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sábado, 19 de janeiro de 2013

O previsível regresso da Solução Final

Hospitais ingleses estão a matar os recém-nascidos à sede e à fome quando eles nascem com problemas físicos. Isto é o que o Daily Mail revelou

Médicos descrevem o horror que é ver crianças a morrer desidratadas durante um período de até 10 dias. Os pais aceitam que os bebês sejam mortos e as crianças entram em um protocolo de morte idêntico ao que é usado com os idosos. Isto ocorre no "Liverpool Care Pathway", onde mais de 130 mil idosos foram já mortos. Sabe-se agora que este hospital mata também os recém-nascidos. Isto é a normalização da "eutanásia de crianças". 
 
Como é normal, tudo começou com "boas intenções" - aliviar "o sofrimento" do idoso - mas rapidamente se tornou naquilo que era o propósito inicial, matar idosos. Não contentes com isso, essa práctica mortífera foi agora expandida de modo a que crianças inocentes possam também ser vítimas deste método progressista, secular e moderno.

E assim, passo a passo, vão sendo assassinados os mais indefesos da sociedade. Por enquanto, isto é aplicado junto daqueles que não conseguem levantar qualquer tipo de auto-defesa (cobardia, portanto), mas como o Mal só caminha numa direcção, aqueles que ainda têm voz na forma como querem ser tratados vão ser sujeitos a estes métodos. 
 
Aquilo que há 60 anos era algo que "nunca mais se iria repetir" é hoje práctica comum num dos hospitais duma das maiores cidades dum dos países mais desenvolvidos do mundo. 
 
Surpresa? Não. "Progresso".
 
Via

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Congresso mundial sobre suicídio assistido começa na Suíça

Zurique recebe a partir de quarta-feira um congresso mundial sobre suicídio assistido [sic], que reunirá centenas de delegados de 45 países para debater este tema delicado que provocará manifestações de associações de defesa da vida.

«A situação do suicídio assistido [sic] é muito diferente em cada país. O objectivo da conferência é fazer um intercâmbio sobre o trabalho político e as iniciativas» a favor desta prática, disse o vice-presidente da associação Exit, Bernhard Sutter.

Exit e Dignitas, membros da Federação Mundial pelo Direito de Morrer, organizadora da conferência, são as duas únicas associações na Suíça que auxiliam as pessoas que querem cometer suicídio.

A Dignitas é também a única associação que concorda em acompanhar até à morte os estrangeiros não residentes na Suíça, algo rejeitado pela Exit por razões éticas.

Embora a maior parte da conferência seja reservada a membros da Federação, na sexta-feira haverá um dia aberto ao público, que poderá participar de conferências e mesas redondas, além de ouvir o testemunho de pessoas que acompanharam um familiar à morte.

O congresso, já realizado em 2008 em Paris e em 2010, em Melbourne, também será palco de protestos por aqueles que se opõem ao suicídio assistido.

A associação Human Life International (HLI) na Suíça, que milita contra o aborto, a contracepção, a educação sexual e a eutanásia, está a organizar um contra-manifestação na sexta-feira perto do local do congresso.

«O nosso objectivo é dar outros argumentos para os visitantes do congresso. Vamos organizar mesas redondas e estaremos na entrada para distribuir folhetos», disse Christoph Keel, um dos membros da HLI.

Em 2009, cerca de 300 pessoas que vivem na Suíça morreram por suicídio assistido [sic], segundo dados publicados pelo Instituto Federal de Estatística. Esse número está em constante aumento desde 1998, ano em que essas mortes começaram a ser contabilizadas.

Fonte

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sábado, 3 de dezembro de 2011

A morte saiu à rua

Durante a 2ª Guerra Mundial a nacional-socialista alemã criou um grupo assassino cujas funções incluíam o extermínio de pessoas tidas como racialmente inferiores ou inimigos políticos.

Esse grupo, conhecido como Einsatzgruppen (neste contexto, "unidades móveis de matança") era composto primariamente por membros da SS e por policiais.

Na foto do lado vêmos um Judeu à beira de ser morto por membros da Einsatzgruppen. À frente vêem-se membros familiares já assassinados, e do lado esquerdo vêmos alemães étnicos que colaboraram com esta equipa de matança.

Entre as pessoas a exterminar não só se incluíam Judeus, mas também ciganos e oficiais do estado soviético. Paralelamente, o Einsatzgruppen assassinou centenas de pessoas mantidas em instituições que albergavam doentes mentais ou deficientes físicos.

A Holanda, um dos países mais estupidamente esquerdistas da Europa, resolve mostrar que o espírito do Einsatzgruppen ainda vive.

O grupo holandês defensor da eutanásia, “The Right To Die” (NVVE), está a preparar um plano onde "equipas móveis de médicos e enfermeiras . . . . podem ajudar as pessoas a morrer nas suas casas", notificou a DutchNews.nl.

A 30 de Novembro último a ministra da saúde Edith Schippers disse aos MPs que a proposta da porta-voz grupo NVVE Walburg de Jong no sentido de criar unidades móveis "para os pacientes cujo estado cumpra o critério para a eutanásia mas cujos doutores não estejam dispostos a levar a cabo" é digna de consideração.

Em resposta à uma pergunta feita pelo partido ChristenUnie durante a discussão das leis da eutanásia, a ministra disse:

Se os pacientes acharem que é desejável, os doutores podem referenciá-lo ou referencia-la a uma equipa móvel ou clínica.
Sem surpresa alguma, na Holanda os números em torno da eutanásia continuam a aumentar de modo consistente (subida de 19% de mortes em 2010 com 3,136).

Também sem surpresa alguma, a NVVE visa aumentar a lista de pessoas susceptíveis a serem mortas. Em 2010 este grupo alegou que as pessoas com demências ou problemas psiquiátricos crónicos não estavam a ser bem "assistidos" pelos grupos que levam a cabo a eutanásia, e como tal sugeriu medidas que visam expandir os critérios que podem levar uma pessoa a ser sujeita a uma eutanásia.

A directora do NVVE, Petra de Jong, afirmou numa entrevista que, numa altura em que 80% dos hospitais e 204 dos hospícios holandeses "oferecem" a eutanásia, os pacientes mentalmente doentes estão a ser "deixados de lado".

Actualmente, a eutanásia na Holanda só é tecnicamente legal quando o paciente está de mente sã e capaz de expressar consistentemente o desejo de morrer. Mal a demência se instale, é legalmente demasiado tarde.

No entanto, um caso recente duma mulher de 64 anos (com Alzheimer) que foi vítima duma eutanásia ganhou publicidade na praça pública ao ser reportado como a "primeira" no país. Antes de começar a sofrer de demência, a mulher, uma defensora da eutanásia de longa data, alegadamente deixou um bilhete a expressar o seu desejo da eutanásia.

Stephen Drake, analista-pesquisador dos direitos dos desabilitados, escrevendo um comentário (com o nome de "Not Dead Yet" - "Ainda Não Estão Mortos") à proposta das equipas móveis de eutanásia , disse:

Quando se fica a saber que o governo, ou os profissionais médicos ou alguma organização privada tem planos para expandir os limites de abrangência das leis da eutanásia, isso já não é novidade.

Afinal de contas, a tendência consistente tem sido a de se aumentar a prática da eutanásia ao se aumentarem os critérios que tornam uma pessoa "qualificada".

Os comentários de Drake dirigem-se não só à proposta das "equipas móveis" que irão levar a cabo eutanásias em pessoas com deficiências, mas também ao viés presente nos órgãos de informação quando estes "reportam" a eutanásia, o "suicídio" assistido e à desinformação que existe em torno do assunto.
Não é anormal os repórteres disseminarem artigos em torno do suicídio assistido e da eutanásia na Holanda que são factualmente errados - às vezes de forma rudimentar.

A Associated Press, apesar do seu código de ética jornalística que alega seguir, é um dos maiores infractores.

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Onde terminará este aumento sistemático da lista de pessoas cuja vida não tem o mesmo valor que as demais? Será que algum dia terminará?

A Holanda demonstra de forma cabal o caminho que uma sociedade segue mal legaliza o esquartejamento de bebés intra-uterinos.

A legalização da eutanásia não é algo que ocorreu no vazio mas sim uma práctica que surgiu numa cultura que havia já retirado a humanidade dos seres humanos que se encontram no útero.

Se isto aconteceu na Holanda, certamente que irá acontecer em Portugal.



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Holanda faz 1ª eutanásia em paciente com Alzheimer avançado

Uma pessoa sofrendo de Alzheimer em um nível muito avançado morreu por eutanásia na Holanda, no primeiro episódio do tipo no país, anunciou esta quarta-feira a Associação Holandesa por um Final Voluntário da Vida (NVVE). "É verdadeiramente uma etapa importante: antes, os pacientes mortos por eutanásia se encontravam em um estado verdadeiramente precoce de demência, o que não era o caso desta mulher", declarou Walburg de Jong, porta-voz da NVVE.

A legislação holandesa só autoriza a eutanásia quando o paciente manifesta o desejo em plena posse de suas faculdades mentais e padece de sofrimentos insuportáveis devido a uma doença diagnosticada como incurável por um médico. A mulher, 64 anos, originária do sul da Holanda, estava doente "há um longo tempo" e declarava "há vários anos" o desejo de morrer por eutanásia, segundo a NVVE.

Sua morte, em Março, foi seguida de uma longa investigação, como determina a lei. A Holanda foi o primeiro país do mundo a legalizar a eutanásia, em 1º de Abril de 2002. Mas cada passo deve ser apontado a uma das cinco comissões encarregadas de verificar se os critérios da lei foram respeitados.

Fonte


Nacional socialismo faz o seu regresso à Europa. E quem são os primeiros a sofrer? Os mais frágeis da sociedade - tal como há 60 anos atrás. O pior vai ser quando a lista de "deficiências" for aumentada por motivos económicos.

domingo, 3 de julho de 2011

Holanda: Mulher presa por cometer infanticídio sem aprovação dum médico

Uma mulher holandesa foi presa por ter morto os seus 4 recém nascidos filhos e os ter embalado em malas de viagem. Na Holanda o infanticídio é legal desde que a dose letal seja administrada por um médico.

De acordo com a Radio Netherlands Worldwide, a jovem de 25 anos era bem conhecida na zona rural de Nij Beets - na província holandesa de Friesland. Ela conseguiu esconder os infanticídios durante anos até que a polícia a prendeu há algumas semanas.

A polícia recebeu um alerta dum vizinho desconfiado que reparou que ela constantemente ficava grávida mas nunca tinha nenhuma criança. Depois das autoridades acharem que a sua história de "dar as crianças para adopção" não era convincente, a mulher confessou os assassínios e mostrou onde as crianças estavam guardadas: empacotadas em malas de viagem no sótão dos pais.

Segundo se pensa, as crianças nasceram durante os anos de 2002 e 2010. Os seus pais, com quem ela vivia, negaram qualquer tipo de conhecimento das gravidezes da filha.

Apesar do choque e da raiva dos moradores locais, a lei holandesa permite que médicos matem o recém nascido no caso de "sofrimento insuportável". Eles tem é que agir de acordo com o Protocolo de Groningen.

Este "protocolo", cujo nome oficial é "Protocolo de Groningen para a Eutanásia dos Recém Nascidos", foi desenvolvido por médicos do Centro Médico da Universidade de Groningen em cooperação com autoridades legais.

De acordo com este "protocolo" os holandeses aceitam o "infanticídio eugénico" onde cerca de 15 a 20 seres humanos são mortos anualmente apenas e só porque grupos de pessoas julgam que o bebé está em "sofrimento insuportável". A maior parte dessas crianças havia sido diagnosticada com rompimento da coluna vertebral (eng: spina bifida).

O neuro-cirurgião pediátrico Rob de Jong criticou o "Protocolo de Groningen" no jornal médico "Child's Nervous System" alegando que é difícil de provar que o sofrimento de uma criança é ou vai-se manter insuportável. Em artigos onde se falava de crianças que sofriam de spina bifida, De Jong citou um certo número de médicos que, em retrospecção, reconheceu que os seus diagnósticos iniciais estavam incorrectos. Por outras palavras, e para nos apercebermos do horror, houve seres humanos cuja vida foi terminada apenas e só porque uma ou mais pessoas fizeram um diagnóstico errado.

O bioético Wesley J. Smith comentou no seu blog que se calhar as autoridades deveriam acusar a jovem holandesa de "exercer medicina sem licença":

Qual é a diferença entre a mulher e os médicos que matam os bebés? Uma licença médica? O uso de injecção letal? Ou será isto intolerância contra bebés que terão incapacidades ou doenças terminais? (...) Se calhar a defesa legal da mulher deveria ser que ela não queria que os filhos viessem a sofrer ao serem adoptados.

Estas são as inconsistências do ateísmo. Se uma mulher mata os seus filhos em casa, isso é considerado crime, mas se um grupo de médicos se junta e decide matar crianças com injecções letais apenas e só porque PENSAM que o mesmo está em "sofrimento insuportável", isso já é legal.

À medida que a Bíblia vai sendo posta de parte como Autoridade Moral suprema, as pessoas mais frágeis da sociedade (bebés, deficientes, etc) vão sentir na pele o horror que é quando quem decide o que é o bem e o mal é o ser humano.

Josef Mengele, o nacional socialista que fez experiências humanas em crianças judias, ficaria orgulho em ver que a Holanda continua com o seu trabalho eugénico. Claro que por trás do eugenismo está a crença na sobrevivência dos mais aptos e purificação da espécie.

Crenças tem consequências e quando não se acredita que todo o ser humano tem a Imagem de Deus desde o momento da concepção, as consequências sociais são devastadoras.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Aborto e Eutanásia

[ VIA ]

Semelhanças entre o aborto e a eutanásia

Quem não recorda as iníquas leis do aborto, que nasceram para pseudo-solucionar – pelo menos, era esta uma das motivações dos pro-abortistas – casos penosos e extremos (perigo de morte da mãe, violação, etc.), e que depois se estenderam para justificar casos triviais (como “filho não desejado”, “não programado”, por razões psíquicas ou económicas).

De igual modo, não é arriscado prever a propaganda que se fará para conseguir uma aceitação gradual da eutanásia, apresentada como uma “conquista” do estilo de vida contemporâneo, com vista a suprimir as crianças deficientes que não podem apreciar a “qualidade de vida” e que supõem uma carga para a sociedade. O mesmo argumento poderá aplicar-se aos doentes incuráveis e aos velhos.

Na realidade, existe uma relação muito íntima entre a eutanásia e o aborto: os motivos que se apresentam para justificar o aborto e a eutanásia são essencialmente os mesmos. Se se permite a uma mãe eliminar o filho nas suas entranhas por razões psíquicas ou económicas, que razão de peso se poderá invocar para impedir que elimine o filho que nasceu deficiente?

Nos nossos dias, estão a colocar-se de novo os fundamentos de uma “cultura da morte”. Os historiadores do futuro ficarão certamente surpreendidos com o desprezo pela vida humana que se manifesta na nossa época. Combate-se contra a vida em todos os seus estádios: antes que surja, com a contracepção e a esterilização; no ventre materno, com o aborto; depois, com o suicídio e a eutanásia activa.

Este desprezo pela vida humana tem sido sustentado por personalidades políticas de primeiro plano, como Jacques Attali, conselheiro de François Mitterrand e autor das seguintes propostas:

“Penso que, na lógica do sistema industrial em que vivemos, a longevidade não deve ser uma meta. Quando o homem ultrapassa os 60-65 anos, vive para além da idade produtiva e custa demasiado à Sociedade…

“Pessoalmente e como socialista, considero um falso problema o alongamento da vida… A eutanásia será um dos instrumentos essenciais nas sociedades do futuro, seja qual for a ideologia a que pertençam. Dentro de uma lógica socialista, o problema põe-se assim: o socialismo é liberdade, e a liberdade fundamental é o suicídio; portanto, o direito ao suicídio, directo ou indirecto, é um valor absoluto neste tipo de sociedade. Penso, pois, que a eutanásia – como tipo de liberdade, ou por necessidade económica – será uma das regras da sociedade do futuro”.


Como aconteceu com o aborto, a eutanásia está a infiltrar-se na nossa Cultura. Muitos homens do nosso tempo não acreditam na vida e preocupam-se exclusivamente com o seu “nível de vida”. Daí, a rejeição da nova vida (menos crianças, ou até nenhuma criança) e a possibilidade de suprimir os doentes e os velhos, improdutivos e onerosos. Estes, serão em proporção cada vez mais numerosos, dado o baixo índice de natalidade; e, quando o aumento das classes passivas e a diminuição da população trabalhadora fizer com que o peso social dos anciãos cresça progressivamente, não haverá então uma razão mais para justificar a eutanásia?

(Fernando Monge, "Eutanásia")

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Cultura da Morte

-Estás grávida? Tens o direito de matar a criança, antes que ela nasça.
-Estás doente e a sofrer? Tens o direito de pedir que te matem.
-Tens um familiar irreversivelmente doente, incapacitado e sem comunicar? Tens o direito de pedir que o  matem.

A realidade do aborto, da eutanásia e da eugenia, sempre defendidos como direitos humanos e em nome da liberdade e felicidade humana, é muito concreta. Ela fundamenta-se na relativização do valor da vida, na ideia de que é melhor morrer, do que viver doente, infeliz, pobre ou em sofrimento.

Vejamos o caso desta senhora que desenvolveu um cancro durante a gravidez. Segundo a cultura da morte que vigora, ela poderia e deveria resolver o problema imediatamente, tentando salvar-se e matando a criança em gestação. Mas ela recusou e submeteu-se a um tratamento que se revelou eficaz e permitiu curar-se e dar à luz a sua filha. Temos aqui um exemplo de cultura da vida. Aquela que desenvolve a medicina: tenta-se sempre salvar as vidas em perigo.

Na cultura de morte não se tenta encontrar soluções para proteger a vida. Cura-se a dor de cabeça com um tiro na testa. A apologia da barbárie e da selvajaria impede os avanços científicos e médicos.

Se é legítmo matar a criança quando a mulher grávida está doente, será isso que se vai generalizar e não a procura por um método que possa resolver o problema, possibilitando às mulheres grávidas com cancro o nascimento dos filhos.O mesmo para os bebés deficientes, que neste mundo também são "legalmente" assassinados no útero das mães.

O direito à vida como absoluto é um limite que impõe um sentido de progresso à medicina, a favor das pessoas. A cultura da morte trata as pessoas como  gado descartável.


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