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quinta-feira, 25 de julho de 2013

A 'Sopa Saudável' de Feto


Aviso:
As imagens são fortes!








Um pequeno empresário taiwanês de 62 anos (ao lado de uma garota de 19 anos), afirmou para um jornalista que toma regularmente - 'a sopa' - fácil de fazer, segundo ele, porque o aborto é um procedimento usual na China. 



Algumas mulheres chegam a vender o feto que deve ter até seis meses. A sopa é feita com ervas da medicina tradicional chinesa que, acredita-se, aumentam a potência sexual, tipo bajitian, dangshen, o conhecido chinese wolfberry, entre outras mais populares, como gengibre. E leva outras carnes também, como galinha e porco.



Em Foshan, o jornalista foi até o restaurante (de fachada tipo cozinha regional), cujo dono, o senhor Li, disse que não tinha 'costela' (a senha para quem quer a tal da sopa) naquele momento. Depois, aos sussurros, avisou que conhecia uma casal de migrantes cuja mulher estava no oitavo mês de gravidez. Como o casal já tinha duas filhas, eles planejavam vender o feto para um laboratório ou para o restaurante, de modo que pudessem pagar pelo aborto e evitar a multa imposta pelo governo chinês para quem burla a política do filho único.








Em Taiwan é comum você encontrar restaurantes que servem esse tipo de prato. Isso mesmo, fetos. Para eles, o aborto é uma prática comum. Existem mulheres que vendem os pequenos fetos que devem ter no máximo 6 meses de gestação.






Sopa de feto (bebé) é a sopa mais famosa da China no passado. É chamada de "sopa saudável" e o mais indicado por alguém que quer uma libido forte. De acordo com sua crença, o feto é capaz de fazer uma pessoa do sexo masculino mais enérgico e capaz de durar mais tempo na relação sexual. A maioria das fontes de feto (bebê) foi tirado das mulheres e meninas que são presas (presidiárias) e quiseram abortar seus bebês. Esta história foi escrita por um jornalista em Taiwan depois de ouvir rumores sobre a força adicionando resistência nos alimentos feitos de fetos humanos.  




A 'Sopa Saudável ", que acreditam, é para ganhar resistência e adicionar a um homem força interior como fonte da juventude, além da potência sexual. Dos 6 aos 8 meses podem ser adquiridos também. Wan, um cidadão de Taiwan diz que consome a sopa e que tem "clientes regulares" para o consumo da sopa saudável. Como resultado, o homem de 62 anos explicou sobre os "nutrientes sopa saudável" e que realmente aumenta a capacidade de fazer sexo várias vezes por noite. 




Especificando a natureza dos cozinheiros de restaurantes a comida não é facilmente encontrada, pois o estoque é limitado. Também acrescentou que a comida deve ser servida fresca, não congelada. Mas se estiver interessado, eles fornecem bebê placenta (placenta) que acreditam aumentar o desejo sexual e o elixir da eterna juventude. Os chefs dizem  que se quiserem "sopa saudável", ele sugere que sigam para uma vila fora da cidade onde há um marido e uma esposa e que ela esteja grávida de no mínimo 8 semanas. 





O preparo é com poucos meses de idade do feto, além de Pachan, Tongseng, Tongkui, Keichi, frango, gengibre e Baikut, no vapor por 8 horas, ele é então cozido como cozinhar uma sopa comum. 
Em uma placa de cortar o feto sem vida parece que não é maior do que um gato. O chef explicou que o feto novo tem 5 meses. Não se sabe qual é o preço pago ao comprá-lo, isso tem uma grande varia e vai do pequeno ao feto morto-vivo grande e assim por diante (Ó Deus). 



O chef de coração aberto explica que a perda fetal ou queda, normalmente morto, só pode ser comprado apenas algumas centenas para estoque, sendo que perto da data de nascimento e de vida, o aumento dos preços são imensos. O gerente do restaurante recebe bebês que são entregues em uma situação de vida ou morte. 

Segundo algumas fontes, o feto como práticas alimentares são todos feto menina. É o resultado da discriminação do governo Chinês. 


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Ao contrário do que alguns possam pensar, isto não é uma lenda urbana. 

Esta notícia é veiculada na revista The Next Magazine, que é uma revista semanal de Hong Kong - E também tem o site em chinês para quem quiser se aventurar: http://www.epochtimes.com/gb/7/3/22/n1653742.htm

As últimas informações é que a polícia tem estado atrás dessa prática e já foram apreendida 28 crianças.

As primeiras imagens são de um artista chinês  Zhu Yu. A prática existe, só não é oficial...

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Aborto: a maior carnificina da história humana

Através dos números apresentados pelo ministério da matança saúde chinês, estatísticas sobre as políticas de controlo populacional iniciadas em 1971 ( com a política do "filho único" introduzida em 1979), o governo comunista admitiu ter abortado 336 milhões de crianças, durante as últimas quatro décadas.

Colocando os números em perspectiva, 336 milhões de mortes na China correspondem a: 

 -Mais do que população mundial no tempo das Cruzadas ( 1100 dC ) 

-O mesmo que a soma das populações dos Estados Unidos e da Austrália. 

-Mais mortes do que as causadas (em milhões): durante a Peste Negra (100), a Grande Fome Chinesa (45), a Gripe Espanhola (40), a pandemia do HIV/SIDA (25), o Holocausto Nazi (13), o Holodomor (8), a Fome Russa de 1921, e a Guerra da Secessão ( (8) 

-Mais do que todas as pessoas mortas nas dez guerras mais mortíferas de sempre ( em milhões): II Guerra Mundial (72), I Guerra Mundial (65), A Invasão Mongol (60), a Rebelião de An Lushuan (36), a Rebelião Taiping ( 30), Queda da Dinastia Myng (25), Invasões de Tamerlão ( 20), a Revolta Dungan (12), a Guerra Civil Russa (9), a Segunda Guerra do Congo (5,4) 

-Mais do que todas as crianças que nascerão no mundo, nos próximos dez anos. 

Não há comparação que nos permita compreender verdadeiramente o que são 336 milhões de mortes, ainda por cima num único país. A magnitude deste crime é inacessível à imaginação humana. Só Deus pode realmente sondar as profundezas da depravação e apreender a magnitude desta perda.

 Tenha Ele misericórdia do nosso mundo, por aquilo que temos feito. 

Autor. Joe Carter

Fonte: http://thegospelcoalition.org/blogs/tgc/2013/03/22/china-admits-to-the-greatest-slaughter-in-human-history/

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Comentário

Por si só, o acto de matar uma criança que seja já se rebaixa, sem grandes dúvidas, à categoria de pior crime possível. Mas depois ainda sucede que, para além de ser o pior, o aborto também é o crime mais cometido.

Contabilizando apenas os abortos praticados na China durante os últimos 40 anos, deixando de fora, portanto, os números dos restantes países que legalizaram e incentivam o infanticídio intra-uterino, já temos motivo suficiente e irrefutável para considerar o aborto a maior tragédia alguma vez cometida e sofrida pela humanidade.

Madre Teresa disse um dia que, uma vez que seja permitido à mãe matar o filho, nada impede alguém de matar qualquer pessoa. Perante os números monstruosos do aborto temos de concluir também que, uma vez que matar bebés é o crime mais praticado e tolerado pela espécie humana, não deve surpreender a existência de tantos conflitos e guerras entre adultos. Não só não temos argumentos para ser contra o homicídio quando defendemos o direito das mães matarem os filhos, como também temos as prioridades trocadas se acharmos que existem assuntos mais graves e objectivos mais importantes do que acabar com o extermínio estatal e em série de bebés.

Em Portugal,  sem contar com a lei abortófila de 1984 ( a que iniciou o processso infanticida em curso), entre 2007 e 2012,


                                           [ origem da imagem: Facebook PPV Portugal Pro-vida ]

Jairo Filipe

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Demasiado perturbador


Não há palavras para se descrever esta selvajaria.

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Multiculturalismo aborcionista

Uma das idiotices mais espantosas da elite esquerdista mundial, e dos seus aliados multiculturalistas dentro do movimento conservador, é a sua recusa em entender que os imigrantes provenientes de outras culturas não só irão reter muitas das tradições dos seus países de origem, como olharão para as tradições do mundo ocidental sob o prisma da sua cultura e expandir essas tradições nas mais variadas formas nem sempre antecipadas.

O Dr Vincent Argent, que trabalhou para a British Pregnancy Advisory Service, afirmou que "sem dúvida" que as mulheres estavam a terminar a sua gravidez devido ao sexo do bebé, e que essa práctica era "razoavelmente generalizada".

Há alguns dias atrás o Daily Telegraph revelou que estavam a ser oferecidos abortos ilegais às mulheres tendo como base o género do bebé. O Dr Argent disse que ocorriam "muitos abortos ocultos baseados na selecção sexual" onde as mulheres se submetiam a um scan ou a um teste do sangue como forma de saber o sexo da criança. Posteriormente elas requisitavam o término da gravidez sem revelar ao médico o verdadeiro motivo por trás da sua decisão.

O Dr Argent acredita que alguns dos seus colegas levaram a cabo términos de gravidez devido ao sexo do bebé e que eles (os que levaram avante com a práctica) não viam nada de mal nisso.

Tive um colega consultor no norte que expressou esse ponto de vista - esse consultor pertencia a uma minoria étnica.

Ele não via nada de eticamente errado nisso porque ele é de opinião que o motivo cultural que leva a que certas culturas prefiram rapazes no lugar de raparigas é tão válido como o motivo anglo-saxão para não ter filhos.

"Bem, estou grávida e eu não quero o bebé".

O que o doutor está a dizer é, se se pode matar qualquer bebé por "não se querer" ou "não se ter condições", então podem-se matar as fêmeas por elas, segundo alguns, terem um valor cultural inferior aos machos.

Do ponto de vista multicultural, não há problemas nenhuns com esta forma de pensar. Algumas culturas valorizam a "escolha" e a "carreira profissional" da mulher como condição para se ter um aborto enquanto outras culturas valorizam o sexo do bebé.

Logicamente falando, ele está absolutamente certo no que diz. Se o aborto é moralmente e legalmente aceite, então é aceite por qualquer que seja o motivo. De facto, não há nada de moralmente condenável em incentivar populações indesejáveis a obter abortos.

Os governos deveriam até exigir abortos a todos aqueles que se candidatam a receber ajuda monetária (subsídios de desemprego, etc). Do ponto de vista aborcionista, não há razões morais válidas para se censurar estas medidas.

O desaparecimento de crianças com o Síndrome de Down deve-se em larga medida ao aborto e aos testes pré-natais. Devido a isto, podemos antecipar o futuro e prever que, à medida que a população imigrante aumenta no Ocidente, o rácio macho-fêmea vai começar a ficar mais parecido com o rácio da China e da Índia - onde em certas áreas há mais rapazes que raparigas precisamente devido ao aborto selectivo.

As feministas, auto-proclamadas "defensoras dos direitos das mulheres", ao promoverem o aborto, estão a promover uma práctica que mata mais mulheres do que homens. Ou seja, o feminismo está a promover o desaparecimento da população feminina.




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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

País com população envelhecida oferece abortos

Portugal é um dos países mais envelhecidos do Mundo e as medidas de incentivo à natalidade não têm funcionado até agora porque, defende a Associação Portuguesa de Demografia, ter filhos é uma decisão "privada do casal".

"Nós temos um problema de baixa fecundidade. Portugal é um dos poucos países do Mundo que continua ainda com uma tendência de declínio", lembra a presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Maria Filomena Mendes, um dia antes da conferência 'Nascer em Portugal', promovida pelo Presidente da República, que sexta-feira arranca em Cascais.

Na década de 60, a taxa de natalidade bruta era praticamente o dobro da actual. Em 50 anos Portugal passou de mais de 200 mil nascimentos anuais para cerca de 100 mil.

Nos últimos anos verificou-se uma situação inédita no país: em 2007, 2009 e 2010 foram menos os que nasceram do que os que morreram.

Hoje, "a maioria das mulheres tem apenas um filho", sublinha Filomena Mendes, referindo-se aos números que apontam para uma média de 1,3 filhos por mulher.

A introdução no mercado dos métodos contraceptivos veio permitir programar a chegada do primeiro filho. A pílula, por exemplo, surgiu há exactamente 50 anos em Portugal, mas nessa altura eram uma minoria as mulheres que a tomavam. Hoje vendem-se cerca de oito milhões de embalagens por ano. Para a maioria dos casais portugueses, o nascimento dos filhos passou a ser planeado e, em muitos casos, adiado.

Filomena Mendes acredita que os portugueses estão entre os europeus que mais adiam o nascimento do primeiro filho porque existe um "adiamento da transição para a vida adulta". "Em Portugal, os jovens saem tarde de casa dos pais, tentam prolongar ao máximo a escolaridade, entram mais tarde no mercado de trabalho", defenda a especialista.

Certo é que as politicas nacionais de incentivo à natalidade "não têm resultado e a fecundidade continua a diminuir", alerta.

Já o presidente da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN), Ribeiro e Castro, acredita que o "desastre" da baixa fecundidade se deve precisamente às políticas governamentais. "As famílias portuguesas têm vindo a ser sujeitas a uma política fortemente anti-natalista e é isso que justifica esses números. Têm havido lindos discursos, mas a prática tem sido precisamente oposta."

Para o responsável, a "política anti-natalista em Portugal tem sido muito mais dura do que a da China". "A nossa taxa de natalidade é inferior à da China que, mesmo com a política de filho único, tem 1,6 e nós temos 1,3".

Fonte

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Li e reli o artigo, fiz uma pesquisa por palavras, e não encontrei uma única referência ao aborto. Sem dúvida que foi um "lapso".

Provavelmente não é preciso dizer isto, mas Ribeiro e Castro tem razão: os principais (únicos?) culpados da inverno demográfico em que estamos a cair são os governos PS e PSD que rodaram entre si os destinos da nação durante a maioria dos últimos 20/30 anos.

Estas leis anti-vida não são "acidentais": elas são propositadas e planeadas. A questão aqui é saber quando é que os portugueses se mentalizam que estão a ser vítimas de engenharia social tendo visto a concentração do poder nas mãos duma minoria não representativa dos desejos da maioria.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Indiferença perante o sofrimento feminino

"Tendo olhos, não vedes? E, tendo ouvidos, não ouvis?" - Marcos 8:18

Se foi colocado um preço negativo à vida duma rapariga ainda por nascer, não é surpreendente que aquelas que conseguiram sobreviver o assassínio abortivo não tenham um valor muito maior:
Será que foi o capitalismo que endureceu aqueles condutores e transeuntes que passavam ao lado duma rapariga morta, ou foi a cultura que tradicionalmente desvaloriza as meninas e que, há mais de 30 anos, impôs uma política governamental que, inevitavelmente, significa que meninas são mortas no útero?

Se os bebés do sexo feminino não têm valor quando estão no útero, porque é que o seu valor aumentaria fora do útero?

A mensagem que a população chinesa absorveu é simples: Como regra geral, o melhor é não te envolveres se queres evitar perseguição governamental - e considerando o risco, tenta evitar o teu envolvimento em assuntos em torno dum cidadão dispensável, isto é, uma rapariga.

É ridículo tentar culpar o capitalismo pelo facto de várias pessoas caminharem calmamente enquanto uma menina agoniza em sofrimento bem ao seu lado.

Estas são as pessoas que durante toda a sua existência foram ensinadas que 1) existem demasiadas pessoas na China e 2) matar meninas é um bem social.

Faz algum sentido defender que eles deveriam, agora, mudar a sua forma de pensar só porque há menos uma pessoa indesejada para sobrepopular a China? Claramente, isto não faz sentido algum. Não há nada que estes chineses tenham feito que não seja o resultado da engenharia social levada a cabo pelo governo esquerdista.

Este é o Novo Homem Chinês que o socialista genocida Mao queria criar. Este Novo Homem é tão monstruoso como a sociedade que os ensinou a ignorar o sofrimento de meninas - principalmente aquelas que estão no útero.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aborto por razões de "segurança"

Como se viu, há uma questão que os defensores do aborto nunca conseguiram resolver: a justificação dos prazos, quaisquer que eles sejam.

Em Portugal dá-se uma resposta que, aparentemente, é inédita no mundo. Legaliza-se o aborto até às 10 semanas por razões de segurança:

«Um aborto precoce não tem os riscos do aborto tardio e, assim, a lei, ao permitir o aborto até ás dez semanas, está a promover os abortos precoces que por razões de segurança devem ser sempre preferidos.»

Sobre isto diga-se o seguinte:

1. Esta resposta só mostra que os defensores do aborto portugueses, por princípio, estão dispostos a aceitar um aborto até aos nove meses. Desde que as razões que motivam o aborto às 30 ou 40 semanas cubram os riscos de um aborto nessa altura, não há problema em aceitar esses abortos.

2. Além do mais, a questão dos prazos continua de pé. Se os defensores aceitam o aborto até aos nove meses (ou outro prazo qualquer), têm de explicar porque não aceitam também o infanticídio (ou uma morte uma semana depois).

Portanto, voltamos ao ponto de sempre: linhas de desenvolvimento, não se sabe, gradualismo, funcionalismo e infanticídio. E, em boa verdade, um parto seguido de infanticídio é de longe muito mais seguro que um aborto tardio. Logo, se o que importa é a segurança, o infanticídio deve ser o método preferido.

3. Quando os defensores do aborto dizem que a legalização até às dez semanas tem a função de promover abortos precoces, estão a dizer que a lei de alguma forma influencia a atitude das pessoas. Uma afirmação muito curiosa para quem afirma sistematicamente que a lei, ao proibir o aborto, não promove a limitação do número de abortos.

4. Como sempre, os defensores do aborto, estão a confundir legitimidade com conveniência. Dizer que o aborto é legalizado até às dez semanas para promover os abortos menos perigosos, os abortos precoces, só prova que seria conveniente para a saúde da mãe legalizar o aborto precoce: não prova que o aborto, precoce ou tardio, seja legítimo.

5. Finalmente, convém chamar a atenção das pessoas para um facto crucial: os prazos que os defensores do aborto colocam nas leis que fazem, são prazos meramente estratégicos. A verdade é que se alguém defendesse o aborto até aos nove meses, textualmente, seria considerado louco. Assim, eles vão calmamente alargando prazos e casos até chegar… aos nove meses e muito mais…

Se alguém perguntar a um defensor do aborto, com responsabilidades na lei actual, porque é que ele proíbe o aborto até às 28 semanas, ele dirá algo do tipo: «os prazos da lei permitem responder à maioria dos problemas que se colocam no dia a dia pelo que não havia necessidade de prazos mais alargados». E qualquer pessoa se sentirá descansada: como não há necessidade de alargar prazos, a lei ficará eternamente como está. Mas isso é uma ilusão perigosa:

A Espanha tem uma lei de aborto menos restritiva que a portuguesa. Dir-se-ia, de acordo com o “raciocínio” desenvolvido acima, que a Espanha poderia ficar eternamente com a lei que tem. Contudo, há alguns meses, o Parlamento espanhol discutiu duas leis que visavam legalizar o aborto a pedido. As leis foram três vezes a votos e de todas foram rejeitadas. Na próxima recomposição do Parlamento já veremos o que acontece…

A Inglaterra tem aborto, em certos casos, até ao sétimo mês. Em geral, tem uma das leis mais brandas de toda a Europa pelo que muitas mulheres vão à Inglaterra só para abortar. Dir-se-ia que os defensores do aborto ingleses só têm razões para estar contentes. Contudo, «Um movimento de grupos pró-aborto e de organizações de planeamento familiar lançou segunda-feira, em Londres, a mais significativa campanha dos últimos 30 anos».

Esta campanha visa legalizar o aborto, a simples pedido da mãe, até às 14 semanas; pretende ainda que os abortos das 15 às 24 dependam do parecer de um só médico (ao contrário dos dois que agora são precisos).

Os EUA, em 1973, legalizaram o aborto até aos nove meses. Dir-se-ia ser suficiente. Mas não era. Em 1986 legalizaram também o infanticídio, e os defensores do aborto combatem com todas as forças qualquer limitação ao direito de abortar, por mais pequena que seja. Por exemplo, a excepção legal que obriga as raparigas com menos de 16 anos a só abortar com consentimento dos pais, tem sido atacada até á exaustão.

A China tem aborto compulsivo. Dir-se-ia não ser possível ir mais longe. Mas é! Recentemente, numa conferencia internacional sobre planeamento familiar, o Governo Chinês apresentou-se com uma carrinha de abortos que, segundo Zhou Zhengxiang -o seu apresentador-, se destina a ir pelas aldeias perdidas da China à procura de abortos “voluntários”. De facto, o próprio dirigente disse que no aborto voluntário fazem-se todos os esforços para que as mulheres abortem. Serão construídas 600 destas carrinhas.

(João Araújo, “Aborto, sim ou não?”)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Homem cego espancado por funcionários do estado aborcionista

John Jalsevac
10 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Novas informações indicam que o ativista pró-vida chinês cego Chen Guangcheng e sua esposa foram “surrados até perderem os sentidos”. Os autores da surra foram agentes do governo chinês logo antes do lançamento de um vídeo secreto nesta semana, diz a organização de direitos humanos Os Defensores dos Direitos Humanos Chineses (DDHC).
Chen Guangcheng
O DDHC diz que ficou sabendo da surra através de uma fonte anônima. A organização diz que Chen e sua esposa foram surrados na terça-feira, depois que as autoridades ficaram sabendo do vídeo, em que Chen e sua esposa falam da contínua perseguição contra eles por parte do regime comunista chinês.
(Leia mais e assista ao vídeo legendado em inglês aqui.)
A surra foi tão violenta que eles não conseguiram sair da cama, e de acordo com as reportagens não terão permissão de ir a um hospital. Eles não têm permissão de sair de casa desde que Chen foi solto da prisão em setembro passado, depois de cumprir uma sentença de quatro anos de prisão.
Chen é o principal oponente da brutal política de um único filho da China, a qual envolve o uso rotineiro de aborto e esterilização à força.
De acordo com outro grupo de direitos humanos, ChinaAid, o vídeo, que foi filmado na casa de Chen e divulgado para o público na quarta-feira, foi contrabandeado para fora da China por um funcionário governamental desiludido.
(Leia mais e assista ao vídeo legendado em inglês aqui.)
No vídeo Chen e sua esposa descrevem que sua casa está sob vigilância 24h por dia e 7 dias por semana. Eles também descrevem as contínuas táticas de intimidação usadas por agentes do governo.
Sofrer surras não é novidade para Chen e sua esposa. Quando Chen foi solto da prisão em setembro ele estava, conforme relatou a imprensa, com a saúde extremamente precária, devido em grande parte às surras que recebia na prisão.
Durante a prisão de Chen sua esposa, Yuan Weijing, foi também submetida a surras ocasionais.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quinta-feira, 3 de março de 2011

35 mil abortos forçados feitos na China diariamente

O maior genocídio da História da Humanidade: o aborto. Trinta e cinco mil seres humanos são mortos pelo governo ateu da China todos os dias. Nem os ateus Stalin ou Mao Tse Tung chegaram a esse nível.
Thaddeus M. Baklinski
WASHINGTON, DC, EUA, 3 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Aproximadamente 35 mil abortos são realizados diariamente em mulheres que são vítimas da política coerciva de um só filho da China, disse o parlamentar Chris Smith na terça-feira.
Smith falou num debate intitulado “Proibido Escolher: A Celebração Oca da China ao Dia Internacional das Crianças” em 1 de junho.
O importante parlamentar pró-vida estava junto com outros participantes, inclusive T. Kumar, diretor da Anistia Internacional na Ásia, numa reunião de uma hora que lidou com as sérias conseqüências sistemáticas da política de um só filho da China e as iniciativas que várias organizações estão lançando para falarem publicamente em defesa dos direitos das mulheres e crianças na China.
Uma dessas organizações é a Iniciativa “Todas as Meninas São Permitidas” da Fundação Jenzabar, co-fundada pelo participante Chai Ling, líder dos protestos da Praça da Paz Celestial em 1989, o qual agradeceu a Smith por seu trabalho conhecido em defesa dos direitos das mulheres e da justiça global.
“Estamos honrados que o congressista Smith esteja acrescentando sua voz à nossa iniciativa em prol da liberdade e da justiça para essas mulheres e crianças brutalmente abusadas”, disse Chai Ling.
Smith é um sólido defensor da vida humana e da liberdade nos EUA e no mundo, e suas iniciativas legislativas foram muito importantes para proteger as mulheres em casos de tráfico humano, estupro, agressão sexual e violência doméstica.
Em sua posição como encarregado do Comitê Executivo Parlamentar sobre a China, Smith presidiu mais de 20 audiências parlamentares sobre a questão de direitos humanos, abortos forçados e direitos das mulheres na China em seus 28 anos de serviço na Câmara dos Deputados dos EUA.
A participante Reggie Littlejohn, presidente de Direitos das Mulheres Sem Fronteiras, uma organização anti-escravidão sexual sem fins lucrativos, disse para os que estavam no encontro que “mais de 400 milhões de crianças não estão vivas na China por causa da política de um filho só. Esse número é mais do que a população dos Estados Unidos”.
“Muitas pessoas nos EUA sabem acerca da política de um filho só, mas não sabem que leva a abortos forçados”, Littlejohn disse, e relatou a partir de contato pessoal com as vítimas como as mulheres são levadas contra sua vontade para hospitais e sujeitas a abortos.
O debate de mesa redonda, com aproximadamente 70 participantes, foi dirigido pela Fundação Jenzabar, a Associação de Auxílio a China e Direitos das Mulheres Sem Fronteiras.
Numa entrevista depois do debate, o Dep. Smith disse que um foco na educação e alfabetismo daria às pessoas na China a oportunidade de decidir ter menos filhos sem coerção governamental.
“Mas o controle populacional jamais tem de ser por meio da matança de crianças”, disse Smith, conforme reportagem do Washington Times.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060302

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