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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Alzheimer revertida pela primeira vez


Pela primeira vez, foi revertida a doença de Alzheimer em pacientes com a doença, há mais de um ano. Os cientistas usaram a técnica de estimulação cerebral profunda, que usa elétrodos para aplicar pulsos de eletricidade diretamente no cérebro.

Investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderados por Andres Lozano, aplicaram estimulação cerebral profunda em seis pacientes.

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer.

Nos outros quatro, foi parado o processo de deterioração.

Nos portadores de Alzheimer, a região do cérebro conhecida como hipocampo é uma das primeiras a encolher.

O centro de memória funciona no hipocampo, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo.

Desta feita, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Durante a investigação, a equipa de cientistas canadianos instalou os dispositivos no cérebro de seis pessoas que tinham sido diagnosticadas com Alzheimer, há, pelo menos, um ano.

Assim, colocaram eléctrodos perto do fórnix, conjunto de neurónios que carregam sinais para o hipocampo, aplicando, depois, pequenos impulsos eléctricos, 130 vezes por segundo.

Após 12 meses de estimulação, um dos pacientes teve um aumento do hipótalamo de 5 por cento e, outro, 8 por cento.

Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida a doença.

Os cientistas têm, contudo, ainda de conhecer mais sobre o modo como a estimulação funciona no cérebro.

Fonte

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domingo, 21 de agosto de 2011

Inglaterra: Por cada bebé adoptado, mais de 2,000 são abortados

Segundo dados recolhidos por um activista pró-vida, milhares de bebés são mortos por cada bebé que é adoptado. Dr Peter Saunders, escrevendo no seu blog, avisa que 203,444 abortos foram levados a cabo em durante o ano de 2009. No entanto, por contraste, só 91 bebés com menos de 1 ano foram adoptados durante o mesmo ano.

Estes números significam que por cada bebé adoptado durante o ano de 2009, 2,235 bebés foram mortos através do aborto - número sete vezes pior que os registos americanos.

Os comentários podem reacender as preocupações em torno das taxas de aborto do país e aumentar os apelos em favor das adopções.

Durante o mês passado, o novo responsável pele pasta da adopção disse que as mulheres com gravidez indesejada deveriam receber a opção de oferecer a criança para adopção ao mesmo tempo que se fala da opção dum aborto.

No início deste ano as estatísticas revelaram que o número de abortos em Inglaterra e no País de Gales aumentou em cerca de 8% durante a década passada (obrigado, feministas assassinas!)

Os números do Departamento de Saúde revelaram também que o número de bebés mortos devido a uma "deficiência" aumentou em cerca de 10% em um ano apenas.

Durante o ano passado 189,574 matanças de bebés foram levadas a cabo em mulheres a viver em Inglaterra e no País de Gales. No ano de 2000 175,542 abortos foram registados - mais 14,000 a menos.

-Fonte-

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Bastonário da Ordem dos Médicos descobre que a Terra é redonda

O bastonário da Ordem dos Médicos revela que a prática do aborto em Portugal está a ser usada como método de contracepção.

Pedro Nunes mostra-se preocupado com o aumento do número de interrupções voluntárias da gravidez em 2009. Subiram para 19 mil, ou seja, mais um milhar do que no ano anterior.

Uma em cada quinze mulheres realizou um aborto a pedido pela segunda vez.

“O aborto pode ter entrado na prática e nos hábitos dos portugueses como um outro método anti-conceptivo e, a médio prazo, vamos ter um programa. Ou seja, não estamos a lutar para que o aborto deixe de existir, para que passe a ser uma raridade, mas estamos a implementar um sistema de facilitismo porque, aconteça o que acontecer, os actos da sua vida e as suas decisões não têm problema nenhum”.

“Em última análise” – conclui o Bastonário da Ordem dos Médicos – “há sempre alguém que resolve, em última análise há sempre o Estado que paga, em última análise há sempre o Estado que monta os serviços para resolver a falta de seriedade com que se vive a vida”.

O Bastonário defende que está na altura de criar medidas dissuasoras que podem passar por multas.

“As medidas dissuasoras que podem ser tomadas vão desde medidas de natureza educacional, de detecção desses casos e chamada de atenção dessas pessoas, até medidas de natureza punitiva, desde as multas até à frequência compulsiva de cursos”.

Director-geral de Saúde nega aborto como contraceptivo

Em resposta a estas declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos, Francisco George, Director-geral de Saúde, diz que o aborto não deve ser usado como método contraceptivo e dá exemplos das orientações dadas aos serviços.

“As normas obrigam a que, depois deste acto, as consultas de planeamento familiar e os métodos contraceptivos sejam uma indicação formal, que todos os serviços são obrigados a prestar quando a mulher faz essa interrupção”.

Francisco George foi ainda confrontado com outra sugestão do Bastonário dos Médicos. Pedro Nunes diz que é preciso fazer uma auditoria sobre os métodos utilizados na interrupção da gravidez.

É que, enquanto no sector privado quase todos os abortos são feitos pelo método cirúrgico, no sector público acontece o inverso e é quase sempre usado o método químico. O Director-geral de Saúde diz que já há auditorias feitas “pela Inspecção-geral das Actividades em Saúde”, mas não revela os resultados.

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