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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O horror do aborto em Portugal

Sete anos depois de ter sido legalizado, começam agora a ser publicados os primeiros relatórios dramáticos e oficiais sobre esta prática inumana que até agora dizimou a vida de mais de 100.000 Portugueses.

De facto, de acordo com os dados publicados no Diário de Notícias, entre 2008 e 2012 foram efectuados 97.996 abortos legais em Portugal, representando um cenário de paulatino e permanente aumento e mostrando que esta opção é entendida, cada vez mais, como um mero procedimento de contracepção.

A humanidade das crianças que foram mortas é, desta forma, posta em causa, dado os abortos feitos em 2012 por opção da mulher corresponderem a cerca de 97% do total de abortos efectuados nesse ano. Ou seja, somente em 437 casos a prática do aborto se ficou a dever a problemas de saúde ou a malformações do feto, sendo que nos restantes 18.408 casos foi pura e simplesmente uma forma simples de resolver um problema imediato.

Mais graves ainda são os números relativos à banalização desta prática! 20,4 % das mulheres que praticaram aborto já tinham feito outros abortos anteriormente, sendo que 4,3% já tinha feito dois, 1,5 % já tinha feito três abortos, e 1,7 % já era o segundo que fazia no mesmo ano.

Para além de um gravíssimo problema de saúde pública, dado tudo isto ser pago com dinheiro do Estado e conferir o direito a regalias que estão próximas daquelas que se conferem ao exercício da própria maternidade, ou seja, obrigando todos os Portugueses (concordem ou não com o aborto) a pagar do seu bolso esta prática, esta realidade pressupõe uma absoluta desumanização da nossa sociedade, que nem sequer confere à criança concebida o direito de ser defendido, dado ser totalmente indefesa no momento em que a sua vida lhe é roubada.

Um cenário inaceitável que deveria obrigar o Estado a repensar uma situação que certamente não traduz a vontade da maioria dos Portugueses.


João Aníbal Henriques

11-02-2014

domingo, 28 de julho de 2013

Racismo, Aborto e Fé

Alan Keyes, num debate eleitoral contra um hipócrita e mentiroso chamado Obama:

sexta-feira, 31 de maio de 2013

El Salvador reage ao lobby abortista internacional

Traduzido a partir de lifesitenews.com 

Texto de Matthew Hoffman.

O tribunal constitucional de El Salvador rejeitou um pedido para permitir a uma mulher anónima, referida na imprensa como "Beatriz", matar o seu filho por nascer.

Apoiado por grupos lobby pró-aborto internacionais como a Planned Parenthood e a Amnistia Internacional, o movimento foi iniciado por um grupo pró-aborto local, argumentando que Beatriz sofre de lupus, o que implica insuficiência renal e outros problemas. Além disso, alegaram que o seu filho é anencéfalo, uma deficiência na qual o cérebro e parte do crânio da criança não se desenvolvem completamente, resultando normalmente na sua morte ainda dentro do útero ou momentos após o nascimento. 

Contudo, o tribunal constitucional daquele país rejeitou tais argumentos, apontando que "Beatriz" não sofre  desses sintomas por causa da gravidez e tem recebido cuidados adequados e monitorização de médicos para preservar a sua saúde. De acordo com a decisão do tribunal, as autoridades do governo têm "oferecido assistência médica adequada à senhora B.C,  o seu estado foi estabilizado e têm-lhe sido dados tratamentos para controlar o agravamento do lupus que lhe surgiu" e portanto "o prejuízo no direito à saúde e à vida que foi alegado, não existe." O tribunal também deixa claro que ouviu os médicos de "Beatriz", segundo os quais eles próprios não viram necessidade de realizar o aborto. "As autoridades do "Hospital Nacional de Maternidade" declararam que monitorizam constantemente o estado de saúde da referida mulher -actualmente numa condição estável- e que, no caso de uma complicação que a coloque em risco iminente, tomarão medidas justificadas do ponto de vista médico." Este testemunho contradiz as alegações das forças pró-aborto em El Salvador, as quais espalharam durante semanas a informação de que "Beatriz" estava em perigo imediato de perder a vida por causa da sua gravidez. 

A derrota da tentativa de matar a criança foi celebrada por grupos locais pró-vida como um enorme golpe desferido no lobby abortista internacional, que procurava usar esta situação como um "caso grave" para legitimar uma morte de um bebé por nascer. Julia Regina de Cardenal, do movimento "Sim à Vida", regozijou-se por "ter vencido o direito à vida e a verdade." "Para nós é uma imensa alegria El Salvador dar, uma vez mais, um exemplo ao mundo na defesa do direito à vida de todos os seres humanos, incluindo os mais pequenos, pobres, vulneráveis e indefesos." declarou ao lifesitenews.com. "Esses que manipularam cruel e desumanamente uma pobre rapariga para conseguirem a legalização da indústria abortiva em El Salvador, inventaram uma séria de mentiras agora expostas e que prejudicaram funcionários públicos", acrescentou. "Beatriz nunca precisou de um aborto. Beatriz atingiu agora as 26 semanas de gestação e os médicos que a acompanham já esclareceram que a lei não os impede de intervir para a ajudar em caso de complicação, tal como fizeram em anteriores gravidezes nas quais realizaram cesarianas às 32 semanas"
[nota do tradutor: nascimento por cesariana, e não homicídio da criança]

______________________

Comentário:

Sem surpresa, surge mais um caso de um falso "aborto terapêutico" exigido por entidades internacionais  e globalistas que promovem e lucram com a prática de abortos indiscriminados. Isto é exactamente o mesmo que o  senhor Charles Manson  andar por aí à solta exigindo a legalização do negócio da eutanásia e do "suicídio assistido", em nome dos direitos humanos. O seu interesse pelo assunto seria insuspeito e acima de qualquer dúvida. Tal como é o destes abortófilos que têm toda uma teoria e prática de tratar bebés por nascer como objectos descartáveis e carne que atiram para as lixeiras e esgotos, não lhes importando se acabam com gravidezes de mulheres doentes ou saudáveis. Há uns meses, na Irlanda, os mesmos abutres aproveitaram a morte de uma mulher grávida para exigirem a legalização do negócio de sangue. Até agora, ainda não provaram que tivesse sido necessário matar a criança para salvar essa mãe. Evidentemente, nunca o farão.

Dada a objectividade do lifesitenews.com sobre este assunto, citando termos importantes da decisão do tribunal, como são os pontos de que a mulher está a ser bem acompanhada por profissionais, vigiada, estável e fora de perigo de morte; resta aos do costume argumentarem que a referida fonte não é imparcial por ter como objectivo a defesa da proibição e criminalização do aborto. Obviamente, a esses  peritos em ad hominem e que desconfiam mais de quem defende a vida do que desconfiam de infanticidas profissionais, já não lhes interessa que a grande imprensa internacional e nacional oculte pormenores e factos tão fundamentais para percebermos este caso, promovendo assim a versão sinistra e maquiavélica dos promotores do aborto em Salvador como verdade absoluta. Enquanto isso, não existe realmente nenhuma mulher em El Salvador à beira da morte por causa da justíssima e louvável proibição e criminalização total do aborto naquele país.



Jairo Filipe

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O negócio da morte

O cardeal-patriarca de Lisboa diz que a prática do aborto está banalizada em Portugal, e que a lei da interrupção voluntária da gravidez (IVG), "apesar de ser má, não está a ser cumprida".

Na conferência de imprensa final da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, ontem, em Fátima, D. José Policarpo afirmou que "o aborto está a ser um negócio" para certas clínicas privadas.

"Na lei está prevista como obrigatória uma conversa da mulher que quer fazer aborto com alguém preparado e isso praticamente deixou de existir", acusou o patriarca, criticando "a transposição desses casos, certamente para aliviar os hospitais públicos, para clínicas cujo negócio é esse".

Na nota pastoral ‘A força da família em tempos de crise’, os bispos sublinharam que é graças às famílias que os efeitos da crise não são mais devastadores, criticaram a falta de apoios e incentivos à natalidade e condenaram a banalização do aborto.

Entretanto, os prelados decidiram realizar a cerimónia de consagração do pontificado do papa Francisco a Nossa Senhora de Fátima na peregrinação do próximo dia 13 de Maio. A cerimónia consta de uma oração na Capelinha das Aparições e estarão presentes todos os bispos. 



quinta-feira, 28 de março de 2013

Os números da morte.

Fonte



ABORTO, OS NÚMEROS DE PORTUGAL!!


DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SAO ASSUSTADORES:

EM 2007 FOI O PRIMEIRO ANO EM QUE O NUMERO DE MORTES SUPEROU OS NUMERO DE NASCIMENTOS.

EM 2009 FOI O PRIMEIRO ANO COM MENOS DE 10.000 NASCIMENTOS!

ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO DA MULHER” REALIZADOS NOS 3 ANOS QUE SE SEGUIRAM À ENTRADA EM VIGOR DA LEI 16/2007 (JULHO DE 2007):

15.593
(1º ANO JUN -07 A JUN-08)

18.990
(2º ANO JUN-08 A JUN-09)

19.591
3º ANO JUL-09 A JUN-10)



DESDE QUE A LEI FOI APROVADA JA FORAM MORTOS MAIS DE 65.000 PORTUGUESES!!!


35% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES ESTUDANTES E DESEMPREGADAS

A MAIOR PARTE DAS MULHERES QUE REALIZARAM O ABORTO POR OPÇÃO ESTÃO ENTRE OS 20- E 34 ANOS.

EM 2009 HOUVE UMA REDUÇÃO DOS ABORTOS NAS CAMADAS COM MENOS INSTRUÇÃO E UM AUMENTOS NAS CAMADAS MAIS INSTRUIDAS


54% DAS GRAVIDEZES DE MULHERES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÊ TERMINARAM EM ABORTO, OU SEJA, MAIS DE 1 EM CADA 2 GRAVIDEZES DE MÃES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÊ TERMINARAM EM ABORTO!

40% DOS ABORTOS REALIZADOS NESSES 4 ANOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE NUNCA TIVERAM FILHOS

APENAS 8% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES COM 3 OU MAIS FILHOS

21% DOS ABORTOS REALIZADOS EM 2009 FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE JÁ HAVIAM ABORTADO"POR OPÇÃO"

EM 2007, NO ANO DA ENTRADA EM VIGOR DA NOVA LEI, O ABORTO CLANDESTINO TERÁ ATINGIDO O SEU NÍVEL MAIS ALTO DESDE 2002 (AUMENTOU DEPOIS DA LEGALIZAÇÃO!!)

OS MAIS DE 65.000 ABORTOS “LEGAIS POR OPÇÃO” REALIZADOS DESDE 2007 TERÃO CUSTADO AO ESTADO PORTUGUES PERTO DE 100 MILHÕES DE EUROS! (num momento de crise em que se fala em medidas de austeridade e cortes nos gastos públicos poderiam pensar em cortar nesses gastos)

EM 2011 HÁ 422 EDUCADORAS DE INFÂNCIA E 422 AUXILIARES QUE NÃO TIVERAM EMPREGO POR CAUSA DO ABORTO “POR OPÇÃO”

COM OS MAIS DE 65.000 ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO” PERDERAM-SE 85 MILHÕES DE EUROS POR ANO EM CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL

ABORTO É A 3ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL!!

“As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planejamento familiar […],como algo inócuo, sem consequências" Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada

“O aborto recorrente está a tornar‐se um grande problema de saúde pública” Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica.

(dados da Federação Portuguesa pela Vida)
http://www.federacao-vida.com.pt/

sábado, 19 de janeiro de 2013

O previsível regresso da Solução Final

Hospitais ingleses estão a matar os recém-nascidos à sede e à fome quando eles nascem com problemas físicos. Isto é o que o Daily Mail revelou

Médicos descrevem o horror que é ver crianças a morrer desidratadas durante um período de até 10 dias. Os pais aceitam que os bebês sejam mortos e as crianças entram em um protocolo de morte idêntico ao que é usado com os idosos. Isto ocorre no "Liverpool Care Pathway", onde mais de 130 mil idosos foram já mortos. Sabe-se agora que este hospital mata também os recém-nascidos. Isto é a normalização da "eutanásia de crianças". 
 
Como é normal, tudo começou com "boas intenções" - aliviar "o sofrimento" do idoso - mas rapidamente se tornou naquilo que era o propósito inicial, matar idosos. Não contentes com isso, essa práctica mortífera foi agora expandida de modo a que crianças inocentes possam também ser vítimas deste método progressista, secular e moderno.

E assim, passo a passo, vão sendo assassinados os mais indefesos da sociedade. Por enquanto, isto é aplicado junto daqueles que não conseguem levantar qualquer tipo de auto-defesa (cobardia, portanto), mas como o Mal só caminha numa direcção, aqueles que ainda têm voz na forma como querem ser tratados vão ser sujeitos a estes métodos. 
 
Aquilo que há 60 anos era algo que "nunca mais se iria repetir" é hoje práctica comum num dos hospitais duma das maiores cidades dum dos países mais desenvolvidos do mundo. 
 
Surpresa? Não. "Progresso".
 
Via

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Aborto: humanidade humanicida

De acordo com os cálculos dos peritos, durante o ano de 1970 provocaram-se em todo o mundo mais de cinquenta milhões de abortos. Supondo que esse índice tivesse permanecido igual (embora os últimos dados demonstrem um aumento), e computando apenas os cinco anos seguintes, provocaram-se, portanto, de 70 a 75, duzentos e cinquenta milhões de abortos.

Comparados com esta humanidade desaparecida em silêncio, o genocídio dos judeus durante a última guerra mundial, que parece ter estado à volta dos seis milhões de mortos, e a própria cifra total de mortos nessa mesma guerra, que chegou aproximadamente a cinquenta e cinco milhões, revelam uma diferença gritante.

E se agora – supondo que o índice de abortos de 1970 simplesmente se tenha mantido igual – computarmos a cifra global dos abortos provocados até o ano de 1980, o resultado é que numa só década, na qual vivemos como protagonistas, foram suprimidos mais seres humanos do que provavelmente em todas as guerras de que a humanidade tem notícia histórica.

Limitar-me-ei a formular quatro perguntas:

a) Se temos a experiência de que, do último grande conflito mundial e do genocídio judeu, acabaram por resultar tantas e tão importantes consequências, e dada a proporção que existe entre a importância de um facto e a dos seus efeitos, quais hão-de ser as consequências que recairão sobre uma humanidade que, se se consideram as cifras de abortos mencionados, só se pode definir como humanicida?

b) Será que a vida de quinhentos milhões de seres humanos, perfeitamente concretos e irrepetíveis, é algo de tão trivial e inútil que essa humanidade humanicida possa dormir tranquilamente, visto ter assegurado a sua impunidade histórica (sem mencionarmos a sua responsabilidade transcendente)?

c) E se, com efeito, a vida de tantos seres humanos (ou apenas a de um deles) é uma trivialidade, um sopro sem nome e sem destino, cuja supressão esvazia de sentido termos tais como “responsabilidade” ou “impunidade histórica”, que tipo de esperança tão radicalmente ilusória e infundada estamos então acalentando numa futura humanidade “mais humana”?

Como pudemos chegar a pensar que “futuro” e “esperança” eram palavras cheias de significado para os homens? Que estúpida ilusão mantemos ao sustentar a nossa crença na importância de todos os homens e no alto valor da sua dignidade “inviolável”?

d) Mas se é verdade que a vida de todo o ser humano, longe de ser trivial, é algo sempre importante, precioso, irrepetível, intocável, que destino histórico pavoroso está justamente reservado a esta humanidade humanicida! Que espécie de garra está atenazando a nossa garganta para que não grite, cada dia mais alto, contra este enorme e silencioso humanicídio?

Fonte: ABORTO E SOCIEDADE PERMISSIVA, de Pedro-Juan Viladrich, Quadrante, Sociedade de Publicações Culturais

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Bastonário da Ordem dos Médicos descobre que a Terra é redonda

O bastonário da Ordem dos Médicos revela que a prática do aborto em Portugal está a ser usada como método de contracepção.

Pedro Nunes mostra-se preocupado com o aumento do número de interrupções voluntárias da gravidez em 2009. Subiram para 19 mil, ou seja, mais um milhar do que no ano anterior.

Uma em cada quinze mulheres realizou um aborto a pedido pela segunda vez.

“O aborto pode ter entrado na prática e nos hábitos dos portugueses como um outro método anti-conceptivo e, a médio prazo, vamos ter um programa. Ou seja, não estamos a lutar para que o aborto deixe de existir, para que passe a ser uma raridade, mas estamos a implementar um sistema de facilitismo porque, aconteça o que acontecer, os actos da sua vida e as suas decisões não têm problema nenhum”.

“Em última análise” – conclui o Bastonário da Ordem dos Médicos – “há sempre alguém que resolve, em última análise há sempre o Estado que paga, em última análise há sempre o Estado que monta os serviços para resolver a falta de seriedade com que se vive a vida”.

O Bastonário defende que está na altura de criar medidas dissuasoras que podem passar por multas.

“As medidas dissuasoras que podem ser tomadas vão desde medidas de natureza educacional, de detecção desses casos e chamada de atenção dessas pessoas, até medidas de natureza punitiva, desde as multas até à frequência compulsiva de cursos”.

Director-geral de Saúde nega aborto como contraceptivo

Em resposta a estas declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos, Francisco George, Director-geral de Saúde, diz que o aborto não deve ser usado como método contraceptivo e dá exemplos das orientações dadas aos serviços.

“As normas obrigam a que, depois deste acto, as consultas de planeamento familiar e os métodos contraceptivos sejam uma indicação formal, que todos os serviços são obrigados a prestar quando a mulher faz essa interrupção”.

Francisco George foi ainda confrontado com outra sugestão do Bastonário dos Médicos. Pedro Nunes diz que é preciso fazer uma auditoria sobre os métodos utilizados na interrupção da gravidez.

É que, enquanto no sector privado quase todos os abortos são feitos pelo método cirúrgico, no sector público acontece o inverso e é quase sempre usado o método químico. O Director-geral de Saúde diz que já há auditorias feitas “pela Inspecção-geral das Actividades em Saúde”, mas não revela os resultados.

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