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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Estarrecedor açougue humano: maior conglomerado abortista dos EUA vende órgãos de fetos assassinados.







Um vídeo indignante, divulgado recentemente pelo Center for Medical Progress [Centro para o Progresso Médico], revela um escabroso esquema de venda de órgãos e partes de crianças abortadas durante as últimas semanas de gestação.
 
A gravação foi feita com uma câmera escondida em um restaurante da Califórnia em 2014. Na conversa registrada, a diretora sênior de Serviços Médicos da rede de clínicas abortistas “Planned Parenthood America”, Deborah Nucatola, explica a supostos representantes de uma empresa de “tecidos humanos” como as suas clínicas realizam o chamado “aborto por nascimento parcial” a fim de extrair intactas as partes dos fetos mais solicitadas.

Deborah Nucatola cita um preço de 30 a 100 dólares, que, de acordo com declarações da empresa depois do escândalo, se referiria à conservação e transporte dos tecidos destinados a “doação altruísta para fins de pesquisa científica”.
 
Muita gente quer corações intactos”, explica Deborah, com naturalidade, durante a refeição. “Eu sempre digo: todos os fígados possíveis. Muita gente quer fígados (...) Também querem extremidades inferiores. Isso é fácil. Eu não sei o que fazem com elas, imagino que queiram músculos”.
 

“Somos muito bons para conseguir corações, pulmões e fígados, porque sabemos como fazer isso sem perfurar essa parte, quebrando por cima e por baixo e garantindo que tudo saia intacto”, assegura ela.

 
Para conseguir isto, “o funcionário segue a orientação ecográfica, para saber onde está colocando o fórceps”, explica a diretora. A parte mais difícil de preservar é o crânio, mas “em geral, o que alguns fazem é tentar mudar a orientação do feto para que ele não saia de cabeça. Se ele for colocado para sair virado, a dilatação quando ele sai permite tirar a cabeça intacta na última etapa”.
 
“Ontem, por exemplo, tive oito casos. Eu sabia exatamente o que queria, então olhei a lista para saber quais eram os casos e aí tomei as minhas decisões. É bom ter uma reunião no começo do dia. É isso o que eu faço”.
 
Segundo David Daleiden, responsável pela investigação de três anos de duração que inclui a apresentação deste vídeo, “aconspiração criminosa da Planned Parenthood para fazer dinheiro com órgãos de crianças abortadas envolve os níveis mais altos da organização”.
 
O vídeo chocante vem provocando muitas reações nos Estados Unidos. O presidente da Câmara, o republicano John Boehner, pediu que o conteúdo do vídeo seja verificado e afirmou que o presidente Barack Obama deveria condenar com clareza essas práticas, proibindo-as.

Vídeo completo aqui: http://bit.ly/1SoWxc7

Diretora é gravada com câmera escondida:

 “Somos muito bons para conseguir corações, pulmões e fígados”







quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Bíblia e o Aborto


« A Bíblia ensina claramente que o aborto é errado pois todo o ser humano é criado à imagem e semelhança de Deus (Génesis 1:27 e Tiago 3:9). Tem, por isso, uma dignidade inigualável, sendo cada um de nós único e irrepetível. 

Ora, antes de mais, o feto não é uma massa informe e gelatinosa, ou uma mera protuberância no ventre da mãe que pode ser extraído como se de um tumor, quisto ou dente se tratasse, ou mesmo um ser humano "em potencial". O feto é um ser, e ser humano.

A vida humana começa com a concepção, Quando o óvulo é fertilizado pela penetração do espermatozóide,  os vinte e três pares de cromossomas ficam então completos. O zigoto tem um único genótipo que é distinto do dos pais: o sexo da criança; tamanho e forma; cor da pele, cabelos e olhos; temperamento e inteligência já estão determinados. 

Cada ser humano começa com uma única célula fertilizada enquanto que, um adulto tem cerca de trinta milhões de células. Entre estes dois pontos (fusão e maturidade), quarenta e cinco gerações de divisões de células são necessárias, e quarenta e uma delas ocorrem antes do nascimento. Portanto, segundo a ciência, a vida humana começa com a concepção e é contínua, Quer intra ou extra-uterina, até à morte. É pacífica a informação científica segundo a qual não há momento no tempo ou intervalo de tempo entre a concepção e o nascimento em que o ainda não nato seja qualquer outra coisa que não um humano. 

Recorde-se, que ao vigésimo quarto dia o coração do bebé começa a bater; ao vigésimo oitavo as pernas e os braços já se tornam visíveis e o sangue corre nas suas veias num sistema circulatório próprio; ao trigésimo quinto dia a boca, orelhas e nariz tomam forma; à sexta-sétima semana o funcionamento cerebral pode ser detectado. No fim do primeiro trimestre o embrião está completamente organizado, e um bebé em miniatura repousa no ventre de sua mãe. 

 Estas afirmações científicas não contradizem a Bíblia. Em Actos 17:25 a Bíblia diz: 
"Ele mesmo (Deus) é Quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas". 
O salmista menciona: 
"se lhes tiras a respiração, morrem". (Salmo 104:29) 
Jó disse:
"Nu saí do ventre de minha mãe (...) O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor". (1:21)  
Para o cristão, só Deus pode dar ou tirar a vida. Ora todo o ser humano é infinitamente amado por Deus: 
"Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites ? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e honra o coroaste". (Salmo 8: 5-7)
"Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16). 
"Mas Deus dá prova do seu amor para connosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós" (Romanos 5: 8). 

É bom de ver que, segundo a Bíblia, todo o ser humano tem um altíssimo valor. Não é, portanto, descartável, ou sucata. Não é algo, mas alguém, e alguém que é o nosso próximo, a quem devemos amar, como a nós mesmos (Mateus 22: 39).

A Bíblia ensina que Deus nos criou desde o ventre materno e que pretende relacionar-se connosco. Assim, o Salmo 139:13 a 16 diz: 
"Tu é que plasmaste o meu interior, me teceste no seio de minha mãe. Dou-te graças por tantas maravilhas; as tuas obras são admiráveis, conheces a sério a minha alma. Nada da minha substância escapava quando era formado no silêncio, tecido nas entranhas da vida humana; os teus olhos contemplaram-me em embrião, todos os dias se inscreviam no teu livro, até antes que um só. deles existisse." 
Neste Salmo o autor maravilha-se com a omnisciência e omnipotência de Deus e, no curso da sua meditação, faz uma declaração importante sobre a nossa existência pré-natal. Ele afirma, pelo menos, três coisas importantes

-A primeira diz respeito à criação: Deus é como um artesão habilidoso que o "formou", como o oleiro que trabalha o barro. O mesmo pensamento aparece em Jó 10:8: 
“As tuas mãos formaram-me e fizeram-me" 
; também nos versos 10 e 11: 
"Não me espremeste como o leite e coalhaste como o queijo? De pele e de carne me revestiste, de ossos e nervos me consolidaste". 
O salmista refere que o processo de crescimento embrionário não é casual, nem mesmo automático, mas trata-se de uma obra de habilidade criativa.

-A segunda ênfase do salmista recai sobre a continuidade. Ele já é adulto, mas olha para trás, para a sua vida antes e depois do nascimento. Refere-se a si mesmo, tanto antes como depois do nascimento, usando os mesmos pronomes pessoais "eu" e "mim", pois tem conhecimento de que durante a sua vida pré-natal e pós-natal ele é a mesma pessoa. Faz um levantamento da sua existência em quatro estágios: 

1º - (v.1) "tu me sondaste" (o passado), 

2º - (vs. 2 e 3), "sabes quando me assento e quando me levanto e conheces todos os meus caminhos (o presente); 

3º - (v. 10) "ainda lá me haverá de guiar a tua mão e ela me susterá" (futuro); 

4º (v. 13) "me entreteceste no ventre de minha mãe" (estágio pré-natal). 

Quem pensa e escreve como homem crescido tem a mesma identidade pessoal como o feto no útero. Ele tem conhecimento de não haver descontinuidade entre o seu ser pré-natal e pós-natal. Ao contrário, dentro e fora do útero de sua mãe, antes e depois do seu nascimento, como embrião, bebé, jovem e adulto, ele tem a noção de que foi e é a mesma pessoa. 

-A terceira ênfase reside na comunhão. O salmista sabe que há uma comunhão muito particular e pessoal entre Deus e ele. Cada um de nós já era pessoa no ventre de nossa mãe porque Deus já nos conhecia e amava. Outras passagens bíblicas expressam o mesmo pensamento: 
"O Senhor dirigiu-me a seguinte mensagem: antes de te ter dado vida eu já te conhecia; antes de a tua mãe te ter dado à luz, já eu te tinha escolhido, para seres profeta entre os pagãos." (Jeremias 1: 4 e 5) 
 "Escutem-me, povos das ilhas distantes, estejam atentos, povos longínquos. O Senhor chamou por mim, antes de eu nascer; Quando eu estava no ventre materno, pronunciou o meu nome. Fez da minha palavra uma espada afiada, escondeu-me na concha da sua mão. Fez da minha mensagem uma seta penetrante, bem guardada na sua aljava. E disse-me: 'Israel, tu és o meu servo; em ti se manifesta a minha glória.' Mas eu pensava para comigo: 'Em vão trabalhei e em vão gastei as minhas forças'. No Senhor é que eu tenho garantido o meu direito e no meu Deus a minha recompensa. E agora o Senhor declara-me que, desde o ventre materno, me formou, para ser seu servo, para conduzir a ele os descendentes de Jacob e congregar o povo de Israel à sua volta. Aos olhos do Senhor eu estou bem visto, Nele é que reside a minha força." (Isaías 49: 1 a 5)
 "E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre, e Isabel foi cheia do Espírito Santo. Exclamou com grande voz e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E donde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre". (Lucas 1:41 a 44) Sublinhe-se que para o evangelista tanto é "criança" e "menino" a criança não nascida, como Jesus recém-nascido (Lucas 2:12-16), e como as crianças que eram trazidas para Jesus abençoar (Lucas 18.15) 
 "Tu cuidaste de mim desde o ventre de minha mãe e puseste-me em segurança nos seus braços. Antes de eu nascer fui entregue aos teus cuidados; desde o ventre de minha mãe, tu és o meu Deus." (Salmo 22:10 e 11)
"Mas Deus, pelo seu amor, escolheu-me ainda antes de eu nascer e chamou-me para o servir." (Gálatas 1:15)
"Quem me criou a mim criou-o a ele: o Deus único formou-nos a ambos, no ventre de nossas mães." (Jó 31:15)
"Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas." Eclesiastes 11:5

A Bíblia também ensina que as crianças são uma bênção e fonte de grande alegria. O Salmo 127:3 diz:

"Eis Que os filhos são herança da parte do Senhor; e o fruto do ventre o seu galardão." 

Depois, a Bíblia reiteradamente condena a matança de um inocente e alega que Deus tem um particular cuidado pelos fracos e oprimidos. Assim: 

"Maldito aquele que receber peita para matar uma pessoa inocente" (Deuteronómio 27:25); 

"O Senhor detesta (...) mãos que derramam sangue inocente" (Provérbios 6:16-17); 

"Abre a tua boca a favor do mudo, a favor do direito de todos os desamparados" (Provérbios 31:8); 

"Fazei justiça ao pobre e ao órfão; procedei rectamente com o aflito e desamparado" (Salmo 82:3). 

A Bíblia também nos ensina a amar e a ajudar - servir o próximo que está em aflição e/ou com necessidades Como é o caso da grávida em dilemas e do seu bebé. Assim, 

"Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a Lei de Cristo" (Gálatas 6:2); 

"A religião pura e imaculada", diante de nosso Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e, ás viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo." (Tiago 1:27)

"Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe fechar o seu coração, como permanece nele o amor de Deus ? " (I João 3: 17) 

"Porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2: 10). 


Por último, a Vida vence a morte. O Profeta Isaías diz: "Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos". (25:8) 

O apóstolo Paulo, na sua 1a Carta aos Coríntios escreveu: "Tragada foi a morte... Onde está ó morte a tua vitória?... Graças a Deus Que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo." (15:54-57) 

A Bíblia anuncia que em Deus há lugar para o perdão e para o recomeço

São conhecidos os efeitos nefastos de um aborto na vida da mulher. Não há memória de uma mulher que tenha abortado e que não tenha sofrido por muitos anos. É o chamado síndrome pós-aborto. As emoções características de um estado pós-aborto, que podem durar anos a fio, são: culpa, vergonha, medo, perda, raiva, remorso, depressão, ressentimento, ansiedade, fraca auto-estima, alucinações, sonhos-pesadelos relacionados com o aborto e a criança não nascida, sentimentos de quase loucura, desconforto na presença de crianças ou bebés e na data prevista de aniversário do bebé que não chegou a nascer; eventuais pensamentos suicidas; inibição sexual; eventual abuso de drogas e álcool; ataques de choro frequentes; quebra na sensibilidade e na comunicação, etc. Um processo paciente de cura pode, contudo, aliviar e eliminar esta dor. Porém, mais importante que o apoio psicológico, a educação ou acção, social são as boas novas de Jesus: Ele veio consertar o coração que se partiu e trazer boas novas ao fraco. Ele nos chama a tratar a vida humana com reverência, tanto o não nascido, como a criança, o deficiente, o senil. Importa recordar que há perdão em Deus (Salmo 130:4). Pois Cristo morreu pelos nossos pecados e nos oferece um novo começo. Ele ressuscitou e vive, e pelo seu Espírito pode dar-nos um novo poder interior de auto-controle. Ele está construindo uma nova comunidade caracterizada pelo amor, alegria, paz, liberdade e justiça. Um novo começo. Uma nova comunidade. Isto é o Evangelho de Cristo. »


"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei."




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Edição: Jairo Filipe por indicação de Duarte Rego.

Fonte do texto:



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sexta-feira, 7 de março de 2014

Aborto. Sim ou não?

Sem rodeios, meias palavras ou rodriguinhos, o Bispo de Bilbau é citado no Jornal de Notícias, (provavelmente horrorizando a redacção). O título da notícia também poderia ser « Bispo Católico fala como Bispo Católico - o drama, a tragédia, o horror. »
" Bispo defende entrega para adopção em casos de gravidez não desejada " 
« O bispo de Bilbau considerou, esta quinta-feira, que a melhor solução que conjuga uma gravidez não desejada e o direito à vida do bebé é a entrega da criança para adopção e a concessão de ajudas estatais durante a gestação.  
Aborto não é solução, diz bispo de Bilbau "O aborto é uma solução má para todos", vincou Mario Iceta numa entrevista à Rádio Euskadi, reconhecendo a situação "dramática e dura" que vive uma mulher que tenha uma gravidez não desejada. O bispo, citado pela agência Efe, também rejeitou o aborto mesmo que exista um risco de vida para a mãe, considerando que hoje em dia essas situações se resolvem com a ajuda da medicina. Sobre a violação, manteve que é "um drama e uma injustiça, que não se soluciona cometendo outra injustiça" e defendeu que "deve cair todo o peso da lei sobre o autor", pedindo que "a criança possa ser dada para adopção". » 
« Seja, porém, o vosso falarSim, sim; Nãonão; porque o que passa disto é de procedência maligna »


Mario Iceta, Bispo de Bilbau
Aborto? A resposta da Igreja é "Não".

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Texto Prometheo Liberto: O Hospital de Moloque

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O horror do aborto em Portugal

Sete anos depois de ter sido legalizado, começam agora a ser publicados os primeiros relatórios dramáticos e oficiais sobre esta prática inumana que até agora dizimou a vida de mais de 100.000 Portugueses.

De facto, de acordo com os dados publicados no Diário de Notícias, entre 2008 e 2012 foram efectuados 97.996 abortos legais em Portugal, representando um cenário de paulatino e permanente aumento e mostrando que esta opção é entendida, cada vez mais, como um mero procedimento de contracepção.

A humanidade das crianças que foram mortas é, desta forma, posta em causa, dado os abortos feitos em 2012 por opção da mulher corresponderem a cerca de 97% do total de abortos efectuados nesse ano. Ou seja, somente em 437 casos a prática do aborto se ficou a dever a problemas de saúde ou a malformações do feto, sendo que nos restantes 18.408 casos foi pura e simplesmente uma forma simples de resolver um problema imediato.

Mais graves ainda são os números relativos à banalização desta prática! 20,4 % das mulheres que praticaram aborto já tinham feito outros abortos anteriormente, sendo que 4,3% já tinha feito dois, 1,5 % já tinha feito três abortos, e 1,7 % já era o segundo que fazia no mesmo ano.

Para além de um gravíssimo problema de saúde pública, dado tudo isto ser pago com dinheiro do Estado e conferir o direito a regalias que estão próximas daquelas que se conferem ao exercício da própria maternidade, ou seja, obrigando todos os Portugueses (concordem ou não com o aborto) a pagar do seu bolso esta prática, esta realidade pressupõe uma absoluta desumanização da nossa sociedade, que nem sequer confere à criança concebida o direito de ser defendido, dado ser totalmente indefesa no momento em que a sua vida lhe é roubada.

Um cenário inaceitável que deveria obrigar o Estado a repensar uma situação que certamente não traduz a vontade da maioria dos Portugueses.


João Aníbal Henriques

11-02-2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

Washington: dezenas de milhares marcham contra o aborto


Nos anos anteriores a mesma marcha reuniu entre 400 000 e 650 000 manifestantes, contudo, uma forte tempestade de neve na terça-feira levou ao cancelamento de muitas viagens de autocarros, provocando uma visível diminuição dos participantes no evento e respectivo comício. Como exemplo, a diocese de Filadélfia teve de cancelar a sua presença por impossibilidade de viajar.

Ainda assim, na última quarta-feira, 22 de Janeiro,  em Washington,  dezenas de milhares de activistas pro vida enfrentaram as baixas temperaturas, marcando presença num encontro relativo à passagem dos quarenta e um anos sobre a decisão jurídica Roe vs Wade que abriu caminho para (até agora) cerca de 56 milhões de abortos nos EUA. "Estamos a congelar mas congelamos pela melhor causa do mundo" ou "Nenhum sacrifício é demasiado grande para esta causa", foram algumas das palavras de ordem.

À direita, Cardeal O´Malley

Com temperaturas perto dos 0 graus, a marcha deste ano foi mais curta. No entanto os manifestantes foram destemidos. Na noite anterior, durante uma homilia no Santuário da Imaculada Concepção, o Cardeal Sean O`Malley referiu-se ao tempo frio como "perfeito".  « Quanto mais frio melhor será o nosso testemunho. Eles saberão que levamos o assunto a sério. É por isso que vamos lá estar. »





" A vaga de frio não cancelará a Marcha!"



"Caras frias mas corações a arder"





Em 1973, James Dobson, líder pro vida, seguia de carro para casa quando ouviu a notícia sobre a decisão Roe vs Wade. « Fiquei triste porque sabia que milhões de bebés morreriam...", contou, "...mas quem adivinharia então que, quarenta anos depois, seriam 56 milhões?"  





"Juntos venceremos esta luta"


"Em memória dos milhões de vidas devastadas pelo aborto"


"Comprometidos em garantir o Direito a Viver"


"Quem quer lutar o bom combate?"


"Cada vida humana é preciosa e desejada por Deus".



São cometidos um milhão e duzentos mil abortos nos EUA, a cada ano. O que significa que o número de crianças assassinadas anualmente supera a população de um círculo eleitoral norte-americano. 


Giovanna Romero, da organização "Latinas por la Vida", lembrou que os negros, hispânicos e minorias são alvos prioritários da cultura abortista.









Depois das "clínicas" de "saúde reprodutiva" , a nova fase da cultura da morte são as drogas abortivas avulsas e disponibilizadas em escolas e campos universitários.

A presença de muitas crianças e jovens.
"Arrependo-me do aborto que fiz."
"Concebida num estupro, amo a minha Vida" "Mãe depois de violada, amo o meu filho"
O tema da marcha deste ano foi a adopção, à qual uma das organizadoras classificou como "decisão heróica". O objectivo foi  eliminar o estigma da adopção e encorajar as mulheres grávidas que não podem criar os filhos a fazerem essa "nobre escolha", referiu o comunicado oficial à imprensa.


Fontes:

http://www.lifesitenews.com/news/hundreds-of-thousands-set-to-march-for-end-of-abortion-in-washington-on-roe

http://marchforlife.org/

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Comentário.

                                       Para os jornalistas portugueses isto não é notícia.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O poder das palavras

Por Nuno Serras Pereira

Já escrevi por mais de uma vez que se tem que dizer das coisas aquilo que elas são, e se agora torno a insistir no mesmo é por me parecer que muitos, incluindo eu mesmo, ainda não se dão conta da importância do assunto. 

De facto, abalizados e argutos sociólogos têm vindo a declarar cada vez mais repetidamente que a transformação da cultura não depende tanto da persuasão ou mesmo conversão individual mas sim do poder de nomear as coisas e de se organizar e trabalhar em rede.

Não tratarei agora da “rede” mas limitar-me-ei a dar algumas dicas sobre alguns termos que julgo deverem ser usados não somente para nós ganharmos uma consciência maior dos problemas com que nos defrontamos mas também para desmascarar as manipulações dos inimigos da Família e da pessoa humana, impedindo-os assim de induzirem as mentes em erro. 

Não dizer:

Embrião, nem embrião humano (o que já é melhor), mas sim: pessoa humana na sua fase (ou etapa ou estado) embrionária. 

Feto, mas sim criança ou bebé nascituro (ou em processo de nascimento). 

IVG, mas sim aborto propositado (ou provocado). Com a banalização que impera nos dias de hoje a palavra aborto perdeu muito do horror que evocava. Por isso, ao falar do aborto provocado deve-se dizer homicídio/aborto ou homicídio na forma de aborto (cf. S. João Paulo II, Evangelium vitae, 58). 

Grávida ou mulher grávida, mas sim Mãe grávida. 

Vou ser pai, ou mãe (ou avô ou avó), quando sabem da concepção de um novo filho/a, mas sim sou pai ou mãe, ou sou de novo pai e mãe, etc. 

À espera de um filho deficiente ou portador de deficiência, mas sim gerei ou gerámos, ou, melhor, Deus deu-nos um Seu predilecto, um amigo particular de Jesus, participante de uma missão especial. 

PMA – procriação medicamente assistida, quando referido à fecundação extracorpórea, mas sim procriação tecnicamente substituída – os pais são substituídos pelos médicos, pela técnica, no acto de fecundação. Deverá também usar-se a expressão de Ortega y Gasset, a este propósito, “terrorismo dos laboratórios”. 

Embriões excedentários, mas sim pessoas humanas na sua fase mais vulnerável, totalmente indefesas e inocentes, que são condenadas ao horror de um concentracionário inferno gelado. 

Experimentação embrionária, mas sim cruéis experiências mortais em pessoas, em debilidade extrema, no início das suas vidas. 

Abstractamente, defesa da vida, mas sim defesa da vida de cada pessoa humana desde a sua etapa unicelular até à morte natural. 

Dignidade da pessoa, mas sim dignidade, isto é, valor excepcional e transcendente, de cada pessoa. 

Uniões homossexuais, mas sim emaranhados (depravados) homossexuais (ou melhor sodomitas). 

Casais homossexuais ou do mesmo sexo, mas sim cumplicidades depravadas (legalmente reconhecidas); ou simetrias sexuais incompatíveis. 

Divorciados recasados, mas sim pessoas em estado objectivo (independentemente da culpabilidade subjectiva) de adultério. De facto, ou houve casamento rato e consumado ou não o houve; se existiu é impossível contrair novo matrimónio; se pelo contrário não existiu, não houve recasamento nenhum. 

Claro que havia muito mais a acrescentar mas não vos quero cansar, prolongando maçudamente a lista. Espero, no entanto, que não só fique claro o que no início dizia, a recordar, a guerra cultural em que nos encontramos será vencida por quem diz a verdade sobre a realidade, nomeando-a adequadamente, mas também que tem sido uma enorme falta de Caridade e de Misericórdia deixarmos que este magnetismo mentiroso a que os nossos inimigos recorrem submeta as multidões e os próprios que a ele recorrem.

À honra e glória de Cristo. Ámen.

domingo, 22 de dezembro de 2013

O abençoado "recuo"

Ficamos a saber:
Actualmente considerado um direito da mulher, o aborto vai voltar a ser um delito em Espanha. A mudança decorre da reforma da lei do aborto, aprovada esta sexta-feira pelo Governo de Mariano Rajoy em Conselho de Ministros.

 A normativa, que responde a uma promessa eleitoral feita pelo Partido Popular (PP), apenas permitirá a interrupção voluntária da gravidez em casos de grave perigo para a saúde da mulher (até às 22 semanas) e de violação (12 semanas). Intitulada Lei de Proteção da Vida do Concebido e dos Direitos da Grávida, a norma impõe mais limitações do que a lei que esteve em vigor em Espanha entre 1985 e 2010, uma vez que proibirá abortar mesmo em casos de malformações do feto.

Embora o aborto regresse ao Código Penal, a mulher não será, no entanto, alvo de qualquer sanção judicial, garantiu o ministro da Justiça, Alberto Ruiz-Gallardón. "A mulher nunca é culpada, é uma vítima", frisou o governante na apresentação do anteprojeto de lei aos jornalistas.

Ainda assim, se for aprovada, a reforma deixaria Espanha com uma das leis mais restritivas da Europa em matéria de direitos reprodutivos [sic] e de acesso ao aborto, apenas atrás da Polónia, Irlanda e Malta. Alvo de forte polémica, a alteração da norma levantou a indignação de numerosos âmbitos da sociedade espanhola, incluindo associações de mulheres e grande parte do sector médico. Também a Oposição criticou duramente a reforma, que foi qualificada pela vice secretária-geral do PSOE, Elena Valenciano, como "injusta, cínica e desnecessária".

Os socialistas anunciaram que, quando a lei chegar ao Congresso de Deputados, pedirão o voto secreto, apelando à "consciência" das deputadas do PP para votarem contra a lei. Também as sedes do partido de Governo foram ontem palco para vários protestos populares contrários à reforma da lei do aborto. 

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Sócrates, o Absoluto


« Existe um absolutismo da vida e da dignidade humana.» 
José Sócrates, académico parisiense especialista em tortura, 2013.


Slogan sócretino de apelo ao voto "sim" no referendo abortófilo de 2007
À data de hoje, multiplicar por 100 000.
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Prometheo Liberto:




sábado, 19 de outubro de 2013

Mulher "condenada" a 4 meses de prisão efectiva por matar dois bebés

Assassina
Tribunal Austríaco apurou que duas mulheres grávidas perderam os seus filhos depois duma amiga invejosa ter envenenado as suas bebidas. A secretária Angela Maier, de 26 anos, estava desesperada por ter um filho seu depois de ter sofrido três abortos espontâneos. A mulher deprimida foi consumida de inveja depois de ficar a saber que a cunhada e a melhor amiga estavam grávidas.

Maier disse o seguinte ao tribunal de Klagenfurt (Áustria):

Não suportava a ideia delas terem filhos - que mais tarde cresceriam - enquanto o meu estava morto. O meu teria a mesma idade que os delas, mas em vezz disso, o meu estava morto enquanto os delas cresciam.

Maier, que sofria de depressão como consequência da sua perda e como consequência da perspectiva das amigas virem a ter filhos, cruelmente envenenou as futuras mães com um medicamento que havia sido prescrito a ela depois do seu aborto espontâneo. O tribunal ficou a saber como a mulher e a sua melhor amiga haviam engravidado na mesma altura, e como elas haviam feito compras de roupas de bebés juntas.

A amiga disse:

Pedi um copo de água e ela disse que tinha uma bebida especial para as mulheres grávidas que ela já não precisava. Passado pouco tempo comecei a sangrar e perdi o bebé. Quando descobri o que ela tinha feito, escrevi-lhe de votla e disse que ela era uma assassina. Não consigo perdoar o que ela fez.

Passados que estavam dois meses, Maier convidou a sua cunhada para uma visita, e voltou a fazer o mesmo - misturando o medicamento com chocolate quente, e "observando enquanto eu a bebia", afirmou a vítima junto do tribunal. O tribunal ficou a saber que ambas as mulheres sofreram um aborto espontâneo.

Mais tarde, Maier teve a sua própria filha, que tem agora 3 anos.

Dois anos mais tarde, consumida pela culpa pelo que havia feito (e depois de ter ficado a saber que ambas as mulheres se encontravam outra vez grávidas outra vez), Maier escreveu para as duas mulheres para se confessar.

Maier foi condenada a 18 meses de prisão - 14 de pena suspensa - depois de apurar que ela era psicologicamente capaz mas que havia passado por momentos de depressão. A Juíza Michaela Sanin disse: "Você tirou maliciosamente a vida de dois bebés em gestação."

Fonte http://ow.ly/pXsiu

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Dezoito meses de prisão por ter morto dois seres humanos só é possível se o agente causador pertence ao sexo privilegiado. Se um homem desse medicamento abortivo a duas mulheres, e matasse os seus dois bebés, certamente que ele não seria condenado a 18 meses de prisão (e de certeza que não veria a maior parte da sua pena sendo colocada como "suspensa").

É por incidentes como este que nós podemos ver claramente que as alegações de "opressão machista", tão falada no mundo ocidental, não correspondem à realidade dos factos. Contrariamente ao que a esquerda política ideologicamente alega, a mulher ocidental (branca e da classe média) não se encontra em "opressão"

Se existem mulheres no mundo actual que de facto vivem num regime opressor, essas mulheres não se encontram no Ocidente mas sim no Oriente islâmico.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A matança selectiva


O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas


* * * * * * *
Selectivo ou não, o aborto é a matança dum ser humano inocente. O que o aborto selectivo faz é decidir quais os seres humanos que podem viver e quais os que têm que morrer.
O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

“A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

“A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas. - See more at: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=124976#sthash.XjQFrjDc.dpuf
O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

“A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

“A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas. - See more at: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=124976#sthash.XjQFrjDc.dpuf

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Caminhada pela Vida quer reunir assinaturas

A Federação Portuguesa pela Vida (FPV) realiza no sábado a 4ª Caminhada pela Vida, em Lisboa. O evento que reúne pessoas contra o aborto vai ser marcado pela assinatura da petição europeia Um de Nós.

A caminhada está marcada para as 15.00 de sábado, entre o Marquês de Pombal e o Rossio. A FPV promete "uma festa com música, testemunhos e discursos".

Durante o evento vão ser recolhidas assinaturas contra o aborto, integradas numa petição europeia que em Portugal reuniu mais de 17 mil apoiantes e em toda a Europa mais de um milhão de assinaturas.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sugestão / Pedido

No seguimento deste artigo e do comentário que nos deixou o leitor "PPV", publicamos o endereço electrónico do Ministério Público de Penafiel.

mp.penafiel.tc@tribunais.org.pt 


Fazendo fé na veracidade dos factos noticiados pelo jornal Correio da Manhã do dia 21 de Setembro de 2013, 

 http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/pai-engravida-filha-de-13-anos

sugerimos aos leitores, seguidores e amigos deste blogue o envio de mensagens educadas, curtas e assertivas para esse endereço, pedindo ao Sr. Procurador que desista da sua intenção na realização de um aborto coercivo (contra a vontade da grávida) que implicará a morte brutal de uma criança indefesa, um inocente sem qualquer culpa no crime do seu progenitor.

Sugerimos que cada pedido ao Sr. Procurador para que desista da sua intenção seja acompanhado com uma imagem ou video de uma criança nascida prematuramente às 25 semanas de gravidez, em tudo igual àquela que se pretende abortar. E, ainda, que descrevam resumidamente o que implicaria esse abortamento: a morte da criança através de envenenamento, queimadura, decapitação e/ou desmembramento.

Obrigado.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Procurador exige ao Tribunal de Penafiel o sacrifício de uma criança

Recentemente, um juiz português mandou para casa um psicopata depois de o considerar culpado de ter tratado uma criança de 1 ano como bola de futebol, aos pontapés, e de lhe ter queimado os olhos com cigarros. Como se nada fosse, a decisão não motivou nenhum debate ou polémica nacional. Para defender mais um injustiçado cão destinado ao abate depois de matar uma criança à dentada, outro clamor e fúria haveria.

Em Portugal, não só não existe sequer debate sobre a licitude da pena de morte para certos criminosos, como não raras vezes estes, perante a indiferença popular, permanecem livres que nem passarinhos por maiores que sejam as monstruosidades que façam. Para piorar as coisas, também parece ser pacífico e estabelecido que certas crianças "inconvenientes" sejam assassinadas e paguem pelos crimes de adultos.

Um procurador de Penafiel exige que se mate uma criança pelo motivo dela ter sido gerada num estupro incestuoso e ter como mãe uma adolescente que é pobre. Pormenor: a adolescente não quer abortar.*
« A menina de 13 anos que, numa freguesia de Penafiel, foi abusada sexualmente e está grávida do próprio pai quer levar a gravidez até ao fim. A menor está grávida de 25 semanas e o Ministério Público já se opôs a que a vítima prossiga com a gestação. O caso foi descoberto no início de Agosto, quando a menor contou a técnicas do Gabinete do Rendimento Social de Inserção que estava grávida na sequência desses abusos.  
Ontem, a rapariga esteve no Tribunal de Penafiel a fazer um depoimento para memória futura. Nessa altura, o procurador envolvido neste processo considerou que a menina de 13 anos não dispõe de condições, quer psicológicas, quer financeiras, para cuidar e educar uma criança, contrariando o desejo da menor. A decisão do juiz deverá ser conhecida em breve, visto que a gravidez já ultrapassou as 24 semanas.» 

Escolhi aleatoriamente um dos vários videos e imagens que encontrei na internet, para mostrar aos leitores como é um bebé com 25 semanas de gestação. É uma criança igual a esta que o senhor procurador quer mandar envenenar, decapitar, esquartejar e queimar.




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*A "livre escolha" foi retórica atirada para o esgoto assim que o objectivo da matança legal e financiada pelos contribuintes foi conseguido, levando de arrasto, até ao momento e com os números aumentando todos os dias, mais de 100 000 crianças portuguesas. Uma vez legalizado o aborto, os pais podem obrigar as filhas a abortar, os maridos podem obrigar as esposas, os patrões as suas empregadas, os pedófilos e abusadores as suas vítimas, a Segurança Social, Procuradores e Tribunais qualquer mulher submetida à sua autoridade, etc. Agora sim, como estava planeado desde o início pelos hipócritas de serviço, em matéria de aborto temos um problema e ataque à liberdade das mulheres. A lei e a ideologia dominante empurram-nas para abortar, mesmo que não queiram. Não há alternativa:

a) ou o aborto é em si mesmo um mal e deve ser liminarmente banido e criminalizado, sem excepções.

b) ou o aborto em si mesmo não é um mal e, nesse caso, o mais forte, alegando estar a agir para o bem do outro, tem o direito de impor e obrigar o mais fraco a fazer aquilo que aceitámos não ser um mal.

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« A mesma pessoa das Mãos erguidas foi também violentamente insultada por uma mãe que trazia a filha adolescente obrigada a abortar e abortou mesmo. »  Relato do Diário 40 Dias pela Vida, de 26 de Setembro de 2013

O aborto legal oprime as mulheres

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

40 Dias pela Vida

« "Em verdade vos digo: Tudo o que fizestes a um destes irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes" (Mt 25:40)  
25 de Setembro de 2013. 
Começaram hoje os novos 40 dias pela Vida em Lisboa e em várias partes do mundo. Estiveram 30 pessoas a rezar. O movimento para abortar foi terrível. Só nas primeiras horas da manhã abortaram cerca de 20 mulheres (a média de abortos às 4ªs e 5ªs feiras é de 40 por dia, e 3ª tarde e 6ª de manhã outros 40, às 2ªs são só ecografias e consultas). Com quase todas podemos falar: um casal de 17 anos, outro casal de desempregados, uma mulher grávida do seu 5º filho, uma africana bolseira que diz que tem de abortar senão perde a bolsa, etc, etc, umas abortaram, outras foram pensar. Uma rapariga grávida de 7 semanas e com um bebé de 7 meses que na semana passada tinha desistido de abortar mas cuja mãe voltou a marcar aborto para hoje acabou por se dirigir para o nosso médico e diz que não vai mesmo abortar. 
Há muitas vidas a salvar. Precisamos da sua oração. »
40 Dias pela Vida

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A obsessão pelo aborto

O Papa Francisco declarou recentemente não ser preciso falar continuamente, entre outras coisas, do aborto.

Ouvir o Papa dizer que não é preciso falar continuamente do aborto, quando o aborto é financiado por organizações bilionárias poderosíssimas e apoiado pelas grandes organizações políticas mundiais, matando-se milhões de crianças por nascer, é como levar um valente soco no estômago. Penso naquelas pessoas, não é o meu caso, que diariamente, durante anos e um pouco por todo o mundo, falam continuamente contra o aborto à porta das clínicas da matança. Uma frase destas, dita por um Papa, reforça aqueles que acusam essas pessoas de serem pouco cristãs, obcecadas e fanáticas. Em certos países, [ ver o caso da senhora Linda Gibbons ] há cristãos presos e julgados apenas por rezarem e falarem na via pública contra esse derramar contínuo do sangue de inocentes indefesos. Assim que os juízes os soltam, regressam ao "local do crime" e continuam a falar contra o aborto. E vem o Papa Francisco e diz não ser preciso falar continuamente sobre o assunto ? A partir de agora, ficará ainda mais difícil passar a mensagem, verdadeira, de que abortar é matar crianças. Ao dizer não ser preciso falar continuamente do aborto, o Papa reforçou a percepção deturpada e generalizada sobre o que é realmente o acto do abortamento da gravidez. A pessoa comum liga a televisão ou a rádio e ouve "Papa Francisco disse hoje que a Igreja esteve obcecada com o aborto e pede aos cristãos para se preocuparem com assuntos mais graves », ainda que o Papa não tenha dito nem pedido literalmente tal coisa, essa é a mensagem que passa. Saem vitoriosos aqueles que dizem que podemos achar o aborto errado, desde que respeitemos os outros quando decidem abortar e não tentemos influenciar as leis.

Sobre a necessidade de entender a declaração em contexto, o próprio Papa Francisco diz que o aborto é errado mas é preciso falar dele em contexto, o único contexto que importa é o de um mundo diferente em relação há cem anos, onde talvez não fosse preciso falar todos os dias contra uma coisa que a sociedade, na sua maioria, já reprimia moral e legalmente. O Papa não disse ipsis verbis que a Igreja esteve obcecada com o tema do aborto, bem sei, mas não podemos dizer que não contribuiu decisivamente, deu o mote, para que a imprensa aproveitasse a sua declaração e a noticiasse dessa maneira. 

Acontece precisamente o contrário, o infanticídio intra-uterino é hoje uma realidade industrial e entranhada na nossa cultura como comportamento normal. Até já ensinam às crianças nas escolas que o aborto é um cuidado médico. Se alguém está obcecado com abortos, praticando-os em larga escala como nunca aconteceu na História humana, não são seguramente os católicos. 

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