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domingo, 21 de agosto de 2011

Inglaterra: Por cada bebé adoptado, mais de 2,000 são abortados

Segundo dados recolhidos por um activista pró-vida, milhares de bebés são mortos por cada bebé que é adoptado. Dr Peter Saunders, escrevendo no seu blog, avisa que 203,444 abortos foram levados a cabo em durante o ano de 2009. No entanto, por contraste, só 91 bebés com menos de 1 ano foram adoptados durante o mesmo ano.

Estes números significam que por cada bebé adoptado durante o ano de 2009, 2,235 bebés foram mortos através do aborto - número sete vezes pior que os registos americanos.

Os comentários podem reacender as preocupações em torno das taxas de aborto do país e aumentar os apelos em favor das adopções.

Durante o mês passado, o novo responsável pele pasta da adopção disse que as mulheres com gravidez indesejada deveriam receber a opção de oferecer a criança para adopção ao mesmo tempo que se fala da opção dum aborto.

No início deste ano as estatísticas revelaram que o número de abortos em Inglaterra e no País de Gales aumentou em cerca de 8% durante a década passada (obrigado, feministas assassinas!)

Os números do Departamento de Saúde revelaram também que o número de bebés mortos devido a uma "deficiência" aumentou em cerca de 10% em um ano apenas.

Durante o ano passado 189,574 matanças de bebés foram levadas a cabo em mulheres a viver em Inglaterra e no País de Gales. No ano de 2000 175,542 abortos foram registados - mais 14,000 a menos.

-Fonte-

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Consequências Físicas do Aborto

[ VIA ]

“O que é que eu aprendi em três anos de estudo dos efeitos do aborto legal?
Que existem inúmeras complicações e que não existem garantias de uma passagem segura. Nenhum médico, nenhum hospital, nenhuma clínica pode garantir a uma mulher que ela vai sobreviver a um aborto legal.” (Saltenberger, A, 1982 Every Woman Has a Right to Know the Dangers of Legal Abortion. Air-Plus Enterprises, Glassboro, NJ)

[Ann Saltenberger é investigadora]

Ao referir que o aborto induzido é 10 vezes mais seguro do que um parto, a propaganda de muitas clínicas de aborto (em países onde a prática está legalizada) cria uma falsa sensação de segurança nas mulheres que procuram os seus serviços. No entanto, esta prática está longe de ser segura. As mulheres que se submetem a um aborto induzido colocam a sua saúde em risco. Mesmo que o procedimento cirúrgico possa correr bem, a mulher não está livre de ter problemas a longo prazo. Em alguns casos, a prática do aborto pode resultar na morte da mulher. As principais causas de morte relacionadas com o aborto induzido resultam de infecções, hemorragias e perfurações uterinas.

Aproximadamente 10% das mulheres que se sujeitam a um aborto induzido sofrem de complicações imediatas, das quais cerca de um quinto (2%) são consideradas de risco para a vida da mulher. As oito complicações principais mais comuns que podem ocorrer são: infecção, embolia, perfuração ou dilaceração do útero, complicações com a anestesia, convulsões, hemorragia aguda, danos cervicais, e choque endotóxico.

As complicações menores mais comuns incluem: infecção, hemorragia, febre, queimaduras de segundo grau, dores abdominais crónicas, vómitos, distúrbios gastrointestinais, e sensibilização Rh (ocorre quando o sangue do feto se mistura com o sangue da mulher grávida e ambos tem Rh’s diferentes). (Frank, P.I, 1985. Induced-Abortion Operations and Their Early Sequelae. Journal of the Royal College of General Practitioners 35(273):175-180.; Grimes, D.A. and Cates, W., Abortion: Methods and Complications, Human Reproduction, pp. 796-813.; Freedman, M.A., Jillson, D.A., Coffin, R.R. and Novick, L.F. (1986). Comparison of Complication Rates in 1st-Trimester Abortions Performed by Physician Assistants and Physicians. American Journal of Public Health 76(5):550-554)

Num estudo envolvendo 1428 mulheres, os investigadores verificaram que a perda durante a gravidez, em especial a perda causada por aborto induzido, estava significativamente relacionada com uma pior saúde geral. (Ney, P.G., Fung, T., Wickett, A.R. and Beamandodd, C. (1994). The Effects of Pregnancy Loss on Womens Health. Social Science & Medicine 38(9):1193-1200.; Badgley, Caron and Powell (1997). Report of the Committee on the Abortion Law, Supply and Services, Ottawa)

Enquanto que a gravidez interrompida por motivos naturais causava um detrimento na saúde, o aborto tinha ainda uma maior correlação com um mau estado de saúde. Estudos como este têm confirmado outros anteriores que referiam que no ano após o aborto, as mulheres frequentavam o seu médico de família 80% mais por diversas razões e 180% mais por razões psicológicas
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Nota: nunca é de mais recordar. Para além das consequências físicas no corpo da mulher, o aborto tem este tipo de consequência física no corpo dos bebés.

«Primeiramente é aplicado uma solução salina no ventre da mulher para ”envenenar” a criança, após agonizar algumas horas a criança é triturada lá dentro e os pedaços são retirados aos poucos. Com um pequeno detalhe, a criança é “montada”, como um quebra-cabeça, do lado de fora para se verificar se todas as partes dela foram retiradas do corpo da mulher. »

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