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quinta-feira, 28 de março de 2013

Os números da morte.

Fonte



ABORTO, OS NÚMEROS DE PORTUGAL!!


DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SAO ASSUSTADORES:

EM 2007 FOI O PRIMEIRO ANO EM QUE O NUMERO DE MORTES SUPEROU OS NUMERO DE NASCIMENTOS.

EM 2009 FOI O PRIMEIRO ANO COM MENOS DE 10.000 NASCIMENTOS!

ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO DA MULHER” REALIZADOS NOS 3 ANOS QUE SE SEGUIRAM À ENTRADA EM VIGOR DA LEI 16/2007 (JULHO DE 2007):

15.593
(1º ANO JUN -07 A JUN-08)

18.990
(2º ANO JUN-08 A JUN-09)

19.591
3º ANO JUL-09 A JUN-10)



DESDE QUE A LEI FOI APROVADA JA FORAM MORTOS MAIS DE 65.000 PORTUGUESES!!!


35% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES ESTUDANTES E DESEMPREGADAS

A MAIOR PARTE DAS MULHERES QUE REALIZARAM O ABORTO POR OPÇÃO ESTÃO ENTRE OS 20- E 34 ANOS.

EM 2009 HOUVE UMA REDUÇÃO DOS ABORTOS NAS CAMADAS COM MENOS INSTRUÇÃO E UM AUMENTOS NAS CAMADAS MAIS INSTRUIDAS


54% DAS GRAVIDEZES DE MULHERES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÊ TERMINARAM EM ABORTO, OU SEJA, MAIS DE 1 EM CADA 2 GRAVIDEZES DE MÃES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÊ TERMINARAM EM ABORTO!

40% DOS ABORTOS REALIZADOS NESSES 4 ANOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE NUNCA TIVERAM FILHOS

APENAS 8% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES COM 3 OU MAIS FILHOS

21% DOS ABORTOS REALIZADOS EM 2009 FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE JÁ HAVIAM ABORTADO"POR OPÇÃO"

EM 2007, NO ANO DA ENTRADA EM VIGOR DA NOVA LEI, O ABORTO CLANDESTINO TERÁ ATINGIDO O SEU NÍVEL MAIS ALTO DESDE 2002 (AUMENTOU DEPOIS DA LEGALIZAÇÃO!!)

OS MAIS DE 65.000 ABORTOS “LEGAIS POR OPÇÃO” REALIZADOS DESDE 2007 TERÃO CUSTADO AO ESTADO PORTUGUES PERTO DE 100 MILHÕES DE EUROS! (num momento de crise em que se fala em medidas de austeridade e cortes nos gastos públicos poderiam pensar em cortar nesses gastos)

EM 2011 HÁ 422 EDUCADORAS DE INFÂNCIA E 422 AUXILIARES QUE NÃO TIVERAM EMPREGO POR CAUSA DO ABORTO “POR OPÇÃO”

COM OS MAIS DE 65.000 ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO” PERDERAM-SE 85 MILHÕES DE EUROS POR ANO EM CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL

ABORTO É A 3ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL!!

“As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planejamento familiar […],como algo inócuo, sem consequências" Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada

“O aborto recorrente está a tornar‐se um grande problema de saúde pública” Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica.

(dados da Federação Portuguesa pela Vida)
http://www.federacao-vida.com.pt/

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Uma questão de vida ou de morte

Por Rui Castro.
[Ênfase adicionado]

Os recentes números sobre o aborto em Portugal passaram entre os pingos da chuva sem que a turba tenha reagido ou manifestado qualquer tipo de comoção.

Importa saber do que estamos a falar. Em 2011 realizaram-se 20.290 abortos, 97% dos quais por opção da mulher. 26% das mulheres já o haviam feito anteriormente. Das mulheres que abortaram em 2011, cerca de 500 fizeram-no por mais do que uma vez, só no ano passado. Os números da Direcção-Geral da Saúde revelam ainda outras bizarrias, como o facto de, pelo menos, 8 mulheres que abortaram em 2011 já o terem feito anteriormente por mais de 10 ocasiões.

Muitas conclusões se podem retirar destes números, mas há 1 que é inquestionável: os abortos estão a aumentar.

Quem, como eu [Rui Castro], participou activamente na campanha que precedeu o referendo de 11 de Fevereiro de 2007, lembra-se das promessas dos defensores do Sim: com a liberalização do aborto até às 10 semanas, o número de abortos vai diminuir, fazendo de Portugal um país mais arejado e moderno.

Com um Governo socialista e adepto convicto das causas ditas fracturantes, o circo estava montado, encontrando-se, aparentemente, reunidas todas as condições para que a agenda progressista levasse a cabo aquelas que diziam ser as melhores práticas internacionais.

Cinco anos volvidos, no entanto, não se concretizaram as profecias. Com efeito, enquanto a taxa de nascimentos desceu a mínimos históricos, a verdade é que, como referi, os abortos aumentaram, revelando estes números aquilo que, para quem se opôs à liberalização, parecia uma inevitabilidade: o aborto é, hoje, para muitas pessoas, um método anticonceptivo financiado pelo Estado.

Um Estado, lembre-se, praticamente falido. Um Estado que se confronta todos os dias com a escassez de recursos e que tem que alocar os poucos fundos que ainda tem às chamadas intervenções urgentes e inadiáveis, como estas.

Estranho País o nosso que não consegue acabar com as listas de espera, que não consegue tratar a tempo muitas das vítimas das doenças fatais, mas que coloca os abortos no topo da lista das prioridades.

Paralelamente, e em sentido inverso aos cortes que os incentivos à natalidade têm vindo a sofrer nos últimos tempos – em obediência ao plano de austeridade imposto como contrapartida pelo resgate financeiro de que Portugal foi alvo –, importa sublinhar que os subsídios em caso de aborto se mantêm inalterados.

Quem aborta, para além de nada pagar pela intervenção, em Hospital público ou instituição privada, beneficia ainda de isenção de taxa moderadora e de uma licença até 30 dias, paga a 100 por cento pela Segurança Social.

Esqueçamos, no entanto, os números e centremo-nos no que, pelo menos para mim, mais releva. Por cada aborto que é feito, quaisquer que sejam os motivos, há uma vida humana que se perde.

Assunção Cristas, a actual Ministra da Agricultura, escreveu em Dezembro de 2006 que

Acredito que um dia, quando gerações futuras olharem para trás vão compreender com facilidade que a liberalização do aborto, onde ocorreu, foi, historicamente, um desvio no percurso civilizacional da luta pela promoção da dignidade do homem.
É, em obediência a esta convicção que julgo permanecer intacta, que me dirijo aos actuais governantes, muitos deles comprometidos com esta causa, pedindo-lhes que ajam em consciência e que promovam, por todos os meios ao seu dispor, os valores que um dia afirmaram defender.

Este é um apelo à urgência. É urgente fazermos qualquer coisa. Porque, neste caso, a inércia é sinal de morte.

Por cada hora que passa, são duas as crianças que deixamos matar.


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

País com população envelhecida oferece abortos

Portugal é um dos países mais envelhecidos do Mundo e as medidas de incentivo à natalidade não têm funcionado até agora porque, defende a Associação Portuguesa de Demografia, ter filhos é uma decisão "privada do casal".

"Nós temos um problema de baixa fecundidade. Portugal é um dos poucos países do Mundo que continua ainda com uma tendência de declínio", lembra a presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Maria Filomena Mendes, um dia antes da conferência 'Nascer em Portugal', promovida pelo Presidente da República, que sexta-feira arranca em Cascais.

Na década de 60, a taxa de natalidade bruta era praticamente o dobro da actual. Em 50 anos Portugal passou de mais de 200 mil nascimentos anuais para cerca de 100 mil.

Nos últimos anos verificou-se uma situação inédita no país: em 2007, 2009 e 2010 foram menos os que nasceram do que os que morreram.

Hoje, "a maioria das mulheres tem apenas um filho", sublinha Filomena Mendes, referindo-se aos números que apontam para uma média de 1,3 filhos por mulher.

A introdução no mercado dos métodos contraceptivos veio permitir programar a chegada do primeiro filho. A pílula, por exemplo, surgiu há exactamente 50 anos em Portugal, mas nessa altura eram uma minoria as mulheres que a tomavam. Hoje vendem-se cerca de oito milhões de embalagens por ano. Para a maioria dos casais portugueses, o nascimento dos filhos passou a ser planeado e, em muitos casos, adiado.

Filomena Mendes acredita que os portugueses estão entre os europeus que mais adiam o nascimento do primeiro filho porque existe um "adiamento da transição para a vida adulta". "Em Portugal, os jovens saem tarde de casa dos pais, tentam prolongar ao máximo a escolaridade, entram mais tarde no mercado de trabalho", defenda a especialista.

Certo é que as politicas nacionais de incentivo à natalidade "não têm resultado e a fecundidade continua a diminuir", alerta.

Já o presidente da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN), Ribeiro e Castro, acredita que o "desastre" da baixa fecundidade se deve precisamente às políticas governamentais. "As famílias portuguesas têm vindo a ser sujeitas a uma política fortemente anti-natalista e é isso que justifica esses números. Têm havido lindos discursos, mas a prática tem sido precisamente oposta."

Para o responsável, a "política anti-natalista em Portugal tem sido muito mais dura do que a da China". "A nossa taxa de natalidade é inferior à da China que, mesmo com a política de filho único, tem 1,6 e nós temos 1,3".

Fonte

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Li e reli o artigo, fiz uma pesquisa por palavras, e não encontrei uma única referência ao aborto. Sem dúvida que foi um "lapso".

Provavelmente não é preciso dizer isto, mas Ribeiro e Castro tem razão: os principais (únicos?) culpados da inverno demográfico em que estamos a cair são os governos PS e PSD que rodaram entre si os destinos da nação durante a maioria dos últimos 20/30 anos.

Estas leis anti-vida não são "acidentais": elas são propositadas e planeadas. A questão aqui é saber quando é que os portugueses se mentalizam que estão a ser vítimas de engenharia social tendo visto a concentração do poder nas mãos duma minoria não representativa dos desejos da maioria.

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sábado, 27 de agosto de 2011

Rússia: as consequências da cultura da morte

A crise demográfica do país conhecido (hoje, ironicamente) como "Mãe Rússia" raramente tem sido motivo de discussão no mundo anglófono. Recentemente, no entanto, a Population Research Institute (PRI) não só viajou até à Rússia como forma de remediar essa situação como publicou um vídeo-documentário da sua viagem à este país.

No seio das ruínas do império que classificou a família natural como uma instituição burguesa, o povo russo observa o declínio populacional à medida que a população mais jovem está a ser eliminada ao ritmo de 7 abortos por mulher (!!).

Nos últimos 20 anos estima-se que 80 milhões de crianças russas foram abortadas. Alexey Komov, presidente do "Moscow Demographic Summit" afirma:

A Rússia enfrenta um problema demográfico sério. Estamos a perder quase 3/4 dum milhão de pessoas todos os anos.
Actualmente, a taxa de natalidade da Rússia é de 1,2 por mulher, enquanto que a taxa de substituição que qualquer população deve ter ser de 2,1. Números semelhantes encontram-se na China, no Japão e nos países da Europa Oriental.

Em 2003 o então presidente Vladimir Putin instituiu o bónus de $9,000 por bebé como forma de salvar o país do colapso económico. No entanto, os peritos afirmam que, embora a medida tenha ajudado, a História mostra que, mal o processo tenha iniciado, só uma profunda renovação cultural pode ajudar o país evitar o desastre demográfico.

Phillip Longman, pesquisador da "New America Foundation" afirma:

Em última análise é a fé e espiritualidade que determinam quantas crianças as pessoas decidem ter. . . . Isto não é algo que o governo possa fazer. Isto é algo que a sociedade tem que levar a cabo.
O documento do PRI explana vários projectos determinados a ajudar a renovação tais como uma rede federal de médicos clínicos que não executam abortos.

-Fonte-


Impressionante como as pessoas têm a solução bem à sua frente mas recusam-se a segui-la por motivos ideológicos.

É por demais óbvio que se a Rússia precisa de aumentar a taxa de natalidade, a primeira coisa a fazer é........ impedir prácticas que diminuam as taxas de natalidade. Mas é preciso ser-se um génio para se vêr isto?

Claro que o aborto deve ser proibido - mas não por motivos económicos e demográficos mas sim porque está moralmente errado um ser humano decidir sobre a vida de outro ser humano inocente.

O que está a acontecer na ex-"Mãe" Rússia vai acontecer em todos os países que legalizaram a matança de bebés. Esta práctica é o pináculo da cultura da morte, e como tal, é mesmo a morte que vão ter.


Mas o que pecar contra Mim violentará a sua própria alma: todos os que Me aborrecerem amam a morte. - Provérbios 8:36

O sr Phil Longman está 100% correcto ao afirmar que só uma renovação espiritual pode salvar a Rússia. Se os russos querem reverter a cultura de morte que dominou sobre eles durante grande parte do século 20, e domina hoje em dia, eles têm que voltar a adoptar ideologias em favor da vida.

sábado, 23 de julho de 2011

David Beckham alvo de críticas por ter 4º filho

Os fanáticos adeptos pelo controle populacional e os ambientalistas radicais mostram mais uma vez a sua irracionalidade e as suas cores totalitárias ao usarem o nascimento do quarto filho do jogador de futebol David Beckham como forma subirem nos seus palanques e apregoarem a sua "moralidade" anti-natalidade..

Simon Ross, esquerdista e director-executivo da "Optimum Population Trust", qualifica a família Beckham de "exemplos muito maus". Ross insiste:

Não faz sentido algum as pessoas tentarem reduzir as suas emissões de carbono mas ao mesmo tempo aumentarem-nas em 100% ao terem outro filho.
Se estas tentativas de se incutir sentimentos de culpa não fossem suficientes, Ross apela a que se alterem os "incentivos" governamentais de modo a encorajar famílias mais pequenas, pese embora os dados demonstrarem que a dimensão das famílias já está em decréscimo em todas as regiões do mundo.

Larry Jacobs , que pertence ao "Congresso Mundial de Famílias", congratulou a família Beckham por terem "oferecido o dom da vida a mais uma criança preciosa":

Ao contrário dos mitos propagados pelos ambientalistas radicais, feministas, secularistas e os socialistas, os dados mostram que o número de crianças continua a decair. De facto, actualmente há menos 6 milhões de crianças (com idade igual ou inferior a 6 anos) do que havia em 1990.

Grupos como o "Optimum Population Trust" fazem o seu jogo suportando-se no medo e na ignorância. A sobre-população é baseada num paradigma dos anos 60 cujo um dos mentores foi Paul Ehrlich com o seu livro “The Population Bomb.”

A população mundial pode estar temporariamente a aumentar mas as taxas de natalidade mundiais caíram na ordem dos 50% desde os anos 60. Hoje, quase metade da população mundial vive em países com taxas de natalidade abaixo das necessárias para uma substituição da população.

Na Europa, o número de crianças com menos de 6 anos caiu em 36% desde 1960. De acordo com a "Nations Population Division", se os números actuais se mantiverem, por volta de 2050 haverá 248 milhões de crianças a menos no mundo com idades abaixo dos 6 anos.

Jacobs avisa:
O grupo “Optimum Population Trust" não terá que se preocupar com as alegadas pegadas de carbono quando não houver pessoas suficientes para manter em funcionamento as sociedades modernas e industrializadas. (Os economistas chamam a estas pessoas de "capital humano").

Jacobs apelou a uma discussão franca das realidades do deserto de natalidade e a importância das famílias. Ele apelou ainda aos órgãos de informação para apresentaram o outro lado da discussão em torno do debate populacional, e mostrar os benefícios sociais de se encorajar a "família natural".

O Congresso Mundial de Famílias patrocinou a primeira cimeira demográfica, “Moscow Demographic Summit: Family and the Future of Humankind” na "Russian State Social University", durante os dias 29 e 30 de Junho último. A cimeira colocou debaixo do mesmo tecto demógrafos, economistas e líderes mundiais como forma de se discutir o eminente inverno demográfico.

Fonte

domingo, 29 de maio de 2011

Russia: Número de Abortos Aproxima-se do de Nascimentos

Um artigo que me foi enviado pelo Marcos Sabino:
Rússia: Número de abortos aproxima-se do de nascimentos

O número de abortos na Rússia aproxima-se do de nascimentos, segundo dados revelados hoje pela ministra russa de Desenvolvimento Social, Tatiana Golikova.

Em 2008, nasceram na Rússia 1 milhão e 714 mil crianças, mas o número de abortos registados foi de 1 milhão e 234 mil, disse a ministra, durante um encontro do Conselho da Rússia dedicado à política demográfica.

Um milhão de almas a quem lhes foi negada o dom da vida.

Bem vindos ao holocausto silencioso.

Neste contexto, Tatiana Golikova defende que a redução do número de abortos é "um recurso real para aumentar a natalidade"
A inconsistência é gritante: a Europa está a envelhecer rapidamente. A solução dos nossos "líderes"? Promover o aborto. Faz todo o sentido, certo?

Longe vão os tempos em que a Europa via os bebés como dádivas Divinas. Hoje nem dignos de vida são. Mais uma consequência da desvalorização da vida humana. Enquanto que com Deus toda a vida humana é preciosa, com o ateísmo a vida humana tem o valor que cada indivíduo assim o classificar. Pior ainda é quando os secularistas conferem (ou tentam conferir) direitos humanos a animais (!).

terça-feira, 24 de maio de 2011

Rússia considerando restringir lei de aborto a fim de desacelerar colapso populacional

28 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num discurso na semana passada Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia, disse que deve-se adotar medidas na Federação Russa para levantar o índice de natalidade.
Vladimir Putin
Putin disse que 1,5 trilhão de rublos serão investidos em “projetos demográficos”, para melhorar a expectativa média de vida e para levantar o índice de natalidade entre 25 e 30 por cento durante três anos.
Depois do discurso de Putin, a Duma, o parlamento russo, introduziu um projeto de lei para desqualificar o aborto como serviço médico no sistema público de saúde. O projeto também permitirá que os médicos possam recusar realizar abortos.
“O projeto de lei tem como objetivo criar as condições para uma mulher grávida optar por dar a luz”, disse Yelena Mizulina, diretora da comissão de família, mulheres e crianças da Duma.
Na quarta-feira a Duma também introduziu um projeto de lei para restringir a propaganda comercial do aborto.
Anton Belyakov, autor do projeto e deputado da facção do Partido Só Rússia, disse para os jornalistas: “O projeto de lei também dá aos médicos a responsabilidade de avisar as mulheres que decidiram fazer um aborto que o procedimento pode causar infertilidade, morte ou afetar negativamente a saúde física e mental”.
A Rússia tem o índice mais elevado de abortos no mundo com 53 abortos por 1.000 mulheres entre as idades de 15 e 44, de acordo com estatísticas da ONU. O aborto é uma questão chave na forte diminuição da população da Rússia, que viu uma queda de 148,5 milhões em 1995 para 143 milhões hoje.
Belyakov disse que o índice de aborto da Rússia é “inaceitável”. As próprias estatísticas do país mostram que há 1.022 abortos realizados para cada 1.000 nascimentos. Os números oficiais mostram entre 1,6 e 1,7 milhões de abortos por ano, mas estimativas não oficiais os colocam em pelo menos 6 milhões por ano, 90 por cento dos quais são feitos, como na maioria dos países desenvolvidos, a pedido da mulher por razões “sociais”, não médicas.
Comentando acerca da crise de natalidade da Rússia, Larry Jacobs, da ONG Congresso Mundial de Famílias, disse: “Não é só a Rússia que está experimentando um inverno demográfico”.
“No mundo inteiro, os índices de natalidade diminuíram em mais de 50 por cento desde o final da década de 1960. No ano 2050, haverá 248 milhões a menos de crianças com menos de 5 anos no mundo do que há hoje. Essa escassez de nascimentos será um dos maiores desafios que a humanidade confrontará no século XXI”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 9 de abril de 2011

Russia: a cultura da morte

A população da Rússia sofre alarmante declínio demográfico, após o reinado absoluto da “cultura da morte” no período soviético. Documento da prestigiada agência de qualificação financeira S&P prevê ruinosos problemas económicos para a Rússia em virtude do envelhecimento da população, noticiou a AFP.
“Segundo nossas previsões a população vai cair a 116 milhões em 2050, contra 140 milhões em 2010”, escreveu relatório da S&P. A queda será mais sensível na população activa, que vai descer de 72,1% da população total a 60,4%.

O relatório que só considera os aspectos económicos prevê um endividamento monstruoso do Estado russo pela explosão do número dos aposentados e anciãos sem família.

Nesse horizonte o Estado russo enfrentará o pior dos cenários económicos com dividas gigantescas e um crescimento económico que equivale a uma involução, empobrecimento e miserabilização da população.

Somente em 2010, a Rússia perdeu 241.000 habitantes.

É para horizontes inimaginados desse género que nos leva a “cultura da morte” drapeada com enganosos “Direitos Humanos”.


Esta "cultura da morte" inclui cerca de 200,000 abortos anuais. Como é possível que um país que observa a sua economia a degenerar-se devido à falta de substituição demográfica não tome medidas que fomentem a natalidade?

A cultura da morte está de tal maneira enraizada que este país prefere perder dinheiro do que promover valores familiares que olhem para a natalidade como algo a almejar.

(Fonte)

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