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sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Nunca mais podes voltar a ser o que eras antes do aborto"

Seria sempre bom que nunca existissem histórias deste tipo, mas elas existem e a história tem que ser contada. Obviamente que este tipo de informação não é do agrado do lobby pró-matança.

O vídeo relata a história de Jennifer. Ela fala-nos sobre o que mudou na sua vida depois do aborto, como mergulhou numa vida de drogas e promiscuidade sexual como forma de minimizar a dôr da perda do seu flho.

Em baixo estão algumas das coisas que ela disse:

Estou aqui para vos dizer que tu nunca mais podes voltar a ser o que eras antes do aborto. Essa pessoa desaparece para sempre.

Enquanto estava deitada na mesa da clínica, o meu coração chorava para que alguém me impedisse de seguir em frente. De repente fiquei a saber que o que estava em vias de fazer estava errado.

Nunca me vou esquecer do som da máquina a retirar a vida do meu filho de dentro de mim. Nunca mais seria a mesma.

Fonte


As feministas pró-matança não informam as mulheres das consequências psicológicas de se matar o próprio filho. Para as feministas, o que realmente importa é destruir vidas como forma de implantar uma ideologia política mascarada de "direito das mulheres".

Mas há Um Deus nos céus que está a observar tudo o que as feministas e os seus aliados fazem aos bebés. No final dos tempos, Ele executará justiça.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

90% dos bebés com síndrome de Down são mortos antes de nascer

Consegues assimilar o que está a ser dito? 9 em cada 10, 90 em cada 100 - isto são vidas que são terminadas devido à possibilidade de terem um cromossoma extra.

Alguma vez conheceste alguma criança com o Síndrome de Down ou outra necessidade especial? Eu já conheci muitas. De facto, eu mesmo tenho uma criança com necessidades especiais. Pode-se dizer que ela pode-se atrasar em algumas coisas, mas ela é bastante avançada no amor.

Não vou pintar um quadro irrealista e dizer que é um mar de rosas ser um pai de uma criança com necessidades especiais. Ocorrem provações extras e dias há em que te perguntas se vais ser capaz de manter a cabeça fria enquanto sentes que o teu coração está em vias de arrebentar. O meu marido e eu explicamos aos outros filhos que temos que a sua irmã precisa de ajuda extra e mais ajuda que as crianças da sua idade.

Às vezes não é fácil ser-se irmão de uma criança com necessidades especiais, mas nenhum de nós poderia imaginar a nossa vida sem ela, sem o seu sorriso, a sua gargalhada, os seus abraços e os seus (extremamente molhados) beijinhos.

É por isso que esta estatística dá-me arrepios. Quantas belas crianças destinadas a este mundo foram mortas porque um teste não retornou perfeito? Quantos sorrisos e abraços o mundo perdeu porque à esta pequena vida não foi dada a chance de respirar e alterar mentes, corações e vidas?

Eis aqui uma notícia de ultima hora: nenhum de nós é perfeito; alguns de nós carrega cruzes mais visíveis que os outros.

Nós não somos o resultado casual e sem significado da evolução. Cada um de nós é desejado, cada um é necessário.
Assim falou Bento XVI há alguns anos atrás e desde então tive muitas conversas com outros pais com crianças de necessidades especiais àcerca da última parte da frase de Bento XVI: "necessário". Estas crianças que tem lutas extras, dores extras e precisam de ajuda extra, são necessários. Muitas lições podem ser aprendidas com elas: abnegação, humildade, sacrifício, alegria, triunfo.

As dificuldades extras conduzem a triunfos extras. A primeira vez que a minha filha conseguiu pôr um bocado de comida na boca sozinha , ou conseguiu sentar-se sem ajuda nossa, a alegria que brotou de dentro de mim excedeu a alegria que senti quando os meus outros filhos superaram etapas de desenvolvimento.

Os pais não são os únicos a experimentarem estas sensações. Os irmãos partilham a alegria extra, o que prolifera de forma exponencial em toda a família.

Diariamente, a minha filha ensina-me estas coisas e muitas outras. De facto, durante alguns tempos, vou fazer uma pausa na minha escrita e uma pausa na minha vida profissional de combate para uma cultura de Vida de modo a que as suas lições possam ser melhor assimiladas.

Sempre pensei que precisava de sair pelo mundo para construir uma cultura de vida, mas eis que uma construção diária ocorre através de tarefas simples mas com triunfos monumentais. As famílias com crianças de necessidades especiais fazem isto todos os dias e são um testemunho para o mundo de que todas as vidas importam, incluindo, e provavelmente em especial, a vida dos especiais.

sábado, 9 de abril de 2011

Russia: a cultura da morte

A população da Rússia sofre alarmante declínio demográfico, após o reinado absoluto da “cultura da morte” no período soviético. Documento da prestigiada agência de qualificação financeira S&P prevê ruinosos problemas económicos para a Rússia em virtude do envelhecimento da população, noticiou a AFP.
“Segundo nossas previsões a população vai cair a 116 milhões em 2050, contra 140 milhões em 2010”, escreveu relatório da S&P. A queda será mais sensível na população activa, que vai descer de 72,1% da população total a 60,4%.

O relatório que só considera os aspectos económicos prevê um endividamento monstruoso do Estado russo pela explosão do número dos aposentados e anciãos sem família.

Nesse horizonte o Estado russo enfrentará o pior dos cenários económicos com dividas gigantescas e um crescimento económico que equivale a uma involução, empobrecimento e miserabilização da população.

Somente em 2010, a Rússia perdeu 241.000 habitantes.

É para horizontes inimaginados desse género que nos leva a “cultura da morte” drapeada com enganosos “Direitos Humanos”.


Esta "cultura da morte" inclui cerca de 200,000 abortos anuais. Como é possível que um país que observa a sua economia a degenerar-se devido à falta de substituição demográfica não tome medidas que fomentem a natalidade?

A cultura da morte está de tal maneira enraizada que este país prefere perder dinheiro do que promover valores familiares que olhem para a natalidade como algo a almejar.

(Fonte)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Os números do genocídio silencioso em Portugal

*Fonte*


"Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos"
Provérbios 6:16-17

ABORTO, OS NÚMEROS DE PORTUGAL!!


DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SAO ASSUSTADORES:

EM 2007 FOI O PRIMEIRO ANO EM QUE O NUMERO DE MORTES SUPEROU OS NUMERO DE NASCIMENTOS.

EM 2009 FOI O PRIMEIRO ANO COM MENOS DE 10.000 NASCIMENTOS!

ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO DA MULHER” REALIZADOS NOS 3 ANOS QUE SE SEGUIRAM À ENTRADA EM VIGOR DA LEI 16/2007 (JULHO DE 2007):

15.593 (1º ANO JUN -07 A JUN-08)

18.990 (2º ANO JUN-08 A JUN-09)

19.591 (3º ANO JUL-09 A JUN-10)

DESDE QUE A LEI FOI APROVADA JA FORAM MORTOS MAIS DE 65.000 PORTUGUESES!!!

35% DOS ABORTOS FORAM REALIZADAS POR MULHERES ESTUDANTES E DESEMPREGADAS

A MAIOR PARTE DAS MULHERES QUE REALIZARAM O ABORTO POR OPÇÃO ESTÃO ENTRE OS 20- E 34 ANOS.

EM 2009 HOUVE UMA REDUÇÃO DOS ABORTOS NAS CAMADAS COM MENOS INSTRUÇÃO E UM AUMENTOS NAS CAMADAS MAIS INSTRUIDAS

54% DAS GRAVIDEZES DE MULHERES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBE TERMINARAM EM ABORTO, OU SEJA, MAIS DE 1 EM CADA 2 GRAVIDEZES DE MÃES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÉ TERMINARAM EM ABORTO!

40% DOS ABORTOS REALIZADOS NESSES 4 ANOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE NUNCA TIVERAM FILHOS

APENAS 8% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES COM 3 OU MAIS FILHOS

21% DOS ABORTOS REALIZADOS EM 2009 FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE JÁ HAVIAM ABORTADO "POR OPÇÃO"

EM 2007, NO ANO DA ENTRADA EM VIGOR DA NOVA LEI, O ABORTO CLANDESTINO TERÁ ATINGIDO O SEU NÍVEL MAIS ALTO DESDE 2002 (AUMENTOU DEPOIS DA LEGALIZAÇÃO!!)

OS MAIS DE 65.000 ABORTOS “LEGAIS POR OPÇÃO” REALIZADOS DESDE 2007 TERÃO CUSTADO AO ESTADO PORTUGUES PERTO DE 100 MILHÕES DE EUROS! (num momento de crise em que se fala em medidas de austeridade e cortes nos gastos públicos poderiam pensar em cortar nesses gastos)

EM 2011 HÁ 422 EDUCADORAS DE INFÂNCIA E 422 AUXILIARES QUE NÃO TIVERAM EMPREGO POR CAUSA DO ABORTO “POR OPÇÃO”

COM OS MAIS DE 65.000 ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO” PERDERAM-SE 85 MILHÕES DE EUROS POR ANO EM CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL, JÁ A PARTIR DE 2030

O ABORTO É A 3ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL!!

“As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planeamento familiar […], como algo inócuo, sem consequências" Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada

“O aborto recorrente está a tornar‐se um grande problema de saúde pública” Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica.

(dados da Federação Portuguesa pela Vida)

http://www.federacao-vida.com.pt/

quarta-feira, 2 de março de 2011

As 10 coisas que os abortistas mais temem

Traduzido e adaptado a partir desta análise sobre a indústria da morte em Rockford, Illinois, EUA.

Abaixo estão as dez coisas relativamente às quais os proprietários, agentes, trabalhadores e apoiantes do aborto mostram grande aversão. O combate pela vida torna-se mais produtivo quando se conhece aquilo que mais temem os que ridicularizam Deus e destroem vidas humanas. Se é isto que eles querem ocultar como forma de manter o estado de indiferença da maioria da comunidade pela matança de inocentes e indefesos, então é isto que tem de ser cada vez mais mostrado.

10. Ecografia.
Em Rockford, activistas pró-vida falaram com inúmeras mães a quem a clínica abortista recusou os pedidos para visionamento dos exames. Isto, juntamente com o ataque da clínica abortista a uma viatura equipada com essa tecnologia, mostra claramente o medo que esta gente tem das mães verem as ecografias dos seus filhos.

9. Dar às mulheres uma alternativa ao aborto.
Desde tentativas falhadas de criar um perímetro no qual não pudessem permanecer activistas pró-vida, até ameaças às mães que os ouvem quando abordadas perto da clínica da morte, esta indústria não aceita que as mulheres sequer ouçam que existe alternativa ao aborto. O próprio responsável pela clínica vem à rua ameçar essas mulheres, quando elas o ignoram pelo sistema altifalante.

8. Rezar
O ponto a que a clínica de aborto se disponibilizou a ir para impedir os cristãos de rezar, atingiu o nível mais baixo de ignorância e depravação. Os assassinos de crianças fazem isto porque eles sabem que as orações já salvaram vidas.

7. Exorcismo
Quando um grupo de padres católicos começou um ritual de orações de exorcismo da fábrica da morte, o seu responsável ficou bastante agitado. Nem sequer conseguiu permanecer lá dentro enquanto os homens de Deus rezavam no exterior. Como se em sincronia, as orações trouxeram-no para fora e numa das vezes até apareceu usando uma máscara de diabo. O aborto tem raízes no demoníaco.

6. Os pobres e as minorias
Desde os defensores da clínica de aborto apanhados em video utilizando expressões racistas, até aos que disseram directamente aos activistas pró-vida que o aborto é necessário para nos livrarmos dos pretos, temos a concretização do sonho de Margaret Sanger. As clínicas de aborto estão no ramo de livrar o mundo, conforme dizia Sanger sobre pretos, imigrantes e indigentes, "das ervas daninhas humanas, irresponsáveis parideiras ... seres humanos que nunca deveriam ter nascido."
*A maior organização abortista norte-americana aceita que os autores de donativos especifiquem que querem o dinheiro usado na eliminação de um bebé pertencente a uma minoria.

5. Verdade
"Eu não queria olhar, mas também não queria parar de olhar. Eu não consegui vê-lo. Eu estava horrorizada.", assim escreveu a ex-directora da Planned Paranthood (talvez a maior organização infanticida do mundo) Abby Jonhson, a propósito de ter testemunhado um aborto na clínica que dirigia. A verdade de que o aborto é o homícidio de uma criança, é perfeitamente visível por qualquer pessoa aberta à verdade. Vendo imagens de uma criança no útero, todos sabemos que a criança no útero é uma pessoa.

4. Vigílias pela vida.
Quando se realizou em Rockford a primeira iniciativa " 40 Dias pela Vida", a clínica de aborto respondia quase diariamente um cartaz, ridicularizando as rezas. Até que o número de abortos baixou. Subitamente, acabaram os cartazes de ridicularização. Numa reunião do comité de códigos e regulamentos urbanos da cidade, uma das justificações dadas por defensores do aborto para criar um perímetro imune a iniciativas pró-vida em redor desta foi " Perante a aproximação dos "40 Dias", temos de fazer alguma coisa".

3. Crianças
A fábrica da morte proibiu a presença de crianças na sua sala de espera, com a excepção óbvia das crianças que eles destroem por dinheiro. O responsável da clínica queixa-se frequentemente dos jovens pró-vida que rezam à sua porta. A presença de crianças, dentro ou fora da clínica, recorda que ele está no negócio de os matar- e ele não gosta de se lembrar disso.

2. Ser avisado da realidade do inferno.
Activistas pró-vida avisam constantemente os responsáveis, trabalhadores da clínica e defensores do aborto sobre a eterna separação de Deus como o fim consequente dos que assassinam bebés. A resposta deles é sempre a mesma. Não negam a realidade do inferno, mas mudam de assunto ou tentam desculpar-se daquilo que fazem, acusandos os cristãos de também serem pecadores. A diferença é que esses cristãos sabem que são pecadores e tentam arrepender-se, enquanto os que matam bebés dentro da clínica continuam a ridicularizar Deus e a destruir vida humana.

1. Jesus Cristo
Nenhum centro infanticida da América, ou provavelmente do mundo, atacou mais o nome de Jesus Cristo do que a clínica de Rockford, Illinois.

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Em Portugal parece que a tendência é a mesma. Alguns exemplos:

Imagens do bebé, o alvo do aborto: Pode-se fazer, mas ver é proibido.

Alternativa ao aborto: Socialistas recusaram tornar obrigatório o aconselhamento às mulheres que pedem para abortar nos hospitais. Na altura deixaram claro que o tempo de reflexão entre o pedido de aborto e o aborto, cito, "naturalmente será curto"

Vigílias pela Vida/ Falar em Deus/ Rezar/Combate espiritual à demência demoníaca abortista/Argumentação religiosa contra o aborto:

-Para horror dos abortistas, eles lutam rezando.

-Seita da Lâmina na Artéria irrita-se e lamenta-se por causa da referência a Deus numa consulta de aconselhamento a uma mulher grávida.( esta também pode ser vista como medo de ser dada uma alternativa ao aborto).

-O demagogo Vera Jardim defendeu em 2007 o "Sim" no referendo, como se o código penal que vigorava e que o seu partido queria alterar fosse uma "moral particular" católica e como se dizer não à legalização do aborto fosse o mesmo que tornar a sociedade numa "sacristia". Para esse senhor, ser contra a matança de bebés era impor uma moral particular religiosa à sociedade. Claro que envenenar, desmembrar e esmagar crânios já não é impor nada a ninguém...

- Daniel Oliveira, Carlos Esperança e Vital Moreira consideram e louvam a legalização da morte de bebés por envenenamento, esquartejamento ou sucção a bomba de vácuo, como vitória contra a Igreja Católica.

Pobres e minorias:

-Fernanda Câncio, ao defender o "Sim" no referendo, perguntou:

"Já imaginaram a miséria que é ter um filho, só porque não se teve dinheiro para pagar um aborto ?"

-Ludwig Krippahl, ao defender a moralidade do aborto de bebés deficientes:

"É evidente que uma vida dessas vale menos que a vida de uma pessoa saudável."

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Bernard Nathanson

1926-2011

Esta semana faleceu o autor confesso e arrependido da morte de 75.000 seres humanos inocentes e indefesos. Não sabemos quantas vidas ele salvou depois de se arrepender, mas a sua confissão, revelação das mentiras e estratégia usada pelos movimentos abortistas para legalizar a matança, bem como os dois documentários sobre o aborto que protagonizou; irão perdurar no tempo como factos contra os quais nenhuma pessoa consciente pode argumentar. Depois de assistir à confissão de Nathanson e dos seus documentários, uma pessoa só pode continuar a apoiar a legalização do aborto se decidir conscientemente ignorar a verdade. Bernard Nathansson converteu-se à vida e posteriormente ao catolicismo. Tal como São Paulo, Nathanson passou de perseguidor a defensor dos perseguidos. Paz à sua alma.


Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: «Saulo, Saulo, porque me persegues?» Ele perguntou: «Quem és Tu, Senhor?» Respondeu: «Eu sou Jesus, a quem tu persegues.







segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Casal aborta gémeos porque queria rapariga e não rapazes

"Seguro, legal e raro" disseram os esquerdistas. No entanto a legalização do aborto leva-nos a situações como esta:
Esta casal está tão desesperado por ter uma rapariga, que eles terminaram com a vida dos gémeos e agora lutam para terem a hipótese de escolher o sexo do seu próximo filho.

O casal, que tem 3 filhos e que ainda sofre por ter perdido a filha pouco depois dela ter nascido, planeia ir ao Tribunal Civil e Administrativo de Victoria de forma a poderem ganhar o direito de escolher o sexo através da FIV (fertilização in vitro)

Este casal está tão determinado em ter uma filha que recentemente terminou com a vida de gémeos concebidos através da FIV.

"Terminou" é a forma como os esquerdistas tentam esconder o horror do que se passou: dois seres humanos foram mortos pelos próprios pais apenas e só porque eram do sexo errado.

A ciência moderno permite-nos saber muitas coisas sobre as crianças mesmo antes delas nascerem. Agora nós podemos matá-las por serem rapazes e não raparigas. Dentro em breve vamos poder matá-las devido à cor dos olhos, ou por serem canhotas ou por terem um sinal no corpo.


O mal caminha só numa direcção: decadência e mais decadência. Nunca vamos chegar a uma dada altura da história da humanidade onde o mal "resolve" não progredir. O mal sempre caminha de forma a incrementar mais a sua influência. Se lhe damos uma mão, o mal quer o braço. Se lhe damos o braço, ele quer o tronco. Se lhe damos o tronco, ele quer todo o corpo. Se lhe damos o corpo, o mal vai querer o corpo das pessoas próximas de nós.

O mal tem uma sede insaciável de se expandir à custa do sofrimento humano.

Por isso é que o movimento infanticida (aborcionista) começa sempre por usar palavras como "direitos reprodutivos" e "saúde da mulher", e "e se a mulher foi violada? Deve dar a luz?!". Isto é apenas a forma do mal pedir a mão, para controlar o braço, depois o tronco, e depois o corpo todo.

O que a notícia mostra é a total desvalorização da vida humana criada à Imagem de Deus. Será que é legítimo matar uma pessoa apenas por ter o sexo "errado"? Se isto é assim, quanto tempo até se começar a matar bebés por terem a côr "errada"? Se matar uma pessoa pela côr da pele está errado, o que é que torna matar um ser humano por ser macho e não fêmea uma decisão certa?

Outra coisa que ressalva disto tudo é que muitos (a maioria?) usam o aborto como contraceptivo. Engravidam mas como o bebé choca com os seus planos, resolvem a via mais fácil (sim, FÁCIL): matar o bebé.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Gianna Jessen, a menina que não conseguiram matar

Impressionante testemunho de uma sobrevivente do holocausto abortista. Gianna Jessen foi cruelmente queimada com sal, no útero da sua mãe. O corpo da mãe expulsou-a, mas ela nasceu viva. Felizmente, a abortadeira não estava na clínica para a asfixar, como era então a prática vigente para todos os bebés abortados nascidos vivos.

A mulher que vão ouvir é a voz de todas as crianças que não tiveram a sorte dela. Gianna Jessen é cada um dos inocente e indefesos cruelmente assassinado antes de nascerem. A crítica que ela faz aos homens que têm o dever de lutar para defender crianças e mulheres, é feita pelos bebés que não têm voz. Pela de Gianna, a menina que não conseguiram matar, todos esses bebés inocentes e indefesos gritam-nos para impedirmos que eles sejam assassinados.



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