sábado, 5 de fevereiro de 2011

Prioridade da República Portuguesa: Matar

1.
Senhora com problema de saúde oncológico dirige-se a um hospital português.

2.
"efectuados os preparos pré-operatórios, pronta para seguir para o bloco, comunicaram-lhe que afinal a intervenção fora cancelada, em virtude de terem surgido outras pacientes no serviço de cirurgia ginecológica daquela unidade hospitalar, cujo atendimento era prioritário sobre as restantes."

3.
A "directora do hospital, Dra. Teresa Matos, explicou à protagonista deste tristíssimo episódio nada poder fazer, por o sucedido decorrer do que a lei estipula de acordo com as indicações do Ministério da Saúde"

4.
"Na sequência desta aberrante situação foi-lhe marcada uma outra data, 15 de Fevereiro, para a cirurgia que lhe haviam dito ser urgente."

5.
"No entanto inesperada e surpreendentemente, através de um telefonema recebido no dia 3 de Fevereiro, ficou a saber, não sem alguma estupefacção, que a mesma fora adiada para o dia 8 de Março."

6.
"dirigiu-se à sua médica de família, Dra. Suzete Polónia, que se quedou igualmente indignada com o sucedido, tanto mais que, segundo disse, os custos decorrentes de todo este imbróglio comportam, não um, mas dois internamentos, não um, mas dois preparativos pré-operatórios, tudo traduzido num aumento dos custos para o estado, quando o assunto poderia e deveria ter ficado resolvido na data certa"

Para confirmar qual intervenção o Ministério da Saúde considera mais prioritária do que os casos oncológicos:


(CLICAR NA IMAGEM )






Ainda se admiram alguns que o ministro da AI não seja demitido quando dinheiros públicos são esbanjados em blindados desnecessários ou cidadãos ficam impedidos de exercer o direito ao voto. Se o primeiro-ministro e a ministra da saúde não são demitidos por esta vergonha nos hospitais públicos...


E quanto aos que FESTEJARAM em 2007... por onde andarão agora esses defensores dos direitos humanos?

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