceição Bessa Ruão equacionou, esta quinta-feira, a hipótese de mulheres estrangeiras estarem a realizar abortos em Portugal por este ser gratuito, o que poderá ter "impacto económico" no Serviço Nacional da Saúde (SNS).

Conceição Bessa Ruão levantou esta questão ao dar a sua opinião no final da apresentação do relatório final de uma petição apresentada pela Federação Pela Vida com vista à avaliação da realidade do aborto em Portugal.

Ao longo de nove meses, a deputada ouviu depoimentos de 12 entidades, as quais contribuíram para o documento agora concluído e que foi aprovado pelos deputados.

Uma dessas entidades foi a Direcção Geral da Saúde (DGS), organismo que contabilizou 18,3 por cento de mulheres de nacionalidade estrangeira que, em 2011, realizaram uma Interrupção de Gravidez (IG).

"Será que há mulheres de outras nacionalidades que abortam em Portugal, porque o aborto é gratuito?", questionou a deputada.

Fonte

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Não sei qual é a percentagem de mulheres estrangeiras em Portugal, mas duvido muito que chegue aos 10%. Assumindo que são de facto 10% (que é um número por cima), isto significa que as mulheres estrangeiras estão desproporcionalmente representadas no número de mulheres que matam os seus próprios filhos através do aborto.

Devido a isto, a pergunta da deputada tem que ser respondido com um firme "Sim, srª deputada, o nosso país está a ser usado como paraíso aborcionista."

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Uma questão de vida ou de morte

Por Rui Castro.
[Ênfase adicionado]

Os recentes números sobre o aborto em Portugal passaram entre os pingos da chuva sem que a turba tenha reagido ou manifestado qualquer tipo de comoção.

Importa saber do que estamos a falar. Em 2011 realizaram-se 20.290 abortos, 97% dos quais por opção da mulher. 26% das mulheres já o haviam feito anteriormente. Das mulheres que abortaram em 2011, cerca de 500 fizeram-no por mais do que uma vez, só no ano passado. Os números da Direcção-Geral da Saúde revelam ainda outras bizarrias, como o facto de, pelo menos, 8 mulheres que abortaram em 2011 já o terem feito anteriormente por mais de 10 ocasiões.

Muitas conclusões se podem retirar destes números, mas há 1 que é inquestionável: os abortos estão a aumentar.

Quem, como eu [Rui Castro], participou activamente na campanha que precedeu o referendo de 11 de Fevereiro de 2007, lembra-se das promessas dos defensores do Sim: com a liberalização do aborto até às 10 semanas, o número de abortos vai diminuir, fazendo de Portugal um país mais arejado e moderno.

Com um Governo socialista e adepto convicto das causas ditas fracturantes, o circo estava montado, encontrando-se, aparentemente, reunidas todas as condições para que a agenda progressista levasse a cabo aquelas que diziam ser as melhores práticas internacionais.

Cinco anos volvidos, no entanto, não se concretizaram as profecias. Com efeito, enquanto a taxa de nascimentos desceu a mínimos históricos, a verdade é que, como referi, os abortos aumentaram, revelando estes números aquilo que, para quem se opôs à liberalização, parecia uma inevitabilidade: o aborto é, hoje, para muitas pessoas, um método anticonceptivo financiado pelo Estado.

Um Estado, lembre-se, praticamente falido. Um Estado que se confronta todos os dias com a escassez de recursos e que tem que alocar os poucos fundos que ainda tem às chamadas intervenções urgentes e inadiáveis, como estas.

Estranho País o nosso que não consegue acabar com as listas de espera, que não consegue tratar a tempo muitas das vítimas das doenças fatais, mas que coloca os abortos no topo da lista das prioridades.

Paralelamente, e em sentido inverso aos cortes que os incentivos à natalidade têm vindo a sofrer nos últimos tempos – em obediência ao plano de austeridade imposto como contrapartida pelo resgate financeiro de que Portugal foi alvo –, importa sublinhar que os subsídios em caso de aborto se mantêm inalterados.

Quem aborta, para além de nada pagar pela intervenção, em Hospital público ou instituição privada, beneficia ainda de isenção de taxa moderadora e de uma licença até 30 dias, paga a 100 por cento pela Segurança Social.

Esqueçamos, no entanto, os números e centremo-nos no que, pelo menos para mim, mais releva. Por cada aborto que é feito, quaisquer que sejam os motivos, há uma vida humana que se perde.

Assunção Cristas, a actual Ministra da Agricultura, escreveu em Dezembro de 2006 que

Acredito que um dia, quando gerações futuras olharem para trás vão compreender com facilidade que a liberalização do aborto, onde ocorreu, foi, historicamente, um desvio no percurso civilizacional da luta pela promoção da dignidade do homem.
É, em obediência a esta convicção que julgo permanecer intacta, que me dirijo aos actuais governantes, muitos deles comprometidos com esta causa, pedindo-lhes que ajam em consciência e que promovam, por todos os meios ao seu dispor, os valores que um dia afirmaram defender.

Este é um apelo à urgência. É urgente fazermos qualquer coisa. Porque, neste caso, a inércia é sinal de morte.

Por cada hora que passa, são duas as crianças que deixamos matar.


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sexta-feira, 4 de maio de 2012

A situação aberrante do aborto em Portugal

A Casa de Sarto
É sumamente bizarro que o actual governo português da direita catita (a émula da esquerda caviar niilista), que tributa selvaticamente os rendimentos do trabalho, que reduz arbitrariamente salários e que corta implacavelmente benefícios sociais como o acesso aos legítimos cuidados de saúde, mantenha paradoxalmente intocada e absolutamente gratuita (no Serviço Nacional de Saúde) esta situação, mais do que chocante, aberrante - a da prática reiterada do aborto em Portugal.

Ora, tal manutenção é bem sintomática de uma atitude intencionalmente relativista e conscientemente ofensiva para com a doutrina católica, razão elementar por que os católicos, conforme já salientei em momento anterior, nada podem ter a ver com os que permitem este estado de coisas e muito menos premiá-los com um futuro apoio eleitoral. Já chega de considerar quem não merece consideração alguma!


quarta-feira, 28 de março de 2012

Aborto pós-natal: Recém-nascido encontrado morto no lixo

Um bebé recém-nascido foi ontem encontrado morto num terreno, dentro de um caixote do lixo, em Cernache do Bonjardim, no concelho da Sertã.

A mãe, uma jovem e solteira, é suspeita de o ter abandonado após o parto, realizado em casa, em circunstância que a PJ do Centro ainda está a tentar apurar. A mulher já foi identificada e o corpo do bebé será hoje submetido a autópsia no Instituo de Medicina Legal de Coimbra, que irá esclarecer se se trata de um caso de homicídio ou de abandono de um nado--morto.

O caso foi denunciado às autoridades por familiares da jovem que se terão apercebido de movimentações estranhas. Após a realização de buscas, em que participaram a GNR, os bombeiros e elementos da Segurança Social, foi encontrado durante a tarde o feto, aparentemente de tempo completo.

A mãe, que ocultou a gravidez, terá feito o parto em casa sozinha durante a noite, tendo depois abandonado o recém-nascido. Às autoridades a jovem disse que desconhecia se o bebé estava vivo ou morto após o parto.

Fonte

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domingo, 4 de março de 2012

Maria Helena Santos: Esquartejar bebés é um direito

Uma das tácticas bem sucedidas do movimento revolucionário consiste em inverter o enquadramento duma discussão de modo a que resistência a ela seja catalogada de "privação de direitos".

Por exemplo, os activistas homossexuais alegam que os seus "direitos" estão a ser limitados quando lhes é proibido trazer para o seio da sua confusão sexual crianças inocentes ("adopção" homossexual). Mas isso é falso porque o "direito" homossexual de adoptar crianças é uma engenharia social recente.

O mesmo com o "casamento" homossexual; isso não é uma "violação dos direitos" dos homossexuais uma vez que nenhuma sociedade da história humana alguma vez colocou o "casamento" homossexual ao mesmo nível do casamento natural.

Através do blogue feminazista "Feministas sem Fronteiras" ficamos a saber que existe um "direito" a abortar.

Passam já 5 anos desde que, no referendo de dia 11 de Fevereiro, o «Sim» ganhou e se despenalizou a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).
O "Sim" ao esquartejamento de bebés ganhou . . . . entre os menos de 50% das pessoas que foram votar.
Mas ainda há hospitais que se negam a realizar a IVG, como o Fernanda Fonseca (Amadora-Sintra), São Francisco Xavier, Évora, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Torres Vedras.
Obviamente. Nem todas as pessoas são obrigadas a pactuar com prácticas com as quais estejam em desacordo. Aparentemente a Helena Santos não confere liberdade de consciência a quem discorde com a matança de seres humanos.
Ainda há entraves burocráticos nos centros de saúde, por exemplo, no encaminhamento para as consultas prévias. Durante este processo, por vezes, o pequeno prazo estipulado de 10 semanas é ultrapassado e as mulheres vêem negado o seu direito à IVG e são arredadas para o espaço da punição e da clandestinidade.
Oh, que horror!
Passadas que estão as 10 semanas que a lei não constitucional permite que um ser humano seja morto, a mulher, desesperada e sem nenhuma alternativa não aborcionista, vê-se "forçada" a recorrer à clandestinidade como forma de esquartejar o seu próprio filho.

Claro que a mulher tem outra alternativa.

Mas esta alternativa não vale. O que a Maria Helena Santos realmente quer é isto:

A infanticida acrescenta ainda:
Os direitos não podem ter prazos de validade e nós não queremos continuar a ser cidadãs de segunda, vendo as nossas vidas decididas pelo Estado ou por qualquer cardeal.
Esses "direitos" expiram passados que estão 24 horas? O que é que muda entre as 9 semanas, 6 dias, 23 horas , 59 minutos e 59 segundos para as 10 semanas? O ser humano que se encontra no ventre é o mesmo. Se se pode matar às 9 semanas, porque não às 11 semanas?

Curioso que a Helena não queira ser "cidadã de segunda" por não poder matar o bebé que está a ser gerado no útero, mas o bebé em si já pode ser cidadão de segunda ao ver-lhe negado o direito de viver - direito que a Helena teve mas que não quer que outros tenham.

É a Helena e a sua tribo de feminazistas quem decide quem deve viver e quem deve morrer.Outra coisa que convém notar é que o Estado já decide sobre a vida de outros. Se assim não fosse, o Estado nojento não estaria a usar dinheiro público para esquartejar bebés.

a prevenção faz-se através do planeamento familiar gratuito e universal e de uma educação sexual alargada à sociedade.
Pura estupidez. Não há a mínima evidência de que a "educação sexual" esquerdista reduza o aborto. Pelo contrário, quanto mais "educação sexual" é fornecida, mais abortos ocorrem.

Claro que se a Helena realmente quisesse diminuir os abortos (que faz tanto sentido como "diminuir a escravatura" ; isto são coisas que tem que ser terminadas e não "diminuídas"), ela seria a favor da sua ilegalização visto que a legalização apenas aumentou com a morte de bebés através do aborto.

A Helena não quer diminuir com os abortos: ela quer aumentar os mesmos. É por isso que ela quer que mais hospitais levem a cabo essa práctica mortífera, mesmo que isso viole a sua consciência moral. O importante é matar bebés.

A crise não pode ser uma desculpa para taxar direitos nem para os retirar.
Matar bebés não é um "direito".
Não podemos deixar em mãos alheias o destino que queremos dar ao nosso corpo e à nossa vida.
Mas pode-se deixar em mãos alheias o destino que se quer dar ao corpo do bebé e à sua vida.
O bebé não faz parte do corpo da mulher. Isso é um facto. O bebé está dentro do corpo da mulher.

Falar em "destino que queremos dar ao nosso corpo" é uma mentira descarada visto que se o bebé pode ser morto por se encontrar no útero materno, então eu posso matar impunemente quem quer que se encontre na minha casa. "Minha casa, minha decisão".

A lei do aborto tem de ser uma lei que nos sirva, a nós mulheres
Típico egoísmo feminista. Essa lei tem que servir às mulheres feministas, mesmo que isso envolva matar bebés inocentes. A sociedade tem que se curvar perante as exigências feministas sob pena de ser qualificada de "machista".
e não uma que sirva apenas os interesses económicos, impondo modelos éticos, de família, de maternidade.
Não se pode impôr "modelos éticos, de família, de maternidade" às aborcionistas, mas elas podem matar a vida que se encontra no seu útero. Faz sentido.

Por isso, no dia 8 de Março, afirmamos a nossa posição e dizemos:
«O aborto é um direito.»

Traz um papel/cartaz com esta frase e aparece 5ª-feira, dia 8 de Março, às 18:30h, para participar num Flash Mob, em frente à residência oficial do 1º Ministro.
Eis aqui a minha sugestão de cartazes que as feminazistas aborcionistas podem levar:

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Daniel Serrão defende novo referendo sobre o aborto

O catedrático de Anatomia Patológica Daniel Serrão defendeu esta sexta-feira a realização de um terceiro referendo sobre o aborto, considerando que os dois anteriores, de resultados antagónicos, só expressaram a posição de uma parte dos portugueses.

«Tivemos dois referendos. Num deles achou-se que a vida merecia respeito absoluto, noutro achou-se que a vida merecia um respeito relativo e, portanto, permitiu-se que uma mulher possa mandar matar o seu filho até às dez semanas de vida. Acho que é necessário fazer um novo referendo», disse.

«Como se sabe, 60 por cento das pessoas ficaram em casa, não votaram. Só 40 por cento se manifestaram e, desses, praticamente metade foram a favor e metade contra. Acho que valia a pena voltar a pôr aos portugueses esta questão», acrescentou.

Falando à Lusa no Porto, à margem da apresentação de um livro que retrata o seu percurso de vida, Daniel Serrão disse não ter qualquer previsão sobre o resultado que teria um terceiro referendo, mas mostrou-se disponível para contribuir para o debate em defesa da «verdade cientifica», segundo a qual uma nova vida humana começa com o embrião.

Fonte

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aborto por razões de "segurança"

Como se viu, há uma questão que os defensores do aborto nunca conseguiram resolver: a justificação dos prazos, quaisquer que eles sejam.

Em Portugal dá-se uma resposta que, aparentemente, é inédita no mundo. Legaliza-se o aborto até às 10 semanas por razões de segurança:

«Um aborto precoce não tem os riscos do aborto tardio e, assim, a lei, ao permitir o aborto até ás dez semanas, está a promover os abortos precoces que por razões de segurança devem ser sempre preferidos.»

Sobre isto diga-se o seguinte:

1. Esta resposta só mostra que os defensores do aborto portugueses, por princípio, estão dispostos a aceitar um aborto até aos nove meses. Desde que as razões que motivam o aborto às 30 ou 40 semanas cubram os riscos de um aborto nessa altura, não há problema em aceitar esses abortos.

2. Além do mais, a questão dos prazos continua de pé. Se os defensores aceitam o aborto até aos nove meses (ou outro prazo qualquer), têm de explicar porque não aceitam também o infanticídio (ou uma morte uma semana depois).

Portanto, voltamos ao ponto de sempre: linhas de desenvolvimento, não se sabe, gradualismo, funcionalismo e infanticídio. E, em boa verdade, um parto seguido de infanticídio é de longe muito mais seguro que um aborto tardio. Logo, se o que importa é a segurança, o infanticídio deve ser o método preferido.

3. Quando os defensores do aborto dizem que a legalização até às dez semanas tem a função de promover abortos precoces, estão a dizer que a lei de alguma forma influencia a atitude das pessoas. Uma afirmação muito curiosa para quem afirma sistematicamente que a lei, ao proibir o aborto, não promove a limitação do número de abortos.

4. Como sempre, os defensores do aborto, estão a confundir legitimidade com conveniência. Dizer que o aborto é legalizado até às dez semanas para promover os abortos menos perigosos, os abortos precoces, só prova que seria conveniente para a saúde da mãe legalizar o aborto precoce: não prova que o aborto, precoce ou tardio, seja legítimo.

5. Finalmente, convém chamar a atenção das pessoas para um facto crucial: os prazos que os defensores do aborto colocam nas leis que fazem, são prazos meramente estratégicos. A verdade é que se alguém defendesse o aborto até aos nove meses, textualmente, seria considerado louco. Assim, eles vão calmamente alargando prazos e casos até chegar… aos nove meses e muito mais…

Se alguém perguntar a um defensor do aborto, com responsabilidades na lei actual, porque é que ele proíbe o aborto até às 28 semanas, ele dirá algo do tipo: «os prazos da lei permitem responder à maioria dos problemas que se colocam no dia a dia pelo que não havia necessidade de prazos mais alargados». E qualquer pessoa se sentirá descansada: como não há necessidade de alargar prazos, a lei ficará eternamente como está. Mas isso é uma ilusão perigosa:

A Espanha tem uma lei de aborto menos restritiva que a portuguesa. Dir-se-ia, de acordo com o “raciocínio” desenvolvido acima, que a Espanha poderia ficar eternamente com a lei que tem. Contudo, há alguns meses, o Parlamento espanhol discutiu duas leis que visavam legalizar o aborto a pedido. As leis foram três vezes a votos e de todas foram rejeitadas. Na próxima recomposição do Parlamento já veremos o que acontece…

A Inglaterra tem aborto, em certos casos, até ao sétimo mês. Em geral, tem uma das leis mais brandas de toda a Europa pelo que muitas mulheres vão à Inglaterra só para abortar. Dir-se-ia que os defensores do aborto ingleses só têm razões para estar contentes. Contudo, «Um movimento de grupos pró-aborto e de organizações de planeamento familiar lançou segunda-feira, em Londres, a mais significativa campanha dos últimos 30 anos».

Esta campanha visa legalizar o aborto, a simples pedido da mãe, até às 14 semanas; pretende ainda que os abortos das 15 às 24 dependam do parecer de um só médico (ao contrário dos dois que agora são precisos).

Os EUA, em 1973, legalizaram o aborto até aos nove meses. Dir-se-ia ser suficiente. Mas não era. Em 1986 legalizaram também o infanticídio, e os defensores do aborto combatem com todas as forças qualquer limitação ao direito de abortar, por mais pequena que seja. Por exemplo, a excepção legal que obriga as raparigas com menos de 16 anos a só abortar com consentimento dos pais, tem sido atacada até á exaustão.

A China tem aborto compulsivo. Dir-se-ia não ser possível ir mais longe. Mas é! Recentemente, numa conferencia internacional sobre planeamento familiar, o Governo Chinês apresentou-se com uma carrinha de abortos que, segundo Zhou Zhengxiang -o seu apresentador-, se destina a ir pelas aldeias perdidas da China à procura de abortos “voluntários”. De facto, o próprio dirigente disse que no aborto voluntário fazem-se todos os esforços para que as mulheres abortem. Serão construídas 600 destas carrinhas.

(João Araújo, “Aborto, sim ou não?”)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Enfermeiras cuidam de bebé abandonada em saco de hipermercado


Pesa 3,570 quilos e mede 50 centímetros, é "perfeitamente saudável", mas ainda não tem nome. A bebé recém-nascida que foi encontrada abandonada na rua Joaquim António de Aguiar, Porto, anteontem ao início da manhã, dentro de um saco reutilizável de um hipermercado está internada no Hospital de São João enquanto o tribunal decide o seu futuro.

"Tem 39 semanas de gestação. É uma criança de termo de gravidez, saudável. Como se fosse um parto normal", disse Gorett Silva, médica especialista em Neonatologia do Hospital de São João. "Agora está internada na Obstetrícia como um bebé saudável", acrescentou ao CM Manuela Rodrigues, especialista no mesmo serviço.

Em Obstetrícia, a menina é conhecida por "bebé". Hoje já deverá receber um nome, atribuído carinhosamente pela equipa. "Nestes casos, normalmente os bebés saem daqui com nome atribuído e um saco com prendas, para o enxoval, dado pelas enfermeiras que os adoptam emocionalmente", revelou Gorett Silva.

O Tribunal de Família e Menores vai tomar hoje conhecimento do caso. Se a bebé não for reclamada por familiares vai para uma casa de acolhimento e será dada para adopção.

"A MENINA CHORAVA MUITO"

Rosa Santos, que possui uma banca de venda de flores junto ao cemitério, foi surpreendida na manhã de anteontem. Eram 07h50. "Estava a chegar ao trabalho e vi aqui a polícia", começa por contar a mulher, logo descrevendo como tudo se passou. "Um homem tinha passado a pé por aqui e ouviu uma bebé a chorar muito. No início até lhe pareciam gatos a miar, mas era mesmo uma menina", contou ontem ao CM Rosa Santos.

Enrolada num toalha de rosto e colocada num saco de plástico reutilizável, a bebé não tinha ainda o cordão umbilical fechado e encontrava-se com marcas visíveis do parto. No local, eram também perceptíveis as marcas de humidade e de sangue.

"Estava toda tapadinha", reforçou ainda Rosa Santos, que não escondeu a indignação pelo facto de alguém ter abandonado a recém-nascida. "Oxalá venha a ser descoberto quem é que fez isto. Trata-se de um ser humano", exclamou a vendedora.

TRIBUNAL REGISTA MENINA COM NOME E APELIDO

Quando um recém-nascido é abandonado, é o tribunal que depois escolhe o nome e apelido da criança e a encaminha para uma casa de acolhimento.

Desde que a recém-nascida foi encontrada, a principal preocupação foi o seu estado de saúde. Após receber tratamento no Hospital de São João, a assistente social da unidade hospitalar vai tomar hoje conta do caso e informar o Tribunal de Família e Menores. Tal como noutros casos idênticos, é o tribunal que vai registar a criança, dando-lhe um nome e apelido, e encaminhá-la para uma instituição.

-Fonte-

domingo, 25 de setembro de 2011

Recém-nascido deixado na rua num saco plástico


Uma menina recém-nascida, com poucas horas de vida, foi abandonada, este sábado de manhã, perto da entrada do cemitério de Prado do Repouso, no Porto. Estava num saco de plástico e foi levada para o Hospital de S. João.

O alerta foi dado, cerca das 7.15 horas, por um homem, a residir em Gondomar, que passava na Rua de Joaquim António de Aguiar e ouviu o que lhe pareceu um choro, que saía de um saco de plástico do Pingo Doce, que se encontrava na soleira de um portão.

-Fonte-

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (APF) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".




Vejam também este post do Orlando Braga.

domingo, 26 de junho de 2011

Educação Sexual: Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (AFP) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".



Vejam também este post do Orlando Braga.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Os números do genocídio silencioso em Portugal

*Fonte*


"Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos"
Provérbios 6:16-17

ABORTO, OS NÚMEROS DE PORTUGAL!!


DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SAO ASSUSTADORES:

EM 2007 FOI O PRIMEIRO ANO EM QUE O NUMERO DE MORTES SUPEROU OS NUMERO DE NASCIMENTOS.

EM 2009 FOI O PRIMEIRO ANO COM MENOS DE 10.000 NASCIMENTOS!

ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO DA MULHER” REALIZADOS NOS 3 ANOS QUE SE SEGUIRAM À ENTRADA EM VIGOR DA LEI 16/2007 (JULHO DE 2007):

15.593 (1º ANO JUN -07 A JUN-08)

18.990 (2º ANO JUN-08 A JUN-09)

19.591 (3º ANO JUL-09 A JUN-10)

DESDE QUE A LEI FOI APROVADA JA FORAM MORTOS MAIS DE 65.000 PORTUGUESES!!!

35% DOS ABORTOS FORAM REALIZADAS POR MULHERES ESTUDANTES E DESEMPREGADAS

A MAIOR PARTE DAS MULHERES QUE REALIZARAM O ABORTO POR OPÇÃO ESTÃO ENTRE OS 20- E 34 ANOS.

EM 2009 HOUVE UMA REDUÇÃO DOS ABORTOS NAS CAMADAS COM MENOS INSTRUÇÃO E UM AUMENTOS NAS CAMADAS MAIS INSTRUIDAS

54% DAS GRAVIDEZES DE MULHERES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBE TERMINARAM EM ABORTO, OU SEJA, MAIS DE 1 EM CADA 2 GRAVIDEZES DE MÃES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÉ TERMINARAM EM ABORTO!

40% DOS ABORTOS REALIZADOS NESSES 4 ANOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE NUNCA TIVERAM FILHOS

APENAS 8% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES COM 3 OU MAIS FILHOS

21% DOS ABORTOS REALIZADOS EM 2009 FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE JÁ HAVIAM ABORTADO "POR OPÇÃO"

EM 2007, NO ANO DA ENTRADA EM VIGOR DA NOVA LEI, O ABORTO CLANDESTINO TERÁ ATINGIDO O SEU NÍVEL MAIS ALTO DESDE 2002 (AUMENTOU DEPOIS DA LEGALIZAÇÃO!!)

OS MAIS DE 65.000 ABORTOS “LEGAIS POR OPÇÃO” REALIZADOS DESDE 2007 TERÃO CUSTADO AO ESTADO PORTUGUES PERTO DE 100 MILHÕES DE EUROS! (num momento de crise em que se fala em medidas de austeridade e cortes nos gastos públicos poderiam pensar em cortar nesses gastos)

EM 2011 HÁ 422 EDUCADORAS DE INFÂNCIA E 422 AUXILIARES QUE NÃO TIVERAM EMPREGO POR CAUSA DO ABORTO “POR OPÇÃO”

COM OS MAIS DE 65.000 ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO” PERDERAM-SE 85 MILHÕES DE EUROS POR ANO EM CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL, JÁ A PARTIR DE 2030

O ABORTO É A 3ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL!!

“As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planeamento familiar […], como algo inócuo, sem consequências" Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada

“O aborto recorrente está a tornar‐se um grande problema de saúde pública” Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica.

(dados da Federação Portuguesa pela Vida)

http://www.federacao-vida.com.pt/

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