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sábado, 19 de janeiro de 2013

O previsível regresso da Solução Final

Hospitais ingleses estão a matar os recém-nascidos à sede e à fome quando eles nascem com problemas físicos. Isto é o que o Daily Mail revelou

Médicos descrevem o horror que é ver crianças a morrer desidratadas durante um período de até 10 dias. Os pais aceitam que os bebês sejam mortos e as crianças entram em um protocolo de morte idêntico ao que é usado com os idosos. Isto ocorre no "Liverpool Care Pathway", onde mais de 130 mil idosos foram já mortos. Sabe-se agora que este hospital mata também os recém-nascidos. Isto é a normalização da "eutanásia de crianças". 
 
Como é normal, tudo começou com "boas intenções" - aliviar "o sofrimento" do idoso - mas rapidamente se tornou naquilo que era o propósito inicial, matar idosos. Não contentes com isso, essa práctica mortífera foi agora expandida de modo a que crianças inocentes possam também ser vítimas deste método progressista, secular e moderno.

E assim, passo a passo, vão sendo assassinados os mais indefesos da sociedade. Por enquanto, isto é aplicado junto daqueles que não conseguem levantar qualquer tipo de auto-defesa (cobardia, portanto), mas como o Mal só caminha numa direcção, aqueles que ainda têm voz na forma como querem ser tratados vão ser sujeitos a estes métodos. 
 
Aquilo que há 60 anos era algo que "nunca mais se iria repetir" é hoje práctica comum num dos hospitais duma das maiores cidades dum dos países mais desenvolvidos do mundo. 
 
Surpresa? Não. "Progresso".
 
Via

sábado, 1 de outubro de 2011

Filme "180" - Nacional Socialismo e Aborto

"Nunca entreguem o vosso voto a um político que defende a matança dum ser humano intra-uterino".

domingo, 29 de maio de 2011

Russia: Número de Abortos Aproxima-se do de Nascimentos

Um artigo que me foi enviado pelo Marcos Sabino:
Rússia: Número de abortos aproxima-se do de nascimentos

O número de abortos na Rússia aproxima-se do de nascimentos, segundo dados revelados hoje pela ministra russa de Desenvolvimento Social, Tatiana Golikova.

Em 2008, nasceram na Rússia 1 milhão e 714 mil crianças, mas o número de abortos registados foi de 1 milhão e 234 mil, disse a ministra, durante um encontro do Conselho da Rússia dedicado à política demográfica.

Um milhão de almas a quem lhes foi negada o dom da vida.

Bem vindos ao holocausto silencioso.

Neste contexto, Tatiana Golikova defende que a redução do número de abortos é "um recurso real para aumentar a natalidade"
A inconsistência é gritante: a Europa está a envelhecer rapidamente. A solução dos nossos "líderes"? Promover o aborto. Faz todo o sentido, certo?

Longe vão os tempos em que a Europa via os bebés como dádivas Divinas. Hoje nem dignos de vida são. Mais uma consequência da desvalorização da vida humana. Enquanto que com Deus toda a vida humana é preciosa, com o ateísmo a vida humana tem o valor que cada indivíduo assim o classificar. Pior ainda é quando os secularistas conferem (ou tentam conferir) direitos humanos a animais (!).

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