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domingo, 28 de abril de 2013

Conhece Kermit Gosnell?

Sobre assuntos internacionais, a imprensa portuguesa limita-se a copiar aquilo que é reproduzido pela grande imprensa anglófona, de orientação liberal e marxista cultural. Ocultando a segunda aquilo que não lhe convém, é normal que, se depender da primeira, nenhum português tenha ouvido falar no julgamento do norte-americano Kermit Gosnell. Felizmente, temos a internet que por enquanto ainda nos permite, assim queiramos, sair do ciclo de ocultação mediática, essa nova e generalizada forma de censura.

Em Portugal, a Rádio Renascença foi, talvez a única, excepção à regra. Noticiou o caso. Infelizmente, como se de um "debate" se tratasse, quando a notícia é mesmo, objectivamente, não haver diferença alguma entre os crimes horríveis e desumanos "alegadamente" cometidos por Gosnell e os abortos permitidos por lei. Isto não é questão de opinião e admira-me que os jornalistas da "emissora católica portuguesa" tenham receio de informar as pessoas dessa verdade, sem rodeios e meias-palavras.


Se Gosnell tivesse obtido uma licença do governo, anestesiado as mulheres e desinfectado os instrumentos, poderia ter cortado o pescoço de bebés sem ser responsabilizado criminalmente. Desde que as crianças ainda tivessem a cabeça dentro do corpo da mãe...

Há dois anos, o nome Kermit Gosnell, o psicopata assassino de bebés, já tinha sido referido aqui no blogue "Aborto em Portugal."

Algo de particular interesse para os pais portugueses é o elo de ligação entre Gosnell e a organização internacional a quem a república portuguesa concedeu autoridade para promover a promiscuidade sexual entre os nossos jovens e crianças (o que aumenta gravidezes indesejadas e consequentemente o negócio abortivo). Como demonstrarei mais à frente, os métodos e a história dos crimes de Gosnell, quando não profundamente relacionados, são no mínimo bastante semelhantes aos da organização Planned Parenthood. A qual é responsável, via Associação de Planeamento Familiar, pela "educação" sexual obrigatória e imposta pelo estado a todas as nossas crianças.

Algumas verdades sobre este caso:
  • Testemunhas dizem que Gosnell decapitou centenas de bebés quando estes nasciam vivos dos abortos que ele mesmo provocava. Atire-lhe a primeira pedra, qualquer outro defensor do direito ao aborto que diga ser "pessoalmente" contra essa prática. Também Gosnell dizia o mesmo. E ainda que matava crianças "em nome da santidade da vida humana, dos direitos das mulheres."
  • Gosnell guardava em frascos e congeladores pedaços dos corpos das suas vítimas. Um hábito dos psicopatas. Um congressista norte-americano chamou a Gosnel o "Hannibal Lecter" da vida real. Na verdade, Gosnell é tão psicopata como qualquer outro médico que realiza abortos, seja na China ou na clínica dos Arcos em Lisboa. Como disse esse mesmo congressista, não há diferença entre matar uma criança antes ou depois dela nascer. 
  • Uma enfermeira testemunhou coisas tão horríveis como ter visto bebés a chorar enquanto eram assassinados por Gosnell, um deles depois de ter sido retirado da retrete para onde tinha sido atirado pelo mesmo Gosnel e na qual se esforçava por sobreviver "nadando" (sic).
  • Muitos alegam que o caso Gosnell não é um argumento válido contra as leis que permitam abortos, já que ele realizava abortos numa clínica ilegal, sem condições de higiene e segurança para as mulheres. No entanto, e esquecendo por momentos que moralmente é o MESMO matar uma criança num ambiente limpo e com objectos esterilizados, ou matá-la com um quebra-nozes imundo e num quarto com sangue e urina pelas paredes e no chão; a diferença entre Kermit Gosnell e a maior organização que promove e realiza abortos legais nos EUA é tal ( nenhuma ) que responsáveis da Planned Parenthood, quando alertados por mulheres sobre as condições da clínica de Gosnell, não o denunciaram às autoridades. Depois, a mesma Planned Parenthood, embora organização legal e até financiada pelo governo federal / financiadora de campanhas presidenciais, também tem o hábito de abrir algumas clínicas sem licenças e condições de higiene. Isto sucede porque à organização, em nome dos direitos femininos, interessa-lhe sobretudo lucrar matando crianças, incluindo as que nascem vivas nesses abortos, geralmente por negligência e abandono das vítimas em baldes do lixo. Além disso, outro dos métodos de Gosnell; matar bebés em gravidezes já muito avançadas de mulheres negras e pobres, sem anestesias nem instrumentos cirúrgicos convencionais, era o método da Planned Parenthood nos anos 70, quando os seus "médicos" também usavam mulheres desfavorecidas como cobaias de abortos tardios.
  • Se Kermit Gosnell matou centenas de bebés que nasciam vivos dos aborto cortando-lhes a coluna, Barack Obama votou contra leis que garantem o direito à vida e protecção de bebés nascidos vivos em abortos; e leis que impedem a realização de abortos no terceiro trimestre, "late term abortions", os quais são realizados pelo mesmo método do infanticida Gosnell: rasgar a coluna do bebé com um corte na base da nuca. Ler: Why Obama and the Left don´t care about Kermit Gosnell.
  • Alguns órgãos de informação tentam manter o julgamento de Gosnell fora da ordem noticiosa do dia, porque, admitem, não querem prejudicar o direito ao aborto. 

    O que dizer de um "direito" cujo sucesso depende de se ocultar informação sobre os actos macabros e julgamento de um infanticida serial killer ?

    ________________________________________________________________________

    A ler:





Jairo Filipe

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (APF) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".




Vejam também este post do Orlando Braga.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Planned Parenthood e APF

Novo video "Aborto em Portugal - Blogue contra a Legalização da Matança:


A APF e o aborto

Fonte ]

«A Associação para o Planeamento da Família ( APF ) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social ( IPSS ), fundada em 1967, federada na IPPF – International Planned Parenthood Federation. Tem, em Portugal, um protocolo com o Ministério da Educação relativo à educação sexual nas escolas.

“O único caminho que a IPPF e os seus aliados têm para ganhar a batalha a favor do aborto a pedido é através da educação sexual” . Alan Guttmacher (sucessor de M. Sanger), 1973

Desde a sua fundação que a IPPF/APFs tem despendido milhares de milhões de dólares para a promoção, em todo o mundo, da educação sexual, da esterilização, da contracepção, e do aborto. No Plano Estratégico Visão Ano 2000 (1992), aprovado unanimemente pelas 140 filiais nacionais (APFs) da IPPF, determina-se a luta e a estratégia para a abolição de todas as leis que ainda proíbem o aborto.

Planeamento Familiar = Aborto

Atente-se, a título de exemplo, nos USA: O aborto sempre foi a questão nº 1 para a PPFA (federação norte-americana das Associações de Planeamento Familiar). Esta organização possui a maior cadeia de clínicas de aborto nos USA: tem 900 clínicas, 130 das quais praticam o aborto. Em 1996 realizou 153.367 abortos nas suas clínicas e encaminhou 54.207 para outras. Nos últimos 28 anos realizou 2.500.000 abortos cirúrgicos: 46% são feitos em mulheres de minorias raciais, embora estas só constituam 20% da população. Defende o aborto para selecção sexual , por qualquer razão e em qualquer altura. Para além disso recomenda e distribui largamente ‘contracepção abortiva’ (MTX). Opõe-se a leis que obriguem ao consentimento informado, para quem quiser abortar, a períodos de espera para menores, ao consentimento ou notificação do pai ou do esposo, ao enterro ou cremação decente para os bebés abortados e ao estabelecimento de padrões para o licenciamento dos centros abortivos, que ajudariam a uma maior salvaguarda da saúde da mulher. Tentou forçar a Igreja Católica a prover à prática de abortos, em adolescentes, nos seus centros, levou a tribunal jornais liceais que se recusaram a inserir a sua publicidade e meteu processos judiciais para acabar com programas de educação sexual nas escolas baseados na castidade.

O documento Inventing the Future (1985), da National Organization for Adolescent Pregnancy and Parenting e da March of Dimes, foi elaborado com a cooperação activa das IPPF/APFs. O seu objectivo: conseguir que, no ano 2008, todos os que vão à escola sejam, a partir da puberdade, obrigatoriamente, “imunizados” contra a concepção (aos 21 anos a “imunidade” seria anulada por uma vacina). 

 Importa recordar que esses “imuno-contraceptivos” funcionam, na realidade, como abortivos precoces.
A IPPF/APFs colaboram, ainda, estreitamente com a UNFPA, a UNICEF e a OMS. Estas organizações, juntamente com o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, emitiram, em Agosto de 1998, um impresso chamado “Informação da Mesa Redonda sobre os Tratados dos Direitos Humanos, a partir da perspectiva da Saúde da Mulher. Acentuando os Direitos Sexuais e Reproductivos”. Partindo do princípio de que “os direitos humanos à saúde da mulher têm uns conteúdos, aceites internacionalmente, que transcendem a cultura, a tradição e as normas sociais” de cada povo, o texto afirma que “as legislações que proibam ou limitem o direito ao aborto [e] a liberdade  reproductiva dos menores [o que inclui a contracepção, a esterilização e o aborto]” violam os direitos humanos .

Em Portugal foi público e notório o papel activíssimo que a APF teve na defesa da liberalização total do aborto, até às 10 semanas, aquando do referendo de 1998. O Presidente da República aproveitou a primeira ocasião, a seguir ao referendo em que o Não a essa liberalização saiu vencedor, para condecorar a APF, como já foi referido, com a “Ordem de mérito público”.»


*Nota: em 2007 o director-executivo da APF, inevitavelmente, festejou a liberalização abortiva das 10 semanas.


Contra a  imposição ilegal do braço português da Planned Parenthood como educador sexual de todas as crianças portuguesas:




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