Mostrar mensagens com a etiqueta Socialismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Socialismo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Sócrates, o Absoluto


« Existe um absolutismo da vida e da dignidade humana.» 
José Sócrates, académico parisiense especialista em tortura, 2013.


Slogan sócretino de apelo ao voto "sim" no referendo abortófilo de 2007
À data de hoje, multiplicar por 100 000.
__________________________________________






Prometheo Liberto:




segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A história do referendo

Constituição da República Portuguesa
Artigo 24.º
Direito à vida

1. A vida humana é inviolável.
2. Em caso algum haverá pena de morte.

______________________________________

Recordo um comentário que o Bernardo Motta deixou a este texto:
« A base para a legitimação do referendo está toda no debate que teve lugar entre os senhores juízes do Tribunal Constitucional. Votaram treze. Seis valentes juízes votaram vencido, ou seja, rejeitaram a legitimidade do referendo. Basearam-se, é claro, no artigo 24º. Depois, umas amélias, com tiques doutorais, os restante sete juízes, disseram que não era inconstitucional referendar o aborto. Parece quase impossível, legitimar um referendo que permitiu a completa violação do artigo 24º, não parece? E ainda por cima que a contradição venha do TC, é ainda mais bizarro. 
Se o TC não protege a Constituição, para que é que serve? 
Ora a leitura do acórdão do TC seria divertida, como exercício de bizantinice por parte dos adeptos da constitucionalidade do aborto, se não fosse o facto de que a decisão irresponsável emanada desse acórdão ser uma decisão com potencial homicida, como se veio a constatar. Essa decisão permitiu, e permite, crimes hediondos, gritantes violações do artigo 24º. 
Seis nomes a reter: os juízes com ética sólida e que sabem o que andam a fazer no TC: Rui Moura Ramos, Maria dos Prazeres Beleza, Paulo Mota Pinto, Benjamim Rodrigues, Mário Araújo Torres, Carlos Pamplona. Gente decente, que sabe ler português, e sabe o que o artigo 24º implica. 
Já os seus colegas manifestam uma ética miserável e um raciocínio simplesmente bizarro: Maria Palma, Bravo Serra, Gil Galvão, Vítor Gomes, Maria Helena Brito, Maria João Antunes e Artur Maurício. Esta gente achou que abortar não criava problemas ao artigo 24º. 
Como fizeram eles esse salto mortal (literalmente) com pirueta? Invocaram o Rawls. O Rawls, pá! Não conheces o Rawls? O Rawls é o pai da teoria do "overlapping consensus". Ele é que é o genial inventor do equilíbrio de direitos, o direito a viver (que esta gente não nega) e o direito da mulher sobre a sua gravidez. Um tipo com o cérebro em operação normal entende que o direito à vida é superior ao direito da mulher decidir sobre a sua gravidez (se é que esse direito sequer existe: eu digo que não existe, mas mesmo que existisse...). 
E já está! Sai um referendo quentinho! 
O que a Isabel Moreira diz é, tal e qual, a opinião dos excelsos juristas que adoptaram o "rawlsianismo" nesta questão tão simples, mas tão pateticamente distorcida por eles. 
Gente medonha. O acórdão é simplesmente patético. Exceptuando-se a brava posição dos juízes que votaram vencidos, o resto das posições dos juristas a favor do referendo é patético. É como assistir a uma reunião de matemáticos que pretendem, através de argumentos mirabolantes, que afinal 1=0. »
_____________________________________________


*ACÓRDÃO N.º 617/2006

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Aborto e Eutanásia

[ VIA ]

Semelhanças entre o aborto e a eutanásia

Quem não recorda as iníquas leis do aborto, que nasceram para pseudo-solucionar – pelo menos, era esta uma das motivações dos pro-abortistas – casos penosos e extremos (perigo de morte da mãe, violação, etc.), e que depois se estenderam para justificar casos triviais (como “filho não desejado”, “não programado”, por razões psíquicas ou económicas).

De igual modo, não é arriscado prever a propaganda que se fará para conseguir uma aceitação gradual da eutanásia, apresentada como uma “conquista” do estilo de vida contemporâneo, com vista a suprimir as crianças deficientes que não podem apreciar a “qualidade de vida” e que supõem uma carga para a sociedade. O mesmo argumento poderá aplicar-se aos doentes incuráveis e aos velhos.

Na realidade, existe uma relação muito íntima entre a eutanásia e o aborto: os motivos que se apresentam para justificar o aborto e a eutanásia são essencialmente os mesmos. Se se permite a uma mãe eliminar o filho nas suas entranhas por razões psíquicas ou económicas, que razão de peso se poderá invocar para impedir que elimine o filho que nasceu deficiente?

Nos nossos dias, estão a colocar-se de novo os fundamentos de uma “cultura da morte”. Os historiadores do futuro ficarão certamente surpreendidos com o desprezo pela vida humana que se manifesta na nossa época. Combate-se contra a vida em todos os seus estádios: antes que surja, com a contracepção e a esterilização; no ventre materno, com o aborto; depois, com o suicídio e a eutanásia activa.

Este desprezo pela vida humana tem sido sustentado por personalidades políticas de primeiro plano, como Jacques Attali, conselheiro de François Mitterrand e autor das seguintes propostas:

“Penso que, na lógica do sistema industrial em que vivemos, a longevidade não deve ser uma meta. Quando o homem ultrapassa os 60-65 anos, vive para além da idade produtiva e custa demasiado à Sociedade…

“Pessoalmente e como socialista, considero um falso problema o alongamento da vida… A eutanásia será um dos instrumentos essenciais nas sociedades do futuro, seja qual for a ideologia a que pertençam. Dentro de uma lógica socialista, o problema põe-se assim: o socialismo é liberdade, e a liberdade fundamental é o suicídio; portanto, o direito ao suicídio, directo ou indirecto, é um valor absoluto neste tipo de sociedade. Penso, pois, que a eutanásia – como tipo de liberdade, ou por necessidade económica – será uma das regras da sociedade do futuro”.


Como aconteceu com o aborto, a eutanásia está a infiltrar-se na nossa Cultura. Muitos homens do nosso tempo não acreditam na vida e preocupam-se exclusivamente com o seu “nível de vida”. Daí, a rejeição da nova vida (menos crianças, ou até nenhuma criança) e a possibilidade de suprimir os doentes e os velhos, improdutivos e onerosos. Estes, serão em proporção cada vez mais numerosos, dado o baixo índice de natalidade; e, quando o aumento das classes passivas e a diminuição da população trabalhadora fizer com que o peso social dos anciãos cresça progressivamente, não haverá então uma razão mais para justificar a eutanásia?

(Fernando Monge, "Eutanásia")

domingo, 1 de maio de 2011

Tempos Modernos


«Os países civilizados condenaram médicos alemães em Nuremberga por terem feito abortos. Na altura isso foi considerado um crime contra a Humanidade. (Julgamento de Nuremberga, USGPO, Vol. IV, p.610).»  
Slogan: os outros países


Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores


domingo, 10 de abril de 2011

Nacional-Socialismo Português


«Porque podem uns seres humanos matar outros? Será que um ser humano é tanto mais pessoa quanto mais perfeito for? Quem não vê é menos pessoa que quem vê? Quem não ouve tem menos direito à vida do que quem ouve? Se assim é, porque será que os defensores do aborto não explicam esta teoria? E se assim não é, se o deficiente e o perfeito têm igual direito à vida, porque pode o bebé deficiente ser abortado e o normal não? E se todos podem ser abortados por igual, porque se trás a questão das deficiências à discussão? E se podem ser abortados por igual, porque existem prazos de aborto diferentes? Será que a personalização dos deficientes é mais lenta que a dos bebés normais?
(...)
Uma mulher que aborta por ser pobre não vai ficar rica depois do aborto. O problema da mulher é a sua pobreza e não a sua gravidez. A falta de dinheiro resolve-se com dinheiro: não se resolve com morte. Dizer que o aborto por razões económicas tem de ser legal, é dizer que os filhos dos pobres ficam pessoas mais tarde que os filhos dos ricos.»  Elimine-se pobres e deficientes, a la nazi
________________________________________________________________________________

1. Em Portugal, o aborto é legal até às 24 semanas em caso de deficiência do bebé.  A realidade do que é um bebé com seis meses de gestação assassinado é esta:



2. Em Portugal, o aborto por vontade da mulher é defendido com argumentos como "já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto".  Parte-se do princípio, generalizado em qualquer revolução socialista / comunista, que a pobreza se resolve matando:

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Prioridade da República Portuguesa: Matar

1.
Senhora com problema de saúde oncológico dirige-se a um hospital português.

2.
"efectuados os preparos pré-operatórios, pronta para seguir para o bloco, comunicaram-lhe que afinal a intervenção fora cancelada, em virtude de terem surgido outras pacientes no serviço de cirurgia ginecológica daquela unidade hospitalar, cujo atendimento era prioritário sobre as restantes."

3.
A "directora do hospital, Dra. Teresa Matos, explicou à protagonista deste tristíssimo episódio nada poder fazer, por o sucedido decorrer do que a lei estipula de acordo com as indicações do Ministério da Saúde"

4.
"Na sequência desta aberrante situação foi-lhe marcada uma outra data, 15 de Fevereiro, para a cirurgia que lhe haviam dito ser urgente."

5.
"No entanto inesperada e surpreendentemente, através de um telefonema recebido no dia 3 de Fevereiro, ficou a saber, não sem alguma estupefacção, que a mesma fora adiada para o dia 8 de Março."

6.
"dirigiu-se à sua médica de família, Dra. Suzete Polónia, que se quedou igualmente indignada com o sucedido, tanto mais que, segundo disse, os custos decorrentes de todo este imbróglio comportam, não um, mas dois internamentos, não um, mas dois preparativos pré-operatórios, tudo traduzido num aumento dos custos para o estado, quando o assunto poderia e deveria ter ficado resolvido na data certa"

Para confirmar qual intervenção o Ministério da Saúde considera mais prioritária do que os casos oncológicos:


(CLICAR NA IMAGEM )






Ainda se admiram alguns que o ministro da AI não seja demitido quando dinheiros públicos são esbanjados em blindados desnecessários ou cidadãos ficam impedidos de exercer o direito ao voto. Se o primeiro-ministro e a ministra da saúde não são demitidos por esta vergonha nos hospitais públicos...


E quanto aos que FESTEJARAM em 2007... por onde andarão agora esses defensores dos direitos humanos?

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...