domingo, 10 de fevereiro de 2013
Associações acusam Segurança Social de incentivar aborto
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Feto é morto e decapitado pela enfermeira
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Evangélicos e Católicos unidos contra o aborcionista Obama
Depois de 43 instituições Católicas terem processado o "plano de saúde" de Obama, tendo como argumento que o mesmo viola a 1ª Emenda, as comunidades Cristãs e conservadoras rapidamente aplaudiram o gesto.
Penny Nance, presidente da organização "Concerned Women for America" (CWA) afirmou:
A comunidade religiosa encontra-se unida na crença de que este mandato - que envolve a contracepção, o aborto químico e a esterilização - forçaria-nos a pagar por algo que consideramos moralmente repugnante.Segundo, Charmaine Yoest (Americans United for Life), o facto das instituições Católicas terem dado inicio aos processos legais "constitui evidência adicional de que esta lei da saúde tem falhas extremas no seu viés em favor do aborto e das drogas causadoras de aborto. . . . . Estes processos legais são apenas o início, dado o facto de muitos americanos estarem já extremamente perturbados com a expansão do aborto desde Roe vs Wade."
* * * * * * *
Eis aqui uma boa notícia para todos aqueles "cristãos" que caíram no engodo do Obama, apesar de todas as evidências confirmarem que ele é uma fraude anti-Cristã.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Pedro Passos Coelho: "Vamos reduzir as despesas - excepto as despesas em torno do esquartejamento, decapitação, queima-química e sucção de bebés"
“A ÚNICA MARGEM que me interessa a mim, é a margem que permite ao Estado continuar a pagar abortos.
Ao pé desta margem, todas as outras folgas, almofadas, cortes e aumentos não passam de simples trocos que nada têm a ver com o combate ao défice.
Porque se quem tem o poder de destinar o dinheiro dos contribuintes não respeita a vida humana, então não respeita mais nada.
E nesse aspecto, não vejo em que é que este momento difere dos restantes, que possa justificar uma greve geral.”
[Respigado no Facebook]

Passos Coelho é uma espécie de José Sócrates altamente condicionado pelas suas circunstâncias políticas; o que separa Passos Coelho de José Sócrates não é a essência do homem em si, mas antes é só e apenas o ambiente cultural das respectivas facções políticas: de resto, os dois são semelhantes.
Passos Coelho conseguiu uma coisa que nunca a “não-esquerda” tinha alguma vez permitido: a eleição de uma abortista militante para a presidência da assembleia da república. Só este facto é revelador da ausência de diferenças substanciais entre José Sócrates e Passos Coelho.
Quando Passos Coelho tomou posse como primeiro-ministro, teve uma oportunidade de ouro para afirmar uma coisa tão simples como esta:
“Quem quiser abortar que assuma a responsabilidade pelos seus actos, e pague o aborto”.
E assim, Passos Coelho poderia poupar 100 milhões de Euros / ano gastos do Orçamento de Estado em abortos grátis; e esse dinheiro poderia servir, por exemplo, para apoiar financeiramente as jovens grávidas e mães. Mas não foi isso que Passos Coelho fez: ele seguiu basicamente aquilo que José Sócrates teria feito se tivesse sido reeleito, o que revela a semelhança entre os dois animais políticos [literalmente].
O argumento segundo o qual “o aborto gratuito foi sujeito a referendo”, não colhe. Desde logo porque, em rigor, o referendo não foi válido porque não votaram mais de 50% dos portugueses; e depois, porque este governo do Pernalonga está cansado de “furar” a Constituição do país, e nem por isso se tem preocupado muito com isso.
sábado, 17 de setembro de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Grupo das Nações Unidas quer tornar o aborto um "direito humano" para crianças a partir dos 10 anos de idade
O mesmo grupo (afiliado à ONU) emitiu um comunicado em favor do que os analistas da ONU qualificam como um apelo à descriminalização da prostituição e do uso de drogas. Para além disso, essa organização espera que haja confidencialidade nos "serviços de saúde" (aborto) fornecido aos jovens.
O documento "Joint Youth Statement on the Sexual and Reproductive Health and Rights of Young People” foi anunciando em preparação para a conferência de jovens das Nações Unidas.
O documento declara:
As palavras "serviços médicos reprodutivos" significa aborto, algo que o documento mais à frente demonstra.De modo a reconhecer na plenitude os direitos sexuais e reprodutivos dos jovens, especialmente o direito à escolha [de matar o bebé que se encontra o útero materno], temos que atingir o acesso universal a serviços médicos sexuais e reprodutivos seguros e amigos dos jovens.
Para estes assassinos, disponibilizar serviços e recursos para matar bebés é um "serviço médico" e um "direito humano". A tragédia disto é que o maior e genuíno direito humano que nós podemos ter , isto é, o direito à vida, é ignorado por estes senhores.
domingo, 12 de junho de 2011
O terrorismo dos aborcionistas

O terrorismo aborcionista tem uma longa e trágica história mas por uma questão de brevidade, vão ser listados apenas alguns incidentes. Convém lembrar que a pior violência é aquela que é dirigida aos seres humanos frágeis, indefesos e inocentes que vivem no útero.
- Em 1998 o aborcionista Byron Looper era candidato nas eleições locais e tinha como adversário o Senador estadual pró-vida Tommy Burks. Looper atirou contra Burks no olho esquerdo do mesmo (com uma arma de alto calibre) quando este se preparava para levar crianças escolares a uma passeio de carroça.
Depois do assassínio, Looper vangloriou-se junto de seus amigos dizendo "Consegui, pá! Consegui! Matei o gajo!"
Em 2001, em Oklahoma City, o aborcionista John Baxter Hamilton estrangulou a sua própria mulher, agrediu-lhe na cabeça com um objecto suficientemente forte para abrir um buraco na sua cabeça. Depois agarrou na cabeça da esposa e bateu com ela no chão da casa de banho repetidas vezes.
- Em 2007 Alfonso Price exigiu que a sua namorada levasse a cabo um aborto. Ela recusou-se uma vez que ansiava dar à luz a sua pequena filha - a quem ela já havia dado o nome de "Precious".
Depois de haver esperado até que ela estivesse 8 meses grávida, Price, com a ajuda de 2 amigos seus, atacou-a selvaticamente com um murro na cara, lançou-a ao chão, pisou-lhe o estômago como forma de matar o bebé. Enquanto lhe agredia, o aborcionista Price gritava:
"Sua p---! Deverias ter feito o aborto! Agora o teu bebé vai morrer!"
Kerria recuperou das lesões mas o bebé morreu com uma fractura no crânio como resultado do ataque. Price, que já tinha um registo policial longo, foi apanhado duas semanas depois do assassínio e foi condenado por assassínio agravado.
Em 1995 o pró-aborto Lavern Ward matou Debra Evans, de 28 anos, e a sua filha, Samantha, 10 anos. Depois disto, cortou o bebé de útero de Debra Evan. Posteriormente, raptou o filho dela, Joshua de 7 anos, e mais tarde esfaqueou-o até à morte. Este aborcionista foi condenado a 3 instâncias de homicídio em primeiro grau.
- Em 1996, o pró-aborto de 29 anos Mark Boyd contratou um assassino profissional para matar a sua namorada de 15 anos (Kyunia Taylor) enquanto ela se dirigia para casa no autocarro escolar. O bebé da Kyunia, com o nome de Diamond, nasceu 3 meses prematuro e morreu 23 dias depois do assassínio de Kyunia.
- Em 1993, em Huntsville, Alabama, a activista pró-aborto Eileen Orstein Janezic matou o activista pró-vida, ministro/pastor e apresentador de rádio Jerry Simon. Depois de matar através duma janela da sua casa, ela, usando uma pistola, manteve a polícia afastada enquanto recitava passagens da "bíblia" satânica de Anton LaVey.
- Em 1998, em Jackson, Mississippi, o aborcionista Malachi Dehenre, o aborcionista-mor da "New Women's Clinic" (abortuário) assassinou a sua própria esposa, Nyesha, que trabalhava com ele.
- Em 1998 o júri considerou o pró-aborto Alfred E. Smith culpado do assassínio da sua ex-namorada Deena Moody. Smith matou a Deena porque ela se recusou a abortar a crianças que carregava no útero.
- Em 1994, um júri declarou a aborcionista Alicia Ruiz Hanna culpada do assassínio de Angela Sanchez, uma mãe de quatro. Angela morreu no abortuário de Santa Ana e a aborcionista tentou esconder o corpo na bagageira do seu carro sem se aperceber que os filhos de Angela observavam tudo a partir da sala de espera da "clínica".
Em 1989 um juiz sentenciou o aborcionista Milos Klvana a 53 anos de cadeia depois do júri o declarar culpado da morte de 8 bebés já nascidos.
- Em 1983 O aborcionista de El Paso Raymond Showery assassinou um bebé já nascido que sobreviveu a um dos seus abortos. Mais tarde o mesmo aborcionista foi acusado de assassínio depois de um aborto que correu mal e que causou a morte de Mickey Apodaca.
- Em 1997, Kevin Robinson, de 38 anos, assassinou Daphne Sulk, de 15 anos, depois de a ter engravidado e esta se ter recusado a levar a cabo um aborto como forma de esconder o abuso infantil.
- Em 2002 Matthew John Wiedeman e o seu amigo Raymond Anthony Soto assassinaram a Stephanie Nicole Burnett, de 16 anos, esfaqueando-a repetidamente e espancando-a até à morte porque Wiedeman pensava que ela estava grávida e ela havia recusado fazer um aborto. O médico legista disse:
"Acho que é um dos assassínios mais grotescos que alguma vez vi".
Para uma lista mais extensa dos assassínios levados a cabos por aborcionistas, cliquem aqui.



