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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

D. Manuel Felício pede coragem para pôr em causa lei do aborto

O bispo da Guarda afirmou que a sociedade portuguesa tem de ter a “coragem” para repensar e pôr em causa a lei do aborto.

Se nós, portugueses, queremos ser, de verdade, cidadãos sérios e responsáveis pela sustentabilidade da sociedade que nos está confiada, temos de assumir a coragem de pôr em causa esta lei e procurar caminhos novos de acolhimento às crianças, que são, de facto, o nosso futuro”, afirmou D. Manuel Felício esta terça-feira, na homilia na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.

A taxa de natalidade portuguesa é “aflitiva”, constituindo o “grande factor de desequilíbrio que mais nos afecta” sustenta o bispo, que preconiza a necessidade de se promover a família.

Temos de ter também a coragem de promover as nossas famílias e dar-lhes condições, para exercerem com dignidade o seu estatuto de serviço à sociedade”, refere na homilia que assinala também o Dia Mundial da Paz, instituído em 1967 pelo Papa Paulo VI.

Para o prelado, os portugueses devem “questionar” a legislação familiar, pois não há direito de querer confundir as autênticas famílias organizadas num matrimónio estável, feitas de marido e esposa, pais e filhos, com outros supostos modelos de família que não passam de uniões de facto”.

D. Manuel Felício dirige ainda uma palavra aos decisores políticos para que se “empenhem em criar condições para que todos possam trabalhar”, mesmo sem a oferta dos empregos tradicionais.

Nas zonas de interior, “já bastante desertificadas”, continuam a existir “potencialidades próprias, capazes de produzir bens que outros meios não produzem” e que com “imaginação e criatividade” podem ajudar a “abrir caminhos novos do desenvolvimento e da economia”.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Para o Estado Português, quanto vale a vida de uma criança?

Notícia publicada no Correio da Manhã:

« As marcas de tortura ficaram no corpo do bebé durante 113 dias. A criança, com apenas um ano, esteve todo esse tempo internado depois de, no ano passado, em Lisboa, o padrasto lhe partir o braço esquerdo, queimar-lhe os olhos, os lábios e os pés com um cigarro. Pontapeou o bebé nas pernas, nas costas e também nos órgãos genitais. »

Portanto, um bebé com um ano. A quem lhe partiram um braço, queimaram os olhos, os lábios e os pés com um cigarro. Pontapeado nas pernas, nas costas e nos órgãos genitais. Um bebé com um ano

O acusado foi considerado culpado:

« Para o juiz Jorge Melo, da 8ª Vara Criminal, do Campus de Justiça, os factos da acusação ficaram provados. »

É importante repetir: para o juiz ficou provado que o condenado partiu um braço, pontapeou nas pernas, costas e órgãos genitais e queimou com um cigarro os olhos, os lábios e os pés de um bebé com um ano de idade. O juiz também compreendeu a gravidade do crime:

« Na leitura do acórdão, o juiz reconheceu a gravidade do crime: "Causou um sofrimento atroz na criança e o pior é que sabia que o menino não se podia defender. A sua conduta revela grande crueldade e a sua postura mostra uma indiferença nos seus actos »

Tendo isto em consideração, vejamos qual foi a pena atribuída pelo juiz ao torturador do bebé, quando sabia e disse que ele era um homem cruel, indiferente e causador do sofrimento atroz de um bebé com um ano:

«Marco Neves, o padrasto da criança, foi condenado pelo crime de maus tratos a uma pena suspensa de três anos e nove meses. »

Pena de três anos e nove meses. Suspensa. Quer dizer que não foi preso pelo crime. Foi colocado em liberdade.

A justificação da pena suspensa:

«  No final [ o juiz ]  disse: "O tribunal acredita que o simples risco de prisão é suficiente para não repetir os crimes. »

Bela jurisprudência. Pontapeias, queimas e fracturas os ossos de um bebé por desporto? Recebes um aviso: se nos próximos três anos e nove meses pisares a linha, vais preso. Porta-te bem e vai à tua vida.

A fé do juiz no bom comportamento do condenado daqui para a frente valeu mais do que a prática, considerada provada, de um crime. (a este conceito, punir os autores de crimes provados, costumávamos chamar "justiça"). Há um crime hediondo, há uma vítima que sofreu horrores, há um culpado cruel. O último vai à sua vida porque o juiz acredita que ele não repetirá o crime. Isto é de loucos.

Azar do Vale e Azevedo (que eu saiba nunca queimou os olhos de um bebé com cigarros) por não ter encontrado um juiz que o colocasse em liberdade por acreditar que uma pena suspensa seria suficiente para ele não repetir as burlas e os roubos. Em vez disso, puniram-no com anos de cadeia pelos crimes cometidos.

Quando o crime é provado mas o culpado de torturar um bebé não é punido por causa da crença do tribunal sobre o seu comportamento futuro; podemos dizer que já não existe estado de direito em Portugal. 

Até o torturador compreendeu isso:

« Marco [ o condenado ], 22 anos, que já fora condenado a pena suspensa por roubos, riu-se ao ouvir a decisão »

O crime da tortura compensou o sádico. Apesar das esperanças optimistas do juiz que o mandou para casa, nem sequer se esforçou por fingir arrependimento.

Está visto que, depois de legalizado o envenenamento e esquartejamento de bebés no ventre materno, apesar da constituição garantir a inviolabilidade da vida humana, também passa a haver livre-trânsito e  inimputabilidade para torturar bebés já nascidos, apesar do código penal português incriminar os maus tratos a crianças e os actos de tortura.

Segundo o código penal português, os maus tratos a menores podem implicar uma pena até aos 8 anos de prisão. Já os actos de tortura, até aos 12 anos. Em teoria, o senhor Marco Neves podia ter apanhado 20 anos atrás das grades. ( na verdade, prisão perpétua deveria ser a pena mínima para os sádicos que gostam de torturar crianças de colo). Ao deixá-lo sair em liberdade, este (estúpido ou sádico?)  juiz é cúmplice nas queimaduras de cigarro, pontapés e fractura infligidas à criança.

Se também me é permitido manifestar uma crença, não acredito que o mesmo juiz deixasse sair em liberdade alguém culpado de queimar com cigarros os olhos de uma pessoa adulta (um juiz, por exemplo). Um bebé não consegue usar a sua voz para testemunhar em tribunal, exigir justiça, respeito, uma indemnização, seja o que for. Para o estado português, quanto mais indefesa e frágil é a vítima, menos respeito e direitos tem. Seja nos hospitais onde se matam bebés dentro das barrigas das mães ou nos tribunais que libertam os que espancam as já nascidas, o princípio é o mesmo.


Portugal, o país onde podes usar um cigarro para queimar os olhos de um bebé, mas não podes fumar em restaurantes.



segunda-feira, 26 de março de 2012

Infanticídio livre ou aborto proibido. Não há outra opção.


«  O ponto fundamental – o aborto é aceitável se e só se o infanticídio também o for –, (...) ilustra por que chegam os diversos autores a conclusões diversas: os que partem da aceitabilidade do aborto vêem-se obrigados a aceitar o infanticídio; os que partem da inaceitabilidade do infanticídio, vêem-se obrigados a rejeitar o aborto.

(...)

A maioria das pessoas, aparentemente, não leva nada disto a sério. O aborto é uma questão que se discute superficialmente, com slogans – O corpo é da mulher, O aborto é uma questão de consciência, Legalizar o aborto acaba com o aborto clandestino, etc.–, e fica-se com a ideia que os trabalhos académicos do tipo descrito acima são especulações ociosas de pessoas completamente desclassificadas. Mas, pergunta-se, como pode alguém pensar que são desclassificados professores das maiores universidades do mundo e investigadores altamente prestigiados entre os seus colegas?

Se grandes vultos da filosofia estão de acordo em que não é possível distinguir o recém-nascido do bebé dentro do útero, é melhor levar o aviso a sério e perceber que no aborto se joga o infanticídio. E se este tipo de considerações não ajuda as pessoas a perceber o problema, ao menos que a realidade as convença.

Em 1986, dez anos depois do aparecimento do livro de Baruch Brody, a sentença Bowen vs American Hospital Association determinou que, havendo acordo dos pais, os hospitais podem negar cuidados médicos a qualquer criança que nasça com atraso mental ou com uma outra qualquer deficiência. Isto é válido mesmo quando o objectivo desta falta de assistência é causar a morte do bebé. Para o efeito, alimentar o bebé é considerado tratamento médico, pelo que pode ser negado.

O infanticídio ficou assim legalizado em certos casos particulares, embora a redacção seja tão vaga que abre a porta a qualquer caso. A sentença Roe vs Wade, ao colocar a linha de morte no nascimento, era indefensável – tal como os filósofos tinham dito – e, portanto, acabou por cair… para o pior lado.

Mas os filósofos disseram também que tanto as dez semanas do compromisso parlamentar como as doze semanas da JS são indefensáveis. A lei acabará por cair para um lado ou para o outro.

Porquê, então, aprová-la? Porque se aprova uma lei indefensável? Não será melhor começar por estudar o problema seriamente?

A  aproximação directa à lei que acabará por liberalizar o infanticídio a pedido, em todos os casos e sem nenhuma razão especial, já começou a ser feita (...) A questão de onde tudo parte é esta: o que é abortar? Concretamente, se um bebé de 8 ou 9 meses estiver a espernear e esbracejar à frente de todos, mas ainda tiver a cabeça dentro da mãe, matá-lo nesta altura é aborto ou infanticídio? 

O presidente dos Estados Unidos decidiu que era aborto e, portanto, este tipo de mortes é legitimo e aplica-se o Roe vs Wade. Pode-se matar nestas circunstâncias sempre que exista “qualquer factor físico, emocional, psicológico, familiar ou de idade, que seja relevante para o bem-estar da mulher”.

Qualquer pessoa percebe que o passo seguinte é matar o bebé quando já está cá fora mas ainda não lhe cortaram o cordão. E a festa seguirá até sabe-se lá onde.

É preciso notar que estas coisas não acontecem pelo facto de, alegadamente, os Estado Unidos da América serem um país de loucos. Isto acontece pelas razões teóricas identificadas pelas pessoas que estudaram o assunto. Não há possibilidade de distinguir o nascido do não-nascido. »


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Recordando:

O caso do bebé Joseph:
" O dito hospital considerava que a alimentação artificial de que o bebé necessita era um tratamento "fútil", considerando que a esperança de vida da criança é curta e que ela não sobrevive sem alimentação. 
O "plano" destes facínoras consistia em deixar morrer o bebé Joseph à fome, negando-lhe a alimentação artificial. "
Via Blogue Espectadores

sexta-feira, 23 de março de 2012

1+1=2

 As "freiras" que ajudam prostitutas [ a abortar e a exercer a "profissão"]

« a Irmã Maria Angeles, (...) garante nunca ter tido problemas com os sectores mais conservadores da Igreja por dar preservativos ou acompanhar as mulheres aos hospitais para fazer abortos legais. «A Igreja sabe o que nós fazemos. Ainda há dias estive em Fátima e disseram-me para continuar», assegura a Irmã Maria Angeles.»


+

Catecismo da Igreja Católica:
« A cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. A Igreja sanciona com uma pena canónica de excomunhão este delito contra a vida humana. "Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae * »




As "freiras" que ajudam mulheres a abortar, estão excomungadas. Aqueles que dizem às freiras para que continuem a ajudar a abortar, não são a "Igreja" e também estão excomungados.

Excomunhão latae sententiae - Aquela em que o fiel incorre no momento que comete a falta previamente condenada pela religião.
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Feminismo Homicida

Canadá. Mulher que matou o filho recém-nascido esconde-se debaixo de um casaco, à saída do tribunal que a perdoou.


12 de Setembro de 2011,  SiteLifeNews.com

Por  Patrick B. Craine

Uma juíza canadiana  permitiu que uma mulher que estrangulou o seu filho recém-nascido, fosse colocada em liberdade, argumentado que a ausência de lei sobre o aborto naquele país significa que os canadianos têm "simpatia" pela mãe.

"Vivemos num país onde não existe protecção para as crianças dentro do útero até ao nascimento. Agora esta juíza alargou a protecção ao criminoso, em detrimento da vítima, mesmo apesar da criança já ter nascido e disso significar que teria de ser defendida pelo tribunal.", relatou Jim Hughes, presidente de um movimento pró-vida daquele país.

Katrina Effert deu à luz na casa dos seus pais, numa casa-de-banho, no dia 13 de Abril de 2005, estrangulou o recém-nascido e livrou-se do corpo da criança atirando-o por cima de uma vedação. Na altura, a mulher tinha 19 anos.

Foi  considerada culpada de homicídio em segundo grau por dois júris, mas das duas vezes o julgamento foi anulado por recursos. Em Maio, um tribunal alterou  a sua condenação de 2009, por homicídio,  para a acusação mais leve de infanticídio.

Na sexta-feira, Effert foi condenada a uma pena suspensa de três anos. Como tal, saiu em liberdade do tribunal, ainda que continue sob certas condições.

Segundo a juíza,  a falta de leis no Canadá sobre o aborto indicam que "apesar de muitos canadianos considerarem o aborto  uma situação não ideal para resolver as consequências de sexo desprotegido e gravidez indesejada, eles geralmente compreendem, aceitam e simpatizam especialmente com as mães desfavorecidas, quanto às exigências de uma gravidez e nascimento de uma criança."

" Naturalmente, os canadianos ficam tristes pela morte de uma criança, especialmente às mãos da sua mãe, mas os canadianos também ficam tristes pela mãe", acrescentou.

Segundo o código penal canadiano, uma mulher que não tenha "recuperado totalmente" dos efeitos do parto pode ser considerada culpada pela acusação mais leve de infanticídio. Para tornar o caso em infanticídio, que implica uma pena máxima de cinco anos, é preciso ser provado algum distúrbio mental da mulher.

As provas apresentadas demonstraram que Effert não sofria de distúrbio mental. Foi realçado o facto dela ter   planeado o nascimento, arranjando tesouras para cortar o cordão umbilical e toalhas, e depois escondendo-se na casa de banho da cave . Houve suspeitas de que ela terá tentado abortar a criança durante a gravidez, fumando e bebendo. E mentiu durante o interrogatório policial, dizendo ser virgem.

Mas a juíza concordou com o advogado de defesa, dizendo que este era um "caso clássico de infanticídio - a morte de um recém-nascido após uma gravidez escondida, por uma mãe só e sem apoio."

Activitas pró-vida avisaram durante anos que a oportunidade da aceitação do aborto iria abrir a porta a uma maior aceitação social do infanticídio, começando pela eutanásia em recém-nascidos deficientes. Por exemplo, Peter Singer, o professor da Universidade de Princeton apologista do infanticídio, alega: "não existe uma forte distinção  entre um feto e um bebé recém-nascido."

Apesar de já ter sido considerado da franja radical, as posições de Singer estão a tornar-se cada vez mais populares. O mais prestigiado jornal de bioética do mundo, The Hastings Center Report, publicou em 2008 uma defesa entusiástica da prática holandesa de eutanásia de recém-nascidos.

"Quando irá acabar: na criança de um mês cuja vida os pais consideram não valer a pena, na criança de seis meses, na criança de dois anos, na criança que precisa de cuidados especiais ou que tal no adolescente?"; pergunta um defensor pró-vida canadiano que acompanhou o caso.

"É tempo do parlamento, cujo dever é proteger e legislar respeitando a constituição, levar em consideração esse dever de acordo com o primeiro direito constitucional - " O direito à vida" e decretar legislação que reconheça que a vida se inicia na concepção e deve ser protegida desde esse momento até à morte natural", defendeu outra activista." A ansiedade da mãe não pode ser tida como equivalente à perda da vida de uma criança."

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COMENTÁRIO

Portanto, no Canadá existe o crime específico de infanticídio, não para agravar a pena das mães que matam os seus filhos bebés, mas para a diminuir. Em vez de se considerar especialmente cruel, desumano e injustificável o homicídio de um bebé;  cria-se o crime de infanticídio para salvaguardar supostas atenuantes de assassinas, justificando previamente o seu crime. Isto é, reconhecem na lei que uma mãe matar o seu bebé recém-nascido é um crime de pequena e menor gravidade.

A definição de "caso típico de infanticídio" segundo a juíza feminista; não é ser assassinada uma criança mas antes o caso da coitadinha da mulher desamparada que teve de matar o seu filho.


Amonitas, conquistando a simpatia de Moloch com a morte de um bebé.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

LifeSiteNews está sob ameaça de fechar por causa de processo de 500 mil dólares

É com grande preocupação que temos de informar aos nossos leitores que LifeSiteNews (LSN) do Canadá está sofrendo um processo legal — por incrível que pareça, o autor do processo é um padre! (LifeSiteNews é a organização mãe de Notícias Pró-Família em português.)
Os leitores habituais de LifeSiteNews não precisam de apresentação para o Pe. Raymond Gravel — ele é o padre de Quebec e ex-membro do Parlamento do Canadá que, conforme mostrou nossa reportagem, disse numa entrevista de rádio de 2004: “Sou pró-escolha* e não há bispo na terra que me impedirá de receber a Eucaristia, nem mesmo o Papa”.
Então, em 2008, ele defendeu a condecoração canadense mais elevada ao “pai do aborto” do Canadá — o arqui-aborteiro Henry Morgentaler! Durante sua carreira política ele era classificado como “pró-aborto” pela ala política do movimento pró-vida. Ele também criticava de forma frequente e pública os ensinos da Igreja Católica sobre a homossexualidade e o aborto.
Ainda que as reportagens de LifeSiteNews tenham de forma decisiva mostrado o que o próprio Pe. Gravel disse publicamente, ele está nos processando por difamação. Entre outras coisas, ele argumenta que não é pró-aborto, mas ele disse no passado que é “pró-escolha”*.
Ele está exigindo 500 mil dólares em indenização — que, por coincidência, é o orçamento de um ano inteiro para nós. Isso levaria LifeSiteNews à falência!
Você nos apoiará nesta ocasião em que estamos lutando contra esse processo?
Já é difícil LifeSiteNews sobreviver financeiramente, até mesmo quando a época está favorável. Mas com a recessão econômica ficou mais difícil do que nunca. Lutar contra esse processo acrescenta um peso financeiro extra potencialmente muito grande e atualmente impossível.
Em LSN dependemos completamente da Providência Divina; temos geralmente apenas o suficiente em nossa conta bancária para passar até a nossa próxima campanha trimestral de arrecadação de fundos (quando temos!). Nós simplesmente não temos dinheiro para gastar em honorários legais potencialmente impeditivos.
Esse processo também chega ao mesmo tempo em que ataques contra os direitos de liberdade de expressão de cidadãos e meios de comunicação pró-vida, pró-família e cristãos estão aumentando em todo o Ocidente.
É virtualmente importante que LifeSiteNews ganhe esse caso — não só por amor a LifeSiteNews, mas também por amor a todo o movimento pró-vida. Nós simplesmente não podemos deixar os oponentes da vida e família fecharem umas das poucas vozes que sustentam o direito à vida e a santidade do casamento e da família.
O próprio fato de que o Pe. Gravel sente que tem de processar LSN é evidência absoluta de quanto LSN é necessário. Escrevendo sobre LifeSiteNews.com em Le Devoir em 20 de abril de 2009, o Pe. Gravel disse que quando seu bispo recebeu uma carta do Vaticano “que me forçou a me aposentar da vida pública”, anexado à carta “estava um arquivo quase que exclusivamente em inglês composto de comentários negativos sobre mim… que vieram daqueles meios de comunicação ultraconservadores”. Ele até se queixou de LifeSiteNews durante um discurso na tribuna da Câmara dos Deputados!
E então, mais recentemente, o Pe. Gravel foi removido de uma posição como catequista chefe de sua diocese. Em sua ação legal, o Pe. Gravel indica que os artigos de LSN fizeram com que ele perdesse essa responsabilidade.
Apesar do fato de que LSN deixou claro que não desejávamos nenhum mal ao Pe. Gravel, e que, aliás, estamos preocupados com seu bem-estar, ele lançou uma ação legal que poderia de forma grave e até permanente atrapalhar nosso trabalho de salvar a vida e a cultura.
Nossa equipe já está tendo de dedicar o trabalho de vários dias completos para responder às acusações dele — e isso antes mesmo que o caso tivesse realmente começado. A primeira audiência preliminar é nesta quinta-feira em Joliette, Quebec.
Embora a estupenda Sociedade Thomas More de Chicago tenha se oferecido para nos ajudar nesse caso, há muito pouco que eles possam fazer. O caso terá de ser lutado nos tribunais de Quebec, e a Sociedade Thomas More é uma organização com sede nos EUA.
Portanto, somos forçados a contratar assistência legal profissional do Canadá. E como qualquer um que sabe a primeira coisa sobre processos legais, honorários legais podem subir… rápido.
Nesse momento difícil, temos mais uma vez de recorrer aos nossos apoiadores sempre fiéis. O único jeito de podermos resistir a esse ataque é com sua ajuda.
Estamos confiantes com relação à veracidade e profissionalismo de nossa reportagem nesse assunto e estamos determinados a lutar e ganhar contra esse processo injusto. Você se unirá a nós?
Você também apelará par que outros que conhecem você nos ajudem neste momento de necessidade extra especial?
Por favor, considere fazer uma doação. E então — divulgue essa mensagem.
* Nota do tradutor: “Pró-escolha” se refere ao apoio que se dá para uma mulher destruir, por meio do aborto legal, a vida do seu bebê em gestação.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Viva a dissolução da sanidade

Foi com estas palavras eugénicas que um dos aborcionistas do blogue "Sim no Referendo" se congratulou: Reparem no marxismo cultural presente nas palavras "o princípio da dissolução dos costumes". Aparentemente o aborto em si nunca teve nada a ver com a "saúde" da mulher, mas sim foi mais um passo para a "dissolução dos costumes".

Esta gentalha acha mesmo que matar bebés como forma de destruir o Cristianismo é um acto louvável. Josef Mengele estaria orgulhoso.


Eis o que um blogueiro escreveu:
Lendo o que se escreve pelos blogues mais relevantes constata-se, sem dúvidas, que afinal não estava em causa a penalização das mulheres. O que se escreveu sobre elas? Pois, o importante era impor à Igreja Católica uma grande derrota (Causa Nossa), promover a dissolução dos costumes (Arrastão), permitir que alguns deixassem de ter pesadelos à noite, dissipando aúreas obscurantistas, dar uma vitória ao Estado Secular (Sim no Referendo), uma vitória à laicidade (Bichos Carpinteiros). No fundo, o povo achincalhou a Igreja Católica (Diário Ateísta) e outras tretas que tais.

Bem me parecia, quando escrevi este artigo, que a questão estava longe de ser uma mera aderência à realidade, mas antes uma cruzada do realismo pós-moderno. Nada como a euforia da vitória para repor a verdade e virem à tona as reais motivações.

Rodrigo Adão da Fonseca

Como diz o Rodrigo, e muito bem, a questão nunca foi o "sofrimento das mulheres" mas sim uma luta contra o Cristianismo.

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