segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Projecto de lei pró-matança rejeitado na Irlanda
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Uma questão de vida ou de morte
Os recentes números sobre o aborto em Portugal passaram entre os pingos da chuva sem que a turba tenha reagido ou manifestado qualquer tipo de comoção.
Importa saber do que estamos a falar. Em 2011 realizaram-se 20.290 abortos, 97% dos quais por opção da mulher. 26% das mulheres já o haviam feito anteriormente. Das mulheres que abortaram em 2011, cerca de 500 fizeram-no por mais do que uma vez, só no ano passado. Os números da Direcção-Geral da Saúde revelam ainda outras bizarrias, como o facto de, pelo menos, 8 mulheres que abortaram em 2011 já o terem feito anteriormente por mais de 10 ocasiões.Muitas conclusões se podem retirar destes números, mas há 1 que é inquestionável: os abortos estão a aumentar.
Quem, como eu [Rui Castro], participou activamente na campanha que precedeu o referendo de 11 de Fevereiro de 2007, lembra-se das promessas dos defensores do Sim: com a liberalização do aborto até às 10 semanas, o número de abortos vai diminuir, fazendo de Portugal um país mais arejado e moderno.
Com um Governo socialista e adepto convicto das causas ditas fracturantes, o circo estava montado, encontrando-se, aparentemente, reunidas todas as condições para que a agenda progressista levasse a cabo aquelas que diziam ser as melhores práticas internacionais.
Cinco anos volvidos, no entanto, não se concretizaram as profecias. Com efeito, enquanto a taxa de nascimentos desceu a mínimos históricos, a verdade é que, como referi, os abortos aumentaram, revelando estes números aquilo que, para quem se opôs à liberalização, parecia uma inevitabilidade: o aborto é, hoje, para muitas pessoas, um método anticonceptivo financiado pelo Estado.
Um Estado, lembre-se, praticamente falido. Um Estado que se confronta todos os dias com a escassez de recursos e que tem que alocar os poucos fundos que ainda tem às chamadas intervenções urgentes e inadiáveis, como estas.
Estranho País o nosso que não consegue acabar com as listas de espera, que não consegue tratar a tempo muitas das vítimas das doenças fatais, mas que coloca os abortos no topo da lista das prioridades.
Paralelamente, e em sentido inverso aos cortes que os incentivos à natalidade têm vindo a sofrer nos últimos tempos – em obediência ao plano de austeridade imposto como contrapartida pelo resgate financeiro de que Portugal foi alvo –, importa sublinhar que os subsídios em caso de aborto se mantêm inalterados.
Quem aborta, para além de nada pagar pela intervenção, em Hospital público ou instituição privada, beneficia ainda de isenção de taxa moderadora e de uma licença até 30 dias, paga a 100 por cento pela Segurança Social.
Esqueçamos, no entanto, os números e centremo-nos no que, pelo menos para mim, mais releva. Por cada aborto que é feito, quaisquer que sejam os motivos, há uma vida humana que se perde.
Assunção Cristas, a actual Ministra da Agricultura, escreveu em Dezembro de 2006 que
Acredito que um dia, quando gerações futuras olharem para trás vão compreender com facilidade que a liberalização do aborto, onde ocorreu, foi, historicamente, um desvio no percurso civilizacional da luta pela promoção da dignidade do homem.É, em obediência a esta convicção que julgo permanecer intacta, que me dirijo aos actuais governantes, muitos deles comprometidos com esta causa, pedindo-lhes que ajam em consciência e que promovam, por todos os meios ao seu dispor, os valores que um dia afirmaram defender.
Este é um apelo à urgência. É urgente fazermos qualquer coisa. Porque, neste caso, a inércia é sinal de morte.
Por cada hora que passa, são duas as crianças que deixamos matar.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Manuel Pizarro: "Matamos bem, pá!"
“Do meu ponto de vista, é um motivo de satisfação e de orgulho, que eu quero partilhar com todos os profissionais do SNS e com todas as instituições, que o SNS, num período tão curto, tenha sido capaz de criar estruturas organizativas que permitem a todas as mulheres que optam pela interrupção voluntária da gravidez terem uma resposta dos serviços de saúde”, afirmou ontem Manuel Pizarro, o secretário de estado contra a Saúde.
(Fonte)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Pode-se Fazer. Mas Ver é Proibido!
DEIXAREMOS DE MOSTRAR O HORROR QUANDO VOCÊS DEIXAREM DE O FAZER." MRC
Querem silenciar o Partido Portugal Pró-Vida, o único partido português que defende a inviolabilidade da vida humana desde a concepção até à morte natural. A Entidade Reguladora da Comunicação recebeu e notificou uma queixa, por causa deste anúncio televisivo:
Numa triste noite de 2007, certas pessoas festejaram a legalização de um acto. Este blogue dará sempre a sua contribuição para que os portugueses possam tomar consciência da realidade nua e crua do resultado inegável desse acto, que é também sempre o seu objectivo premeditado.

- "Embryotome – instrumento usado para cortar a cabeça, as pernas e braços do bebé;
- Tire-tete – usado para segurar a cabeça do bebé com suas pontas afiadas. Uma vez segura, uma longa haste perfurante é enfiada bem fundo na crânio do bebé para que, quando ela for separada do corpo, não fique solta no útero da mãe;
- Cranioclast – usado para esmagar o crânio do bebé para que sua retirada do útero seja facilitada;
- Decapitador de Jacquemier – usado para decapitar a cabeça do bebé;
- Perfurador cranial Luer – usado para perfurar um orifício na cabeça do bebé e facilita, desta forma, seu esmagamento." - Instrumentos do Abortista
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Prioridade da República Portuguesa: Matar
Senhora com problema de saúde oncológico dirige-se a um hospital português.
2.
"efectuados os preparos pré-operatórios, pronta para seguir para o bloco, comunicaram-lhe que afinal a intervenção fora cancelada, em virtude de terem surgido outras pacientes no serviço de cirurgia ginecológica daquela unidade hospitalar, cujo atendimento era prioritário sobre as restantes."
3.
A "directora do hospital, Dra. Teresa Matos, explicou à protagonista deste tristíssimo episódio nada poder fazer, por o sucedido decorrer do que a lei estipula de acordo com as indicações do Ministério da Saúde"
4.
"Na sequência desta aberrante situação foi-lhe marcada uma outra data, 15 de Fevereiro, para a cirurgia que lhe haviam dito ser urgente."
5.
"No entanto inesperada e surpreendentemente, através de um telefonema recebido no dia 3 de Fevereiro, ficou a saber, não sem alguma estupefacção, que a mesma fora adiada para o dia 8 de Março."
6.
"dirigiu-se à sua médica de família, Dra. Suzete Polónia, que se quedou igualmente indignada com o sucedido, tanto mais que, segundo disse, os custos decorrentes de todo este imbróglio comportam, não um, mas dois internamentos, não um, mas dois preparativos pré-operatórios, tudo traduzido num aumento dos custos para o estado, quando o assunto poderia e deveria ter ficado resolvido na data certa"
Para confirmar qual intervenção o Ministério da Saúde considera mais prioritária do que os casos oncológicos:
(CLICAR NA IMAGEM )


Ainda se admiram alguns que o ministro da AI não seja demitido quando dinheiros públicos são esbanjados em blindados desnecessários ou cidadãos ficam impedidos de exercer o direito ao voto. Se o primeiro-ministro e a ministra da saúde não são demitidos por esta vergonha nos hospitais públicos...
E quanto aos que FESTEJARAM em 2007... por onde andarão agora esses defensores dos direitos humanos?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Segundo Vitalino Canas, o Aborto não é Problema Ético.
"Nesta questão [legalização do aborto] (...) estamos a tratar de uma questão de modernidade, estamos a tratar de uma questão de justiça, de mais justiça na nossa sociedade. Queremos fazer uma campanha baseada em argumentos de ciência e em argumentos racionais, não uma campanha baseada em argumentos de moral, de ética"
Analisando em pormenor:
-"Estamos a tratar de uma questão de modernidade"
O aborto como tendência de moda primavera-verão, portanto. A modernidade e sofisticação de matar inocentes e indefesos não é compatível com conservadorismo reaccionário ultrapassado.
-"Estamos a tratar de uma questão de justiça, de mais justiça na nossa sociedade"
Ah, a justiça! E então, como é que se discute justiça, se um determinado acto é justo ou não? Segundo o socialista Vitalino, com argumentos de ciência, racionais. E não com argumentos de moral e ética. Moral e ética estão "vitalinamente" excluídas da razão.
Não me lembro do PS apresentar um único argumento científico e racional durante a campanha. Por exemplo, o inventado prazo de 10 semanas nunca foi cientifica ou racionalmente justificado.O que acontece antes das 10 semanas, de tão diferente após esse limite, que valide legalizar o aborto até esse tempo gestação? Nada.
Cientificamente podemos ter acesso à descrição empírica do que é um feto que tenha até 10 semanas de vida. A actividade científica em si mesma é moralmente neutra. O doutor Mengele e o doutor Gentil Martins, cientificamente chegariam à mesma conclusão sobre o facto de uma mulher grávida ter no útero um ser humano em desenvolvimento.
Se o doutor Vitalino queria despenalizar, legalizar e subsidiar actos letais cometidos contra fetos até 10 semanas; obviamente que tal pretensão exigia ser racionamente justificada com argumentos morais e éticos. Cientificamente descreve-se; eticamente pensam-se os deveres morais que temos relativamente à realidade descrita.
Um feto que foi gerado por dois humanos é um ser humano. Isto é facto científico.
Não é lícito matar um ser humano indefeso e inocente. Isto é um valor ético elementar.
É importante não esquecer quais as tácticas utilizadas para mascarar isto em 2007, por publicitários da banha da cobra como Vitalino Canas. O socialista que tem o exótico cargo de Provedor da Ética e do Trabalho Temporário. É um bom título. O rótulo "da Ética" prestigia. Em questões de vida e morte é que já não interessa falar muito nisso. O que importou foi a VONTADE de legalizar o aborto. A qual o espertalhão Vitalino classificou perante os microfones como "ciência e razão".

