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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A população está envelhecida? A culpa é dos velhos!

Às vezes aparece-nos lixo nas caixas de comentários. Aquele que se segue foi enviado por um anónimo que não gostou de ler este texto. Daí, quis explicar-nos que o problema português do envelhecimento da população é muito mais simples do que pensámos:

« Tanta ignorância que por aqui anda, isto dá dó... Portugal é um país com população envelhecida por uma razão muito simples: porque as gerações anteriores, compostas essencialmente por analfabetos e atrasados mentais, se reproduziram como baratas, aparentemente não cientes do facto de que já existe excesso de população humana neste planeta há um bom par de centenas de anos, »

Dá mesmo dó, não dá?  

Comecemos pelo elementar: quando dizemos que um país tem uma população envelhecida, isso é o mesmo que dizer que a população do país não é jovem. Ainda estamos todos bem? Nenhum cérebro explodiu? Continuemos.

Se os indivíduos das gerações anteriores, as tais "baratas" analfabetas, reaccionárias e atrasadas mentais que tiveram a infeliz ideia de contribuir para a perpetuação da maldita espécie humana, tiveram muitos filhos, vamos supor, uma loucura eu sei, que tiveram esses muitos filhos quando eram novos e não em velhos.

Daqui, a única conclusão a retirar é, se a população está actualmente envelhecida, o problema não foi causado pelos ( hoje) velhos que já cumpriram a sua missão ( suicida) quando eram novos. Foi das gerações que se seguiram, as quais, sublinhe-se, por genuíno altruísmo e interesse no bem-estar do planeta, reduziram drasticamente o número de nascimentos. 

Atrevo-me mesmo a dizer que se as novas gerações, em toda a sua cultura e literacia, seguissem o exemplo das "baratas" analfabetas, não seríamos uma população envelhecida.

Claro, esta conclusão só faz sentido se assumirmos a ideia parva, absolutamente descabida, de que "população envelhecida" significa, basicamente, uma população sujeita ao fenómeno natural do envelhecimento ( parece ser o caso dos humanos ) e na qual  há poucos nascimentos.

Identificado assim o problema, só há duas soluções possíveis para o resolver: ou dizemos às pessoas para deixarem de envelhecer, ou criamos condições e incentivamos o aumento dos nascimentos.

Sugerem alguns que a melhor opção seria a segunda. Que o problema se resolve aumentando o número de nascimentos. Mas como também sabemos, isso é uma estúpida teoria fascista que pretende aniquilar as árvores, os pandas e o planeta no geral.

Na realidade, diz-nos o nosso especialista demográfico, o envelhecimento das populações dá-se pelo "crescimento exponencial":

«...um problema com crescimento exponencial já há bastante tempo evidenciado e exposto pela comunidade científica, mas só agora, FINALMENTE, a começar a ser combatido pelos países civilizados através de medidas tais como a informação ao público e nas escolas, e de controlo de natalidade tais como a contracepção e o aborto VOLUNTÁRIO. »

Pois é. Como toda a gente sabe, as populações com uma forte natalidade são populações bastante envelhecidas. Quantas mais crianças nascem, menos jovens temos. Quem pode negar algo tão evidente?

É por isso que os países civilizados controlam a natalidade, introduzem a contracepção e os abortos, promovem a "coltura" e eliminam o analfabetismo e o atraso mental. Resultado: sai um inverno demográfico para a mesa do canto. O mesmo que dizer, uma população cheia de vigor e juventude...

« Portugal é um caso flagrante deste contexto, não se tratando de um país que tem jovens a menos, mas sim VELHOS A MAIS... »

A tragédia é que esta mesma ideia é defendida por parte da nossa elite. Não é apenas um comentário de um internauta anónimo e imbecil.

Não é por acaso que a eutanásia está na ordem do dia. O problema do excesso de juventude está controlado: o estado já paga para matar as crianças dentro das barrigas das mães. Resta resolver o problema do excesso de velhos. A Solução Final, idealizada pelos génios que sabem quantas pessoas podem e devem existir no planeta, deve estar para breve. Depois de abortadas as crianças e "adormecidos" os velhos, seremos novamente uma população jovem. Faz sentido, sim senhor.

O nosso crânio da demografia reforça que isto da população envelhecida em Portugal é,

«...o resultado de décadas e séculos de reprodução descontrolada, sem planeamento familiar, sem levar em conta o contexto global, sem contracepção e sem aborto, tal como nos (outros) países do terceiro mundo.»

Tal como nos (outros) países do terceiro mundo, porque os países do terceiro mundo, com "reprodução descontrolada", envelhecem. Quem não sabe isso?

Décadas e séculos de malta a ter filhos indiscriminadamente, sem ninguém se lembrar de os matar logo no útero materno, deu no que deu: as gerações sucederam-se, até que nasceram os espertos. Estes, agora olham para trás e percebem a monstruosidade: aquela estúpida e analfabeta gente do passado, mais o raio das suas tendências pecaminosas para a reprodução, não tinha o direito de estragar a Terra e de envelhecer a população do século XXI. 

Assim, o sábio anónimo implora-nos:

« Parem o ciclo de estupidez, por favor. Parem a desinformação, por favor. Se não têm nada de cientificamente útil ou lógico para dizer, parem de DESINFORMAR e retirem este site da Internet imediatamente, se faz favor. NÉSCIOS ! »

Sobre o "imediatamente, se faz favor", no imediato decidimos recusar a sugestão. Se depender dos   NÉSCIOS ! que escrevem neste blogue o ciclo de estupidez e desinformação aqui produzido continuará. Resta ao anónimo esperar que alguma autoridade científica ou judicial decida retirar o site do ar, pelo crime de contributo para o envelhecimento da população portuguesa. Estimamos as melhoras.

Quatro filhos e um casamento. A imagem de um crime contra a humanidade.
  

domingo, 4 de março de 2012

Maria Helena Santos: Esquartejar bebés é um direito

Uma das tácticas bem sucedidas do movimento revolucionário consiste em inverter o enquadramento duma discussão de modo a que resistência a ela seja catalogada de "privação de direitos".

Por exemplo, os activistas homossexuais alegam que os seus "direitos" estão a ser limitados quando lhes é proibido trazer para o seio da sua confusão sexual crianças inocentes ("adopção" homossexual). Mas isso é falso porque o "direito" homossexual de adoptar crianças é uma engenharia social recente.

O mesmo com o "casamento" homossexual; isso não é uma "violação dos direitos" dos homossexuais uma vez que nenhuma sociedade da história humana alguma vez colocou o "casamento" homossexual ao mesmo nível do casamento natural.

Através do blogue feminazista "Feministas sem Fronteiras" ficamos a saber que existe um "direito" a abortar.

Passam já 5 anos desde que, no referendo de dia 11 de Fevereiro, o «Sim» ganhou e se despenalizou a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).
O "Sim" ao esquartejamento de bebés ganhou . . . . entre os menos de 50% das pessoas que foram votar.
Mas ainda há hospitais que se negam a realizar a IVG, como o Fernanda Fonseca (Amadora-Sintra), São Francisco Xavier, Évora, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Torres Vedras.
Obviamente. Nem todas as pessoas são obrigadas a pactuar com prácticas com as quais estejam em desacordo. Aparentemente a Helena Santos não confere liberdade de consciência a quem discorde com a matança de seres humanos.
Ainda há entraves burocráticos nos centros de saúde, por exemplo, no encaminhamento para as consultas prévias. Durante este processo, por vezes, o pequeno prazo estipulado de 10 semanas é ultrapassado e as mulheres vêem negado o seu direito à IVG e são arredadas para o espaço da punição e da clandestinidade.
Oh, que horror!
Passadas que estão as 10 semanas que a lei não constitucional permite que um ser humano seja morto, a mulher, desesperada e sem nenhuma alternativa não aborcionista, vê-se "forçada" a recorrer à clandestinidade como forma de esquartejar o seu próprio filho.

Claro que a mulher tem outra alternativa.

Mas esta alternativa não vale. O que a Maria Helena Santos realmente quer é isto:

A infanticida acrescenta ainda:
Os direitos não podem ter prazos de validade e nós não queremos continuar a ser cidadãs de segunda, vendo as nossas vidas decididas pelo Estado ou por qualquer cardeal.
Esses "direitos" expiram passados que estão 24 horas? O que é que muda entre as 9 semanas, 6 dias, 23 horas , 59 minutos e 59 segundos para as 10 semanas? O ser humano que se encontra no ventre é o mesmo. Se se pode matar às 9 semanas, porque não às 11 semanas?

Curioso que a Helena não queira ser "cidadã de segunda" por não poder matar o bebé que está a ser gerado no útero, mas o bebé em si já pode ser cidadão de segunda ao ver-lhe negado o direito de viver - direito que a Helena teve mas que não quer que outros tenham.

É a Helena e a sua tribo de feminazistas quem decide quem deve viver e quem deve morrer.Outra coisa que convém notar é que o Estado já decide sobre a vida de outros. Se assim não fosse, o Estado nojento não estaria a usar dinheiro público para esquartejar bebés.

a prevenção faz-se através do planeamento familiar gratuito e universal e de uma educação sexual alargada à sociedade.
Pura estupidez. Não há a mínima evidência de que a "educação sexual" esquerdista reduza o aborto. Pelo contrário, quanto mais "educação sexual" é fornecida, mais abortos ocorrem.

Claro que se a Helena realmente quisesse diminuir os abortos (que faz tanto sentido como "diminuir a escravatura" ; isto são coisas que tem que ser terminadas e não "diminuídas"), ela seria a favor da sua ilegalização visto que a legalização apenas aumentou com a morte de bebés através do aborto.

A Helena não quer diminuir com os abortos: ela quer aumentar os mesmos. É por isso que ela quer que mais hospitais levem a cabo essa práctica mortífera, mesmo que isso viole a sua consciência moral. O importante é matar bebés.

A crise não pode ser uma desculpa para taxar direitos nem para os retirar.
Matar bebés não é um "direito".
Não podemos deixar em mãos alheias o destino que queremos dar ao nosso corpo e à nossa vida.
Mas pode-se deixar em mãos alheias o destino que se quer dar ao corpo do bebé e à sua vida.
O bebé não faz parte do corpo da mulher. Isso é um facto. O bebé está dentro do corpo da mulher.

Falar em "destino que queremos dar ao nosso corpo" é uma mentira descarada visto que se o bebé pode ser morto por se encontrar no útero materno, então eu posso matar impunemente quem quer que se encontre na minha casa. "Minha casa, minha decisão".

A lei do aborto tem de ser uma lei que nos sirva, a nós mulheres
Típico egoísmo feminista. Essa lei tem que servir às mulheres feministas, mesmo que isso envolva matar bebés inocentes. A sociedade tem que se curvar perante as exigências feministas sob pena de ser qualificada de "machista".
e não uma que sirva apenas os interesses económicos, impondo modelos éticos, de família, de maternidade.
Não se pode impôr "modelos éticos, de família, de maternidade" às aborcionistas, mas elas podem matar a vida que se encontra no seu útero. Faz sentido.

Por isso, no dia 8 de Março, afirmamos a nossa posição e dizemos:
«O aborto é um direito.»

Traz um papel/cartaz com esta frase e aparece 5ª-feira, dia 8 de Março, às 18:30h, para participar num Flash Mob, em frente à residência oficial do 1º Ministro.
Eis aqui a minha sugestão de cartazes que as feminazistas aborcionistas podem levar:

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