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sábado, 19 de outubro de 2013

Mulher "condenada" a 4 meses de prisão efectiva por matar dois bebés

Assassina
Tribunal Austríaco apurou que duas mulheres grávidas perderam os seus filhos depois duma amiga invejosa ter envenenado as suas bebidas. A secretária Angela Maier, de 26 anos, estava desesperada por ter um filho seu depois de ter sofrido três abortos espontâneos. A mulher deprimida foi consumida de inveja depois de ficar a saber que a cunhada e a melhor amiga estavam grávidas.

Maier disse o seguinte ao tribunal de Klagenfurt (Áustria):

Não suportava a ideia delas terem filhos - que mais tarde cresceriam - enquanto o meu estava morto. O meu teria a mesma idade que os delas, mas em vezz disso, o meu estava morto enquanto os delas cresciam.

Maier, que sofria de depressão como consequência da sua perda e como consequência da perspectiva das amigas virem a ter filhos, cruelmente envenenou as futuras mães com um medicamento que havia sido prescrito a ela depois do seu aborto espontâneo. O tribunal ficou a saber como a mulher e a sua melhor amiga haviam engravidado na mesma altura, e como elas haviam feito compras de roupas de bebés juntas.

A amiga disse:

Pedi um copo de água e ela disse que tinha uma bebida especial para as mulheres grávidas que ela já não precisava. Passado pouco tempo comecei a sangrar e perdi o bebé. Quando descobri o que ela tinha feito, escrevi-lhe de votla e disse que ela era uma assassina. Não consigo perdoar o que ela fez.

Passados que estavam dois meses, Maier convidou a sua cunhada para uma visita, e voltou a fazer o mesmo - misturando o medicamento com chocolate quente, e "observando enquanto eu a bebia", afirmou a vítima junto do tribunal. O tribunal ficou a saber que ambas as mulheres sofreram um aborto espontâneo.

Mais tarde, Maier teve a sua própria filha, que tem agora 3 anos.

Dois anos mais tarde, consumida pela culpa pelo que havia feito (e depois de ter ficado a saber que ambas as mulheres se encontravam outra vez grávidas outra vez), Maier escreveu para as duas mulheres para se confessar.

Maier foi condenada a 18 meses de prisão - 14 de pena suspensa - depois de apurar que ela era psicologicamente capaz mas que havia passado por momentos de depressão. A Juíza Michaela Sanin disse: "Você tirou maliciosamente a vida de dois bebés em gestação."

Fonte http://ow.ly/pXsiu

* * * * * * *
Dezoito meses de prisão por ter morto dois seres humanos só é possível se o agente causador pertence ao sexo privilegiado. Se um homem desse medicamento abortivo a duas mulheres, e matasse os seus dois bebés, certamente que ele não seria condenado a 18 meses de prisão (e de certeza que não veria a maior parte da sua pena sendo colocada como "suspensa").

É por incidentes como este que nós podemos ver claramente que as alegações de "opressão machista", tão falada no mundo ocidental, não correspondem à realidade dos factos. Contrariamente ao que a esquerda política ideologicamente alega, a mulher ocidental (branca e da classe média) não se encontra em "opressão"

Se existem mulheres no mundo actual que de facto vivem num regime opressor, essas mulheres não se encontram no Ocidente mas sim no Oriente islâmico.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A matança selectiva


O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas


* * * * * * *
Selectivo ou não, o aborto é a matança dum ser humano inocente. O que o aborto selectivo faz é decidir quais os seres humanos que podem viver e quais os que têm que morrer.
O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

“A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

“A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas. - See more at: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=124976#sthash.XjQFrjDc.dpuf
O aborto selectivo, com base no sexo do nascituro, é uma prática que não contradiz a lei britânica.

Depois de o ano passado o jornal “Daily Telegraph” ter revelado que a prática existe no país, com a conivência de médicos, a questão foi remetida para a procuradoria-geral que agora, numa carta dirigida ao Governo e divulgada à imprensa na segunda-feira, clarificou que abortar porque o nascituro é uma rapariga, quando se desejava um rapaz, ou vice-versa, não é crime.

“A lei do aborto de 1967 não proíbe expressamente o aborto selectivo por sexo”, afirma, na sua missiva, Keir Starmer.

“A lei proíbe que se realize um aborto sem que dois médicos, de boa-fé, tenham formado a opinião de que os riscos da continuação da gravidez para a saúde se sobrepõem aos riscos provocados por um aborto. Só haveria lugar à abertura de um processo se se verificasse que os médicos não tinham feito uma ‘avaliação suficientemente robusta’ dos riscos para a saúde da paciente”, lê-se ainda.

Na reportagem multimédia do “Daily Telegraph” alguns casais agendaram consultas para planear um aborto e informaram os médicos de que queriam abortar porque estavam descontentes com o sexo do bebé. Em vários dos casos os médicos mostraram-se compreensivos e ajudaram mesmo os pais a preencher os formulários, invocando outras razões, para não levantar suspeitas.

A procuradoria-geral optou por não abrir processo contra os médicos, levando o Governo a pedir um esclarecimento, que chega na forma desta carta.

Para além dos problemas éticos e morais que levanta, o aborto selectivo por sexo do nascituro é um problema gravíssimo em vários países asiáticos, como a Índia e a China, onde a prática, mesmo à margem da lei, já conduziu a um desequilíbrio demográfico acentuado.

Normalmente nascem mais bebés do sexo masculino do que do sexo feminino, mas na Índia, por exemplo, segundo os censos de 2011 havia apenas 914 meninas com menos de 6 anos para cada 1000 rapazes. Já na China os censos de 2010 revelaram o nascimento de 118 rapazes para cada 100 raparigas. - See more at: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=124976#sthash.XjQFrjDc.dpuf

domingo, 7 de abril de 2013

Feministas são piores que os Nazis


 
Eu já disse isto. Vou voltar a dizer. E cada vez que isto é dito, mais pessoas reconhecem a veracidade desta declaração. Chamar "feminazi" a uma feminista é um insulto para o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães:
Legisladores da Flórida que se encontram a considerar um projecto de lei que exige aos aborcionistas que forneçam tratamento médico aos bebés que sobrevivem a um aborto ficaram chocados durante o comité de audição desta semana quando uma oficial da Planned Parenthood [organização americana responsável pela matança de milhões de bebés] deu o seu apoio ao "direito de um aborto pós-natal." Alisa LaPolt Snow . .  testemunhou afirmando que a sua organização defende que a decisão de matar o bebé que sobrevive um aborto falhado cabe à mulher que buscou o aborto, e ao médico aborcionista.

"Se um bebé nasce devido ao fracasso do procedimento de aborto, o que é que a Planned Parenthood quer que se faça ao bebé que luta para sobreviver?”

"Nós acreditamos que essa  decisão deve ser deixada à mulher, à família, e ao médico," afirmou Alisa Snow (lobista da Planned Parenthood)
Para quem ainda tem dúvidas do que é a "igualdade" que as feministas têm em mente, o que esta notícia revela exemplifica-o de forma bem gráfica (e assassina). Isto é o que as feministas querem dizer com a "igualdade": protecção legal para as mulheres das consequências de TODAS as suas acções. Isto inclui a possibilidade da mulher violar qualquer contracto sempre que ela quiser, roubar a quem quer que ela queira, e matar os mais inocentes sem que oiça um sopro de protesto que lhe deixe de alguma forma pouco à vontade.

As feministas são comparativamente piores que os Nazis. Elas são comprovadamente piores que os Fascistas e os Comunistas. A sua ideologia insana tem uma contagem de corpos (assassinados) mais elevada que qualquer destas 3 ideologias malignas, e tem consequências mais dispendiosas e uma sustentabilidade social inferior.

A civilização sempre dependeu do esforço conjunto de homens e mulheres para controlar os aspectos mais sombrios e caóticos da natureza feminina. As mulheres são mais importantes para a sustentabilidade da sociedade, e é por isso que uma sociedade pode sobreviver com o mau comportamento dos machos jovens mas não consegue sobreviver ao mau comportamento das fêmeas jovens.

A sociedade islâmica é um exemplo do fardo civilizacional a ser carregado exclusivamente pelos homens. Não é ideial (muito longe disso) mas segundo as observações, é preferível, e claramente mais sustentável, que o estado caótico em que se encontra a sociedade Ocidental (sob o domínio do feminismo).

Segundo aquilo que já apurei, a sociedade Victoriana parece ser aquela que mais se aproximou do estado onde o fardo civilizacional dependia quase todo da autoridade feminina. Mesmo esse sistema é vastamente superior e mais funcional do que o sistema feminista.

Mas agora, tanto homens como mulheres lavaram as suas mãos e excluíram-se de suportar o fardo civilizacional e devido a isso começamos a ver agora os resultados da hipergamia feminina e solipsismo feminino.

Não existem limites. Essa é a chave. Melhor, não existem limites INTERNOS às exigências feministas, e, perante a ausência de limites externos sobre elas, não existem limites. O conceito dos "direitos das mulheres" requer nada menos que o sacrifício de todos os outros direitos que a civilização Ocidental alguma vez obteve, mesmo o mais importante de todos, o direito à vida. Só as pessoas mais sub-civilizacionais, niilistas, e de visão limitada podem apoiar o feminismo.

Isto não é uma observação teórica e muito menos "ódio às mulheres". Isto nada mais é que "prestar atenção" ao colapso social, e saber as suas causas.

* * * * * * *
Algumas causas:

1. Feministas não se reproduzem
2. Feministas aumentam a insegurança social
3. Feminismo fragiliza a mulher
4. Estilo de vida feminista acarreta consequências graves para as mulheres
5. Feminismo destrói o futuro académico dos mais jovens
6. Feminismo destrói os casamentos

 . . . etc, etc..

Feminismo ou civilização Ocidental. Ou uma ou outra.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

40 Dias pela Vida





[ origem da imagem: Facebook PPV Portugal Pro-vida ]
A tragédia do aborto livre iniciada em 2007 pelas mãos sujas de sangue de José Sócrates, o principal responsável, ainda é maior quando reconhecer a humanidade das vítimas do aborto é visto por muitos como manifestação de intolerância, ódio e desumanidade. O aborto só é uma questão "polémica" e passível de "debate" quando se ignora ou relativiza a humanidade do fraco e indefeso que é destruído. 

Enquanto são desprezados pela imprensa, com excepção dos ataques ocasionais que lhes fazem alguns jornalistas de causas anticristãs, os que não confundem legalidade com moralidade continuam a salvar vidas e a ajudar mulheres arrependidas à porta do matadouro de bebés de Lisboa.
« Hoje apareceu na casa de Nazaré para ser apresentado às pessoas das Mãos Erguidas que o salvaram, graças a Deus, há nove meses atrás, o William, um lindo bebé de 2 meses que é a alegria da sua mãe, apesar das muitas dificuldades que esta tem. Ao ver a mãe a dar de mamar e contar os seus problemas, uma grávida de 7 semanas que estava angustiada e indecisa  decidiu não abortar. » 
40 Dias pela Vida, Diário de 23 de Outubro.

Contra factos, não há argumentos. Ou será que os bebés hoje vivos e saudáveis por não terem sido abortados são "fundamentalistas, extremistas e fanáticos católicos de ultra-direita" e que as mães hoje felizes e gratas a quem as convenceu a não abortar são "inimigas das mulheres" ?



Feminismo, a ideia radical de que o nascimento de uma criança e a maternidade são coisas tão desumanas que podem e devem ser evitada recorrendo ao esmagamento, desmembramento, decapitação e/ou envenenamento do bebé; matando um inocente e colocando em risco a saúde física e psicológica da mulher. 


sábado, 14 de julho de 2012

Por favor, feministas, defendam esta mulher.


Não sei quantas vezes é preciso dizer isto, mas vamos lá:
  • Todos os abortos matam um ser humano inocente. Todos sem excepção.
  • Não existem "abortos seguros" uma vez que todos os abortos acabam com a vida dum bebé indefeso, inocente e frágil.
Em relação ao video em si; ficamos à espera que alguém que defende a matança de bebés inocentes diga o porquê de ser moralmente errado enterrar bebés vivos.




 




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domingo, 25 de março de 2012

Responsabilizando as mulheres


"Se achas que não estás pronto para ser pai, não tenhas relações sexuais!"

Este é o clássico ataque que as aborcionistas fazem quando os homens tentam de algum forma ter algo a dizer sobre o gestante. Mas o estranho é que nunca se diz às mulheres algo como:

Se não estás pronta para ser mãe, não tenhas relações sexuais.
Sem dúvida que a matança de bebés inocentes acabaria num instante.

Em vez disso, o que é dito é que é o direito da mulher escolher o que fazer com o "seu" corpo - mesmo que isso signifique matar o bebé que cresce no seu ventre. Claro que isto é falso visto que a mulher tem tanto "direito" a matar o bebé que se encontra dentro do ventre materno tal como o homem tem o direito de espancar a sua esposa dentro de casa.

Mas porque é que as feministas empurram a decisão de fazer ou não fazer sexo para os homens, mas não fazem o mesmo junto das mulheres? Porque é que os homens têm que ser responsáveis mas as mulheres podem ser irresponsáveis e matar o bebé mais tarde?

Será que isso acontece porque as feministas acham que as mulheres são incapazes de tomar decisões sérias em assuntos como este? O facto de só os homens serem responsabilizados pela futura gravidez é um indicativo muito forte.

Será que o feminismo defende mesmo a responsabilidade conjunta? Se os homens têm que ser responsáveis, porque não as mulheres?

A função primária da actividade sexual é a reprodução. Quando duas pessoas voluntariamente se envolvem numa relação sexual, AMBAS estão cientes que há a hipótese de gravidez. Portanto, a responsabilidade é conjunta.

Devido a isto, e uma vez que as feministas defendem que os homens que não estão prontos para serem pais devem evitar relações sexuais, todas as mulheres que não estão prontas para serem mães devem evitar qualquer tipo de relação sexual

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Multiculturalismo aborcionista

Uma das idiotices mais espantosas da elite esquerdista mundial, e dos seus aliados multiculturalistas dentro do movimento conservador, é a sua recusa em entender que os imigrantes provenientes de outras culturas não só irão reter muitas das tradições dos seus países de origem, como olharão para as tradições do mundo ocidental sob o prisma da sua cultura e expandir essas tradições nas mais variadas formas nem sempre antecipadas.

O Dr Vincent Argent, que trabalhou para a British Pregnancy Advisory Service, afirmou que "sem dúvida" que as mulheres estavam a terminar a sua gravidez devido ao sexo do bebé, e que essa práctica era "razoavelmente generalizada".

Há alguns dias atrás o Daily Telegraph revelou que estavam a ser oferecidos abortos ilegais às mulheres tendo como base o género do bebé. O Dr Argent disse que ocorriam "muitos abortos ocultos baseados na selecção sexual" onde as mulheres se submetiam a um scan ou a um teste do sangue como forma de saber o sexo da criança. Posteriormente elas requisitavam o término da gravidez sem revelar ao médico o verdadeiro motivo por trás da sua decisão.

O Dr Argent acredita que alguns dos seus colegas levaram a cabo términos de gravidez devido ao sexo do bebé e que eles (os que levaram avante com a práctica) não viam nada de mal nisso.

Tive um colega consultor no norte que expressou esse ponto de vista - esse consultor pertencia a uma minoria étnica.

Ele não via nada de eticamente errado nisso porque ele é de opinião que o motivo cultural que leva a que certas culturas prefiram rapazes no lugar de raparigas é tão válido como o motivo anglo-saxão para não ter filhos.

"Bem, estou grávida e eu não quero o bebé".

O que o doutor está a dizer é, se se pode matar qualquer bebé por "não se querer" ou "não se ter condições", então podem-se matar as fêmeas por elas, segundo alguns, terem um valor cultural inferior aos machos.

Do ponto de vista multicultural, não há problemas nenhuns com esta forma de pensar. Algumas culturas valorizam a "escolha" e a "carreira profissional" da mulher como condição para se ter um aborto enquanto outras culturas valorizam o sexo do bebé.

Logicamente falando, ele está absolutamente certo no que diz. Se o aborto é moralmente e legalmente aceite, então é aceite por qualquer que seja o motivo. De facto, não há nada de moralmente condenável em incentivar populações indesejáveis a obter abortos.

Os governos deveriam até exigir abortos a todos aqueles que se candidatam a receber ajuda monetária (subsídios de desemprego, etc). Do ponto de vista aborcionista, não há razões morais válidas para se censurar estas medidas.

O desaparecimento de crianças com o Síndrome de Down deve-se em larga medida ao aborto e aos testes pré-natais. Devido a isto, podemos antecipar o futuro e prever que, à medida que a população imigrante aumenta no Ocidente, o rácio macho-fêmea vai começar a ficar mais parecido com o rácio da China e da Índia - onde em certas áreas há mais rapazes que raparigas precisamente devido ao aborto selectivo.

As feministas, auto-proclamadas "defensoras dos direitos das mulheres", ao promoverem o aborto, estão a promover uma práctica que mata mais mulheres do que homens. Ou seja, o feminismo está a promover o desaparecimento da população feminina.




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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O verdadeiro propósito do aborto


* * * * * * * * *
O aborto não tem - nem nunca teve - nada a ver com a saúde da mulher.

O aborto é o desejo esquerdista de ter controle sobre quem vive e quem morre.

(Escusado  dizer isto, mas  a ignorante feminista citada em cima não se apercebe que uma sociedade sem homens é uma sociedade condenada à extinção. Tomando como exemplo, basta dizer que o próprio computador que ela usa para  propagar este ódio é uma invenção masculina.)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Preferiu dar a vida pelo filho do que matar o inocente

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos."
João 15:13

Em Outubro de 2010 Jenni Lake, de 17 anos, foi diagnosticada com cancro depois de ter começado a sentir enxaquecas violentas. Após ressonâncias magnéticas, os médicos descobriram o motivo das dores: astrocitoma na fase 3 - um tumor num dos lados do seu cérebro. Foram-lhe dadas 30% de chances de sobreviver mais 2 anos.

A sua mãe, Diana Phillips, parecia mais preocupada com o possibilidade das radiações lhe deixarem estéril.

Quando lhe disseram que ela poderia nunca mais ter filhos, ela zangou-se.
Por alturas de Março seguinte os tumores começaram a encolher, mas em Maio ela ficou a saber que estava grávida. Phillips disse que o oncologista familiar lhes disse que "ou ele terminava com a gravidez e continuava com os tratamentos, ou parava os tratamentos sabendo que o tumor poderia voltar a crescer."

Phillips disse que a sua filha nunca chegou a considerar fazer um aborto. Ela ficou preocupada com os efeitos que as duas rondas de quimioterapia teriam na criança de 10 semanas.

No dia 9 de Novembro de 2011, pouco antes de fazer 18 anos, Jenni deu à luz um rapaz perfeitamente saudável, baptizando-o de Chad Michael (em honra dos avós). Depois do nascimento, ela disse às enfermeiras, "Levei até ao fim o que tinha que levar até ao fim. Fiz o que era suposto fazer. O meu bebé vai ficar a salvo."

A família esperava que ela voltasse a fazer a quimioterapia no entanto os médicos descobriram que os tumores já se tinham alastrado até à sua coluna vertebral. Não havia mais nada a fazer.

Duas semanas mais tarde, ela morreu.

O último desejo de Jenni foi o de ter o bebé ao seu lado. Embora tivesse perdido a visão devido aos tumores, as suas últimas palavras foram:

De certa forma, eu consigo vê-lo.
A sua mãe Phillips agora tem uma tatuagem onde se lê "Jenni" e o versículo da Bíblia João 15:13:
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos."
Thomas McKenna, presidente e fundador do "St. Gianna Physician’s Guild", e numa declaração escrita à LifeSiteNews.com. disse:
É inspirador ver uma mulher tão jovem agarrar-se à escolha moral de poupar a vida da criança e sacrificar a sua. Isto demonstra que Deus escreveu no coração das mães uma ilimitada capacidade para amar a criança ainda por nascer.
A mulher que deu nome à instituição, Gianna Beretta Molla, morreu em 1962 depois de se recusar a fazer um aborto para salvar a própria vida. Ela disse aos médicos o seguinte:
Se vocês tiverem que escolher entre mim e o bebé, não hesitem de forma nenhuma. Salvem a bebé.
O Papa João Paulo II canonizou Santa Gianna em 2004.

A filha que ela salvou, Gianna Emanuela, é médica especializada em medicina geriátrica. Uma filha mais velha, Laura Molla, tomou parte na Marcha pela Vida em Washington, D.C..

A página de Facebook da Jenni recebeu comentários provenientes da Nova Zelândia, Alemanha e Itália.

. . . . . .

Apesar de haver ainda um grande número de mulheres que escolhe (ou é forçada a escolher) esquartejar, decepar, decapitar, queimar com químicos e depois usar instrumentos de sucção contra o seu próprio filho, ainda há muitas mulheres honradas que sacrificam a sua própria vida pela vida dos bebés que carregam no útero.

No vídeo de baixo podem-se ver alguns dos instrumentos usados na matança de bebés.


Como é possível que haja pessoas que consideram o aborto (matança de bebés inocentes) um "direito humano"?

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sábado, 29 de outubro de 2011

"Se eu pudesse voltar o tempo atrás, deixaria o bebé viver"


Quando digo às pessoas que sou uma ex-feminista, recebo uma vasta gama de respostas. Algumas pessoas ficam chocadas e ofendidas - como se eu tivesse afirmado "duvido que o mundo seja redondo." Outras há que ficam com um olhar de alegria nas suas faces como se estivessem a pensar "Que bom que outra pessoa sente o mesmo que eu sinto!".

Certamente que não me oponho a que as mulheres frequentem as faculdades nem penso que elas devam ser proibidas de perseguir os seus sonhos - quer seja a maternidade, a medicina ou a meteorologia.

No entanto, e como alguém que viveu a agenda feminista durante muitos anos, posso revelar que dar as mulheres acesso à educação e a carreiras é apenas a ponta do iceberg feminista. Se nós cavarmos suficientemente fundo, encontraremos uma vasta gama de mentiras.

Mentiras feministas.

Demorei muitos anos até ver a realidade da primeira mentira que me contaram. Embora tenha sido criada numa lar Católico, durante os meus primeiros anos na faculdade não só abandonei a minha fé Católica como também os meus princípios morais.

Quando cheguei à etapa da pós-graduação - durante os anos 70 - o movimento de libertação estava a caminho e uma das principais alegações era o do "amor livre". Isto era um eufemismo uma vez que o mesmo nada tinha a ver com a realidade do comportamento - isto é, relacionamentos íntimos com estranhos como se isso fosse mais uma actividade casual.

Como uma feminista em crescimento, eu caí no erro de pensar que, uma vez que sexo casual não afecta os homens, também não afectaria as mulheres. Afinal de contas, uma vez que as feministas estavam determinadas que nivelar o campo de jogo entre os homens e as mulheres, isso envolveria destruir tradições como o casamento e o compromisso e, no processo, encorajar as mulheres a imitar o comportamento masculino.

Foi difícil tornar-me íntima com homens que mal conhecia ao mesmo tempo que fingia que não esperava qualquer tipo de compromisso da sua parte. Mas eu convenci-me de que, através do tempo, as minhas emoções mudariam.

Apesar do facto de eu e as minhas amigas feministas regularmente ficarmos de coração partido, nós não chegamos à conclusão óbvia: o feminismo estava errado; uma vez elas sabem no seu íntimo que o bebé é o propósito óbvio da intimidade sexual, as mulheres foram criadas por Deus para juntar o sexo ao compromisso e ao amor.

Uma vez que eu era demasiado ingénua para vêr através da mentira, conclui que eu tinha que dar mais tempo à nova experiência até, eventualmente, atingir a "libertação".

Fui também apanhada na teia da segunda mentira feminista, que é consequência lógica da primeira. As feministas estão bem cientes que o sexo casual pode levar a uma gravidez - mesmo que a mulher esteja a usar contraceptivos. Não há nenhum engenho ou químico que possa garantir a 100% que o acto sexual não terá como resultado uma gravidez.

As feministas, no entanto, não vêem este facto como uma razão válida para evitar o sexo fora do vínculo do casamento. Em vez disso, e na sua tentativa de cortar a ligação Divina entre sexo e bebés, elas propõem outra "solução" - uma que levou à morte de milhões de bebés através do aborto.

Tragicamente, eu sou uma das mulheres que caiu nesta decepção. Eu realmente acreditei que a liberdade da mulher em prosseguir com os estudos e avançar com a sua carreira profissional estavam acima do direito do bebé de nascer. Devido a isto, quando me vi grávida e solteira, escolhi o que pensava que seria uma solução simples.

Em todos os artigos feministas que li - e foram alguns - nenhuma menção foi feita às repercussões que normalmente ocorrem quando uma mulher faz um aborto.

Fiz a a marcação numa clínica feminista, entrei, e assinei os papéis. Na minha mente, o que eu estava em vias de fazer era, em termos factuais, idêntico a tirar um dente.

O que eu não me apercebi na altura é que eu estava em vias de abrir a primeira brecha na minha armadura feminista uma vez que, o "procedimento", como lhe chamei na altura, era horrivelmente doloroso, tanto fisicamente como emocionalmente.

Na verdade, quando deixei a clínica nesse dia, senti um vaga de alívio uma vez que o "problema" imediato, a gravidez inesperada, estava "resolvido". O que eu não sabia era que eu haveria de encarar muitos anos de problemas, muito mais sérios, à medida que as minhas emoções femininas reagiam com horror e remorso em relação ao que tinha ocorrido nesse dia.

Comecei a experimentar flashbacks e pesadelos; via bebés no centro comercial e começava a chorar. Pior de tudo, sentia-me terrivelmente sozinha uma vez que as minhas amigas feministas, que certamente tinha usado o mesmo "procedimento", cirurgicamente evitavam falar dos seus abortos.

Crescimento.

Enquanto os anos iam passando, eu ia ficando cheia de amargura e de remorsos sem fim. Não interessava o que as líderes feministas afirmavam em artigos eruditos; a verdade dos factos é que eu havia tirado uma vida e nunca iria ultrapassar esse facto.

Só quando regressei à Igreja Católica é que comecei a ver através das mentiras feministas. Vi que era impossível ser pró-mulher ao mesmo tempo que se era anti-bebé. Finalmente me apercebi que, dentro do plano feminista, os bebés são os grandes derrotados.

Foi só através do meu regresso ao Catolicismo que descobri, duma forma sã e bela, o que significa ser pró-mulher. A figura de Maria olhando com amor para a Criança Jesus nos seus braços revela a verdade que pode triunfar, duma vez por todas, sobre as mentiras do feminismo.

Arrancar os bebés das suas mães leva a resultados devastadores na mãe e na criança.

Encontrei o perdão do meu pecado através do sacramento da confissão e fui finalmente capaz de encontrar a cura emocional através do grupo "PATH", um ministério de tratamento e cura pós-aborto. No entanto as cicatrizes deixadas pelas mentiras feministas nunca estarão permanentemente curadas. Se pudesse voltar atrás a mão do tempo, eu deixaria o pequeno bebé viver.

Tal como milhões de outras mulheres que se arrependem do seu aborto, eu daria tudo se pudesse olhar para a pequena face do meu precioso filho que nunca chegou a ver a luz do dia.



Testemunho pessoal da Lorraine V. Murray.

domingo, 9 de outubro de 2011

Resposta à feminista Maria Helena Santos

Resposta à autora do blogue "Feminismo Sem Fronteiras" no seguimento de comentários aqui colocados:
« Jairo, Sinceramente, acha mesmo que são os/as feministas que são as/os responsáveis pela morte de milhões de seres humanos?! »
Sinceramente, até nem acho. Tenho a certeza. Tomando como exemplo os EUA, em 1987, está documentado no filme "O Eclipse da Razão", o número de abortos já era de 1,5 milhões por ano. Causando o aborto da gravidez humana a morte de um ser humano, e sendo a legalização dessa injustiça uma conquista dos movimentos feministas em vários países do mundo, a resposta é sim. As feministas são responsáveis pela morte de milhões de seres humanos.
«O que acha que acontecia antes da legalização do aborto, ou da interrupção voluntária da gravidez (IVG)? »
La palisse. Antes da legalização de qualquer aborto, acto homicida para o qual as feministas usam os eufemismos politicamente correctos "Interrupção voluntária da gravidez" e "IVG", o aborto é ilegal. Quem defende a legalização de morte de seres humanos é responsável por elas.
« Aconselho-o a ver o filme Vera Drake (http://www.imdb.com/title/tt0383694/ ), que mostra bem a realidade da Irlanda, que não devia ser diferente da portuguesa.»
Aconselho a Maria Helena Santos a ver, não uma ficção cinematográfica, mas o documentário " O Grito Silencioso" que mostra bem a realidade do aborto. A morte de um ser humano. É essa a questão em discussão. O aborto não é cometido contra ar. Seja na Irlanda, em Portugal ou na China, causa sempre a morte de um ser humano.
« Quem queria abortar já abortava antes.»
Falso. Em Portugal temos relatos de mulheres  que nunca teriam pensado em abortar se o aborto não estivesse legalizado. E mesmo se fosse verdade ( não é) que cada aborto legal correspondesse a um aborto clandestino e inevitável caso não houvesse essa legalização; a questão moral e factual que levantei não seria refutada por isso. 

O aborto significa a morte de um ser humano. As feministas lutam pela legalização de abortos. No mundo inteiro, por ano, realizam-se milhões de abortos entre clandestinos e ilegais. A sugestão das feministas é acabar com os clandestinos, formalizando-os como legais. Ou seja, estão de acordo que esses homicídios se continuem a realizar, desde que legalizados e feitos em hospitais e clínicas profissionais da matança. Logo,  as feministas são responsáveis e cúmplices morais pelos milhões de seres humanos que o aborto já matou e continua a matar. Clandestinos e ilegais.
« A diferença é que antes umas mulheres iam ao estrangeiro (as mulheres de estatuto mais elevado) outras faziam-nos por cá, por vezes, sem condições nenhumas, correndo risco de vida.»
Existe uma solução perfeita para qualquer mulher não correr risco pessoal de vida, ao matar um filho dentro do seu útero: não matar esse filho. 

Esta argumento das "condições" serviria perfeitamente para defender a legalização dos apedrejamentos de adúlteras. Mas nós sabemos que a vítima do apedrejamento é o ser humano que leva com as pedras no corpo ( o objectivo do apedrejamento é matar a mulher) e que a vítima do aborto é o ser humano envenenado e/ou  decapitado e esquartejado com objectos metálicos. ( o objectivo do aborto é matar o bebé). 

Garantir condições de segurança aos cúmplices e executores de uma morte não anula o facto dessa morte se realizar. Confirma-o. Portanto, o facto das feministas conseguirem a realização de abortos em condições "seguras" para as grávidas, só reforça o que eu disse. As feministas são responsáveis por esses abortos "seguros", que se realizam aos milhões.Como eles implicam necessariamente a morte de seres humanos, as feministas são responsáveis pela morte de milhões de seres humanos.

Eu escrevi "seguros" entre aspas porque, apenas na perspectiva da mulher, também não existem abortos seguros.
«Agora, pelo menos, há mais igualdade e as mulheres são aconselhadas, têm acompanhamento psicológico, etc. »
Sim, têm bastante aconselhamento e acompanhamento psicológico imparcial. Vejamos:

- Temática comprovadamente capaz de influenciar mulheres a não abortar: banida dos locais de aconselhamento (.E médicos com objecção moral ao aborto, proibidos de aconselhar grávidas que peçam para matar os seus bebés.) 

«Saliento que a legalização da IVG não obriga nenhuma mulher a fazê-lo, dá-lhe sim a liberdade de escolha.»  
E eu saliento que a legalização do comércio de cocaína não obriga ninguém a vendê-la a adolescentes. Dá sim essa liberdade de escolha aos traficantes. Não seria uma coisa má dar liberdade e impunidade para se viciar adolescentes em drogas ? Dar liberdade e impunidade a alguém para matar um bebé é ainda pior.

Que a legalização do aborto dá às grávidas a liberdade para escolherem matar os bebés que carregam no útero, já todos sabem. Por causa dessa legalização, milhões de bebés são assassinados no aborto Que isto se faça por livre vontade das mães, autorizada por lei, não invalida o que eu disse. As feministas apoiam as leis que permitem abortos, logo as feministas são responsáveis por milhões de bebés assassinados.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Feminismo Homicida

Canadá. Mulher que matou o filho recém-nascido esconde-se debaixo de um casaco, à saída do tribunal que a perdoou.


12 de Setembro de 2011,  SiteLifeNews.com

Por  Patrick B. Craine

Uma juíza canadiana  permitiu que uma mulher que estrangulou o seu filho recém-nascido, fosse colocada em liberdade, argumentado que a ausência de lei sobre o aborto naquele país significa que os canadianos têm "simpatia" pela mãe.

"Vivemos num país onde não existe protecção para as crianças dentro do útero até ao nascimento. Agora esta juíza alargou a protecção ao criminoso, em detrimento da vítima, mesmo apesar da criança já ter nascido e disso significar que teria de ser defendida pelo tribunal.", relatou Jim Hughes, presidente de um movimento pró-vida daquele país.

Katrina Effert deu à luz na casa dos seus pais, numa casa-de-banho, no dia 13 de Abril de 2005, estrangulou o recém-nascido e livrou-se do corpo da criança atirando-o por cima de uma vedação. Na altura, a mulher tinha 19 anos.

Foi  considerada culpada de homicídio em segundo grau por dois júris, mas das duas vezes o julgamento foi anulado por recursos. Em Maio, um tribunal alterou  a sua condenação de 2009, por homicídio,  para a acusação mais leve de infanticídio.

Na sexta-feira, Effert foi condenada a uma pena suspensa de três anos. Como tal, saiu em liberdade do tribunal, ainda que continue sob certas condições.

Segundo a juíza,  a falta de leis no Canadá sobre o aborto indicam que "apesar de muitos canadianos considerarem o aborto  uma situação não ideal para resolver as consequências de sexo desprotegido e gravidez indesejada, eles geralmente compreendem, aceitam e simpatizam especialmente com as mães desfavorecidas, quanto às exigências de uma gravidez e nascimento de uma criança."

" Naturalmente, os canadianos ficam tristes pela morte de uma criança, especialmente às mãos da sua mãe, mas os canadianos também ficam tristes pela mãe", acrescentou.

Segundo o código penal canadiano, uma mulher que não tenha "recuperado totalmente" dos efeitos do parto pode ser considerada culpada pela acusação mais leve de infanticídio. Para tornar o caso em infanticídio, que implica uma pena máxima de cinco anos, é preciso ser provado algum distúrbio mental da mulher.

As provas apresentadas demonstraram que Effert não sofria de distúrbio mental. Foi realçado o facto dela ter   planeado o nascimento, arranjando tesouras para cortar o cordão umbilical e toalhas, e depois escondendo-se na casa de banho da cave . Houve suspeitas de que ela terá tentado abortar a criança durante a gravidez, fumando e bebendo. E mentiu durante o interrogatório policial, dizendo ser virgem.

Mas a juíza concordou com o advogado de defesa, dizendo que este era um "caso clássico de infanticídio - a morte de um recém-nascido após uma gravidez escondida, por uma mãe só e sem apoio."

Activitas pró-vida avisaram durante anos que a oportunidade da aceitação do aborto iria abrir a porta a uma maior aceitação social do infanticídio, começando pela eutanásia em recém-nascidos deficientes. Por exemplo, Peter Singer, o professor da Universidade de Princeton apologista do infanticídio, alega: "não existe uma forte distinção  entre um feto e um bebé recém-nascido."

Apesar de já ter sido considerado da franja radical, as posições de Singer estão a tornar-se cada vez mais populares. O mais prestigiado jornal de bioética do mundo, The Hastings Center Report, publicou em 2008 uma defesa entusiástica da prática holandesa de eutanásia de recém-nascidos.

"Quando irá acabar: na criança de um mês cuja vida os pais consideram não valer a pena, na criança de seis meses, na criança de dois anos, na criança que precisa de cuidados especiais ou que tal no adolescente?"; pergunta um defensor pró-vida canadiano que acompanhou o caso.

"É tempo do parlamento, cujo dever é proteger e legislar respeitando a constituição, levar em consideração esse dever de acordo com o primeiro direito constitucional - " O direito à vida" e decretar legislação que reconheça que a vida se inicia na concepção e deve ser protegida desde esse momento até à morte natural", defendeu outra activista." A ansiedade da mãe não pode ser tida como equivalente à perda da vida de uma criança."

__________________________________

COMENTÁRIO

Portanto, no Canadá existe o crime específico de infanticídio, não para agravar a pena das mães que matam os seus filhos bebés, mas para a diminuir. Em vez de se considerar especialmente cruel, desumano e injustificável o homicídio de um bebé;  cria-se o crime de infanticídio para salvaguardar supostas atenuantes de assassinas, justificando previamente o seu crime. Isto é, reconhecem na lei que uma mãe matar o seu bebé recém-nascido é um crime de pequena e menor gravidade.

A definição de "caso típico de infanticídio" segundo a juíza feminista; não é ser assassinada uma criança mas antes o caso da coitadinha da mulher desamparada que teve de matar o seu filho.


Amonitas, conquistando a simpatia de Moloch com a morte de um bebé.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

França: aborcionistas e feministas conseguem que professor seja permanentemente suspenso por debater a lei do aborto.

O sistema Nacional de Educação francês despediu sem indemnização Philippe Isnard, professor de História e Geografia em Manosque, França, por este ter mostrado videos e fotos em torno do aborto durante aulas que discutiam a lei do aborto em França.

Que coisa tão ridícula: mostrar vídeos e fotos sobre o aborto numa aula sobre o aborto. Quem é que já viu uma coisa dessas?!

O sr Isnard não agora rendimento algum para sustentar a sua família e nem pode ser ajudado pela segurança social uma vez que recebeu um salário no ano passado. Este incidente levanta questões sérias sobre a parcialidade do sistema nacional educativo em torno da questão do direito à vida e o aborto.

O professor ressalva que o curriculum francês em torno da História, Geografia e da ciência dos direitos e deveres do cidadão requerem que os professores organizem debates em torno das questões sociais. Tal como em todos os anos, em Outubro de 2010 o sr Isnard organizou um desses debates e convidou os estudantes a participar e a providenciarem o seu próprio material se assim entendessem.

Ele, então, dispôs vários documentos e filmes de forma a ressalvar os dois lados da questão, discutiu o texto da lei do aborto de 1975, leu um discurso de Simone Veil em defesa da legislação, exibiu pequenos documentários à classe (“Sois un homme”, “SOS, femme en détresse” e “No need to argue”) e mostrou imagens dum feto com 12 semanas.

A informação não foi disposta aos estudantes contra a sua vontade uma vez que os mesmos tinham sempre a opção de se coibirem de vêr o filme ou vêr as fotos se assim desejassem. Os estudantes - com idades compreendidas entre os 15 e os 16 - não eram obrigados a ficar nas salas de aulas. O sr Isnard nunca impediu alguém de expressar a sua opinião, mas respeitou todos os seus estudantes enquanto colocava à sua disposição informação relevante do ponto de vista científico.

O propósito não era chocar mas disseminar a verdade e educar os estudantes. Com alguma sorte. esta informação conduziria a prevenção do aborto entre os jovens.

Baseados numa denúncia feita pelos grupos pró-matança (eufemisticamente conhecidos como "pró-escolha"), o ministro da educação francês denunciou as alegadas acções do professor afirmando:

O que aconteceu é inaceitável. Os professores estão na obrigação de respeitar a neutralidade e ter respeito pela pessoa.
O ministro não disse de que forma é que a apresentação de ambos os lados da discussão em torno da matança de bebés é uma violação da "neutralidade". Além disso, quem é que decidiu que é possível ser-se neutro em relação à matança de seres humanos?

Devido a esta denúncia dos grupos pró-matança, o professor Isnard foi imediatamente suspenso por um período de 4 meses, antes de ser permanentemente removido da administração de educação nacional francês.

No bom espírito do inimigo das nossas almas, e como forma de controlar os "estragos" feitos pela divulgação de informação que poderia de alguma forma fazer as pessoas verem que o aborto mata um ser humano inocente, a organização "Planned Parenthood" local foi convidada pela escola para "explicar" os "direitos" do aborto.

Os estudantes foram levados em grupos de 5 e submetidos a uma reeducação (=lavagem cerebral) com a duração de duas horas. O ministro da educação francês não disse se um grupo que lucra com o aborto pode dar palestras com a "neutralidade" que ele exige.

Fonte


Depois da suspensão do sr Isnard, todos os seus alunos colocaram-se do seu lado e deram-lhe apoio incondicional na forma de uma petição. Mas isto é irrelevante para as feminazis e os seus comparsas. A ideologia anti-família e anti-casamento toma preeminência sobre a divulgação de informação relevante sobre a verdadeira natureza do que é o aborto.

É por estas e por outras que as feministas tem que ser confrontadas e resistidas vigorosamente e violentamente se for preciso.

As feministas aborcionistas são pessoas que estão dispostas a sacrificar vidas humanas como forma de manterem a "liberdade sexual" (e com isso, destruírem a instituição mais importante da sociedade: a família). Quem se alegra com a legalização e suporte económico da matança de bebés é um monstro a ser combatido.

Esta não é a imagem duma feminista. Foi apenas uma imagem aleatória que coloquei aqui.

segunda-feira, 7 de março de 2011

O sacrilégio de Natalie Portman: ter orgulho em estar grávida.

Ao lermos o que os membros da elite esquerdista de Hollywood escreveu depois da entrega dos Óscares, ficamos com a impressão que a actriz Natalie Portman cometeu o maior pecado aquando do seu discurso de aceitação do prémio de melhor actriz.


Portman foi homenageada pelo seu papel dramático no filme “Black Swan,” e ela começou o seu discurso de aceitação com as previsíveis palavras de agradecimento às pessoas que, directa ou indirectamente, estão relacionadas com o filme. Depois disto, e como forma de mostrar que todo o brilhantismo e a promessa de uma carreira notável nada são quando comparadas, a visivelmente grávida Natalie Portman agradeceu a Benjamin Millepied (noivo) por lhe dar "o papel mais importante da sua vida" (maternidade).

Embora o comentário de se tornar uma mãe possa ter feito sorrir milhões de pessoas um pouco por todo o mundo, segundo a escritora Mary Elizabeth Williams, escritora da Slate, o comentário foi revoltante.

Na altura, o comentário abalou-me, tal como me abalam todos os comentários que referem a maternidade como a acção mais importante que uma mulher pode executar.... Mas o motivo não me atingiu até que vi no Twitter o comentário da sempre perspicaz Lizzie Skurnick: "Epá, o homem que recolhe o meu lixo poderia também dar-te o papel mais importante da tua vida, jovem"

Quando uma mulher espera uma criança pela primeira vez, há muitos momentos de espanto e assombro entre as insónias e as azias. Mas será realmente a maternidade um papel maior do que ser uma Secretária do Estado ou uma juíza no Supremo Tribunal?

Que pergunta tão estúpida. Então ter a capacidade de gerar nova vida no seu seio (que garante a continuidade da espécie) é comparável a ser um político ou uma juíza?
É a reprodução automaticamente a maior acção que Natalie Portman vai executar na sua vida?
Aparentemente a Natalie pensa que sim, mas as feministas sabem melhor que a Natalie sobre a sua própria vida.

Para a Williams, a Natalie não deveria ter reduzido o seu papel como actriz em favor da maternidade vindoura. No seu mundo, Williams sugere que Portman deveria ter feito uma referência vaga à criança, e continuado com o discurso - como se ter um filho não fosse uma experiência que altera toda a forma como uma mulher olha para o mundo.

Porque é que, no auge da sua carreira profissional, haveria uma pessoa de sentir a necessidade de anunciar que há algo mais ainda mais importante? Mesmo que seja isso o que sinta, porquê reduzir a glória do que conquistaste?.... Porquê comparar os dois, como se ser actriz e ser mãe estivessem em competição? .... Quando foi a última vez que ouvimos um homem a qualificar o seu papel de pai como o seu maior papel?
Wendy Wright, a presidente da organização "Concerned Women for America" põe as coisas em perspectivas no seu comentário à LifeNews.com:
Hollywood resume-se a superficialidade, e esta fuga à realidade geralmente leva à destruição de vidas e famílias... Natalie Portman trouxe um sentido de realidade aos Óscares, nomeadamente, que as crianças e a família são uma grande prioridade que oferecem um significado mais profundo à vida do que os melhores prémios de Hollywood.

A abnegação da maternidade é a antítese do narcisismo de Hollywood. A Natalie oferece-nos a esperança de que uma actriz pode manter as suas prioridades no seu lugar e amar o filho mais do que a carreira.

E aqui jaz o problema. Williams não consegue ultrapassar o "eu", alegando que muitas actrizes normalmente pensam: "Se tiveres sorte, [a maternidade] não te vai diminuir como uma artista". William conclui:
A maternidade é importante. Mas também o é o trabalho. Não é preciso reduzir a importância dum para se estar orgulhosa do outro.
Pode ser que qualquer dia a Williams veja que o argumento tem duas vias.

A meu vêr, o que se passa com a raiva de Mary Elizabeth Williams e Lizzie Skurnick é que, quando Portman coloca o papel de mãe acima de qualquer outra coisa, ela está a atacar a ideologia que controla Hollywood: o marxismo cultural.

Segundo esta horrível ideologia, o "poder" das mulheres não pode de maneira nenhuma ser associado à família ou a maternidade - a sua capacidade única de dar continuidade à espécie humana - mas sim na realização de que elas tem uma função "colectiva" na preparação do caminho para a "nova sociedade". Segundo as feministas, essa "função" é o de lutar ferozmente de modo a terminar com a "opressão" das mulheres, mesmo que isso implique trazer infelicidade para as mulheres.

Toda a mulher que tem orgulho e felicidade em estar grávida está a atrasar a luta contra os "opressores". Essa luta tem primazia sobre a felicidade e os planos das mulheres ao nível individual.

Conclusão:

Natalie tem razão: ser mãe é o papel mais importante que ela vai alguma vez desempenhar na sua vida e nenhuma feminista pode anular isso.
Fonte do artigo: LifeNews.com



Fonte das fotos: A Vida Custa

sexta-feira, 4 de março de 2011

Abortofilia: Apelo à Ignorância e Feminismo

A seita da lâmina na artéria, por iniciativa de Ana Matos Pires chamou a atenção para um estudo sobre aborto e problemas mentais nas mulheres.

O Bernardo Motta comentou e referiu o aparente cuidado dos autores do estudo para não assumirem a conclusão como moddus tollens, ao escreverem apenas que ele "não sustenta a hipótese de que há um incremento no risco de problemas mentais após um aborto de primeiro trimestre". Por isto, penso que esse estudo nem sequer pode ser considerado científico pois não consta nele nenhuma premissa falseável. Os autores podiam ter escolhido esta:

-Se "problemas mentais", então "contacto com psiquiatra".

O que estaria de acordo com a metodologia seguida, conforme resumida pelo Bernardo:

-Verificar se existia correlação entre um abortamento de primeiro trimestre em mulheres sem registo prévio de problemas mentais, e um subsequente contacto entre essas mulheres e um psiquiatra.

E então a conclusão, à luz dos dados encontrados, teria de ser:

-Não "contacto com psiquiatra", não "problemas mentais".

Ou seja, o aborto nos primeiros três meses, segundo o critério adoptado, ficaria fundamentado como não sendo responsável por problemas mentais nas mulheres. Neste caso, o estudo teria sido científico. E também teria ficado demasiado evidente e fácil de apontar o seu descomunal erro. A premissa falseável implícita não é uma necessidade lógica nem uma afirmação plausível.

Uma coisa é investigar se o aborto causa problemas mentais às mulheres, outra é investigar se as mulheres vão a psiquiatras depois de abortar. É aceitável concluir que as mulheres que procuram psiquiatras têm algum problema de saúde mental, mas não é lógico concluir que SÓ as mulheres que procuram psiquiatras têm problemas de saúde mental, que todas as mulheres com problemas de saúde mental procuram psiquiatras ou que a definição de problema mental seja "contactar um psiquiatra".

Imaginem a mesma técnica fraudulenta aplicada ao problema da obesidade. Estabelecia-se o seguinte:

-Se comer mais do que necessário causa obesidade, as pessoas que comem demais tenderão a procurar nutricionistas.

Encontrava-se então um grupo considerável de pessoas com hábitos alimentares excessivos que nunca tivessem ido a uma consulta da especialidade; e podia concluir-se não haver dados para relacionar alimentação em excesso com aumento de peso?

Se for usado o truque de fechar os olhos às evidências, a coisa é capaz de resultar. Perante comilões, o cientista não os deve fazer subir a uma balança. No caso do aborto, o cientista também não deve aplicar testes/questionários/consultas psiquiátricas a grupos de mulheres que abortaram no primeiro trimeste de gravidez, para verificar se elas tiveram /têm problemas mentais.Em ambos os casos, os métodos já estão condenados a não conseguir demonstrar qualquer correlação.
Se o estudo fosse realmente científico e sério, não só teria uma premissa falseável mas também mais plausível e objectiva ( se aborto provoca problemas mentais, mulheres que abortaram terão em média mais problemas mentais), não faltando o respectivo e necessário grupo de controlo (mulheres que não abortaram). A conclusão do estudo nada diz,

The findind that the incidence rate of psychiatric contact was similar before and after a first-trimester abortion does not support the hypothesys that there is an increased risk of mental disorders after a first-trimester induced abortion

, pois o método escolhido também não suporta a hipótese contrária, a de que não há aumento de risco de disfunções mentais após um aborto no primeiro trimestre. Simplesmente informa como semelhante o contacto que as mulheres têm com psiquiatras, antes e após o aborto. No caso do aborto provocar sérios problemas mentais às mulheres, teríamos até motivos para considerar este dado muito preocupante. Tal como seria preocupante a informação de que pessoas com problemas cardíacos não procuravam especialistas da área.

Mas o defensor da legalização de abortos, como Ana Matos Pires, tranquiliza sempre a sua consciência com esta sub-espécie de argumentum ad ignorantiam.

É assim quando mentem dizendo que ninguém sabe se o feto é um ser humano. O abortista confessa ignorar se o feto é ou não humano, logo admite a possibilidade de ser, ao mesmo tempo que defende convicta e ferozmente o direito de o poder matar.

É assim quando o abortista se tenta convencer que não está provado que o feto possa sentir dor ao ser envenenado, desmembrado, perfurado, esquartejado e/ou aspirado do útero por bomba de vácuo. O defensor da legalização destes métodos tranquiliza-se, não com a certeza de que eles significam a destruição indolor de uma qualquer outra coisa que não um ser humano, mas com a abjecta ideia de que ainda está por provar que o bebé em gestação possa sentir dor quando submetido a tais torturas.
Se estivesse por provar algo tão óbvio, inevitavelmente estaria também por provar que o feto era imune à dor. Nada que preocupe o abortista, que assim admite a possibilidade do aborto ser a horrível e dolorosa morte de um semelhante seu, ao mesmo tempo que festeja a legalização do acto com vivas e aplausos.

A falácia do apelo à ignorância ocorre em duas situaçãos:

-Declarar que algo é falso, alegando não se ter provado que seja verdadeiro.
-Declarar que algo é verdadeiro, alegando não se ter provado que seja falso.

A retórica abortista usa sempre esta falácia, de maneira disfarçada, no plano da legitimação moral e legal. Declara-se o aborto permitido, alegando, por fingimento, não se ter demonstrado algo que o tornasse eticamente inadmissível. Ora, mesmo que assim fosse, qualquer acto só pode ser permitido caso se prove não existir coisa alguma que o torne eticamente inadmissível.

Nesta questão do estudo sobre a correlação entre aborto e problemas mentais da mulher, temos a mesma estratégia: assobia-se para o lado e adormece-se a consciência dizendo que não está provado que abortar aumente os riscos de problemas mentais para as mulheres.

Embora seja chocante a consideração que esta gente tem pelas mulheres, o ponto mais importante é o estudo ser totalmente irrelevante e alheio à discussão da legitimidade do aborto. Mesmo que, por hipótese, se provasse a impossibilidade absoluta do aborto poder causar qualquer problema de saúde mental ou física à mulher; o aborto continuaria a provocar aquilo que provoca: o criminoso massacre do inocente e indefeso, às mãos do mais forte.

Ana Matos Pires até podia estar 100% certa quando refere a possibilidade de benefícios mentais para a mulher que aborta ( "alívio, eutimia e normalização da reactividade emocional"). Digo mais, a felicidade até podia ser condição sine qua non e directa de TODAS as mulheres que realizassem abortos. O acto continuaria a ser aquilo que é: a morte injusta de um bebé humano.

Ao contrário do Bernardo Motta, não digo que seja mentira esta teoria da possibilidade de benefícios mentais para as mulheres que abortam. Basta recordar certas mulheres a festejarem a legalização do aborto numa determinada noite de 2007 para ficar evidente que esta prática pode provocar não só alívio, mas também alegria, regozijo e felicidade.
A concretização do desejo de matar alguém considerado incómodo, pode muito bem corresponder à eliminação de ansiedade. Por exemplo, não me admiro se certos assassinos, hoje presos e impedidos de exercer a "profissão", estejam nessa condição mais deprimidos e psiquicamente debilitados do que nos dias em que tiveram liberdade para saborear o gosto de destruir as suas vítimas.

Não digo que não existam muitas mulheres que abortem por ignorância; confusas, pressionadas, intimidadas e desesperadas. Mas não tenho elementos que me permitam generalizar essas características para todas, nem para a maioria das mulheres que decidem matar os filhos que geraram no ventre.
O facto é a que a natureza humana tende livremente para a maldade: legalizando-se o aborto, mais abortos acontecem. Se alguém duvida, pergunte aos responsáveis de qualquer clínica de abortos se eles se estabelecem nos países que legalizam a matança, com a perspectiva de obterem prejuízos.
É certo que uma das razões para ser contra o aborto pode passar também pela defesa da dignidade e saúde das mulheres. Mas não podemos tornar as mulheres adultas a referência da discussão, porque não são elas as envenenadas, esquartejadas e esmagadas nas clínicas e hospitais da morte.
Quem defende a legalização de abortos, tem a responsabilidade moral de justificar o acto. E o acto de que estamos a falar é cometido premeditamente contra um bebé, com o objectivo de o matar. É sobre isto que o abortista tem de se justificar e prestar contas, em vez de alegar que não está provado que o acto cause dano psiquíco indirecto à mãe.

Nenhuma mulher aborta por qualquer razão?

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