segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A Festa da Morte

Em 2007...

"Houve uma alegria incontida na sala do Altis (...) Às 20 horas, soltaram-se enfim as gargantas (...) aplausos. Vitória! Vitória! Vitória!(...)
Maria Antónia Palla,
combatente de longa data pela despenalização do aborto, não escondia a emoção (...) Compete agora à Assembleia da República a alteração urgente da lei", acentuou Marta Crawford (...) O serão era de festa entre os adeptos do "sim".
A socialista Marta Rebelo cumprimentava o social-democrata Vasco Rato. O escritor Rui Zink abraçava a jornalista Leonor Xavier. Helena Pinto, deputada do Bloco de Esquerda, lançava um sorriso cúmplice ao líder da Juventude Socialista, Pedro Nuno Santos. Também satisfeito, mas de semblante muito mais tranquilo, o ex-líder parlamentar do PCP, Octávio Teixeira(...) O secretário-geral da CGTP( Manuel Carvalho da Silva) circulava entre a pequena multidão (...) Ali acorreram também o juiz Eurico Reis, a actriz São José Lapa, o apresentador José Carlos Malato, a escritora Inês Pedrosa, a actriz Sandra Cóias e o ex-deputado da UDP Mário Tomé. Ana Drago, do Bloco de Esquerda, não escondia a satisfação, tal como Maria João Sande Lemos(...) Maria José Alves, um dos rostos principais da campanha pelo "sim", foi brindada com a maior ovação da noite (...) O 'sim' ganhou! (...) o 'sim ganhou! (...) esta médica obstetra, que suscitou nova onda de aplausos... Portugal junta-se aos restantes países da Europa ocidental no respeito pelos direitos humanos.(...) Duarte Vilar, também muito aplaudido (...) Vamos festejar", gritou alguém."

Em 2011, segundo números referidos no site Portugal Pró-Vida...


A Lei do Aborto já matou 66670 bebés portugueses!

O video abaixo (atenção, imagens muito chocantes), mostra qual o acto cuja legalização foi festejada em 2007:


*A última imagem é a de um bebé com 24 semanas. Em Portugal também é legal matar um bebé que tenha até 6 meses de vida, se ele for deficiente.


Passados praticamente quatro anos, continuarão aquelas personalidades satisfeitas e a festejar a matança de inocentes e indefesos como se fosse "respeito pelos direitos humanos"?


7 comentários:

  1. "Portugal junta-se aos restantes países da Europa ocidental no respeito pelos direitos humanos."

    ?!!!!
    Como é que legalizar a matança de seres humanos é um avanço para a lutar EM FAVOR dos direitos humanos?!

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  2. Se calhar não era má ideia fazer um vídeo onde contrapunha os nomes desses "iluminados" com imagens que bebés abortados.

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  3. Boa ideia. O que eles festejaram foi o "Sim" a isto:

    «Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por
    opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente
    autorizado?"

    Se, em função do resultado do referendo, os estabelecimentos de saúde passam a ser "legalmente autorizados" a abortar a gravidez até às 10 semanas; o que eles festejaram foi a legalização do aborto. Ponto final.

    Se alguém festeja a legalização de um acto, temos o direito de confrontar os festejos com a realidade desse acto. A melhor opção para o video é juntar este "2+2": festejo pela legalização de um acto; mostrar qual é esse acto.

    Esta objectividade basta, e ninguém poderá acusar-nos de difamação ou insulto.

    Esta gente finge que o objectivo e o resultado do abortamento não é a destruição de um ser humano já concebido para o impedir de se desenvolver e nascer.

    Preferem o eufemismo "interrupção voluntária da gravidez", o qual até passaram a pronunciar "IVG"; tanto é a capacidade e o desejo de mentirem e ocultarem a realidade perante si próprios.

    A verdade é que os "médicos" abortadeiros quando planeiam e praticam abortos nos hospitais e clínicas, sabem bem qual o objectivo da intervenção, em relação ao qual escolhem métodos:

    1- Há um ser humano concebido e em desenvolvimento no útero da mulher. ( aquilo a que se chama gravidez).

    2- No final do abortamento não haverá ser humano em desenvolvimento no útero da mulher.

    Entre o antes e o depois, um acto premeditado e bastante concreto é realizado contra um ser humano inocente e indefeso.
    Foi a legalização disso que aquela gente festejou.

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  4. Bolas, não consegui vêr o vídeo até ao fim. É muito forte.....

    Deus tenha misericórdia de nós.

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  5. Nunca pensei que viria a assistir, no meu país, a episódios trágicos e perturbadores como esta aprovação da lei do Aborto, o seu festejo imediato com palmas, sorrisos, abraços, palavras de ordem, logo na noite em que se conheceu o resultado do referendo. Esta realidade dilacera-me. Não consigo acreditar, pura e simplesmente, que festejem isso como uma vitória dos direitos humanos.

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  6. Hugo,
    Nem imaginas como compreendo o sentimento que te vai na alma.

    Quando eu vejo imagens de Portugal dos anos 60 ou 70 e lembro-me que, apesar dos nossos problemas e das nossas insuficiências, mesmo assim tinhamos respeito pela vida dos mais frágeis, e tinhamos uma visão sã do que é um casamento.

    Vêr, por exemplo, o Paulo de Carvalho a cantar "E Depois do Adeus" em 1974, e vêr o que se passa hoje, é triste e deprimente.

    De pensar que hoje em dia festejamos a legalização da matança - nós que somos um país supostamente de brandos costumes - é do mais devastador que pode atravessar a alma.

    Até onde é que isto pára? Quem é que se levanta para liderar a maioria silenciosa que abomina o aborto? Será que há mesmo essa maioria? Ou será o silêncio evidência da inexistência?

    Sinceramente, isto está mau....muito mau mesmo.

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  7. Que vergonha!
    E quem defende os direitos humanos das indefesas crianças?
    Certamente que temos que acreditar na ?boa fé? das pessoas, pois todas estas crianças assassinadas porque as mães não tinham condições de as criar ou porque sei lá, todas elas foram violadas.
    Enfim... que Deus nos acuda que o diabo anda à solta.

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Se vai comentar para defender a legalização do aborto veja primeiro este video. Caso mantenha a decisão de comentar para apoiar a legalização da matança dos fracos e inocentes, escusa de perder tempo. O seu comentário não será publicado.

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