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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Clínica na Amadora faz abortos ilegais

Fonte
Uma clínica do concelho da Amadora está a funcionar ilegalmente e disponibiliza-se para fazer abortos, entre outros serviços clínicos que oferece no seu 'site' na Internet
A Clínica do Bosque, na Amadora, apresenta na sua página na Internet uma lista de prestação de serviços de saúde que inclui a Interrupção de Gravidez, apesar de uma funcionária, contactada pela agência Lusa, ter negado que estes atos médicos sejam praticados

Em Portugal apenas três clínicas privadas estão autorizadas legalmente pela Direção Geral da Saúde (DGS) para realizarem Interrupção da Gravidez (IG): a Clínica dos Arcos e o Hospital do SAMS, em Lisboa, e a Clínica SOERAD, em Torres Vedras.

Além destas unidades, existem vários hospitais públicos que realizam a IG, ou encaminham as utentes para as três instituições privadas, pagando os serviços que estas prestam.

Simulando um interesse em realizar uma IG com 11 semanas de gestação - mais uma que o permitido por lei -, a agência Lusa ligou para o contacto disponibilizando no 'site' da clínica, tendo uma alegada funcionária encaminhado para um número móvel.

Através desse número, a mesma mulher explicou que a interrupção é realizada por uma parteira que tirou o curso em Coimbra, é um procedimento rápido, seguro e indolor e que custa cerca de 500 euros.

"procedimento rápido, seguro e indolor"

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

sábado, 19 de janeiro de 2013

Bebé encontrado em caçamba de detritos!




Recém nascido encontrado ainda com o cordão umbilical... crueldade.





terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bebé morto e o coração palpitando vivo


Aviso!


O vídeo que se segue contém imagens chocantes e horríveis. Só clique para assistir se realmente achar que consegue suportar.


Um coração que ainda bate...








segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Feto é arrancado lentamente do útero


Aviso!


O vídeo que se segue contém imagens chocantes e horríveis. Só clique para assistir se realmente achar que consegue suportar.










quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A agonia


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Projecto de lei pró-matança rejeitado na Irlanda



A Câmara dos Representantes do Parlamento da Irlanda rechaçou hoje um projecto de lei a favor do aborto apresentado pelo Partido Socialista, que pretendia legalizar esta prática anti-vida em caso de risco para a saúde da mãe.

Conforme assinala a agência Efe, a decisão foi tomada após dois dias de debate depois do qual se votou por impedir a norma.

Antes da votação, a autora do projecto, a deputada socialista Clare Daly, insistiu aos legisladores a "não esperar outros seis meses" para tratar este tema porque este atraso, disse, poderia "ter trágicas consequências" para algumas mulheres como "aconteceu com Savita Halappanavar".

O caso de Savita Halappanavar foi manipulado pelos promotores do aborto que dizem que sua morte, ocorrida no dia 28 de Outubro deste ano, aconteceu porque no Hospital Universitário de Galway não quiseram fazer-lhe o aborto.

Ela ingressou no Hospital Universitário de Galway em 20 de Outubro, afligida por fortes dores nas costas. Ao pouco tempo os médicos indicaram-lhe que estava sofrendo um aborto espontâneo.

A mulher pediu que lhe fizessem um aborto, mas os médicos indicaram-lhe que não realizariam esse procedimento até que o coração do bebê deixasse de bater. Em 24 de Outubro, a criança morreu e seu corpo foi retirado. Quatro dias depois, a mãe faleceu vítima de septicemia.

O Life Institute divulgou a manobra orquestrada pelos abortistas na Irlanda, ao planejar a difusão nos meios e a pressão política do trágico final da jovem.

A porta-voz do Life Institute, Niamh Uí Bhriain, revelou que tem em seu poder uma cópia de um correio eletrónico, na qual se evidencia que os abortistas conheciam o caso antes que este chegasse aos meios de comunicação, e "de forma muito desagradável (o) descreveram como uma ‘notícia importante para os meios’".

O correio, com data de 11 de Novembro e remetido pela organização abortista Irish Choice Network (ICN), assegura que "uma notícia importante com relação ao aborto aparecerá nos meios de comunicação no início desta semana".

Por sua parte, MaterCare International assinalou que "com excepção do caso de Savita Halappanavar que foi trágico e fora do comum, a prática da medicina materna na Irlanda foi impecável nas décadas recentes. Irlanda, junto com outros países onde o aborto não está permitido por lei, tem uma das taxas de mortalidade materna mais baixas do mundo".

Irlanda, indicaram, é "um dos lugares mais seguros no mundo para que as mulheres deem à luz a seus filhos. Alterar dramaticamente estas bem-sucedidas práticas médicas para atender aos buliçosos e ignorantes lobistas seria um erro".

Os médicos católicos afirmaram que as críticas feitas pelo lobby abortista contra a Igreja "junto com um esforço organizado pelos grupos de pressão tratam de tirar proveito desta perda com o fim de mudar a Constituição da Irlanda para que permita o aborto livre".

A morte de Savita Halappanavar sublinharam, "é uma trágica perda", entretanto "não deve ser aproveitado pelos defensores do aborto a fim de promover sua própria ideologia e agenda política".

Os médicos católicos asseguraram que "se realmente desejamos salvar as vidas das mulheres que morrem durante o parto, devemos respeitar seus direitos como mães e brindar-lhes um cuidado compassivo e especializado".


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bebé nasce saudável depois de terem sido negados 12 pedidos de aborto

Criança deixou os médicos cada vez mais surpresos com melhora progressiva | Foto: Reprodução Internet


Inglaterra - Durante a gestação de gémeos, Pipa, de 26 anos, teve um de seus filhos retirado por complicações vitais. O outro gémeo, permaneceu na barriga da mãe. Os médicos estimaram apenas 3% de chance de vida para a criança e a alertaram cerca de 12 vezes que a mulher deveria retirar o filho. Pipa negou todas as vezes e disse: "Onde há uma batida de coração, há esperança".

A criança nasceu e depois de algumas complicações e procedimentos cirúrgicos, Jacob Reed voltou para casa em Burton-on-Trent, Staffs, na Inglaterra. O bebé tem apresentado uma melhora diária, deixando os médicos cada vez mais surpreendidos.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Rosas suíças

Matar o bebé que se encontra no útero é permissível, mas decapitar rosas, não. Pelo menos foi isto que o "Swiss Confederation Federal Ethics Committee" recentemente determinou. Aparentemente os seres humanos destronaram Deus do Seu Lugar uma vez que estão a determinar para todos o que é moralmente "certo" e "errado":
Os membros do Comité unanimemente qualificaram o dano arbitrário causado às plantas como moralmente não permitido.
(Willemsen, 2008, p. 20).
Como exemplo, eles explicam que se um agricultor, a caminho de casa e depois de ter recolhido erva para os seus animais, "decapitar flores" sem "um motivo racional" (p. 9), ele cometeu algo moralmente errado. Suponho que ele levou a cabo planticídio.

Porque é que o Comité defende que matar plantas de modo arbitrário está errado?
Uma clara maioria defende também que deveríamos manusear as plantas com algum cuidado pelo motivo ético das plantas individuais terem valor inerente.
(Willemsen, p. 10)
Eles explicam o uso das palavras "valor inerente" afirmando que as plantas possuem valor, "independentemente de serem úteis ou de alguém atribuir valor a elas." (p. 7). Portanto, quando os soldados de cartão do livro "Alice no País das Maravilhas" pintaram as rosas de vermelho, eles estavam a fazer algo mais que perturbar a rainha (que exigiu a sua decapitação). Eles estavam a cometer um acto hediondo e pouco ético, e mereciam ser punidos pelo desprezo do "valor inerente" das rosas, e do seu direito de ser da cor com a qual nasceram - ou melhor, da cor com a qual cresceram.

A verdade dos factos é que os seres humanos possuem "valor inerente" que vai para além do domínio físico uma vez que Deus criou-nos à Sua Imagem (Génesis 1:27) Ao contrário do resto da criação, os seres humanos não só possuem uma alma, como vão viver para sempre. As plantas, por outro lado, possuem "valor instrumental" porque são úteis aos seres humanos; Deus criou e protege as plantas por esse motivo.

Às vezes acontece as plantas terem um "valor relacional", se nós o atribuirmos às plantas, mas de maneira nenhuma as plantas possuem um valor remotamente próximo do valor dos seres humanos. O Senhor Jesus demonstrou isto de modo enfático quando Ele contrastou as plantas com o ser humano:
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?
(Mateus 6:30).
O valor do ser humano é muito superior ao valor das plantas, mas o Comité afirma que as plantas "lutam por algo" e não deveriam ser impedidas "sem motivos válidos". Afinal,
descobertas recentes nas ciências naturais, tais como as muitas semelhanças entre plantas, animais e humanos ao nível molecular e celular, removem o motivo de se excluir as plantas da comunidade moral. Estudos levados a cabo na biologia celular mostram que as plantas e os animais, que partilham um desenvolvimento histórico com a duração de 3 biliões de anos , possuem muitos processos e reacções que não são fundamentalmente distintos ao nível celular. As plantas reagem ao toque e ao stress, ou defendem-se contra predadores e patogénicos de modo bastante diferenciado. (Willemsen, pp. 5,15).
Eles continuam,
[P]ode até ser que as plantas cumpram as condições necessárias para um tipo de senticiência [auto-percepção, consciência, a habilidade de sentir]. . . . Não é ainda claro que as plantas possuem senciência, mas também não se dá o caso de se saber que elas não possuem. Não pode, portanto, ser alegado que os motivos para se excluírem as plantas do círculo dos seres que têm que ser moralmente considerados foram eliminados.... Pelo menos a maioria dos membros do Comité não exclui a possibilidade das plantas serem sencientes e que isto é moralmente relevante.
(p. 15).
Cerca de metade dos membros do comité têm as suas reservas em torno das plantas serem sencientes . Portanto, quase metade dos membros não está totalmente certo, mas "duvida" que as plantas sejam sencientes . “Um pequeno grupo considera ser provável” que elas sejam.

Este tipo de "lógica" é consequência natural do ateísmo e da alienação da moral Bíblica. Será que temos que começar a levar em conta os sentimentos da relva antes de a pisarmos?

Eles vão mais longe:
A opinião maioritária é a de que nós precisamos duma justificação para perturbar a habilidade das plantas em se desenvolverem. (p. 17).
Portanto, nós temos que nos justificar antes de "perturbamos" uma planta. Justificarmo-nos a quem, já agora? Às plantas?

Em relação à "posse de plantas", a maior parte do comité acredita que as plantas estão "excluídas, por motivos morais, da possessão absoluta. Segundo esta interpretação, ninguém pode manusear as plantas segundo a sua vontade ou segundo os seus desejos." (p. 20). Portanto, se vives na Suíça, a planta que tens no vaso está legalmente protegida. Tu podes pensar que ela é tua, e que podes fazer com ela o que bem quiseres, mas não podes e nem deves.

Claro que se tratares mal uma planta (esquecer de regar, regar demasiado, não lhe colocar de modo a apanhar a luz do Sol, ou se ela apanhar Sol a mais), tu podes ser legalmente acusado de "abuso de plantas".

Note-se que se alguém tem "motivos válidos", não está errado matar as plantas. Mas porque é que seria relevante alguém ter motivos válidos ou não? Se está errado matar as plantas, porque é que eles não o afirmam directamente? Se, biologicamente falando, as plantas possuem tantas semelhanças com os seres humanos ao nível celular, e não é aceitável matar seres humanos, porque é que é aceitável matar as plantas por "motivos válidos"?

Os esquerdistas afirmam que não devemos matar seres humanos mesmo que eles tenham cometido crimes hediondos merecedores de morte. Matar os outros através da guerra também não é muito do seu agrado. A única matança de seres humanos que é aceitável é através do aborto e da eutanásia, mas não se crê que os membros do comité apoiem o aborto de plantas.

Então porque é que permitem a matança de plantas? A resposta é que, sem elas, o que é que haveríamos de comer? Comer animais é olhado com desdém pelos vegetarianos, uma vez que eles insistem que devemos excluir a carne da nossa dieta. No entanto, matar plantas começa também a receber olhares desdenhosos. Então o que é que vamos comer? Insectos e lixo? Será que temos que passar a ser necrófagos e comer só animais já mortos?

Notem a hipocrisia: "Está errado matar plantas", até que isso me afecte pessoalmente. Se estes defensores das plantas, estes campeões das flores, fossem realmente cheios de amor e atitude de sacrifício em relação as plantas, eles não comeriam nem plantas, nem animais, da mesma forma que não comem carne de humanos. Aliás, usando a sua lógica distorcida, eles nem deveriam comer plantas mortas ou animais mortos uma vez que isso impediria as pobres bactérias e os pobres micro-organismos de se alimentarem.

Considere-se as implicações: falando de modo ético, a matança arbitrária de plantas é agora moralmente errado, tal como matar um bebé. Obviamente, em muitas sociedades matar um bebé que se encontra do lado oposto da pele duma mulher não é eticamente condenável. Isto significa que, agora, as plantas têm mais valor que um bebé que se encontra separado de nós por tecido humano e fluidos.

Conclusão:

Se as plantas são, agora, colocadas num pedestal, o futuro vai ser muito sombrio. Quanto tempo mais até ser considerado moralmente errado cortar a relva do quintal? E que dizer do "assassínio" de árvores como forma de construir estradas, casas ou para fazer papel? Logicamente falando, todo o uso de madeira tem que se banido. Matar plantas do algodão para fazer vestuário seria inaceitável. Os seres humanos vão ter que deixar as plantas tomar conta da sociedade.

De facto, nós seres humanos temos que dar término à nossa existência como forma de proteger o meio ambiente.




REFERÊNCIAS

Willemsen, Ariane, ed. (2008), “The Dignity of Living Beings with Regard to Plants—Moral Consideration of Plants for their Own Sake,” Federal Ethics Committee on Non-Human Biotechnology (Berne: Swiss Confederation), April.

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sábado, 14 de julho de 2012

Por favor, feministas, defendam esta mulher.


Não sei quantas vezes é preciso dizer isto, mas vamos lá:
  • Todos os abortos matam um ser humano inocente. Todos sem excepção.
  • Não existem "abortos seguros" uma vez que todos os abortos acabam com a vida dum bebé indefeso, inocente e frágil.
Em relação ao video em si; ficamos à espera que alguém que defende a matança de bebés inocentes diga o porquê de ser moralmente errado enterrar bebés vivos.




 




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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Demasiado perturbador


Não há palavras para se descrever esta selvajaria.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Aborto explicado com uma imagem

Se és "pró-escolha", então és a favor disto.


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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Monumento à criança não nascida

Em resposta ao pedido de um grupo de jovens mães, conscientes do valor da vida humana.

Já pode ser visitado na Eslováquia o monumento à criança não-nascida, que foi inaugurado há menos de um mês pelo ministro da saúde eslovaco. A obra não só expressa a dor e o arrependimento de mães que fizeram um abortamento, mas também o amor da criança com a mãe.

A ideia de construir um monumento ao não-nascido veio de um grupo de jovens mães, conscientes do valor da vida humana e da perda irreparável de cada uma das crianças que não chegam a nascer.

Já são vários os países do leste europeu que, pouco a pouco, vão apagando as brasas totalitaristas que ainda restavam do comunismo. Países como a Polónia, Hungria e Eslováquia estão dando grandes passos em favor da vida.

Nem tudo ainda é vitória. No último mês de Setembro o direito à vida na Polónia perdeu a batalha com a lei de iniciativa popular, que por pouco não foi aprovada. Com sua aprovação, a Polónia estaria às portas da completa abolição do aborto.

Seria imaginável a inauguração de um monumento similar em nosso país, em que houvesse a participação de um representante do governo?


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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Taya

Quando Gemma Andre enviou as fotos da sua jovem filha Taya a uma agência de modelos, ela nada disse sobre o facto dela ter nascido com o síndrome de Down. Gemma disse o seguinte ao Daily Mail:
Ninguém me perguntou "A sua filha é deficiente?" e como tal eu nada disse.
Mesmo depois da agência Urban Angels lhe ter telefonado e dito que a Taya havia passado a primeira fase da selecção - e como tal gostariam de conhecê-la pessoalmente - Gemma continuou sem revelar nada àcerca da condição da sua filha.
Não queria que ela fosse escolhida como a simbólica criança deficiente. Se ela por acaso viesse a ser escolhida, teria que ser devido ao seu próprio mérito.
Veio-se a descobrir mais tarde que a Gemma nada tinha a temer: depois da filha ir a uma sessão fotográfica na Urban Angels, Taya foi uma das poucas crianças escolhidas pela agência.

A mãe diz:

Quando a agência me ligou e disse "Queremos a sua filha nos nossos livros. Ela é absolutamente linda", fiquei contente.

Perguntei-lhes se eles se haviam apercebido que ela tinha síndrome de Down. Eles disseram: "É irrelevante. Nós aceitámos-la".

Quando Gemma ouviu estas palavras não conseguiu conter as lágrimas.
Fiquei radiante mas não porque a Taya haveria de ser uma modelo. Mais importante que isso, ela havia competido em pé de igualdade com outras crianças e havia sido bem sucedida.
Alysia Lewis, proprietária da Urban Angels, diz:
A Taya é incrivelmente fotogénica, calorosa e uma criança sempre pronta a sorrir. As fotos dela irradiam isso mesmo.

O facto dela ter síndrome de Down não entrou na equação. Escolhemo-la devido à sua vibrante personalidade e sentido de diversão.

Somos muitos exigentes na nossa selecção. . . . . A Taya é uma das 50 que nós seleccionamos, duma grupo de 2,000 aplicações.

A história da Taya é rara numa altura em que 90% das crianças ocidentais com o síndrome de Down nunca vivem o suficiente para ver a luz do dia. Em vez disso, e num gesto que ressuscita o eugenismo, elas são assassinadas de forma nojenta e cobarde quando ainda estão no útero.

Gemma, no entanto, diz que nunca considerou realizar os testes que poderiam revelar a condição da filha uma vez que ela e o parceiro estavam "determinados a amar a criança com a qual seriam abençoados".

No entanto, ela confessa que foi um duro revés para eles saber que a sua filha provavelmente sofria do síndrome de Down.

A partir desse momento comecei a lamentar pela criança que nunca tive. Não fomos capazes de conter os pensamentos egoístas e questionar o porque disto ter acontecido connosco. Não conseguimos celebrar. Sentimo-nos entorpecidos e tristes; foi devastador.
Desde então, no entanto, Gemma diz que não só se adaptou à condição da filha como aprendeu a aceitá-la.
Estou determinada a que a Taya tenha as mesmas possibilidades que qualquer outra criança.

Quero que ela vá a uma escola de dança. Ela adora a música e tem um sentido de ritmo; ela balança e bate palmas quando canto para ela.

Quando as pessoas me dizem "coitadinha de ti", eu considero isso ofensivo e irritante. Da forma como eu vejo, algumas pessoas nem conseguem ter filhos, mas Deus deu-me esta criança especial.

Segundo os aborcionistas, esta criança deveria ter sido esquartejada,
decapitada, decepada e sugada
enquanto ainda se encontrava no útero materno.

Fonte

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

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