sábado, 19 de janeiro de 2013
Bebé encontrado em caçamba de detritos!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Feto Pequeno e Grande em Sofrimento
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Rafael Coca, director-geral da clínica dos Arcos, diz que taxas moderadoras vão "penalizar as mulheres"

O PSD e o CDS já fizeram saber que estão a preparar projectos sobre a matéria justificando a ideia com o facto de muitas mulheres estarem a utilizar o aborto como método contraceptivo.
O director-geral da Clínica dos Arcos, Rafael Coca, não concorda com aqueles argumentos que ele diz serem políticos.
Em média, a clínica dos arcos realizou seis mil abortos por ano, a maior parte - 5 mil - são casos reencaminhados pelo Serviço Nacional de Saúde.
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Homem que lucra com a decisão política de usar o dinheiro público para financiar a matança de bebés inocentes diz que as questões que estão a ser levantadas pelo CDS e pelo PSD são fundamentadas em manobras politicas, e não no caso das mulheres estarem a usar o aborto como "método contraceptivo".
Para já, o aborto nunca pode ser um "método contraceptivo" uma vez que mata uma vida já concebida.
Segundo, as mulheres não irão ser "prejudicadas" com as taxas moderadoras. Ele, Rafael Coca, é que vai ser financeiramente prejudicado com as mesmas.
E, finalmente, quando se fala no aborto, os aborcionistas fazem todos os possíveis para desviar a conversa do grande elefante na sala: a vida humana que é morta em todos os abortos. Rafael Coca diz que as taxas moderadoras penalizarão as mulheres, mas a sua "clínica" penalizou de forma fatal a vida de incontáveis seres humanos intra-uterinos.
Sinceramente, Rafael Coca - o homem que lucra com a matança de bebés inocentes - não tem moral nenhuma para falar em nome da saúde alheia.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Estrangeiras podem estar a vir a Portugal abortar por ser gratuito [sic]
Conceição Bessa Ruão levantou esta questão ao dar a sua opinião no final da apresentação do relatório final de uma petição apresentada pela Federação Pela Vida com vista à avaliação da realidade do aborto em Portugal.
Ao longo de nove meses, a deputada ouviu depoimentos de 12 entidades, as quais contribuíram para o documento agora concluído e que foi aprovado pelos deputados.
Uma dessas entidades foi a Direcção Geral da Saúde (DGS), organismo que contabilizou 18,3 por cento de mulheres de nacionalidade estrangeira que, em 2011, realizaram uma Interrupção de Gravidez (IG).
"Será que há mulheres de outras nacionalidades que abortam em Portugal, porque o aborto é gratuito?", questionou a deputada.
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Não sei qual é a percentagem de mulheres estrangeiras em Portugal, mas duvido muito que chegue aos 10%. Assumindo que são de facto 10% (que é um número por cima), isto significa que as mulheres estrangeiras estão desproporcionalmente representadas no número de mulheres que matam os seus próprios filhos através do aborto.
Devido a isto, a pergunta da deputada tem que ser respondido com um firme "Sim, srª deputada, o nosso país está a ser usado como paraíso aborcionista."
sábado, 5 de maio de 2012
A crise não pode justificar o aborto
Quando em campanha pela Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) livre até às 10 semanas, o argumento mais ouvido era invariavelmente o mesmo: «ninguém faz um aborto porque quer», subentendendo-se que era uma opção limite.
Seguia-se-lhe a afirmação de que a criminalização vitimava sobretudo mulheres desfavorecidas, que punham a vida em risco em redes clandestinas, enquanto “as ricas” iam abortar a Badajoz. Ontem foi divulgado o relatório da DGS que refere que no ano de 2011 se fizeram 20 290 abortos.
Ao longo do dia os resultados foram sendo comentados nos media, e a minha indignação foi crescendo à medida que percebi que se justificava o número de IVG, como uma consequência do desemprego e da crise económica.
Houve mesmo quem alegasse que a culpa era do preço dos contraceptivos. Há 20 290 mulheres que, num ano, engravidaram sem o desejar, e o número cresce. Cinquenta e quatro por cento tem o ensino secundário ou o ensino superior, 44% está entre os 20 e os 29 anos, 50% coabita, ou seja, tem uma vida sexual activa regular, 40% não tem filhos e 51,8% tem um ou dois.
Se para a grande maioria é o primeiro aborto, para 20,4% é o segundo, para 4% o terceiro e 2,3% realizaram outra IVG no mesmo ano. Não me parece admissível desresponsabilizar as pessoas dos seus actos, muito menos quando implicam gerar vida, mas muito menos quando não podem alegar que não sabem que a contracepção existe, e como lhe aceder.
Alegar a crise para o justificar é demagogia, porque em condições difíceis é maior a exigência de redobrar os cuidados para não engravidar. Queria muito acreditar que nunca se aborta de ânimo leve, nem se usa a IVG como contraceptivo, mas temo que se continuarmos a falar dela com tanta ligeireza, acabe por ser tudo isso.
PS – Com 6460 abortos realizados na Clínica dos Arcos, o centro onde em Portugal mais IVG se praticam (a MAC, a segunda, tem 1555), é caso para dizer que já não se vai a Badajoz, porque Badajoz vem a Lisboa.

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