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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Enfermeiras cuidam de bebé abandonada em saco de hipermercado


Pesa 3,570 quilos e mede 50 centímetros, é "perfeitamente saudável", mas ainda não tem nome. A bebé recém-nascida que foi encontrada abandonada na rua Joaquim António de Aguiar, Porto, anteontem ao início da manhã, dentro de um saco reutilizável de um hipermercado está internada no Hospital de São João enquanto o tribunal decide o seu futuro.

"Tem 39 semanas de gestação. É uma criança de termo de gravidez, saudável. Como se fosse um parto normal", disse Gorett Silva, médica especialista em Neonatologia do Hospital de São João. "Agora está internada na Obstetrícia como um bebé saudável", acrescentou ao CM Manuela Rodrigues, especialista no mesmo serviço.

Em Obstetrícia, a menina é conhecida por "bebé". Hoje já deverá receber um nome, atribuído carinhosamente pela equipa. "Nestes casos, normalmente os bebés saem daqui com nome atribuído e um saco com prendas, para o enxoval, dado pelas enfermeiras que os adoptam emocionalmente", revelou Gorett Silva.

O Tribunal de Família e Menores vai tomar hoje conhecimento do caso. Se a bebé não for reclamada por familiares vai para uma casa de acolhimento e será dada para adopção.

"A MENINA CHORAVA MUITO"

Rosa Santos, que possui uma banca de venda de flores junto ao cemitério, foi surpreendida na manhã de anteontem. Eram 07h50. "Estava a chegar ao trabalho e vi aqui a polícia", começa por contar a mulher, logo descrevendo como tudo se passou. "Um homem tinha passado a pé por aqui e ouviu uma bebé a chorar muito. No início até lhe pareciam gatos a miar, mas era mesmo uma menina", contou ontem ao CM Rosa Santos.

Enrolada num toalha de rosto e colocada num saco de plástico reutilizável, a bebé não tinha ainda o cordão umbilical fechado e encontrava-se com marcas visíveis do parto. No local, eram também perceptíveis as marcas de humidade e de sangue.

"Estava toda tapadinha", reforçou ainda Rosa Santos, que não escondeu a indignação pelo facto de alguém ter abandonado a recém-nascida. "Oxalá venha a ser descoberto quem é que fez isto. Trata-se de um ser humano", exclamou a vendedora.

TRIBUNAL REGISTA MENINA COM NOME E APELIDO

Quando um recém-nascido é abandonado, é o tribunal que depois escolhe o nome e apelido da criança e a encaminha para uma casa de acolhimento.

Desde que a recém-nascida foi encontrada, a principal preocupação foi o seu estado de saúde. Após receber tratamento no Hospital de São João, a assistente social da unidade hospitalar vai tomar hoje conta do caso e informar o Tribunal de Família e Menores. Tal como noutros casos idênticos, é o tribunal que vai registar a criança, dando-lhe um nome e apelido, e encaminhá-la para uma instituição.

-Fonte-

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Monte Gordo: Feto de 20 semanas encontrado em esgoto

Um feto com 20 semanas de gestação foi encontrado esta segunda-feira numa caixa de saneamento básico em Monte Gordo, Algarve.

Encontrado pelos funcionários da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, quando faziam a desobstrução das condutas do esgoto, o feto já se encontrava em elevado estado de decomposição, o que leva as autoridades a afirmar que estaria no local há uma semana.

"Já não é a primeira vez que isto acontece em Monte Gordo", afirmou uma testemunha, citada pela SIC.

O feto, com cerca de 30 centímetros, foi transportado para o Instituto de Medicina Legal de Faro para se apurar se se tratou de um aborto espontâneo ou se foi um acto provocado.

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o caso.

-Fonte-


Mas eu pensei que, agora que nós todos pagamos para matar bebés portugueses, os "abortos nas escadarias" terminariam...?

domingo, 25 de setembro de 2011

Recém-nascido deixado na rua num saco plástico


Uma menina recém-nascida, com poucas horas de vida, foi abandonada, este sábado de manhã, perto da entrada do cemitério de Prado do Repouso, no Porto. Estava num saco de plástico e foi levada para o Hospital de S. João.

O alerta foi dado, cerca das 7.15 horas, por um homem, a residir em Gondomar, que passava na Rua de Joaquim António de Aguiar e ouviu o que lhe pareceu um choro, que saía de um saco de plástico do Pingo Doce, que se encontrava na soleira de um portão.

-Fonte-

sábado, 12 de março de 2011

Segundo Duarte Vilar, o aborto não mata...

7 de Maio de 2008:

Director Executivo da Associação Portuguesa de Planeamento Familiar em declarações à Lusa considerou "uma aberração científica classificar o aborto como uma causa de morte".

"Isso é um discurso ideológico. Nunca vi nem nunca ouvi qualquer organismo a considerar o aborto como uma causa de mortalidade",
disse Duarte Vilar, uma das caras do "Sim" no último referendo em Portugal sobre a despenalização do aborto
(Fonte)

Duarte Vilar, planeador de famílias, foi um dos que festejou a legalização do aborto em 2007. Vamos então à ideologia e a aberração científica. Coisas que o inocente e ingénuo Vilar ignora:

RU-486 - O funcionamento desta droga consiste em bloquear a progesterona. Sem esta hormona, o revestimento uterino não fornece alimento, fluidos e oxigénio ao feto em desenvolvimento que nestas condições não consegue sobreviver

Metotrexato - A administração desta droga ( toxina celular) tem um tempo de acção muito semelhante ao RU-486, mas trabalha de um modo diferente. Enquanto que a RU-486 acaba por provocar a morte ao feto por fome, esta droga é um veneno que actua directamente no feto em desenvolvimento, matando-o.

Aspiração - A força da sucção despedaça o corpo do feto. A placenta que se encontra enraizada profundamente no útero é então cortada da parede uterina e é aspirada juntamente com o feto. É o método mais comum nos abortos realizados durante o primeiro trimestre de vida. Qual será a intenção de fazer isto? Dar vida ao feto, como é óbvio. Afirmar o contrário é uma aberração científica e discurso ideológico.

Envenenamento salino- Solução salina concentrada injectada no fluido amniótico. O liquido contendo a toxina mortal vai sendo ingerido lentamente pelo feto, envenenando-o e queimando-lhe a pele e os pulmões. O mecanismo de morte induzido por este agente químico tóxico é a hipernatremia [ aumento de concentração de sódio no sangue, ultrapassando os limites normais ] que causa espasmos, vasodilatação generalizada, edema [ inchaço causado pela acumulação anormal de fluidos nos tecidos, especialmente nos tecidos subcutâneo e submucoso ], congestão, hemorragia, choque, e por fim a morte. Este processo prolonga-se por algumas horas.Quando é realizado com “sucesso” a mãe entra em trabalho de parto um dia depois, dando à luz um bebé morto ou moribundo.

Embryotome – instrumento usado para cortar a cabeça, as pernas e braços do bebé;

Tire-tete – usado para segurar a cabeça do bebé com suas pontas afiadas. Uma vez segura, uma longa haste perfurante é enfiada bem fundo na crânio do bebé para que, quando ela for separada do corpo, não fique solta no útero da mãe;

Cranioclast – usado para esmagar o crânio do bebé para que sua retirada do útero seja facilitada;

Decapitador de Jacquemier – usado para decapitar a cabeça do bebé;

Perfurador cranial Luer – usado para perfurar um orifício na cabeça do bebé e facilita, desta forma, seu esmagamento." -

Métodos Abortivos; Instrumentos do Abortista

Só mentindo se consegue defender o aborto, um acto cruel e cobarde, imposto pelo mais poderoso contra o mais fraco. O defensor da legalização deste crime horrível tem mesmo de fingir que o seu resultado indiscutível e intencional é um "discurso ideológico". Nas clínicas e nos hospitais, os que executam abortos sabem bem qual é o objectivo quando escolhem um método: matar. Mas cá fora, a coisa tem de ser mascarada. Um qualquer Vilar finge-se autoridade científica, e diz que é uma aberração considerar que envenenar, desmembrar, perfurar, esmagar, queimar ou decapitar um ser humano vivo, seja o mesmo que o matar...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Imagens do Aborto, aos Abortistas

A patética campanha "Preservativos ao Papa", em Maio de 2010, foi um bom exemplo de como uma resposta conservadora à altura pode inibir a sede revolucionária pela violência contra os que pensam de maneira diferente. Quem deu a cara pela campanha nos jornais e televisões foram três indivíduos ( um jovem e duas meninas) com discurso politicamente correcto, ar indefeso e de quem tinha saído há poucos dias da adolescência. No entanto, era um facto que a campanha tinha o forte apoio de muitas asssociações gayzistas e de extrema-esquerda.

O nome da campanha já dizia tudo: era uma manifestação contra o Papa. O blogue oficial divulgava os locais a visitar por Bento XVI em Portugal e propunha:

"nesses dias em que o Papa vai estar em Portugal, conseguir o maior número possível de pessoas nos locais onde o Papa vai realizar as missas e distribuir preservativos e/ou folhetos informativos relativos à prevenção da SIDA pelo maior número de pessoas presentes nesses locais."

A reacção surgiu. Na blogosfera, nos espaços mais lidos, surgiram muitos católicos a avisar que não iriam admitir faltas de respeito ou protestos durante as missas. Assim, foi sendo denunciada e ficando mal vista a acção que, sem resposta à altura, inevitavelmente acabaria numa manifestação organizada para boicotar a liberdade religiosa dos católicos, causando conflitos e confusão. Para tentar limpar a imagem, as criancinhas que davam a cara pela campanha concederam uma entrevista, aparecendo como vítimas de insultos e ameaças. Na mesma entrevista, a campanha "Preservativos ao Papa", por artes mágicas, e continuando com o mesmo nome, deixou de ser uma manifestação contra o Papa para se tornar, no discurso dos activistas, apenas uma acção de luta contra a SIDA.

Ao divulgar essa entrevista, uma das caras da campanha confessou num comentário:

"Se quisessemos criar uma iniciativa anti-Papa acredite que muitas mais pessoas se juntavam. Mas não é esse o nosso objectivo nem vejo qualquer razão para o fazer. (...) a nossa acção de sensibilização vai ser pacifista sem qualquer alusão ao Papa ou às declarações assassinas por ele anteriormente proferidas e vai decorrer horas antes das celebrações."

Tradução: se pudéssemos avançar com a iniciativa anti-Papa, já tinhamos muitas pessoas. Mas o objectivo foi massivamente criticado na internet e imprensa, e não há condições para o fazer.

Desde o início que a campanha tinha sido assumidamente motivada pelas declarações do Papa sobre o preservativo. A intenção frustrada deste organizador é revelada quando ele diz que tais declaraçãos são "assassinas". Se procurarmos nos sites e blogues das associações e movimentos que se juntaram à campanha, também não faltam referências ao Papa neste tom. Imagine-se que ninguém tinha reclamado quando a iniciativa começou a ser divulgada, e está-se mesmo a ver o pacifismo e tolerância que esta singela distribuição de preservativos trazia atrás...
No concreto, a acção agendada para Fátima acabou desmarcada pelos pelos organizadores. A coisa resumiu-se à distribuição de alguns preservativos em Lisboa e no Porto, fora dos locais e horas antes das celebrações religiosas. Um insucesso, tendo em conta a intenção inicial implícita. Não houve adesão popular ou manifestação de "Preservativos ao Papa".

Quando já se percebia que a campanha não teria sucesso, houve ainda quem tentasse tirar proveitos do episódio para a causa abortista. A propagandista Câncio lançou a tese de que os críticos do "Preservativos ao Papa" , por coerência com o respeito e a tolerância que diziam defender, tinham de criticar em primeiro lugar a acção dos que, em frente às clínicas, tentam convencer as grávidas que lá se dirigem a não abortar.

A comparação revelou-nos muito sobre o modo de pensar desta senhora. Naquela curta declaração, equiparou uma manifestação religiosa pacífica, ao acto de matar um bebé até dois meses e meio de gestação, através de envenenamento, desmembramento por fórceps e/ou sucção com bomba de vácuo. Como se exigir respeito e tolerância pela liberdade de culto e manifestação religiosa, necessariamente obrigasse, por questão de princípio, a exigir respeito e tolerância pela decisão de abortar. Se levarmos a sério a comparação, temos de concluir que tal pessoa vê o aborto como um ritual espiritual (satânico), equivalente a rezar ou participar numa missa.

Há cristãos que rezam à porta das clínicas de aborto e abordam as mulheres que lá se dirigem, dizendo-lhes a verdade e oferecendo-lhes apoio; a vida como alternativa à morte. Não há nenhuma contradição de princípio entre apoiar esta acção e criticar planos de contra-manifestação e boicote à liberdade religiosa. Se ainda houver dúvidas, basta olhar para os resultados de uma manifestação religiosa e de um aborto.



No entendimento de algumas pessoas, estes dois resultados são igualmente dignos de respeito e tolerância ou, quem sabe, realmente grave e censurável talvez seja perturbar o acto que leva ao resultado que vemos na imagem da esquerda...

Defender a liberdade de culto e, acima de tudo, defender a vida. Não há nenhuma contradição.

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