Mostrar mensagens com a etiqueta EUA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EUA. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de março de 2014

Câmara oculta: a abortista, perante um aborto aos 6 meses: “Não podemos dar à luz um bebé vivo (risos)”

Autoria: João Silveira



O abortadouro chamado Southwestern Women´s Options [Opções para as Mulheres do Sudoeste], poderá continuar a sua missão. São especialistas em abortos tardios, e operam com impunidade sob as leis permissivas desse Estado. Barack Obama é um dos grandes apoiantes deste negócio, e enquanto Senador e depois como Presidente, fez tudo o que estava ao seu alcance para impedir que essas práticas fossem proibidas. Recolhemos informações sobre as instruções dadas às mães que vão a essa clínica, incluindo o terrível “não olhes para baixo" a que são aconselhadas.

Foram gravados por uma câmara oculta, e de novo o Live Action, no dia 8 de Novembro, conseguiu "apanhar" uma mulher grávida, para demonstrar a frieza e o cinismo ("falta de vergonha em mentir ou a defesa e prática de acções ou doutrinas repreensíveis", conforme definido pela Royal Academy ) com que se atende cada caso.

Em baixo mostramos o vídeo completo, e transcrevemos os momentos mais significativos.

00.31 (Recepcionista, que explica que o procedimento dura uma semana.)
Serão 8000 dólares. Ainda está sentada na cadeira? [Risos] Cada semana a mais do que a duração do processo, serão 1000 dólares a mais.

00.57 (Conselheira) Você está de 27 semanas, grávida de 6 meses.

1.06 (Conselheira) Sim, está desenvolvido. Em termos de sobrevivência, teria dificuldades e precisaria da ajuda de uma incubadora. Passaria algum tempo no hospital antes que pudesse levá-lo para casa.

1.37 (Abortista [Drª. Carmen Landau, bolsa de estudos em Cuba]) 
O primeiro dia. Damos-lhe um tiro para que o seu coração pare de bater, ok?

2.06 (Conselheira) Será inserida [a agulha para sugar o cérebro e assim facilitar a saída do bebé] na base do crânio.

(Mãe) Ele vai sentir alguma coisa?

[O vídeo do Live Action apresenta uma caixa que explica que todos os mecanismos que fazem com que o bebé sinta dor estão desenvolvidos às 20 semanas.]

(Conselheira) Eh , quer dizer, eu não estou... não tenho a certeza. Hum... Seria, bem ... Acho que não... Não sei se ele está suficientemente desenvolvido para sentir... Talvez... Isso incomoda-a?

(Mãe) Sim, um pouco, acho eu. E a si?

(Conselheira) [Risos] Ah , bem ... Eu acho que é... eh... é necessários para o processo, e em ultima análise... eh... É a maneira mais segura e mais humana para fazê-lo. Porque... eh... não podemos dar à luz uma criança...viva. [Risos]

(Mãe) Ou seja, é como ter um filho... mas o bébé está morto.

(Conselheira) Um "stillborn".

(Mãe) O que é um "stillborn"?

(Conselheira) "Stillborn" é uma criança morta.

3.10 (Mãe, para a abortista) Você já fez isso antes com pessoas na minha minha si[tuação]?

(Abortista) Sim, muitas vezes.

(Mãe) Já o fez muitas vezes ...

(Abortista) Sim.

(Mãe) Ok .

(Abortista) Sim, sim. As pessoas vêm de todo o país e de todo o mundo à nossa clínica, porque na maioria dos locais não se pode fazer um aborto com mais de 24 semanas. Sendo assim, temos muitas pessoas que já estão realmente muito avançadas na sua gravidez. As leis do Novo México não põem muitos problemas.

in Religión en libertad

domingo, 26 de janeiro de 2014

Washington: dezenas de milhares marcham contra o aborto


Nos anos anteriores a mesma marcha reuniu entre 400 000 e 650 000 manifestantes, contudo, uma forte tempestade de neve na terça-feira levou ao cancelamento de muitas viagens de autocarros, provocando uma visível diminuição dos participantes no evento e respectivo comício. Como exemplo, a diocese de Filadélfia teve de cancelar a sua presença por impossibilidade de viajar.

Ainda assim, na última quarta-feira, 22 de Janeiro,  em Washington,  dezenas de milhares de activistas pro vida enfrentaram as baixas temperaturas, marcando presença num encontro relativo à passagem dos quarenta e um anos sobre a decisão jurídica Roe vs Wade que abriu caminho para (até agora) cerca de 56 milhões de abortos nos EUA. "Estamos a congelar mas congelamos pela melhor causa do mundo" ou "Nenhum sacrifício é demasiado grande para esta causa", foram algumas das palavras de ordem.

À direita, Cardeal O´Malley

Com temperaturas perto dos 0 graus, a marcha deste ano foi mais curta. No entanto os manifestantes foram destemidos. Na noite anterior, durante uma homilia no Santuário da Imaculada Concepção, o Cardeal Sean O`Malley referiu-se ao tempo frio como "perfeito".  « Quanto mais frio melhor será o nosso testemunho. Eles saberão que levamos o assunto a sério. É por isso que vamos lá estar. »





" A vaga de frio não cancelará a Marcha!"



"Caras frias mas corações a arder"





Em 1973, James Dobson, líder pro vida, seguia de carro para casa quando ouviu a notícia sobre a decisão Roe vs Wade. « Fiquei triste porque sabia que milhões de bebés morreriam...", contou, "...mas quem adivinharia então que, quarenta anos depois, seriam 56 milhões?"  





"Juntos venceremos esta luta"


"Em memória dos milhões de vidas devastadas pelo aborto"


"Comprometidos em garantir o Direito a Viver"


"Quem quer lutar o bom combate?"


"Cada vida humana é preciosa e desejada por Deus".



São cometidos um milhão e duzentos mil abortos nos EUA, a cada ano. O que significa que o número de crianças assassinadas anualmente supera a população de um círculo eleitoral norte-americano. 


Giovanna Romero, da organização "Latinas por la Vida", lembrou que os negros, hispânicos e minorias são alvos prioritários da cultura abortista.









Depois das "clínicas" de "saúde reprodutiva" , a nova fase da cultura da morte são as drogas abortivas avulsas e disponibilizadas em escolas e campos universitários.

A presença de muitas crianças e jovens.
"Arrependo-me do aborto que fiz."
"Concebida num estupro, amo a minha Vida" "Mãe depois de violada, amo o meu filho"
O tema da marcha deste ano foi a adopção, à qual uma das organizadoras classificou como "decisão heróica". O objectivo foi  eliminar o estigma da adopção e encorajar as mulheres grávidas que não podem criar os filhos a fazerem essa "nobre escolha", referiu o comunicado oficial à imprensa.


Fontes:

http://www.lifesitenews.com/news/hundreds-of-thousands-set-to-march-for-end-of-abortion-in-washington-on-roe

http://marchforlife.org/

______________________________

Comentário.

                                       Para os jornalistas portugueses isto não é notícia.


domingo, 28 de abril de 2013

Conhece Kermit Gosnell?

Sobre assuntos internacionais, a imprensa portuguesa limita-se a copiar aquilo que é reproduzido pela grande imprensa anglófona, de orientação liberal e marxista cultural. Ocultando a segunda aquilo que não lhe convém, é normal que, se depender da primeira, nenhum português tenha ouvido falar no julgamento do norte-americano Kermit Gosnell. Felizmente, temos a internet que por enquanto ainda nos permite, assim queiramos, sair do ciclo de ocultação mediática, essa nova e generalizada forma de censura.

Em Portugal, a Rádio Renascença foi, talvez a única, excepção à regra. Noticiou o caso. Infelizmente, como se de um "debate" se tratasse, quando a notícia é mesmo, objectivamente, não haver diferença alguma entre os crimes horríveis e desumanos "alegadamente" cometidos por Gosnell e os abortos permitidos por lei. Isto não é questão de opinião e admira-me que os jornalistas da "emissora católica portuguesa" tenham receio de informar as pessoas dessa verdade, sem rodeios e meias-palavras.


Se Gosnell tivesse obtido uma licença do governo, anestesiado as mulheres e desinfectado os instrumentos, poderia ter cortado o pescoço de bebés sem ser responsabilizado criminalmente. Desde que as crianças ainda tivessem a cabeça dentro do corpo da mãe...

Há dois anos, o nome Kermit Gosnell, o psicopata assassino de bebés, já tinha sido referido aqui no blogue "Aborto em Portugal."

Algo de particular interesse para os pais portugueses é o elo de ligação entre Gosnell e a organização internacional a quem a república portuguesa concedeu autoridade para promover a promiscuidade sexual entre os nossos jovens e crianças (o que aumenta gravidezes indesejadas e consequentemente o negócio abortivo). Como demonstrarei mais à frente, os métodos e a história dos crimes de Gosnell, quando não profundamente relacionados, são no mínimo bastante semelhantes aos da organização Planned Parenthood. A qual é responsável, via Associação de Planeamento Familiar, pela "educação" sexual obrigatória e imposta pelo estado a todas as nossas crianças.

Algumas verdades sobre este caso:
  • Testemunhas dizem que Gosnell decapitou centenas de bebés quando estes nasciam vivos dos abortos que ele mesmo provocava. Atire-lhe a primeira pedra, qualquer outro defensor do direito ao aborto que diga ser "pessoalmente" contra essa prática. Também Gosnell dizia o mesmo. E ainda que matava crianças "em nome da santidade da vida humana, dos direitos das mulheres."
  • Gosnell guardava em frascos e congeladores pedaços dos corpos das suas vítimas. Um hábito dos psicopatas. Um congressista norte-americano chamou a Gosnel o "Hannibal Lecter" da vida real. Na verdade, Gosnell é tão psicopata como qualquer outro médico que realiza abortos, seja na China ou na clínica dos Arcos em Lisboa. Como disse esse mesmo congressista, não há diferença entre matar uma criança antes ou depois dela nascer. 
  • Uma enfermeira testemunhou coisas tão horríveis como ter visto bebés a chorar enquanto eram assassinados por Gosnell, um deles depois de ter sido retirado da retrete para onde tinha sido atirado pelo mesmo Gosnel e na qual se esforçava por sobreviver "nadando" (sic).
  • Muitos alegam que o caso Gosnell não é um argumento válido contra as leis que permitam abortos, já que ele realizava abortos numa clínica ilegal, sem condições de higiene e segurança para as mulheres. No entanto, e esquecendo por momentos que moralmente é o MESMO matar uma criança num ambiente limpo e com objectos esterilizados, ou matá-la com um quebra-nozes imundo e num quarto com sangue e urina pelas paredes e no chão; a diferença entre Kermit Gosnell e a maior organização que promove e realiza abortos legais nos EUA é tal ( nenhuma ) que responsáveis da Planned Parenthood, quando alertados por mulheres sobre as condições da clínica de Gosnell, não o denunciaram às autoridades. Depois, a mesma Planned Parenthood, embora organização legal e até financiada pelo governo federal / financiadora de campanhas presidenciais, também tem o hábito de abrir algumas clínicas sem licenças e condições de higiene. Isto sucede porque à organização, em nome dos direitos femininos, interessa-lhe sobretudo lucrar matando crianças, incluindo as que nascem vivas nesses abortos, geralmente por negligência e abandono das vítimas em baldes do lixo. Além disso, outro dos métodos de Gosnell; matar bebés em gravidezes já muito avançadas de mulheres negras e pobres, sem anestesias nem instrumentos cirúrgicos convencionais, era o método da Planned Parenthood nos anos 70, quando os seus "médicos" também usavam mulheres desfavorecidas como cobaias de abortos tardios.
  • Se Kermit Gosnell matou centenas de bebés que nasciam vivos dos aborto cortando-lhes a coluna, Barack Obama votou contra leis que garantem o direito à vida e protecção de bebés nascidos vivos em abortos; e leis que impedem a realização de abortos no terceiro trimestre, "late term abortions", os quais são realizados pelo mesmo método do infanticida Gosnell: rasgar a coluna do bebé com um corte na base da nuca. Ler: Why Obama and the Left don´t care about Kermit Gosnell.
  • Alguns órgãos de informação tentam manter o julgamento de Gosnell fora da ordem noticiosa do dia, porque, admitem, não querem prejudicar o direito ao aborto. 

    O que dizer de um "direito" cujo sucesso depende de se ocultar informação sobre os actos macabros e julgamento de um infanticida serial killer ?

    ________________________________________________________________________

    A ler:





Jairo Filipe

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Qual é o mal em matar crianças?


Fonte

Uma das coisas mais interessantes que notei em torno de toda a postura emocional em torno do tiroteio que ocorreu na escola pública de Connecticut é que uma parte considerável da mesma está a ser feita pelas mesmas pessoas que alegam que Deus não existe, e que o bem o mal [absolutos] não existem. Algumas destas pessoas são também aquelas que afirmam que a Terra tem demasiadas pessoas.

Devido a isto, eu dou por mim a pensar se eles estão propositadamente a erigir poses falsas como forma de ocultar a sua desumana amoralidade num momento em que as sensibilidades se encontram particularmente delicadas, ou se eles são pura e simplesmente intelectualmente incoerentes?

A falácia do assunto é que se não existe uma centelha Divina dentro de nós, se nós nada mais somos que pó das estrelas que, por acaso, se congregou numa das muitas maneiras possíveis, então não há nada de errado ou condenável em reorganizar ligeiramente esse pó estelar. Que diferença faz para o átomo se ele passa a fazer parte do arranjo X em vez do arranjo Y? Que diferença isso faz para o universo?

Se a auto-consciência não existe, se tudo mais não é que uma ilusão tal como descrita pelos neurofilósofos mais imaginativos, então como é possível alguém ser contra a eliminação da não-existência? Qual é a tragédia na transformação do nada para o nada?

E se há demasiadas pessoas na Terra, e no país, a redução desse excessivo número não deveria ser celebrado?

E se é correcto, moral e legal matar uma criança através dum aborto trans-natal, até quanto tempo depois do nascimento é lícito? Será que a morte das crianças da escola pública seria melhor aceite se a qualificassemos de um aborto trans-natal no 24º trimestre?

Numa sociedade pós-Cristã cada vez mais pagã, qual é o mal em matar crianças?
............

Clive Staples Lewis:

O que tu és para a ciência evolucionista dos ateus:

“Você descende de uma célula minúscula do protoplasma original levado pelas ondas a uma praia deserta há três bilhões e meio de anos. Você é o produto cego e arbitrário do tempo, do acaso e das forças naturais. Você é um mero amontoado de partículas atómicas, um conglomerado de material genético. Você existe em um planeta minúsculo num sistema solar minúsculo, num canto escuro de um Universo insignificante. Você é uma entidade puramente biológica, diferente apenas em nível, mas não em espécie, de um micróbio, vírus ou ameba. Você não tem essência além de seu corpo e, na morte, você deixará de existir por completo.Em suma, você veio do nada e não vai para lugar algum.”

O que você é para Deus, onde estão escondidos todos os mistérios da ciência:

“Você é a criação especial de um Deus bom e Todo-Poderoso. Você foi criado à Imagem Dele, com uma capacidade de pensar, sentir e adorar que o coloca acima de todas as outras formas de vida. Você difere dos animais não somente em nível, mas em espécie. Sua espécie não só é única, mas você é único entre os de sua espécie. O teu Criador ama-te e deseja tua companhia e afeição de forma tão intensa que tem um plano perfeito para sua vida. Além disso, Deus deu a vida de seu Único Filho para que você pudesse passar a eternidade com Ele. Se você estiver disposto a aceitar o dom da salvação, poderá se tornar um filho de Deus.”

Entendem a diferença?


terça-feira, 29 de maio de 2012

Aborto: the times they are changing...

Claramente em Portugal as revelações do que se está a passar com o aborto legal (e refiro-me apenas aos relatórios da Direcção Geral de Saúde) estão a provocar uma mudança no olhar público sobre esta triste realidade. Multiplicam-se os artigos de opinião de pessoas favoráveis ao aborto legal que se escandalizam com o privilégio deste acto (que não é médico) no Serviço Nacional de Saúde a incrível subsidiação pública do mesmo. Por todos veja-se este. Chama-se "Desculpem-me, mas sou contra e não quero pagar" de Sérgio Soares.

Mas não é só em Portugal que as coisas estão a mudar. Também nos Estados Unidos os tempos estão a mudar...

Disso dá conta o Público do último Sábado com uma local intitulada "Oposição nos EUA em máximos históricos". Na noticia é referido que nas sondagens da Gallup cada vez diminui mais a percentagem de americanos favoráveis ao aborto e aumenta (ultrapassa os 50%) aqueles que o consideram "moralmente errado"

..

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Evangélicos e Católicos unidos contra o aborcionista Obama

O "plano de saúde" do presidente queniano americano Barack Obama uniu Cristãos de várias denominações - evangélicos, Protestantes históricos e Católicos Romanos - à medida que eles cerram fileiras no seu apoio a um conjunto de processos legais que deram entrada nos tribunais devido às medidas controversas e interferência governamental na religião.

Depois de 43 instituições Católicas terem processado o "plano de saúde" de Obama, tendo como argumento que o mesmo viola a 1ª Emenda, as comunidades Cristãs e conservadoras rapidamente aplaudiram o gesto.

Penny Nance, presidente da organização "Concerned Women for America" (CWA) afirmou:

A comunidade religiosa encontra-se unida na crença de que este mandato - que envolve a contracepção, o aborto químico e a esterilização - forçaria-nos a pagar por algo que consideramos moralmente repugnante.
Segundo, Charmaine Yoest (Americans United for Life), o facto das instituições Católicas terem dado inicio aos processos legais "constitui evidência adicional de que esta lei da saúde tem falhas extremas no seu viés em favor do aborto e das drogas causadoras de aborto. . . . . Estes processos legais são apenas o início, dado o facto de muitos americanos estarem já extremamente perturbados com a expansão do aborto desde Roe vs Wade."

Fonte

* * * * * * *

Eis aqui uma boa notícia para todos aqueles "cristãos" que caíram no engodo do Obama, apesar de todas as evidências confirmarem que ele é uma fraude anti-Cristã.

domingo, 23 de outubro de 2011

Texas dificulta o aborto

O governador do Texas (Estados Unidos), Rick Perry, assinou o Projecto de Lei 15, que entra em vigor em Setembro e exige que uma mulher realize um ultra-som antes de decidir praticar um aborto.
«Toda a vida perdida por um aborto é uma tragédia que todos devemos procurar », disse Perry a 24 de Maio. Afirmou que com «esta importante lei se assegurará de que toda a mulher no Texas que procura realizar um aborto conhecerá todos os factores sobre a vida que transporta e entenderá o devastador impacto que tem esta decisão».
A lei estabelece que um médico deve realizar um ultra-som 24 horas antes de um aborto, excepto em casos de emergência médica, e mostrar a imagem à mãe, para que ela escute os batimentos do coração do feto.
Entretanto, a mulher pode optar por não ver a imagem ou escutar os batimentos do coração. Para isso deverá assinar uma declaração antes que se faça o ultra-som.
Também poderá negar-se a receber a explicação do ultra-som se a gravidez é resultado de um estupro ou incesto, se for uma menor de idade com permissão judicial para praticar o aborto ou se o feto tiver uma condição médica irreversível ou anormalidade.

Fonte

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Casal recebe 4,5 milhões de dólares por ter "perdido" a hipótese de fazer um aborto

Flórida - Uma decisão legal crucial estabeleceu o satânico precedente para os bebés nascidos com deficiências físicas ao determinar que Rodolfo Santana e Ana Mejia recebam 4,5 milhões de dólares por terem "perdido a oportunidade" de despedaçar, drogar, queimar com químicos, esquartejar, esmagar/perfurar o cérebro ou envenenar o bebé que ela carregou no ventre.

O staff médico do hospital em Palm Beaches não forneceu ao casal a informação correcta em relação à deficiência do filho. O casal, cujo filho não tem braços e só tem uma perna, argumentou que, se soubessem que o filho nasceria deficiente, eles teriam-no decapitado/queimado/esquartejado abortado.

Uma vez que as leis do aborto locais por enquanto ainda terminam mal o bebé nasça, ao contrário de outros locais mais progressivos (1, 2), os pais já não o podem matar de forma rara, segura e legal. Devido a isso (por terem deixado o seu filho viver), o casal exigiu compensação financeira no valor de 9 milhões de dólares (!).

O júri aborcionista concordou com o princípio mas "só" lhes adjudicou 4,5 milhões de dólares.

A assassina em potência a quem Deus deu a honra de carregar a criança no ventre disse:

Sem dúvida alguma que eu teria abortado [a criança que eu trazia no ventre].
Marc Sherman, paraplégico e director da organização AccessABILITY Center for Independent Living, comentou à decisão legal:
A deficiência é algo que faz parte da vida. Uma pessoa com uma deficiência tem tanto valor como qualquer outra pessoa. Não interessa qual é o tipo de deficiência, eles possuem o mesmo valor e importância. Eles deveriam ter o direito de escolher como querem viver.
Há receios de que a decisão do tribunal promove a teoria eugénica de que as pessoas com deficiências não tem o mesmo valor que aquelas sem deficiência. Em Inglaterra há um limite máximo de 24 semanas para matar a criança, excepto em casos de "deficiência". Nesta situação, a mãe pode mandar matar o filho que traz no ventre até aos 9 meses.

Nos EUA 90% dos bebés com deficiências não-perigosas para a sobrevivência são mortos quando ainda estão no ventre.

Andrea Williams, directora-executiva da "Christian Concern", disse:

Isto [a decisão legal] não só perpetua o mito de que a vida não faz sentido ser vivida se temos uma deficiência, como demonstra uma visão utilitária assustadora do ser humano.

As crianças não são um objecto útil do qual nos podemos ver livres se elas não estiverem de acordo com as nossas expectativa, quer sejam expectativas em volta da aparência ou em volta da habilidade.

Está na hora de voltarmos a definição Bíblica de pessoa: que a nossa dignidade não vem da nossa habilidade mas sim do facto de todos nós termos sido criados à Imagem de Deus [Génesis 1:26-27] , deficientes ou não.

Esta visão não só protege a vida como previne o insensível e bárbaro tratamento dos nascidos, ou por nascer, com deficiências.


Bem vindos ao novo mundo (e à nova moralidade) onde a vida dum ser humano depende daquilo que duas ou mais pessoas arbitrariamente determinam como "deficiência".

Só tens um braço? És deficiente e a tua vida tem menos valor que a vida daqueles que possuem dois. Só tens uma perna? Então a tua vida é claramente inferior à vida de quem tem duas pernas!

Este utilitarismo psicótico, aludido aqui neste texto, está na base de todos os genocídios da História do homem. Hitler definiu os Judeus como seres inferiores, e como tal, a sua morte não estava ao mesmo nível de quem defendia o nacional SOCIALISMO. O militante ateu e comunista Mao Tse Tung definiu as pessoas que resistiam à sua ideologia como "inimigos" e, desde logo, vazios do direito mais fundamental que o ser humano tem: o direito à vida - dado pelo Criador e não pelos homens.

Repare-se que a Andrea correctamente alude à Bíblia como o Único Fundamento ideológico que garante a dignidade do ser humano. É por isso que uma das coisas que os assassinos aborcionistas mais temem é o Nome que está acima de todos os nomes, o Senhor Jesus Cristo.

Outra coisa que convém perguntar é: como é que esta criança vai reagir quando souber que a sua própria mãe o teria morto se tivesse tido a oportunidade?

domingo, 24 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mais uma imagem contra o aborto debaixo de críticas


Um quadro de avisos (contendo uma imagem parecida com o Obama) dirigida às mulheres negras de Chicago causou a raiva dos grupos defensores dos direitos das mulheres de Chicago.

Cerca de 20 placards declarando que "A cada 21 minutos o nosso possível líder é abortado" estão a ser colocados em vizinhanças predominantemente africanas em áreas onde Obama costumava viver.

O pastor do Texas responsável pela campanha "Life Always" disse que quer "encorajar reflexão" em torno da elevada taxa de aborto entre os afro-americanos. Stephen Broden, que é afro-americano, declarou ainda que:

Por demasiado tempo o flagelo do aborto tem estado escondido devido ao politicamente correcto. . . . Os interesses da esquerda liberal enganaram as nossas mulheres e fizeram-lhes acreditar que a resposta à pobreza é a morte dos seus próprios bebés.
Os aborcionistas da Planned Parenthood de Illinois declararam que os quadros de aviso são "um esforço ofensivo e condescendente para estigmatizar e envergonhar as afro-americanas ao mesmo tempo que tenta limitar a sua habilidade de tomar decisões médicas privadas e pessoais."

*Fonte*


A posição da Planned Parenthood (PP) é curiosa, especialmente no que toca à "estigmatização" da mulher africana. São eles que foram fundados por uma mulher (Margaret Sanger) que não só tinha em vista a eliminação das "ervas daninhas humanas", como também tinha fortes laços com os democratas do Ku Klux Klan. Ela é que considerava os negros como uma raça inferior que deveria ser removida. Ela iniciou o "Negro Project" cujo propósito era mesmo o de reduzir a população negra. Portanto, quem é que está a estigmatizar?

Como se isso não fosse suficiente, nos EUA as mulheres africanas estão desproporcionalmente representadas nos casos de aborto. Quem parece ter um apetite satânico pela morte dos bebés afro-americanos é a organização Planned Parenthood. A principal causa de morte entre os negros americanos é o aborto. E quem os fornece? A Planned Parenthood.

Além disso, se a questão é uma de "tomar decisões", qual é o mal uma mulher africana ter acesso a um maior número possível de informação relevante? É sempre melhor uma mulher tomar decisões informadas do que tomar decisões com informação parcial. Sendo assim, porque é que os aborcionistas da PP não gostam que informação seja colocada à disposição das mulheres antes delas matarem os seus filhos?

A resposta é clara: os aborcionistas não são a favor da livre disseminação de informação porque quanto mais informação nós temos, mais difícil fica de justificar a matança de bebés inocentes. Os aborcionistas sabem disso, e por isso é que se insurgem com os grupos que lutam para que as mulheres saibam o horror que é o aborto.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O 1º de Abril e as mentiras dos aborcionistas

Hoje "celebra-se" um pouco por todo o mundo o infame "Dia das Mentiras". Socialmente, este é o dia em que pessoas adultas concordam entre si dizer umas mentiras como forma de "diversão".

Jornais, televisões e outras instituições públicas juntam-se à decadência e publicam coisas que em outros dias seria o suficiente para pôr em causa a sua credibilidade. O facto da mentira ser uma directa violação do 9º Mandamento não parece ser algo que os neo-moralistas levem em conta.

Mas uma coisa é mentir como forma de obter uma gargalhadas dos leitores (que em si já é suficientemente mau e pecado), mas outra coisa é mentir para retirar a vida a pessoas indefesas e inocentes. A este grupo pertencem todas aquelas pessoas, que inspiradas pela vontade de matar, promovem mentiras para justificar o que elas sabem estar errado, nomeadamente, matar o bebé que se encontra no ventre materno.

Os editores do blogue "Aborto em Portugal" não poderiam deixar passar em claro este dia sem listar algumas das mentiras que os aborcionistas propagam como forme de avançar com a matança. A maior parte dos dados citados em baixo são uma tradução do que se passa nos EUA, mas a mesma mentalidade mentirosa existe onde quer que a matança de bebés é feita.


MENTIRA: O aborto só é legal no primeiro trimestre.

FACTO: Devido ao alcance radical das decisões Roe v. Wade e Doe v. Bolton, o "direito" ao aborto foi efectivamente estabelecido até ao término da gravidez e por qualquer razão (dificuldades económicas, conveniência social ou estilo de vida). Portanto, não há barreiras legais que impeçam uma mulher americana de fazer um aborto em qualquer altura da gravidez.

FACTO: Mais de 77,000 abortos são feitos todos os dias nos EUA depois da décima-sexta semana de gravidez.

MENTIRA: As mulheres realmente precisam da gravidez por motivos de saúde.
FACTO: Uma pesquisa levada a cabo pelo Instituto Alan Guttmacher descobriu que quase metade das mulheres que faz um aborto afirma que usou este procedimento horrível como forma de controle de natalidade.

FACTO: Acrescenta-se a isto o facto de apenas 5% de todos os abortos serem feitos devido à saúde mental ou psicológica da mãe. A violação e o incesto são citadas como motivos para abortar em apenas 1% dos casos.

FACTO: Em termos nacionais, 82% das mulheres que leva a cabo o aborto são solteiras. Isto sugere de uma forma concreta que o aborto é usado como controle de natalidade.

MENTIRA: Ninguém sabe quando é que a vida humana começa.
FACTO: A Associação Médica da Califórnia estabeleceu como facto científico que a vida humana se inicia na fertilização e é continua até à morte.

FACTO: A Drª. M. Matthew Roth, da Universidade Médica de Harvard afirma que "É cientificamente correcto afirmar que vida humana individual inicia no momento da concepção."

FACTO: Jérôme Lejeune, geneticista, e responsável pela descoberta do síndrome de Down afirma que "Se o ovo fertilizado não é nele mesmo humano, então nunca se poderia tornar num humano porque nada mais é acrescentado a ele [até nascer]"

MENTIRA: O aborto é uma necessidade infeliz que não acontece com frequência.
FACTO: 1.4 milhões de abortos são levados a cabo todos os anos nos EUA. Quase 1/3 de todas as fertilizações acaba na morte do bebé (especialmente entre a comunidade afro-americana).

FACTO: Na Rússia, 64% das gestações terminam em aborto.

FACTO: O aborto é a principal causa de morte em Espanha.
MENTIRA: O aborto é necessário para reduzir o abuso infantil. Crianças que são esperadas e desejadas não se vão tornar em crianças abusadas.

FACTO: O aborto não fez nada no que toca à redução dos abusos infantis. Na verdade, desde 1973 (o ano em que o aborto foi legalizado nos EUA) até 1986 o abuso infantil aumentou.

MENTIRA: A típica mulher que aborta é pobre, afro-americana e adolescente.

FACTO: Dois terços das mulheres que aborta tem idades compreendidas entre os 20 e 24. Sessenta e oito porcento (68%) das mulheres que aborta é caucasiana, e dois terços tem um rendimento anual acima dos $11,000 (€7,838.59)
MENTIRA: O aborto não acarreta em si consequências psicológicas para a mulher.
FACTO: Mesmo que isto fosse verdade, é irrelevante. A matança de Judeus por parte de Eichman provavelmente não o deixou com stress pós-traumático mas isso não invalida que o que a Nacional Socialista fez estivesse errado.

FACTO: Há uma imensidão de evidências que demonstram que o aborto torna a mulher mais susceptível a doenças mentais, podendo até levar uma mulher ao suicídio.

MENTIRA: A mulher que aborta fá-lo apenas como última e desesperada medida.
FACTO: Como foi demonstrado em cima, isto é falso. A não ser que se queira acreditar que 64% das gestações na Rússia sejam de mulheres "desesperadas", a verdade é que na maior parte das situações, não é o desespero mas sim a conveniência que leva a mulher a matar o seu filho.

FACTO: Há mulheres que abortam por motivos manifestamente fúteis.

MENTIRA: Não há ligação entre o cancro da mama e o aborto.
FACTO: É um dado científico assente que mulheres que abortam os seus filhos são mais susceptíveis de contrair cancro da mama.

Muitas outras mentiras, distorções científicas e inversões de lógica poderiam ser listadas, mas acho que o que se apresenta é suficiente.

Quem defende a matança de bebés por via do aborto dá suporte a um procedimento bárbaro e nojento (matança de bebés inocentes). Que a verdade e a ciência não estão do lado dos aborcionistas é feito óbvio pela necessidade que os mesmos têm de mentir como forma de se justificarem perante a sociedade.

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira."
João 8:44

sábado, 19 de março de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Mentindo para o avanço da "revolução"

Encontrei estas palavras no blog do Júlio Severo e acho bem relevante (enfase adicionado):
O Dr. Bernard Nathanson, médico judeu que se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto, confessou acerca da propaganda antes da legalização do aborto nos EUA:
Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em consequência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [1]
Quão sintomático isto é da condição do ser humano. Toda o ser humano está ciente da existência de Deus, mas como isso é algo que envolve algumas mudanças de vida, esse facto [a existência de Deus] é suprimido. As evidências são seguidamente"racionalizadas" de forma a ter como resultado apenas e só o ateísmo. Depois, sabendo qual é a verdade, ele anuncia aos demais aquilo que ele sabe ser mentira.

Reparem que o aborcionista claramente afirma que, sabendo qual era a verdade, o mesmo suprimiu o conhecimento da mesma como forma de avançar com a "revolução". Porquê? Porque os fins justificam os meios, aparentemente. Que se lixe a verdade!

Por isso é que é importante nós como cristãos termos em mente uma coisa muito importante: quando falamos sobre Deus com um militante ateu, não estamos a falar com alguém que genuinamente "não sabe" que Deus É Real, mas sim com alguém que sabe que Deus existe, mas que tenta de muitas formas (incluindo a mentira, como se vê no exemplo de cima) racionalizar as evidências dentro do seu humanismo secular.

Semelhantemente, quando falamos com um aborcionista, nós falamos com alguém que SABE que o que está dentro do ventre é um ser humano e não "um amontado de células", como ouvi um aborcionista dizer.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...