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| Slogan sócretino de apelo ao voto "sim" no referendo abortófilo de 2007 |
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À data de hoje, multiplicar por 100 000.
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| Slogan sócretino de apelo ao voto "sim" no referendo abortófilo de 2007 |
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À data de hoje, multiplicar por 100 000.
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« A Igreja Católica em Portugal está preocupada com a cultura de morte no país e propõe uma semana dedicada ao tema ‘Dá mais vida à tua vida!’(...)
A ‘Semana da Vida’ corresponde ao apelo do Papa João Paulo II (1920-2005) por “uma celebração anual em defesa da vida, com o objetivo de suscitar nas consciências, nas famílias, na Igreja e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos e condições, concentrando a atenção de modo especial na gravidade do aborto e da eutanásia”. »
Impressiona a glacial desvergonha desaforada do psd e do cds com que publicitam, como se fora algo extraordinariamente audacioso e benigno, uma futura apresentação de propostas para cobrar “taxas moderadoras” para as mães grávidas, no caso do psd, que repitam o abortamento de um filho ou, no caso do cds, para toda e qualquer mãe grávida que queira abortar seus filhos, mesmo que se trate da primeira vez.
Esta crueza da “maioria absoluta” que parece assim pretender ocultar a sua perversa identidade sinistra revela pelo contrário um maquiavelismo sádico.
De facto, estas organizações partidárias que agora exercem o poder têm o dever estrito de garantir a justiça reconhecendo e tutelando a igual dignidade de todo o ser humano em todas as fases da sua existência, desde a sua concepção, ou estado unicelular, até à morte natural.
Sem este fundamento, isto é, o respeito do direito à vida, não existe nem estado de direito nem democracia nem bem comum. De modo que os políticos que detêm os poderes executivo e legislativo ao cumpliciarem-se com uma lei profundamente e gravissimamente injusta, tendo eles a obrigação e a possibilidade de a eliminar, tornam-se, lamento dizê-lo mas é a verdade dos factos, criminosos cuja ferocidade faz empalidecer e praticamente desaparecer a das organizações mafiosas - basta lembrar não só a quantidade de vítimas mas também a qualificação eminentemente tenebrosa, atroz e desalmada dos assassínios perpetrados:
“Dentre todos os crimes que o homem pode realizar contra a vida, o aborto provocado apresenta características que o tornam particularmente perverso e abominável …A gravidade moral (= a injustiça) do aborto provocado aparece em toda a sua verdade, quando se reconhece que se trata de um homicídio e, particularmente, quando se consideram as circunstâncias específicas que o qualificam.
A pessoa eliminada é um ser humano que começa a desabrochar para a vida, isto é, o que de mais inocente, em absoluto, se possa imaginar: nunca poderia ser considerado um agressor, menos ainda um injusto agressor!
É frágil, inerme (indefeso, desarmado), e numa medida tal que o deixa privado inclusive daquela forma mínima de defesa constituída pela força suplicante dos gemidos e do choro do recém-nascido.” (João Paulo II, Evangelium vitae, 58).
E muito menos que os execute através dos serviços de saúde (!) do estado ou dos que com ele estão concubinados.
No entanto, mesmo para aqueles que absurda e erroneamente consideram que o referendo apesar de não ter sido juridicamente válido o tenha sido politicamente (Cf. A posição anfigúrica, à revelia da doutrina da Igreja, de D. José Policarpo), como o demonstra argutamente a Dra. Isilda Pegado, presidente da Federação Portuguesa pela Vida (cf Público, 07 de Junho de 2012, pág 47), a pseudolegislação actual produzida pela anterior maioria não encontra nele suporte, constituindo mais um abuso infame de poder ao financiar e subsidiar universalmente o abortamento.
O problema do desemprego é seguramente muitíssimo grave mas o principal problema social do país é o abortamento de tantas crianças e se há razão para sair à rua esta é a primeira de entre todas.
A questão do aborto tende a suscitar sempre debates onde a paixão se impõe à razão, de ambos os lados da barricada. Não é uma marca nacional - é assim em todo o lado. O que talvez fosse importante evitar é o argumento - que certamente surgirá - segundo o qual o CDS-PP só avança para distrair o País da crise, criando uma nuvem de fumo através de um assunto já pacificado na sociedade portuguesa. É verdade que o assunto está pacificado - mas não há nada que não se possa discutir.Por "pacificado" entenda-se "uma minoria da população portuguesa conseguiu o que queria e como tal, evita falar mais no assunto".
A verdade dos factos é que o assunto da matança de bebés inocentes nunca vai estar "pacificado" - especialmente se/quando os portugueses obterem acesso a imagens e videos do que acontece durante um aborto.
Esta tendência da elite esquerdista em declarar "vitória" e "final de debate" em situações onde nada está decido de modo irreversível é apenas manobra psicológica.
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Os dados agora divulgados mostram que é entre os 20 e os 24 anos que se realizam mais abortos, seguindo-se o grupo etário entre os 25 e os 29. A maioria (74,1 por cento) das mulheres nunca tinham realizado um aborto.
A presidente da Federação Portuguesa para a Vida, Isilda Pegado, não se mostra surpreendida com o aumento do número de abortos, mas chama, sobretudo, a atenção para a necessidade de rever a legislação.
«Não nos podemos esquecer que o aborto em Portugal é universalmente gratuito, mesmo para mulheres que tenham condições para o pagar», disse Isilda Pegado.
«Temos também que dizer que o aborto em Portugal, como em nenhum país da Europa, é subsidiado. E dizer que em Portugal, como em nenhum país da Europa, quem faz um aborto tem direito a 30 dias de baixa, sem trabalhar. São opções políticas que importa rever, num momento em que aos portugueses se está a pedir tantos sacrifícios», sustenta ainda.
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Os intervenientes defenderam a necessidade de mudar a legislação nos países onde o aborto é legalmente protegido. Na Polónia, por exemplo, em apenas duas semanas foram recolhidas 600 mil assinaturas de apoio a uma proposta legislativa para proteger a vida e na Colômbia foram mais de 5 milhões, em apenas dois meses.
Do Canadá veio John Henry Westen. O consultor da maior organização pró-vida do país e devoto de Nossa Senhora de Fátima espera que Portugal reveja a sua legislação para voltar ser um país pró-vida.
“Desde a minha juventude que gosto muito de Nossa Senhora de Fátima e uma promessa de Nossa Senhora de Fátima foi que Portugal manteria o dogma da fé e os católicos do mundo inteiro olham para Portugal e para esta promessa. Isto foi uma enorme desilusão, penso que para o mundo inteiro, que está à espera de um ressurgimento, especialmente dos portugueses, para liderar este caminho para voltar à vida”, afirma John Henry Westen.
Na mesma linha, Guaberto Garcia, que lidera uma organização de defesa da vida nos Estados Unidos que já conta com um milhão de membros, compara o aborto a um “câncer” da sociedade.
“É um problema imenso na sociedade, é como um câncer na alma de um país, muda os valores, não apenas sobre a vida. Qual é a razão da vida? Ter uma família. Então é um problema que vai ter repercussões incríveis”, diz Guaberto Garcia.
A Cúpula Global Pró-Vida é organizado pelo Movimento Pró-Referendo Vida, que já recolheu no nosso país cerca de metade das 75 mil assinaturas necessárias para enviar uma petição ao Parlamento a pedir um novo referendo ao aborto.
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Cinco anos após a entrada em vigor da lei que descriminalizou a interrupção voluntária da gravidez, o aborto clandestino já é residual [irrelevante], mas o número de mulheres que recorrem ao hospital para abortar repetidas vezes tem vindo a aumentar.Porque não? Se se pode matar um bebé por qualquer que seja o motivo, porque não fazê-lo várias vezes por ano?
A principal lacuna na lei da interrupção voluntária da gravidez (IVG) é o facto de permitir que algumas mulheres recorram ao aborto reiteradamente, defendem vários especialistas, que apontam a necessidade de impor uma taxa ao aborto recorrente.Não há justificação para se impor uma "taxa" ao aborto repetido. Se se pode fazer uma vez, pode-se fazer quantas vezes forem necessárias. Se uma mulher diz que "não tem condições" para criar uma criança, e pede para que a mesma seja sugada do útero e lançada no caixote de lixo, então ela pode continuar a apelar ao mesmo motivo sempre que engravidar e não quiser ser responsável pelos seus actos.
O presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), Miguel Oliveira e Silva, considera que a maior virtude da lei foi as mulheres deixarem de morrer por causa de um aborto, mas classifica de “vergonhoso” e “indesculpável” o facto do Ministério da Saúde não ter imposto uma taxa moderadora para o aborto recorrente.As mulheres "deixaram" de morrer, mas os bebés continuam a morrer. Não se entende como é que uma lei que mata bebés inocentes pode ser uma "virtude".
O combate ao aborto clandestino foi um dos grandes objectivos desta lei, que conseguiu tornar esta realidade residual e sobretudo em gravidezes com mais de dez semanas.Para acabar com a matança de bebés inocentes de forma "clandestina", vamos subsidiar a mesma e torná-la legal. Talvez seja este o caminho para se acabar com o "furto clandestino", o "assassínio clandestino", e a "violação clandestina": o Estado subsidia e essas prácticas tornam-se "residuais".
Por este motivo, há especialistas que defendem o alargamento do prazo legal da IVG para as 11 semanas.Porquê?
Para Luís Graça, que dirige o departamento de ginecologia e obstetrícia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, um prazo de onze semanas seria “mais confortável” para resolver problemas que se colocam com determinados tempos de gestação.Sim, vamos tornar a matança de seres humanos em algo mais confortável . . . . menos para o bebé.
O último estudo feito sobre o número de abortos em Portugal foi realizado pela Federação Portuguesa pela Vida (FPV) e teve por base os dados oficiais disponíveis: da Direcção-geral da Saúde e do Instituto Nacional de Estatística, até 2010. De acordo com esses números, desde 2007 realizaram-se em Portugal mais de 80 mil interrupções [sic], das quais perto de 13.500 foram repetições.Segundo o estudo, que foi realizado em Fevereiro, por ocasião dos cinco anos do referendo da despenalização do aborto, esta reincidência “tem vindo a aumentar consideravelmente”. Só em 2010 houve 4651 repetições de aborto, das quais 978 representaram duas ou mais repetições.
Além disso, desde o primeiro ano da lei, houve um aumento de 30% no número de abortos anuais: 15 mil no primeiro ano e 19 mil nos seguintes (de 15 mil em 2008 para 34 mil em 2009 e 54 mil em 2010). No entanto, as complicações associadas a abortos clandestinos baixaram consideravelmente desde 2008.
O estudo revela ainda que a intensidade do aborto é maior nas mulheres mais instruídas, com idades compreendidas entre os 20 e os 35 anos.
Não é por acaso que os ocultistas que controlam a política portuguesa não querem cortar nas despesas em torno da matança de bebés inocentes uma vez que esta práctica 100% mortífera fomenta a promiscuidade e por sua vez ataca a unidade da família natural.
Com a família destruída, e a nação empobrecida, a elite ocultista dominará sobre a população de forma mais fácil.
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| Quem deve pagar para ele morrer? Ninguém. |
“A ÚNICA MARGEM que me interessa a mim, é a margem que permite ao Estado continuar a pagar abortos.
Ao pé desta margem, todas as outras folgas, almofadas, cortes e aumentos não passam de simples trocos que nada têm a ver com o combate ao défice.
Porque se quem tem o poder de destinar o dinheiro dos contribuintes não respeita a vida humana, então não respeita mais nada.
E nesse aspecto, não vejo em que é que este momento difere dos restantes, que possa justificar uma greve geral.”
[Respigado no Facebook]

Passos Coelho é uma espécie de José Sócrates altamente condicionado pelas suas circunstâncias políticas; o que separa Passos Coelho de José Sócrates não é a essência do homem em si, mas antes é só e apenas o ambiente cultural das respectivas facções políticas: de resto, os dois são semelhantes.
Passos Coelho conseguiu uma coisa que nunca a “não-esquerda” tinha alguma vez permitido: a eleição de uma abortista militante para a presidência da assembleia da república. Só este facto é revelador da ausência de diferenças substanciais entre José Sócrates e Passos Coelho.
Quando Passos Coelho tomou posse como primeiro-ministro, teve uma oportunidade de ouro para afirmar uma coisa tão simples como esta:
“Quem quiser abortar que assuma a responsabilidade pelos seus actos, e pague o aborto”.
E assim, Passos Coelho poderia poupar 100 milhões de Euros / ano gastos do Orçamento de Estado em abortos grátis; e esse dinheiro poderia servir, por exemplo, para apoiar financeiramente as jovens grávidas e mães. Mas não foi isso que Passos Coelho fez: ele seguiu basicamente aquilo que José Sócrates teria feito se tivesse sido reeleito, o que revela a semelhança entre os dois animais políticos [literalmente].
O argumento segundo o qual “o aborto gratuito foi sujeito a referendo”, não colhe. Desde logo porque, em rigor, o referendo não foi válido porque não votaram mais de 50% dos portugueses; e depois, porque este governo do Pernalonga está cansado de “furar” a Constituição do país, e nem por isso se tem preocupado muito com isso.
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| Um partido que pretende sobretudo acabar com a morte de seres humanos; é demasiado monotemático para o teu gosto? |
No estudo ‘Liberalização do Aborto em Portugal, 4 anos depois’, elaborado com base nos dados oficiais da Direcção Geral de Saúde, a Federação Portuguesa pela Vida (FPV) sublinha que o aborto “legal por opção” continua a aumentar em todas as faixas etárias, sobretudo entre mulheres estudantes e desempregadas.
Outro dado a salientar do estudo é que 40% das mulheres que abortaram por opção em 2009 não tinham nenhum filho. “Quatro anos depois a Federação Portuguesa pela Vida afirma que o aborto em Portugal é Frequente, Ilegal e Inseguro” (ver caixa), salienta um comunicado da organização.
(De)crescimento populacional
O estudo da FPV começa por sublinhar que 2007 foi o primeiro ano em que o número de mortes (104 mil) em Portugal superou o de nascimentos (pouco mais de 102 mil). Este (de)crescimento populacional (ver fig. 1) é também visível no ano 2009, em que pela primeira vez houve menos de 100 mil nascimentos.
Sobre os dados relativos aos abortos legais “por opção da mulher” (ver fig. 2) realizados nos 3 anos que se seguiram à entrada em vigor da Lei 16/2007 (Julho de 2007), os números indicam que de Julho de 2007 a Junho de 2008 houve 15593 abortos, para no período seguinte (Julho de 2008 a Junho de 2009) o aumento ser de mais de 22% e passar para 18990 abortos.
No terceiro e último período do estudo, de Julho de 2009 a Junho de 2010, o aumento é ainda mais significativo: 26%, para um total de 19591 abortos “por opção da mulher”. Desta forma, no total, desde Julho de 2007 foram realizados mais de 60 mil abortos legais “por opção da mulher”.
Aborto aumenta em todas as faixas etárias
Em 2009, a faixa etária das mulheres que fizeram mais abortos é a dos 25-29, com 4228 abortos, o que representa um aumento de 4% face a 2008. Entre as mulheres que tinham 20-24 anos houve 4145 abortos (aumento de 7% em relação a 2008), dos 30-34, 3990 (o que representa mais 3%).
Contudo, o maior aumento de 2008 para 2009 (30%) ocorre na faixa etária das mulheres menores de 15 anos. A conclusão geral (ver fig. 3) é que o aborto “legal por opção” aumenta em todas as faixas etárias.
Lisboa lidera abortos com maioria. Ao nível dos locais onde foram realizados mais abortos “legais por opção” em 2009, Lisboa e Vale do Tejo lidera destacado com 52% (9778 abortos), seguido do Norte do país com 20,1% (equivalente a 3812 abortos) e do Centro (2958 abortos “por opção da mulher”, ou seja, 16%). O quadro geográfico do país completa-se com o Algarve (1347, 7%), Alentejo (646, 3%), Madeira (248, 1,1%) e Açores (com 162 abortos “legais por opção”, o que representa 1%).
Estudantes e desempregadas
A condição sócio-económica terá também influência, uma vez que o número de abortos de 2008 para 2009 aumentou mais entre mulheres estudantes (+21%) e desempregadas (+14%). Estes dados representam ainda 35% dos abortos realizados “por opção da mulher” e registam as taxas de crescimento mais elevadas.
As famílias monoparentais são também um dos factores apontados no estudo da Federação Portuguesa pela Vida: a probabilidade de uma grávida abortar por opção é cinco vezes maior se não viver com o pai do bebé.
Igualmente a destacar que 40% das mulheres que abortaram por opção em 2009 não tinham nenhum filho, enquanto 8% dos abortos legais “por opção da mulher” em 2009 foram realizados por mães com 3 ou mais filhos (ver fig. 4).O estudo ‘Liberalização do Aborto em Portugal, 4 anos depois’ sublinha ainda que 21% dos abortos “legais por opção” em 2009 foram de mulheres que já tinham abortado antes.
Custos, desemprego e contribuições
O estudo da Federação Portuguesa pela Vida termina os custos, sublinhando que “os mais de 60 000 abortos legais “por opção” desde 2007 custaram ao Estado perto de 100 milhões de euros”. Por outro lado, os abortos fazem também aumentar o desemprego, uma vez que “em 2011 há 422 educadoras de infância e 422 auxiliares que não tiveram emprego por causa do aborto”.
Finalmente, “com os 60 000 abortos legais “por opção” perderam-se 85 milhões de euros por ano em contribuições para a Segurança Social, já a partir de 2030”.
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FREQUENTE
Desde Julho de 2007 – o início da aplicação da lei que liberalizou o aborto em Portugal até às 10 semanas – e até ao final de Agosto de 2010, foram realizados 56239 abortos legais por “opção da mulher”, de acordo com os últimos dados disponibilizados pela Direcção-Geral de Saúde (DGS).
ILEGAL
A persistência do aborto clandestino em Portugal é corroborada pelos últimos dados publicados pela DGS sobre complicações graves associadas a abortos fora do quadro legal que apontam para entrada nos hospitais de 23 casos de infecção / sepsis e 3 casos de perfuração do útero ou de outro órgão.
Também a classe médica tem dado um sinal claro sobre a sua abordagem a esta lei, com cerca de 75% a 80% dos médicos obstetras a declararem-se objectores de consciência, de acordo com Miguel Oliveira da Silva, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, em entrevista ao Público (2010-06-27).
INSEGURO
Também no aborto legal por opção, existem complicações graves que colocam em risco a mulher, como confirmam os últimos dados publicados pela DGS, que em 2008, referem 5 registos de infecção grave / sepsis e 2 casos de perfuração do útero ou de outro órgão em abortos legais por “opção da mulher”.
UMA SOLUÇÃO IMPOSTA…
A liberalização do aborto abriu espaço para a legitimação/banalização de um novo conjunto de pressões sobre as grávidas, muitas vezes da família, do pai do bebé e da sua envolvente, por exemplo, os empregadores. Muitas mulheres acabam, assim, por abortar contra a sua vontade.
in Bio Jornal, Federação Portuguesa pela Vida
A Federação Portuguesa pela Vida requereu, numa petição entregue recentemente formalmente ao Presidente da Assembleia da República, a revisão da regulamentação da prática do aborto designadamente no sentido de reforçar planos de apoio alternativos.
“Uma mulher em baixa por doença recebe 65% do ordenado. Se abortar fica de licença de maternidade e recebe 100% do ordenado.
O envelhecimento da população é acentuado, persistente e um dos problemas mais graves com fortes repercussões no já depauperado sistema da Segurança Social.
Não obstante, milhares de mulheres deixaram de receber algumas dezenas de euros de abono de família para os filhos que tiveram, ainda que o Estado lhes pague centenas de euros se decidirem abortar”.
Segundo a Federação Portuguesa pela Vida, estas são algumas “das incongruências” que levaram à petição. Mas, segundo o FPV, há mais: “Manifesta-se, ainda, uma crescente preocupação com a reincidência do aborto.
De acordo com dados da DGS, 21% dos abortos legais por opção de 2009 foram realizados por mulheres que já tinham abortado antes, sendo que 2% tinham-no feito no ano anterior. A liberalização do aborto abriu espaço para a legitimação de um novo conjunto de pressões sobre as grávidas, muitas vezes do companheiro, da família ou do patrão. Muitas mulheres acabam assim por abortar por falta de apoios e contra sua vontade”.
Diogo Paiva Brandão
Voz da Verdade, 13.03.2011
O bastonário da Ordem dos Médicos revela que a prática do aborto em Portugal está a ser usada como método de contracepção. Pedro Nunes mostra-se preocupado com o aumento do número de interrupções voluntárias da gravidez em 2009. Subiram para 19 mil, ou seja, mais um milhar do que no ano anterior.
Uma em cada quinze mulheres realizou um aborto a pedido pela segunda vez.
“O aborto pode ter entrado na prática e nos hábitos dos portugueses como um outro método anti-conceptivo e, a médio prazo, vamos ter um programa. Ou seja, não estamos a lutar para que o aborto deixe de existir, para que passe a ser uma raridade, mas estamos a implementar um sistema de facilitismo porque, aconteça o que acontecer, os actos da sua vida e as suas decisões não têm problema nenhum”.
“Em última análise” – conclui o Bastonário da Ordem dos Médicos – “há sempre alguém que resolve, em última análise há sempre o Estado que paga, em última análise há sempre o Estado que monta os serviços para resolver a falta de seriedade com que se vive a vida”.
O Bastonário defende que está na altura de criar medidas dissuasoras que podem passar por multas.
“As medidas dissuasoras que podem ser tomadas vão desde medidas de natureza educacional, de detecção desses casos e chamada de atenção dessas pessoas, até medidas de natureza punitiva, desde as multas até à frequência compulsiva de cursos”.
Director-geral de Saúde nega aborto como contraceptivo
Em resposta a estas declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos, Francisco George, Director-geral de Saúde, diz que o aborto não deve ser usado como método contraceptivo e dá exemplos das orientações dadas aos serviços.
“As normas obrigam a que, depois deste acto, as consultas de planeamento familiar e os métodos contraceptivos sejam uma indicação formal, que todos os serviços são obrigados a prestar quando a mulher faz essa interrupção”.
Francisco George foi ainda confrontado com outra sugestão do Bastonário dos Médicos. Pedro Nunes diz que é preciso fazer uma auditoria sobre os métodos utilizados na interrupção da gravidez.
É que, enquanto no sector privado quase todos os abortos são feitos pelo método cirúrgico, no sector público acontece o inverso e é quase sempre usado o método químico. O Director-geral de Saúde diz que já há auditorias feitas “pela Inspecção-geral das Actividades em Saúde”, mas não revela os resultados.
E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.
Irmãos, se algum de entre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter,
Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão de pecados."

A enfermeira, Margarida da Costa, 58 anos, alegadamente cobrava 450 euros por cada aborto.
Quatrocentos e cinquenta euros é quanto custa matar um bebé.
Ela foi condenada em 9 casos de "aborto agravado", e recebeu uma condenação por "usurpação de funções". Apesar do aborto ser legal em Portugal, só os médicos podem executar tal bárbaro procedimento.
Isildra Pegado, porta-voz da FPV, afirmou que a condenação demonstra que a descriminalização do aborto não atingiu os resultados que os grupos pró-matança prometeram. A organização vai em breve apresentar uma petição assinada por milhares de portugueses, requisitando ao Governo que reveja a lei do aborto.
Durante a campanha muitos afirmaram que a liberalização iria tornar o aborto seguro, raro e legal....Durante os últimos 4 anos temos confirmado que o aborto não é seguro - porque as complicações com o aborto aumentaram durante os últimos anos - não é legal - porque o aborto ilegal continua a proliferar por todo o país - e não é raro uma vez que, contrariamente ao que foi dito, o aborto aumentou exponencialmente.A petição pede aos legisladores portugueses que reconheçam "o flagelo do aborto que de norte a sul, varre o País desde há 4 anos destruindo crianças, mulheres, famílias, e a economia gerando desemprego e depressão", e que tomem medidas "para proteger a vida humana desde a concepção".Este caso confirma o viemos defender e serve de fundo para a petição que estamos a apresentar chamada de "Vemos, ouvimos e lemos - Não podemos ignorar!"