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terça-feira, 8 de outubro de 2013

A matança selectiva


O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas


* * * * * * *
Selectivo ou não, o aborto é a matança dum ser humano inocente. O que o aborto selectivo faz é decidir quais os seres humanos que podem viver e quais os que têm que morrer.
O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

“A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

“A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas. - See more at: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=124976#sthash.XjQFrjDc.dpuf
O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

“A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

“A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas. - See more at: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=124976#sthash.XjQFrjDc.dpuf

sábado, 19 de janeiro de 2013

O previsível regresso da Solução Final

Hospitais ingleses estão a matar os recém-nascidos à sede e à fome quando eles nascem com problemas físicos. Isto é o que o Daily Mail revelou

Médicos descrevem o horror que é ver crianças a morrer desidratadas durante um período de até 10 dias. Os pais aceitam que os bebês sejam mortos e as crianças entram em um protocolo de morte idêntico ao que é usado com os idosos. Isto ocorre no "Liverpool Care Pathway", onde mais de 130 mil idosos foram já mortos. Sabe-se agora que este hospital mata também os recém-nascidos. Isto é a normalização da "eutanásia de crianças". 
 
Como é normal, tudo começou com "boas intenções" - aliviar "o sofrimento" do idoso - mas rapidamente se tornou naquilo que era o propósito inicial, matar idosos. Não contentes com isso, essa práctica mortífera foi agora expandida de modo a que crianças inocentes possam também ser vítimas deste método progressista, secular e moderno.

E assim, passo a passo, vão sendo assassinados os mais indefesos da sociedade. Por enquanto, isto é aplicado junto daqueles que não conseguem levantar qualquer tipo de auto-defesa (cobardia, portanto), mas como o Mal só caminha numa direcção, aqueles que ainda têm voz na forma como querem ser tratados vão ser sujeitos a estes métodos. 
 
Aquilo que há 60 anos era algo que "nunca mais se iria repetir" é hoje práctica comum num dos hospitais duma das maiores cidades dum dos países mais desenvolvidos do mundo. 
 
Surpresa? Não. "Progresso".
 
Via

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bebé nasce saudável depois de terem sido negados 12 pedidos de aborto

Criança deixou os médicos cada vez mais surpresos com melhora progressiva | Foto: Reprodução Internet


Inglaterra - Durante a gestação de gémeos, Pipa, de 26 anos, teve um de seus filhos retirado por complicações vitais. O outro gémeo, permaneceu na barriga da mãe. Os médicos estimaram apenas 3% de chance de vida para a criança e a alertaram cerca de 12 vezes que a mulher deveria retirar o filho. Pipa negou todas as vezes e disse: "Onde há uma batida de coração, há esperança".

A criança nasceu e depois de algumas complicações e procedimentos cirúrgicos, Jacob Reed voltou para casa em Burton-on-Trent, Staffs, na Inglaterra. O bebé tem apresentado uma melhora diária, deixando os médicos cada vez mais surpreendidos.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aborto por razões de "segurança"

Como se viu, há uma questão que os defensores do aborto nunca conseguiram resolver: a justificação dos prazos, quaisquer que eles sejam.

Em Portugal dá-se uma resposta que, aparentemente, é inédita no mundo. Legaliza-se o aborto até às 10 semanas por razões de segurança:

«Um aborto precoce não tem os riscos do aborto tardio e, assim, a lei, ao permitir o aborto até ás dez semanas, está a promover os abortos precoces que por razões de segurança devem ser sempre preferidos.»

Sobre isto diga-se o seguinte:

1. Esta resposta só mostra que os defensores do aborto portugueses, por princípio, estão dispostos a aceitar um aborto até aos nove meses. Desde que as razões que motivam o aborto às 30 ou 40 semanas cubram os riscos de um aborto nessa altura, não há problema em aceitar esses abortos.

2. Além do mais, a questão dos prazos continua de pé. Se os defensores aceitam o aborto até aos nove meses (ou outro prazo qualquer), têm de explicar porque não aceitam também o infanticídio (ou uma morte uma semana depois).

Portanto, voltamos ao ponto de sempre: linhas de desenvolvimento, não se sabe, gradualismo, funcionalismo e infanticídio. E, em boa verdade, um parto seguido de infanticídio é de longe muito mais seguro que um aborto tardio. Logo, se o que importa é a segurança, o infanticídio deve ser o método preferido.

3. Quando os defensores do aborto dizem que a legalização até às dez semanas tem a função de promover abortos precoces, estão a dizer que a lei de alguma forma influencia a atitude das pessoas. Uma afirmação muito curiosa para quem afirma sistematicamente que a lei, ao proibir o aborto, não promove a limitação do número de abortos.

4. Como sempre, os defensores do aborto, estão a confundir legitimidade com conveniência. Dizer que o aborto é legalizado até às dez semanas para promover os abortos menos perigosos, os abortos precoces, só prova que seria conveniente para a saúde da mãe legalizar o aborto precoce: não prova que o aborto, precoce ou tardio, seja legítimo.

5. Finalmente, convém chamar a atenção das pessoas para um facto crucial: os prazos que os defensores do aborto colocam nas leis que fazem, são prazos meramente estratégicos. A verdade é que se alguém defendesse o aborto até aos nove meses, textualmente, seria considerado louco. Assim, eles vão calmamente alargando prazos e casos até chegar… aos nove meses e muito mais…

Se alguém perguntar a um defensor do aborto, com responsabilidades na lei actual, porque é que ele proíbe o aborto até às 28 semanas, ele dirá algo do tipo: «os prazos da lei permitem responder à maioria dos problemas que se colocam no dia a dia pelo que não havia necessidade de prazos mais alargados». E qualquer pessoa se sentirá descansada: como não há necessidade de alargar prazos, a lei ficará eternamente como está. Mas isso é uma ilusão perigosa:

A Espanha tem uma lei de aborto menos restritiva que a portuguesa. Dir-se-ia, de acordo com o “raciocínio” desenvolvido acima, que a Espanha poderia ficar eternamente com a lei que tem. Contudo, há alguns meses, o Parlamento espanhol discutiu duas leis que visavam legalizar o aborto a pedido. As leis foram três vezes a votos e de todas foram rejeitadas. Na próxima recomposição do Parlamento já veremos o que acontece…

A Inglaterra tem aborto, em certos casos, até ao sétimo mês. Em geral, tem uma das leis mais brandas de toda a Europa pelo que muitas mulheres vão à Inglaterra só para abortar. Dir-se-ia que os defensores do aborto ingleses só têm razões para estar contentes. Contudo, «Um movimento de grupos pró-aborto e de organizações de planeamento familiar lançou segunda-feira, em Londres, a mais significativa campanha dos últimos 30 anos».

Esta campanha visa legalizar o aborto, a simples pedido da mãe, até às 14 semanas; pretende ainda que os abortos das 15 às 24 dependam do parecer de um só médico (ao contrário dos dois que agora são precisos).

Os EUA, em 1973, legalizaram o aborto até aos nove meses. Dir-se-ia ser suficiente. Mas não era. Em 1986 legalizaram também o infanticídio, e os defensores do aborto combatem com todas as forças qualquer limitação ao direito de abortar, por mais pequena que seja. Por exemplo, a excepção legal que obriga as raparigas com menos de 16 anos a só abortar com consentimento dos pais, tem sido atacada até á exaustão.

A China tem aborto compulsivo. Dir-se-ia não ser possível ir mais longe. Mas é! Recentemente, numa conferencia internacional sobre planeamento familiar, o Governo Chinês apresentou-se com uma carrinha de abortos que, segundo Zhou Zhengxiang -o seu apresentador-, se destina a ir pelas aldeias perdidas da China à procura de abortos “voluntários”. De facto, o próprio dirigente disse que no aborto voluntário fazem-se todos os esforços para que as mulheres abortem. Serão construídas 600 destas carrinhas.

(João Araújo, “Aborto, sim ou não?”)

domingo, 21 de agosto de 2011

Inglaterra: Por cada bebé adoptado, mais de 2,000 são abortados

Segundo dados recolhidos por um activista pró-vida, milhares de bebés são mortos por cada bebé que é adoptado. Dr Peter Saunders, escrevendo no seu blog, avisa que 203,444 abortos foram levados a cabo em durante o ano de 2009. No entanto, por contraste, só 91 bebés com menos de 1 ano foram adoptados durante o mesmo ano.

Estes números significam que por cada bebé adoptado durante o ano de 2009, 2,235 bebés foram mortos através do aborto - número sete vezes pior que os registos americanos.

Os comentários podem reacender as preocupações em torno das taxas de aborto do país e aumentar os apelos em favor das adopções.

Durante o mês passado, o novo responsável pele pasta da adopção disse que as mulheres com gravidez indesejada deveriam receber a opção de oferecer a criança para adopção ao mesmo tempo que se fala da opção dum aborto.

No início deste ano as estatísticas revelaram que o número de abortos em Inglaterra e no País de Gales aumentou em cerca de 8% durante a década passada (obrigado, feministas assassinas!)

Os números do Departamento de Saúde revelaram também que o número de bebés mortos devido a uma "deficiência" aumentou em cerca de 10% em um ano apenas.

Durante o ano passado 189,574 matanças de bebés foram levadas a cabo em mulheres a viver em Inglaterra e no País de Gales. No ano de 2000 175,542 abortos foram registados - mais 14,000 a menos.

-Fonte-

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Peter Hitchens vaiado por declarar a ineficiência da educação sexual esquerdista

Um proeminente comentador dum jornal nacional foi vaiado pela audiência da BBC quando este avisou que o aumento do modelo de "educação sexual" que a Inglaterra está a usar só vai aumentar as DSTs e a gravidez de menores.

Peter Hitchens disse que o problema da sexualização começou quando a Grã-Bretanha abandonou a sua herança Cristã e tornou-se numa sociedade pós-Lady Chatterley, onde a sexualidade é como "jogar ténis" - algo que as pessoas fazem apenas pelo prazer.

As suas palavras foram a resposta a uma pergunta que surgiu devido à uma reportagem publicada há alguns dias. Essa reportagem levanta preocupações sobre a crescente sexualização das crianças.

Mais tarde Hitchens defendeu as suas palavras no seu blogue, mantendo que a sociedade era largamente contida até aos anos 60, altura em que uma minoria activa e persuasiva exigiu mudança.

Ele escreveu:

É perfeitamente razoável sugerir que a sexualização das crianças é a consequência disso. É inegável que material explícito e sexualmente carregado é emitido pelas rádios, TVs e pela internet.

Quanto à educação sexual, a maior parte dela centra-se em superar as inibições dos alunos em torno daquilo que muitos deles justificadamente consideram privado ou embaraçoso.

É perfeitamente razoável descrever isto como uma forma de remover a inocência daqueles que são expostos [a esta educação sexual].

Eis aqui o vídeo:



Peter Hitchens não disse, mas não é por acaso que as "medidas" da "educação sexual" tem os efeitos contrários àqueles que supostamente eram para ter. Isso não acontece por falta de empenho dos professores/indoutrinadores, mas sim porque essas aulas possuem propósitos que não nos são totalmente revelados.

Para vêr quais são esses propósitos basta olhar para os principais grupos por trás desta "educação sexual": aborcionistas e activistas homossexuais.

Às primeiras interessa-lhes que haja mais promiscuidade uma vez que mulheres promiscuas são mais susceptíveis de ter uma gravidez não planeada, e - desde logo - sentir que a forma de "resolver" a questão é matar o bebé.

Aos activistas sodomitas interessa-lhes perverter as noções de certo em errado (no que toca à sexualidade) como forma de impedir que os valores morais da maioria dos pais se enraíze na mente das crianças. Nas suas próprias palavras:

O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais.
As aulas de "educação sexual" esquerdista estão a ter os resultados que os seus engenheiros desejavam. Que pena que muitas pessoas ainda não se aperceberam disso.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Governo Inglês Exige Educação Sexual para Crianças de 5 Anos.

Os depravados burocratas que controlam o sistema de saúde socialista da Grã-Bretanha vieram com uma ideia genial para combater a gravidez juvenil: escolas governamentais precisam de ensinar sobre sexo a crianças de 5 anos:

Educação sexual deveria ser ensinada a crianças a partir da idade de 5 anos de forma a dar as mesmas a habilidade e a confiança de adiar a intimidade sexual até elas estarem prontas. (...)

A educação sexual inadequada numa idade mais nova é vista como um dos factores que contribuem para a elevada taxa de gravidez juvenil na Grã-Bretanha, uma das mais altas da Europa, embora tenha tido um decréscimo de 13% na última década.

Então é por isso que a Grã-Bretanha se está a afundar debaixo de uma onda de mães dependentes da pensão estatal: não há educação sexual suficiente. Durante a era Vitoriana as crianças de 5 anos eram ensinadas educação sexual, e por isso é que este problema não existia.

O mais rcente programa-guia do "National Institute for Health and Clinical Excellence" (NICE), que está em fase de construção, não será compulsório, mas a agência espera que as autoridades locais o sigam.

Típico de mini-ditaduras: "não és obrigado a seguir o programa, mas esperamos que o sigas. É para o teu próprio bem!"

Entretanto, fora da bolha de ar em que vivem os esquerdistas britânicos, o sucesso dos programas que visam corromper as crianças tem sido um estrondo.

pregnant_teenager.jpg
Educação sexual do ateísmo: Sucesso em toda a linha

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Intuição de mãe previne matança de bebé

Sofia, de 22 anos, recebeu a notícia de que teria que terminar a gravidez depois dos médicos terem notado que não havia batimento cardíaco proveniente do bebé. No entanto, ela sentiu intuição de mãe e negou-se a seguir os conselhos diabólicos dos "médicos". Devido a isto, ela insistiu em esperar mais 8 dias para outro scan. Foi a melhor coisa que ela fez porque este último scan revelou que o bebé estava vivo.

Ela é o nosso pequeno milagre. Não consigo pousá-la, ela é tão preciosa. . . . Quando olho para ela penso "se tivesse ingerido os tabletes [método de matança de bebés que não envolve cirurgia] ela não estaria aqui". Ela estaria morta dentro do período de 4 horas.
Sofia, que tem 3 filhas, fez o scan no "Royal Sussex County Hospital", em Brighton. Ele relembra:
Disseram-me, "Você teve aborto e o seu bebé morreu". Não houve compaixão . . . . Disseram-me para me livrar do bebé - mas depois de ter 3 crianças, eu sabia o que era estar grávida . . . . Lembro-me até do Chris [o marido] dizer "Toma logo os tablets" porque ele confiou nos médicos. Comecei até a odiá-lo um pouco.
A filha - Bella-Mae - deparou-se com outra batalha pela sua vida depois de ter nascido prematuramente. Ela esteve num incubador nos cuidados intensivos mas já está de volta a casa.

O pai, o mesmo que queria que a sua mulher abortasse a filha que ele julgava morta, disse:

Queria chamá-la de Lucky! Ela agora está aqui e tem sido incrível. Mas ainda estamos zangados.
Duncan Selbie, responsável pela NHS, já pediu desculpas e levou a cabo uma investigação para evitar futuros erros.

Fight for life ... newborn Bella-Mae in intensive care
Bella-Mae nos cuidados intensivos.

Fonte

domingo, 17 de abril de 2011

"Chorei durante horas devido ao aborto que fiz para agradar o meu namorado"

Uma antiga vencedora do versão britânica do "Big Brother" contou a sua história sobre o aborto que levou a cabo há seis anos atrás como forma de agradar o namorado que tinha na altura.

Josie Gibson disse o quão destroçada ficou depois do namorado da altura a ter pressionado a abortar o bebé de 3 meses que ela carregava na altura. Para além disto, ela avisou outras mulheres para "não abortarem por causa de homem algum".

Numa entrevista encontrada na edição em papel da revista OK!, Josie Gibson não só disse que levou a cabo um aborto quando tinha 20 anos, como também afirmou que queria manter o bebé mas que o namorado da altura deixou bem claro que não queria a criança.

Ele esperou até eu estar grávida de 3 meses para me dizer que não queria o bebé. Por essa altura eu até já tinha escolhido nomes para a criança, mas ele mudou tudo e disse que não a queria e que eu me deveria ver livre dela.
Gibson, agora com 26 anos, afirmou ainda:
Eu arrependo-me do aborto desde então. Chorei durante horas. Soube logo na altura que tinha sido um erro. Na verdade, eu não queria fazer o aborto, mas fi-lo na mesma como forma de o agradar [o namorado]. Foi um erro enorme.
Para as mulheres que se encontrem em situações semelhantes, Gibson deixou um aviso:
Não sejam forçadas a nada. Não levem a cabo um aborto por causa de um homem. Tudo vai-se resolver no fim, e tu vais continuar fiel ao teu coração.
A Unreality TV reportou que Gibson respondeu através do Twitter, agradecida pelas mensagens de apoio que os fãs lhe enviaram depois de lerem a entrevista.
Obrigado pelos tweets, pessoal....Estava preocupada pela abertura da revista OK mas estou feliz pelo facto de vocês entenderem x.
A organização Silent No More Awareness recolheu testemunhos de centenas de homens e mulheres de todo o mundo que sofrerem depois do aborto.

(Fonte)

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