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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Associações acusam Segurança Social de incentivar aborto

Há jovens grávidas carenciadas a quem os técnicos da Segurança Social estão a aconselhar a abortar, apesar de manifestarem o desejo de ter os filhos. 

A denúncia é feita por associações da sociedade civil, que asseguram haver casos em que é dito às mães que a consequência de prosseguirem com a gravidez será ficarem sem a criança.

Cada vez conheço mais casos desses. Muitas vezes, são raparigas que estão até institucionalizadas e que são pressionadas para abortar”, garantiu Leonor Ribeiro e Castro, do grupo pró-vida Missão Mãos Erguidas em declarações ao site do semanário Sol

Dizem-lhes que, se não abortarem, tiram-lhes os bebés. Há uma cultura de medo, que é preciso denunciar. Isto não é proteger os menores. Há coacção psicológica”, acrescentou a responsável. 


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Feto é morto e decapitado pela enfermeira



Aviso!

O vídeo que se segue contém imagens chocantes. Só clique para assistir se realmente achar que consegue suportar. 
Como se não bastasse ter sido abortado, foi também cruelmente decapitado pela enfermeira.






quarta-feira, 23 de maio de 2012

Evangélicos e Católicos unidos contra o aborcionista Obama

O "plano de saúde" do presidente queniano americano Barack Obama uniu Cristãos de várias denominações - evangélicos, Protestantes históricos e Católicos Romanos - à medida que eles cerram fileiras no seu apoio a um conjunto de processos legais que deram entrada nos tribunais devido às medidas controversas e interferência governamental na religião.

Depois de 43 instituições Católicas terem processado o "plano de saúde" de Obama, tendo como argumento que o mesmo viola a 1ª Emenda, as comunidades Cristãs e conservadoras rapidamente aplaudiram o gesto.

Penny Nance, presidente da organização "Concerned Women for America" (CWA) afirmou:

A comunidade religiosa encontra-se unida na crença de que este mandato - que envolve a contracepção, o aborto químico e a esterilização - forçaria-nos a pagar por algo que consideramos moralmente repugnante.
Segundo, Charmaine Yoest (Americans United for Life), o facto das instituições Católicas terem dado inicio aos processos legais "constitui evidência adicional de que esta lei da saúde tem falhas extremas no seu viés em favor do aborto e das drogas causadoras de aborto. . . . . Estes processos legais são apenas o início, dado o facto de muitos americanos estarem já extremamente perturbados com a expansão do aborto desde Roe vs Wade."

Fonte

* * * * * * *

Eis aqui uma boa notícia para todos aqueles "cristãos" que caíram no engodo do Obama, apesar de todas as evidências confirmarem que ele é uma fraude anti-Cristã.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pedro Passos Coelho: "Vamos reduzir as despesas - excepto as despesas em torno do esquartejamento, decapitação, queima-química e sucção de bebés"

Título Original: "Passos Coelho é a favor de um “Estado mínimo”, mas apoia o aborto pago pelo Estado" - por Orlando Braga

“A ÚNICA MARGEM que me interessa a mim, é a margem que permite ao Estado continuar a pagar abortos.

Ao pé desta margem, todas as outras folgas, almofadas, cortes e aumentos não passam de simples trocos que nada têm a ver com o combate ao défice.

Porque se quem tem o poder de destinar o dinheiro dos contribuintes não respeita a vida humana, então não respeita mais nada.

E nesse aspecto, não vejo em que é que este momento difere dos restantes, que possa justificar uma greve geral.”

[Respigado no Facebook]



Passos Coelho é uma espécie de José Sócrates altamente condicionado pelas suas circunstâncias políticas; o que separa Passos Coelho de José Sócrates não é a essência do homem em si, mas antes é só e apenas o ambiente cultural das respectivas facções políticas: de resto, os dois são semelhantes.

Passos Coelho conseguiu uma coisa que nunca a “não-esquerda” tinha alguma vez permitido: a eleição de uma abortista militante para a presidência da assembleia da república. Só este facto é revelador da ausência de diferenças substanciais entre José Sócrates e Passos Coelho.

Quando Passos Coelho tomou posse como primeiro-ministro, teve uma oportunidade de ouro para afirmar uma coisa tão simples como esta:

“Quem quiser abortar que assuma a responsabilidade pelos seus actos, e pague o aborto”.

E assim, Passos Coelho poderia poupar 100 milhões de Euros / ano gastos do Orçamento de Estado em abortos grátis; e esse dinheiro poderia servir, por exemplo, para apoiar financeiramente as jovens grávidas e mães. Mas não foi isso que Passos Coelho fez: ele seguiu basicamente aquilo que José Sócrates teria feito se tivesse sido reeleito, o que revela a semelhança entre os dois animais políticos [literalmente].

O argumento segundo o qual “o aborto gratuito foi sujeito a referendo”, não colhe. Desde logo porque, em rigor, o referendo não foi válido porque não votaram mais de 50% dos portugueses; e depois, porque este governo do Pernalonga está cansado de “furar” a Constituição do país, e nem por isso se tem preocupado muito com isso.

O apoio de Passos Coelho ao aborto grátis e pago por todos os contribuintes portugueses, parece ser uma posição ideológica que entra em contradição com o seu próprio radicalismo neoliberal [a ideologia do “Estado mínimo”] propalada por Passos Coelho. Ora, essa contradição só se explica por um conjunto de razões: oportunismo político, falta de hombridade e de carácter, e personalidade própria de um invertebrado.

sábado, 13 de agosto de 2011

Grupo das Nações Unidas quer tornar o aborto um "direito humano" para crianças a partir dos 10 anos de idade

Ficamos a saber a partir da CNSNews.com que a Y-PEER, uma iniciativa juvenil pertencente à "United Nations Population Fund (UNFPA)" apelou para que o aborto e a contracepção se tornem num "direito humano internacional" para crianças com idades que podem chegar aos 10 anos.

O mesmo grupo (afiliado à ONU) emitiu um comunicado em favor do que os analistas da ONU qualificam como um apelo à descriminalização da prostituição e do uso de drogas. Para além disso, essa organização espera que haja confidencialidade nos "serviços de saúde" (aborto) fornecido aos jovens.

O documento "Joint Youth Statement on the Sexual and Reproductive Health and Rights of Young People” foi anunciando em preparação para a conferência de jovens das Nações Unidas.

O documento declara:

De modo a reconhecer na plenitude os direitos sexuais e reprodutivos dos jovens, especialmente o direito à escolha [de matar o bebé que se encontra o útero materno], temos que atingir o acesso universal a serviços médicos sexuais e reprodutivos seguros e amigos dos jovens.
As palavras "serviços médicos reprodutivos" significa aborto, algo que o documento mais à frente demonstra.

Lembrem-se deste tipo de "projectos" da próxima vez que algum esquerdista cantar louvores à ONU.

Para estes assassinos, disponibilizar serviços e recursos para matar bebés é um "serviço médico" e um "direito humano". A tragédia disto é que o maior e genuíno direito humano que nós podemos ter , isto é, o direito à vida, é ignorado por estes senhores.

domingo, 12 de junho de 2011

O terrorismo dos aborcionistas

Para além de terem as suas mãos cobertas do sangue dos milhões de bebés inocentes que são diariamente esquartejados, sugados, desmembrados e quimicamente assassinados quando ainda se encontram no útero materno, os militantes aborcionistas acrescentam à sua lista de pecados o assassínio de seres humanos adultos por razões como recusa em levar avante um aborto, ou pelo facto das vítimas correctamente defenderem que a humanidade começa na concepção, e não aos 3 meses de gravidez (ou em qualquer outro ponto arbitrário que o lobby pró-matança subjectivamente define como o ponto a partir do qual se "começa" a ser um ser humano).

O terrorismo aborcionista tem uma longa e trágica história mas por uma questão de brevidade, vão ser listados apenas alguns incidentes. Convém lembrar que a pior violência é aquela que é dirigida aos seres humanos frágeis, indefesos e inocentes que vivem no útero.

  • Em 1998 o aborcionista Byron Looper era candidato nas eleições locais e tinha como adversário o Senador estadual pró-vida Tommy Burks. Looper atirou contra Burks no olho esquerdo do mesmo (com uma arma de alto calibre) quando este se preparava para levar crianças escolares a uma passeio de carroça.

    Depois do assassínio, Looper vangloriou-se junto de seus amigos dizendo "Consegui, pá! Consegui! Matei o gajo!"

  • Em 2001, em Oklahoma City, o aborcionista John Baxter Hamilton estrangulou a sua própria mulher, agrediu-lhe na cabeça com um objecto suficientemente forte para abrir um buraco na sua cabeça. Depois agarrou na cabeça da esposa e bateu com ela no chão da casa de banho repetidas vezes.
  • Em 2007 Alfonso Price exigiu que a sua namorada levasse a cabo um aborto. Ela recusou-se uma vez que ansiava dar à luz a sua pequena filha - a quem ela já havia dado o nome de "Precious".

    Depois de haver esperado até que ela estivesse 8 meses grávida, Price, com a ajuda de 2 amigos seus, atacou-a selvaticamente com um murro na cara, lançou-a ao chão, pisou-lhe o estômago como forma de matar o bebé. Enquanto lhe agredia, o aborcionista Price gritava:

    "Sua p---! Deverias ter feito o aborto! Agora o teu bebé vai morrer!"

    Kerria recuperou das lesões mas o bebé morreu com uma fractura no crânio como resultado do ataque. Price, que já tinha um registo policial longo, foi apanhado duas semanas depois do assassínio e foi condenado por assassínio agravado.

  • Em 1995 o pró-aborto Lavern Ward matou Debra Evans, de 28 anos, e a sua filha, Samantha, 10 anos. Depois disto, cortou o bebé de útero de Debra Evan. Posteriormente, raptou o filho dela, Joshua de 7 anos, e mais tarde esfaqueou-o até à morte. Este aborcionista foi condenado a 3 instâncias de homicídio em primeiro grau.
  • Em 1996, o pró-aborto de 29 anos Mark Boyd contratou um assassino profissional para matar a sua namorada de 15 anos (Kyunia Taylor) enquanto ela se dirigia para casa no autocarro escolar. O bebé da Kyunia, com o nome de Diamond, nasceu 3 meses prematuro e morreu 23 dias depois do assassínio de Kyunia.
  • Em 1993, em Huntsville, Alabama, a activista pró-aborto Eileen Orstein Janezic matou o activista pró-vida, ministro/pastor e apresentador de rádio Jerry Simon. Depois de matar através duma janela da sua casa, ela, usando uma pistola, manteve a polícia afastada enquanto recitava passagens da "bíblia" satânica de Anton LaVey.
  • Em 1998, em Jackson, Mississippi, o aborcionista Malachi Dehenre, o aborcionista-mor da "New Women's Clinic" (abortuário) assassinou a sua própria esposa, Nyesha, que trabalhava com ele.
  • Em 1998 o júri considerou o pró-aborto Alfred E. Smith culpado do assassínio da sua ex-namorada Deena Moody. Smith matou a Deena porque ela se recusou a abortar a crianças que carregava no útero.
  • Em 1994, um júri declarou a aborcionista Alicia Ruiz Hanna culpada do assassínio de Angela Sanchez, uma mãe de quatro. Angela morreu no abortuário de Santa Ana e a aborcionista tentou esconder o corpo na bagageira do seu carro sem se aperceber que os filhos de Angela observavam tudo a partir da sala de espera da "clínica".
  • Em 1989 um juiz sentenciou o aborcionista Milos Klvana a 53 anos de cadeia depois do júri o declarar culpado da morte de 8 bebés já nascidos.
  • Em 1983 O aborcionista de El Paso Raymond Showery assassinou um bebé já nascido que sobreviveu a um dos seus abortos. Mais tarde o mesmo aborcionista foi acusado de assassínio depois de um aborto que correu mal e que causou a morte de Mickey Apodaca.
  • Em 1997, Kevin Robinson, de 38 anos, assassinou Daphne Sulk, de 15 anos, depois de a ter engravidado e esta se ter recusado a levar a cabo um aborto como forma de esconder o abuso infantil.
  • Em 2002 Matthew John Wiedeman e o seu amigo Raymond Anthony Soto assassinaram a Stephanie Nicole Burnett, de 16 anos, esfaqueando-a repetidamente e espancando-a até à morte porque Wiedeman pensava que ela estava grávida e ela havia recusado fazer um aborto. O médico legista disse:

    "Acho que é um dos assassínios mais grotescos que alguma vez vi".


Para uma lista mais extensa dos assassínios levados a cabos por aborcionistas, cliquem aqui.

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