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sábado, 12 de março de 2011

Segundo Duarte Vilar, o aborto não mata...

7 de Maio de 2008:

Director Executivo da Associação Portuguesa de Planeamento Familiar em declarações à Lusa considerou "uma aberração científica classificar o aborto como uma causa de morte".

"Isso é um discurso ideológico. Nunca vi nem nunca ouvi qualquer organismo a considerar o aborto como uma causa de mortalidade",
disse Duarte Vilar, uma das caras do "Sim" no último referendo em Portugal sobre a despenalização do aborto
(Fonte)

Duarte Vilar, planeador de famílias, foi um dos que festejou a legalização do aborto em 2007. Vamos então à ideologia e a aberração científica. Coisas que o inocente e ingénuo Vilar ignora:

RU-486 - O funcionamento desta droga consiste em bloquear a progesterona. Sem esta hormona, o revestimento uterino não fornece alimento, fluidos e oxigénio ao feto em desenvolvimento que nestas condições não consegue sobreviver

Metotrexato - A administração desta droga ( toxina celular) tem um tempo de acção muito semelhante ao RU-486, mas trabalha de um modo diferente. Enquanto que a RU-486 acaba por provocar a morte ao feto por fome, esta droga é um veneno que actua directamente no feto em desenvolvimento, matando-o.

Aspiração - A força da sucção despedaça o corpo do feto. A placenta que se encontra enraizada profundamente no útero é então cortada da parede uterina e é aspirada juntamente com o feto. É o método mais comum nos abortos realizados durante o primeiro trimestre de vida. Qual será a intenção de fazer isto? Dar vida ao feto, como é óbvio. Afirmar o contrário é uma aberração científica e discurso ideológico.

Envenenamento salino- Solução salina concentrada injectada no fluido amniótico. O liquido contendo a toxina mortal vai sendo ingerido lentamente pelo feto, envenenando-o e queimando-lhe a pele e os pulmões. O mecanismo de morte induzido por este agente químico tóxico é a hipernatremia [ aumento de concentração de sódio no sangue, ultrapassando os limites normais ] que causa espasmos, vasodilatação generalizada, edema [ inchaço causado pela acumulação anormal de fluidos nos tecidos, especialmente nos tecidos subcutâneo e submucoso ], congestão, hemorragia, choque, e por fim a morte. Este processo prolonga-se por algumas horas.Quando é realizado com “sucesso” a mãe entra em trabalho de parto um dia depois, dando à luz um bebé morto ou moribundo.

Embryotome – instrumento usado para cortar a cabeça, as pernas e braços do bebé;

Tire-tete – usado para segurar a cabeça do bebé com suas pontas afiadas. Uma vez segura, uma longa haste perfurante é enfiada bem fundo na crânio do bebé para que, quando ela for separada do corpo, não fique solta no útero da mãe;

Cranioclast – usado para esmagar o crânio do bebé para que sua retirada do útero seja facilitada;

Decapitador de Jacquemier – usado para decapitar a cabeça do bebé;

Perfurador cranial Luer – usado para perfurar um orifício na cabeça do bebé e facilita, desta forma, seu esmagamento." -

Métodos Abortivos; Instrumentos do Abortista

Só mentindo se consegue defender o aborto, um acto cruel e cobarde, imposto pelo mais poderoso contra o mais fraco. O defensor da legalização deste crime horrível tem mesmo de fingir que o seu resultado indiscutível e intencional é um "discurso ideológico". Nas clínicas e nos hospitais, os que executam abortos sabem bem qual é o objectivo quando escolhem um método: matar. Mas cá fora, a coisa tem de ser mascarada. Um qualquer Vilar finge-se autoridade científica, e diz que é uma aberração considerar que envenenar, desmembrar, perfurar, esmagar, queimar ou decapitar um ser humano vivo, seja o mesmo que o matar...

quarta-feira, 2 de março de 2011

As 10 coisas que os abortistas mais temem

Traduzido e adaptado a partir desta análise sobre a indústria da morte em Rockford, Illinois, EUA.

Abaixo estão as dez coisas relativamente às quais os proprietários, agentes, trabalhadores e apoiantes do aborto mostram grande aversão. O combate pela vida torna-se mais produtivo quando se conhece aquilo que mais temem os que ridicularizam Deus e destroem vidas humanas. Se é isto que eles querem ocultar como forma de manter o estado de indiferença da maioria da comunidade pela matança de inocentes e indefesos, então é isto que tem de ser cada vez mais mostrado.

10. Ecografia.
Em Rockford, activistas pró-vida falaram com inúmeras mães a quem a clínica abortista recusou os pedidos para visionamento dos exames. Isto, juntamente com o ataque da clínica abortista a uma viatura equipada com essa tecnologia, mostra claramente o medo que esta gente tem das mães verem as ecografias dos seus filhos.

9. Dar às mulheres uma alternativa ao aborto.
Desde tentativas falhadas de criar um perímetro no qual não pudessem permanecer activistas pró-vida, até ameaças às mães que os ouvem quando abordadas perto da clínica da morte, esta indústria não aceita que as mulheres sequer ouçam que existe alternativa ao aborto. O próprio responsável pela clínica vem à rua ameçar essas mulheres, quando elas o ignoram pelo sistema altifalante.

8. Rezar
O ponto a que a clínica de aborto se disponibilizou a ir para impedir os cristãos de rezar, atingiu o nível mais baixo de ignorância e depravação. Os assassinos de crianças fazem isto porque eles sabem que as orações já salvaram vidas.

7. Exorcismo
Quando um grupo de padres católicos começou um ritual de orações de exorcismo da fábrica da morte, o seu responsável ficou bastante agitado. Nem sequer conseguiu permanecer lá dentro enquanto os homens de Deus rezavam no exterior. Como se em sincronia, as orações trouxeram-no para fora e numa das vezes até apareceu usando uma máscara de diabo. O aborto tem raízes no demoníaco.

6. Os pobres e as minorias
Desde os defensores da clínica de aborto apanhados em video utilizando expressões racistas, até aos que disseram directamente aos activistas pró-vida que o aborto é necessário para nos livrarmos dos pretos, temos a concretização do sonho de Margaret Sanger. As clínicas de aborto estão no ramo de livrar o mundo, conforme dizia Sanger sobre pretos, imigrantes e indigentes, "das ervas daninhas humanas, irresponsáveis parideiras ... seres humanos que nunca deveriam ter nascido."
*A maior organização abortista norte-americana aceita que os autores de donativos especifiquem que querem o dinheiro usado na eliminação de um bebé pertencente a uma minoria.

5. Verdade
"Eu não queria olhar, mas também não queria parar de olhar. Eu não consegui vê-lo. Eu estava horrorizada.", assim escreveu a ex-directora da Planned Paranthood (talvez a maior organização infanticida do mundo) Abby Jonhson, a propósito de ter testemunhado um aborto na clínica que dirigia. A verdade de que o aborto é o homícidio de uma criança, é perfeitamente visível por qualquer pessoa aberta à verdade. Vendo imagens de uma criança no útero, todos sabemos que a criança no útero é uma pessoa.

4. Vigílias pela vida.
Quando se realizou em Rockford a primeira iniciativa " 40 Dias pela Vida", a clínica de aborto respondia quase diariamente um cartaz, ridicularizando as rezas. Até que o número de abortos baixou. Subitamente, acabaram os cartazes de ridicularização. Numa reunião do comité de códigos e regulamentos urbanos da cidade, uma das justificações dadas por defensores do aborto para criar um perímetro imune a iniciativas pró-vida em redor desta foi " Perante a aproximação dos "40 Dias", temos de fazer alguma coisa".

3. Crianças
A fábrica da morte proibiu a presença de crianças na sua sala de espera, com a excepção óbvia das crianças que eles destroem por dinheiro. O responsável da clínica queixa-se frequentemente dos jovens pró-vida que rezam à sua porta. A presença de crianças, dentro ou fora da clínica, recorda que ele está no negócio de os matar- e ele não gosta de se lembrar disso.

2. Ser avisado da realidade do inferno.
Activistas pró-vida avisam constantemente os responsáveis, trabalhadores da clínica e defensores do aborto sobre a eterna separação de Deus como o fim consequente dos que assassinam bebés. A resposta deles é sempre a mesma. Não negam a realidade do inferno, mas mudam de assunto ou tentam desculpar-se daquilo que fazem, acusandos os cristãos de também serem pecadores. A diferença é que esses cristãos sabem que são pecadores e tentam arrepender-se, enquanto os que matam bebés dentro da clínica continuam a ridicularizar Deus e a destruir vida humana.

1. Jesus Cristo
Nenhum centro infanticida da América, ou provavelmente do mundo, atacou mais o nome de Jesus Cristo do que a clínica de Rockford, Illinois.

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Em Portugal parece que a tendência é a mesma. Alguns exemplos:

Imagens do bebé, o alvo do aborto: Pode-se fazer, mas ver é proibido.

Alternativa ao aborto: Socialistas recusaram tornar obrigatório o aconselhamento às mulheres que pedem para abortar nos hospitais. Na altura deixaram claro que o tempo de reflexão entre o pedido de aborto e o aborto, cito, "naturalmente será curto"

Vigílias pela Vida/ Falar em Deus/ Rezar/Combate espiritual à demência demoníaca abortista/Argumentação religiosa contra o aborto:

-Para horror dos abortistas, eles lutam rezando.

-Seita da Lâmina na Artéria irrita-se e lamenta-se por causa da referência a Deus numa consulta de aconselhamento a uma mulher grávida.( esta também pode ser vista como medo de ser dada uma alternativa ao aborto).

-O demagogo Vera Jardim defendeu em 2007 o "Sim" no referendo, como se o código penal que vigorava e que o seu partido queria alterar fosse uma "moral particular" católica e como se dizer não à legalização do aborto fosse o mesmo que tornar a sociedade numa "sacristia". Para esse senhor, ser contra a matança de bebés era impor uma moral particular religiosa à sociedade. Claro que envenenar, desmembrar e esmagar crânios já não é impor nada a ninguém...

- Daniel Oliveira, Carlos Esperança e Vital Moreira consideram e louvam a legalização da morte de bebés por envenenamento, esquartejamento ou sucção a bomba de vácuo, como vitória contra a Igreja Católica.

Pobres e minorias:

-Fernanda Câncio, ao defender o "Sim" no referendo, perguntou:

"Já imaginaram a miséria que é ter um filho, só porque não se teve dinheiro para pagar um aborto ?"

-Ludwig Krippahl, ao defender a moralidade do aborto de bebés deficientes:

"É evidente que uma vida dessas vale menos que a vida de uma pessoa saudável."

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Demência Abortista

A lógica abortista é demente e alheia à razão porque ela parte do desejo de matar. Esta gente quer que a mulher tenha o direito de envenenar, esmagar, esventrar e esquartejar o filho que se gerou no seu ventre. É um ódio à realidade: para eles a mulher que não gosta da inevitabilidade de já ter ficado grávida, tem de ter liberdade para reverter essa situação. É a partir desta noção demoníaca que todos os "pró-escolha" argumentam. Isto tem de ser conseguido, dê lá por onde der. Daqui seguem coisas como:

"Ninguém sabe quando começa a vida", mente o abortista. E convencido de que a mentira lhe serve, conclui com um inacreditável sangue frio: "por isso deve-se legalizar o aborto".

Imaginando que não sabíamos mesmo quando começa a vida, aquilo que então seria mais um motivo para manter o aborto proibido ( se não sabemos se é humano, não podemos matar sem certeza de que não o é); na lógica abortista torna-se razão para o permitir. A expressão "só não vale arrancar olhos", aplica-se à argumentação abortista assim: "para ter a liberdade de arrancar olhos, braços, pernas, coração, pulmões, etc; vale tudo, a começar por arrancar os olhos da razão". Qualquer mentira serve e é justificável.

Em 2007, os abortistas do blogue "Sim Referendo"( rodar a página para baixo até aparecer o texto "Fraude",) denunciaram escandalizados aquilo que alegavam ser falta de evidências científicas para uma autoridade na matéria ter dito que um feto com menos de 10 semanas pode sentir dor. Esta é daquelas com a qual nem vale perder tempo a explicar quem tinha razão ( dica, não é o abortista). Vamos dar como certo que afinal não havia evidência alguma de que o feto sente dor antes das 10 semanas. Como poderia isso aliviar-lhes as consciências, sem esta gente estar possuída por multidões de demónios arraçados de burro?

Eles queriam legalizar o envenenamento e esquartejamento de bebés que tivessem até 10 semanas de vida. Bastava-lhes dizer que não está provada a capacidade do bebé para sentir dor? Não, miseráveis! Eles é que tinham o ónus de provar, de forma absoluta, que o feto não sentia dor quando retalhado. Mas eles acham que se pode decapitar e esmagar seres humanos, até lhes provarem que estão a provocar dor ao outro. Só depois é que param? Não. Depois provavelmente aceitariam anestesiar os bebés antes dos retalharem. Continuariam a aguardar por provas absolutas da humanidade do feto, e enquanto elas não viessem, a fazer abortos como o De Niro jogava à roleta russa. É claro que essas provas também nunca chegarão, porque "prova" da humanidade do feto abortado, na lógica abortista não se faz com demonstração biológica elementar: filho de homem é homem, filho de peixe é peixe.

Nada disso, na lógica abortista, está tudo na cabeça. Segundo um símio chamado Lutz Brückelmann,também na altura do referendo:

"na barriga da mulher grávida não está nenhuma criança. Ela está na tua cabeça. Ou na cabeça da mãe. Se está na cabeça da mãe, ela está na barriga, existe mesmo de verdade, merece todo o amor e protecção. Mas se só está na tua cabeça, e não na dela, não está na barriga da mãe. É verdade, o que temos na nossa cabeça existe mesmo, é real. Mas não tens o direito de plantar as criaturas da tua cabeça na barriga duma mulher sem o seu consentimento. Pois ela tem razão, a barriga é dela."

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Arrastão de Nojo

Há quatro anos era domingo. Um dos domingos mais negros da História de Portugal. Há quatro anos deixou-se à decisão de voto da maioria se os seres humanos com menos de dois meses e meio de existência deixariam ou não de ter direito à vida. Pior, há quatro anos, o sim à legalização da matança de inocentes e indefesos venceu nas urnas. Depois, a Assembleia da República legislou em conformidade e o Presidente da República promulgou a barbárie.

Passado quatro anos, uma tal de Andrea Peniche escreve no Arrastão ( nome bastante apropriado para um blogue pró-socialismo) que o satânico referendo foi uma vitória contra o "obscurantismo". Mas que avanço luminoso, este direito de matar bebés!

Sobre os números apresentados pela Federação Portuguesa pela Vida quanto aos custos do aborto, Andrea Peniche afirma:

"Há quem tenha dificuldade em perceber que a máquina de calcular deve ficar fora das contas dos direitos humanos. O voto universal, por exemplo, deve ser bem mais caro do que o voto limitado aos cidadãos maiores de 21 anos que sejam chefes de família ou que saibam ler e escrever."

Segundo este raciocínio matar um filho é um direito humano. O Estado gastar milhões dos contribuintes para que as portuguesas matem os seus filhos, não pode ser criticado porque é a concessão de um direito humano. Equivalente ao sufrágio universal democrático. A democracia tem custos, o holocausto dos inocentes também. No entendimento desta esquerdista cheia de amor à humanidade, os dois custos são justificados pela mesma razão.

Quanto aos bravos e honrados que se manifestam contra o aborto às portas dos negócios da matança, a opinião de Andrea Peniche é esta:

"Há quem use o terror contra o exercício de direitos"

Nesta lógica:

-O terror não está dentro da clínica de aborto, onde amavelmente se esquartejam e envenenam bebés, acabando-lhes com o exercício do direito à vida.

-O terror está cá fora, onde pessoas usam a crueldade das suas vozes contra o exercício do direito sacrossanto de assassinar bebés.

Sobre as assinaturas apresentadas na Assembleia da República para que se acabe com esta maldita lei do aborto, Andrea Peniche afirma:

"há quem tenha dificuldade em perceber que há direitos que não voltam para trás. A lei pode ser melhorada e, evidentemente, que há muito caminho a trilhar. No entanto, gosto de crer que, em matéria de direitos humanos, o mundo não anda às arrecuas."

O abortista tem dificuldade em aceitar que há quem não se resigne com a legalização da matança. É claro que é possível o mundo recuar em termos de direitos humanos. Há quatro anos recuou. E agora, tem de se corrigir isto.

O que até se justifica é um novo " Tribunal de Nuremberga". Na impossibilidade de responsabilizar todos os envolvidos nas ( até agora) mais de 60.000 mortes de bebés ao longo destes quatro anos, pelo menos os principais proponentes e os legisladores deste crime mereciam ser responsabilizados judicialmente, para que finalmente se justificassem. Com que direito defenderam e aprovaram eles que o direito à vida só passasse a existir depois dos bebés terem dois meses e meio de vida intra-uterina ?

- Todos os direitos reconhecidos a alguém decorrem de um pormenor fundamental: esse alguém existe.

-Se não há direito a existir, deixa de haver fundamento para o reconhecimento de qualquer outro direito como absoluto.

O abortista relativiza o direito à vida, e depois quer que a concessão criminosa do direito a matar seja absoluta e inalterável. Viver não é um direito humano. Matar humanos é.

Miserável Portugal, em que gente com este discurso foi e é levada a sério...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Hoje, a Seita da Lâmina na Artéria celebra...

A palavra "jugular" rasgada, sangue e uma lâmina logo abaixo dos nomes dos donos do açougue. Eu também não encontraria melhor decoração para um blogue pró-socialismo.

Hoje, 11 de Fevereiro de 2011, quatro anos passados da primeira Festa da Morte (e perguntava eu quando escrevi esse texto se aquelas pessoas continuariam a festejar...), a Seita da Lâmina na Artéria festeja.

Eu acho que esta gente está mesmo de parabéns. Com a contribuição desta malta, e para sua felicidade, faz hoje quatro anos que Portugal é um país mais justo e respeitador dos direitos humanos. Não é?

Em três anos e meio foram perpetrados mais de 63 mil abortos ‘legais’ em Portugal. Traduzindo, foram assassinados mais de 63.000 bebés. Multipliquem a imagem abaixo por 63.000:


Dá vontade de abrir uma garrafa de champanhe, não dá?


Parem a Matança !

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pode-se Fazer. Mas Ver é Proibido!

"AQUILO QUE É DEMASIADO HORRÍVEL PARA SER VISTO É DEMASIADO HORRÍVEL PARA SER FEITO.

DEIXAREMOS DE MOSTRAR O HORROR QUANDO VOCÊS DEIXAREM DE O FAZER
."
MRC


Querem silenciar o Partido Portugal Pró-Vida, o único partido português que defende a inviolabilidade da vida humana desde a concepção até à morte natural. A Entidade Reguladora da Comunicação recebeu e notificou uma queixa, por causa deste anúncio televisivo:



Numa triste noite de 2007, certas pessoas festejaram a legalização de um acto. Este blogue dará sempre a sua contribuição para que os portugueses possam tomar consciência da realidade nua e crua do resultado inegável desse acto, que é também sempre o seu objectivo premeditado.

Antes do abortamento da gravidez temos um ser humano vivo, durante o abortamento decorre o homícidio desse ser humano inocente, depois do abortamento o resultado é um ser humano assassinado.

  • "Embryotome – instrumento usado para cortar a cabeça, as pernas e braços do bebé;
  • Tire-tete – usado para segurar a cabeça do bebé com suas pontas afiadas. Uma vez segura, uma longa haste perfurante é enfiada bem fundo na crânio do bebé para que, quando ela for separada do corpo, não fique solta no útero da mãe;
  • Cranioclast – usado para esmagar o crânio do bebé para que sua retirada do útero seja facilitada;
  • Decapitador de Jacquemier – usado para decapitar a cabeça do bebé;
  • Perfurador cranial Luer – usado para perfurar um orifício na cabeça do bebé e facilita, desta forma, seu esmagamento." - Instrumentos do Abortista
"quem dá aval a que tais coisas aconteçam, afectando uma suposta "caridade" às mães, mostra-se um covarde que engana-se ao pensar que pode cruzar um rio de sangue a pés secos."

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Prioridade da República Portuguesa: Matar

1.
Senhora com problema de saúde oncológico dirige-se a um hospital português.

2.
"efectuados os preparos pré-operatórios, pronta para seguir para o bloco, comunicaram-lhe que afinal a intervenção fora cancelada, em virtude de terem surgido outras pacientes no serviço de cirurgia ginecológica daquela unidade hospitalar, cujo atendimento era prioritário sobre as restantes."

3.
A "directora do hospital, Dra. Teresa Matos, explicou à protagonista deste tristíssimo episódio nada poder fazer, por o sucedido decorrer do que a lei estipula de acordo com as indicações do Ministério da Saúde"

4.
"Na sequência desta aberrante situação foi-lhe marcada uma outra data, 15 de Fevereiro, para a cirurgia que lhe haviam dito ser urgente."

5.
"No entanto inesperada e surpreendentemente, através de um telefonema recebido no dia 3 de Fevereiro, ficou a saber, não sem alguma estupefacção, que a mesma fora adiada para o dia 8 de Março."

6.
"dirigiu-se à sua médica de família, Dra. Suzete Polónia, que se quedou igualmente indignada com o sucedido, tanto mais que, segundo disse, os custos decorrentes de todo este imbróglio comportam, não um, mas dois internamentos, não um, mas dois preparativos pré-operatórios, tudo traduzido num aumento dos custos para o estado, quando o assunto poderia e deveria ter ficado resolvido na data certa"

Para confirmar qual intervenção o Ministério da Saúde considera mais prioritária do que os casos oncológicos:


(CLICAR NA IMAGEM )






Ainda se admiram alguns que o ministro da AI não seja demitido quando dinheiros públicos são esbanjados em blindados desnecessários ou cidadãos ficam impedidos de exercer o direito ao voto. Se o primeiro-ministro e a ministra da saúde não são demitidos por esta vergonha nos hospitais públicos...


E quanto aos que FESTEJARAM em 2007... por onde andarão agora esses defensores dos direitos humanos?

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