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sábado, 13 de agosto de 2011

Grupo das Nações Unidas quer tornar o aborto um "direito humano" para crianças a partir dos 10 anos de idade

Ficamos a saber a partir da CNSNews.com que a Y-PEER, uma iniciativa juvenil pertencente à "United Nations Population Fund (UNFPA)" apelou para que o aborto e a contracepção se tornem num "direito humano internacional" para crianças com idades que podem chegar aos 10 anos.

O mesmo grupo (afiliado à ONU) emitiu um comunicado em favor do que os analistas da ONU qualificam como um apelo à descriminalização da prostituição e do uso de drogas. Para além disso, essa organização espera que haja confidencialidade nos "serviços de saúde" (aborto) fornecido aos jovens.

O documento "Joint Youth Statement on the Sexual and Reproductive Health and Rights of Young People” foi anunciando em preparação para a conferência de jovens das Nações Unidas.

O documento declara:

De modo a reconhecer na plenitude os direitos sexuais e reprodutivos dos jovens, especialmente o direito à escolha [de matar o bebé que se encontra o útero materno], temos que atingir o acesso universal a serviços médicos sexuais e reprodutivos seguros e amigos dos jovens.
As palavras "serviços médicos reprodutivos" significa aborto, algo que o documento mais à frente demonstra.

Lembrem-se deste tipo de "projectos" da próxima vez que algum esquerdista cantar louvores à ONU.

Para estes assassinos, disponibilizar serviços e recursos para matar bebés é um "serviço médico" e um "direito humano". A tragédia disto é que o maior e genuíno direito humano que nós podemos ter , isto é, o direito à vida, é ignorado por estes senhores.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Governo Inglês Exige Educação Sexual para Crianças de 5 Anos.

Os depravados burocratas que controlam o sistema de saúde socialista da Grã-Bretanha vieram com uma ideia genial para combater a gravidez juvenil: escolas governamentais precisam de ensinar sobre sexo a crianças de 5 anos:

Educação sexual deveria ser ensinada a crianças a partir da idade de 5 anos de forma a dar as mesmas a habilidade e a confiança de adiar a intimidade sexual até elas estarem prontas. (...)

A educação sexual inadequada numa idade mais nova é vista como um dos factores que contribuem para a elevada taxa de gravidez juvenil na Grã-Bretanha, uma das mais altas da Europa, embora tenha tido um decréscimo de 13% na última década.

Então é por isso que a Grã-Bretanha se está a afundar debaixo de uma onda de mães dependentes da pensão estatal: não há educação sexual suficiente. Durante a era Vitoriana as crianças de 5 anos eram ensinadas educação sexual, e por isso é que este problema não existia.

O mais rcente programa-guia do "National Institute for Health and Clinical Excellence" (NICE), que está em fase de construção, não será compulsório, mas a agência espera que as autoridades locais o sigam.

Típico de mini-ditaduras: "não és obrigado a seguir o programa, mas esperamos que o sigas. É para o teu próprio bem!"

Entretanto, fora da bolha de ar em que vivem os esquerdistas britânicos, o sucesso dos programas que visam corromper as crianças tem sido um estrondo.

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Educação sexual do ateísmo: Sucesso em toda a linha

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Aborto: Preparando o caminho para o eugenismo

Uma das muitas coisas boas que a religião Judaico-Cristã trouxe para a Europa foi o valor e a dignidade da vida humana, desde a fase mais tenra até à velhice.

As religiões pagãs e humanistas, por outro lado, vazias de Uma Referência Absoluta para a moral, vão criando os conceitos de "humano" e "não humano" à medida que vão caminhando, deixando um rastro de sangue e morte por onde passam.

Este achado provavelmente levanta o véu do que acontecia a crianças "indesejáveis" antes da chegada do Cristianismo. Curiosamente, em países onde há uma forte indoutrinação ateísta (Inglaterra, China, Suécia, etc) o valor da vida humana voltou a cair para algo definido pela sociedade. Hoje em dia as sociedades de cariz mais anti-cristão impuseram a crença de que o bebé que está no ventre não é bem humano, e portanto, não há problemas em matá-lo.

A descoberta de 97 esqueletos de crianças com 40 semanas de gestação, numa vila romana, em Inglaterra, leva investigadores a pensar que ali havia um bordel.

Nas escavações de uma antiga vila romana, junta da localidade de Hambleden, no vale do Tamisa, em Buckinghamshire ( Inglaterra), uma equipa de arqueólogos britânicos fez uma estranha descoberta: uma vala do tempo romano, na qual foram encontrados os esqueletos de 97 crianças que não tinham mais de 40 semanas de gestação à data da sua morte. Os investigadores pensam que ali haveria um bordel e que aquelas eram crianças indesejadas e mortas à nascença.

"Não existe nenhum outro sítio onde se tenha encontrado algo assim", explicou o biólogo que fez o estudo dos esqueletos, Simon Mays, do English Heritage Centre for Archeology, citado pela BBC News online.

O sítio arqueológico foi descoberto há cem anos e identificado como uma vila romana, de proprietários abastados.

Na altura, o local foi estudado pelo naturalista e arqueólogo inglês Alfred Heneage Cocks, que deixou um relatório minucioso das escavações, durante as quais reuniu três centenas de caixas com artefactos, cerâmica e ossos. Elas foram recentemente redescobertas no Buckinghamshire County Museum, juntamente com o relatório das escavações, datado de 1921, e um acervo de fotografias.

Nesses registos, os arqueólogos encontraram indicações muito precisas sobre a localização dos pequenos esqueletos, que estavam enterrados sob paredes ou no pátio, mas todos próximos uns dos outros.

No seu relatório, no entanto, Alfred Heneage Cocks não dava grande relevância aos esqueletos.

A equipa que neste momento está a estudá-los conseguiu determinar que nenhum deles teria mais de 40 semanas de gestação. Ou seja, morreram à nascença, e os arqueólogos pensam que foram mortas propositadamente.

"A única explicação que temos é que haveria ali um bordel", adiantou à BBC a arqueóloga Jill Eyers, do Chiltern Archeology, que está a participar no estudo sobre os esqueletos.

No entanto, sublinha a arqueóloga, aquela poderia ser uma situação comum naqueles tempos, em que não existia uma contracepção eficaz.

Por outro lado, sublinha ainda a equipa, o infanticídio poderia não ser na época romana um comportamento tão chocante como hoje.

Registos arqueológicos desse tempo mostram que as crianças não eram então consideradas totalmente humanas antes dos dois anos, de acordo com a arqueóloga.

Os investigadores vão agora fazer os estudo genético dos esqueletos para tentar determinar o sexo e para perceber possíveis relações entre eles.

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