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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bebé nasce saudável depois de terem sido negados 12 pedidos de aborto

Criança deixou os médicos cada vez mais surpresos com melhora progressiva | Foto: Reprodução Internet


Inglaterra - Durante a gestação de gémeos, Pipa, de 26 anos, teve um de seus filhos retirado por complicações vitais. O outro gémeo, permaneceu na barriga da mãe. Os médicos estimaram apenas 3% de chance de vida para a criança e a alertaram cerca de 12 vezes que a mulher deveria retirar o filho. Pipa negou todas as vezes e disse: "Onde há uma batida de coração, há esperança".

A criança nasceu e depois de algumas complicações e procedimentos cirúrgicos, Jacob Reed voltou para casa em Burton-on-Trent, Staffs, na Inglaterra. O bebé tem apresentado uma melhora diária, deixando os médicos cada vez mais surpreendidos.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Preferiu dar a vida pelo filho do que matar o inocente

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos."
João 15:13

Em Outubro de 2010 Jenni Lake, de 17 anos, foi diagnosticada com cancro depois de ter começado a sentir enxaquecas violentas. Após ressonâncias magnéticas, os médicos descobriram o motivo das dores: astrocitoma na fase 3 - um tumor num dos lados do seu cérebro. Foram-lhe dadas 30% de chances de sobreviver mais 2 anos.

A sua mãe, Diana Phillips, parecia mais preocupada com o possibilidade das radiações lhe deixarem estéril.

Quando lhe disseram que ela poderia nunca mais ter filhos, ela zangou-se.
Por alturas de Março seguinte os tumores começaram a encolher, mas em Maio ela ficou a saber que estava grávida. Phillips disse que o oncologista familiar lhes disse que "ou ele terminava com a gravidez e continuava com os tratamentos, ou parava os tratamentos sabendo que o tumor poderia voltar a crescer."

Phillips disse que a sua filha nunca chegou a considerar fazer um aborto. Ela ficou preocupada com os efeitos que as duas rondas de quimioterapia teriam na criança de 10 semanas.

No dia 9 de Novembro de 2011, pouco antes de fazer 18 anos, Jenni deu à luz um rapaz perfeitamente saudável, baptizando-o de Chad Michael (em honra dos avós). Depois do nascimento, ela disse às enfermeiras, "Levei até ao fim o que tinha que levar até ao fim. Fiz o que era suposto fazer. O meu bebé vai ficar a salvo."

A família esperava que ela voltasse a fazer a quimioterapia no entanto os médicos descobriram que os tumores já se tinham alastrado até à sua coluna vertebral. Não havia mais nada a fazer.

Duas semanas mais tarde, ela morreu.

O último desejo de Jenni foi o de ter o bebé ao seu lado. Embora tivesse perdido a visão devido aos tumores, as suas últimas palavras foram:

De certa forma, eu consigo vê-lo.
A sua mãe Phillips agora tem uma tatuagem onde se lê "Jenni" e o versículo da Bíblia João 15:13:
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos."
Thomas McKenna, presidente e fundador do "St. Gianna Physician’s Guild", e numa declaração escrita à LifeSiteNews.com. disse:
É inspirador ver uma mulher tão jovem agarrar-se à escolha moral de poupar a vida da criança e sacrificar a sua. Isto demonstra que Deus escreveu no coração das mães uma ilimitada capacidade para amar a criança ainda por nascer.
A mulher que deu nome à instituição, Gianna Beretta Molla, morreu em 1962 depois de se recusar a fazer um aborto para salvar a própria vida. Ela disse aos médicos o seguinte:
Se vocês tiverem que escolher entre mim e o bebé, não hesitem de forma nenhuma. Salvem a bebé.
O Papa João Paulo II canonizou Santa Gianna em 2004.

A filha que ela salvou, Gianna Emanuela, é médica especializada em medicina geriátrica. Uma filha mais velha, Laura Molla, tomou parte na Marcha pela Vida em Washington, D.C..

A página de Facebook da Jenni recebeu comentários provenientes da Nova Zelândia, Alemanha e Itália.

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Apesar de haver ainda um grande número de mulheres que escolhe (ou é forçada a escolher) esquartejar, decepar, decapitar, queimar com químicos e depois usar instrumentos de sucção contra o seu próprio filho, ainda há muitas mulheres honradas que sacrificam a sua própria vida pela vida dos bebés que carregam no útero.

No vídeo de baixo podem-se ver alguns dos instrumentos usados na matança de bebés.


Como é possível que haja pessoas que consideram o aborto (matança de bebés inocentes) um "direito humano"?

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Exorcizando os abortuários

Fonte

Esta é uma história interessante que mostra o valor dos nossos padres e a necessidade da oração na nossa guerra espiritual. Faz-nos perguntar o que aconteceria se o Bispo comissionasse estes padres para orações a tempo inteiro.

O que se reporta a seguir baseia-se no que se encontra presente na "Catholic Online":

E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas! (Rom 10:15).
De acordo com a tradição, as respostas típicas dos demónios durante um exorcismo incluem linguagem desagradável, referências a perversões sexuais, mentiras e blasfémias profusas.



Do mesmo modo, as orações usadas contra um abortuário em "Northern Illinois Women Center" (Rockford) provocaram esse mesmo tipo de reacções por parte dos operários pró-matança e os activistas dentro das instalações.

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os príncipes das trevas”.

A sua revulsão por algo tão santo como um padre Católico é evidente através do que eles mostram nas janelas: freiras num caixão [nada demonstra melhor quem é o espírito por trás do aborcionismo que o desejo de matar Cristãos], uma galinha de borracha numa forca e uma imagem do Senhor Jesus que diz "Até Jesus vos odeia."

O mais maravilhoso desta batalha decorrente é que o número de abortos foi reduzido para metade desde que o Poder Espiritual do Senhor Jesus foi libertado através das orações destes padres. (Os mesmos já oram nas redondezas desde 2008.) Pelo menos os aborcionistas culpam as orações dos padres e as orações especiais da Igreja pela redução de bebés mortos.

Nesta 6ª Feira passada alguém de dentro do edifício exibiu um sinal (em reacção às orações dum padre e um seminarista) que dizia "Vão-se F.... Seus Padres Pervertidos". Estes Católicos suportaram insultos pessoais e vandalismo nos seus veículos. Um dos padres viu o seu carro a ser atacado com ovos, e outro descobriu um sinal no seu carro que dizia "Eu violo crianças".

Outro sinal manuscrito exibido de forma bem visível perto da entrada principal da "clínica" dizia "Parem os Pervertidos Padres Católicos de Violar Rapazes". Segundo a "lógica" dos aborcionistas, abusar sexualmente de crianças é condenável, mas matá-las já não é.

Os padres permanecem em vigília de oração debaixo de todo o tipo de condições meteorológicas, com os sobretudos abertos de modo a que as mulheres que buscam matar os seus filhos se apercebam que um padre, com a sua flamejante batina, está presente.

Invocando o Inigualável Poder do Senhor Jesus Cristo, através da Igreja, eles fazem o sinal da Santa Cruz e oram para que abortuário - e toda a Terra - seja purificada do mal que envolve e impele o aborto.

Vitórias Maravilhosas.

O abortuário de Rockford odeia e ataca os padres desta forma maldosa porque eles, bem como todos os padres e outras pessoas envolvidas no movimento pela defesa da vida, já foram usados pelo Senhor Jesus para salvar incontáveis vidas e almas.

Quando eles iniciaram as vigílias, foi reportado que os conselheiros pró-vida nas imediações notaram: 1) um declínio dramático no número de mães que se dirigem à "clínica", 2) um aumento de mães que escolhem a vida mesmo nas imediações do abortuário, e 3) a correlação destas mudanças com o início dos sinais blasfemos vindos de dentro.

Conclusão:

A resposta nesta "clínica" de matança tem sido particularmente virulenta mas os padres encontram-se a orar nas imediações delas todas através do ministério "Padres pela Vida" - onde padres e paróquias uniram-se contra abortuários específicos.

Vêr também: As 10 coisas que os abortistas mais temem

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Electricista Católico desempregado recusa-se a trabalhar para a industria da matança aborcionista

Tim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline RoachTim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline Roach

ACI

O jornal The Catholic Spirit da Arquidiocese de Minneapolis, nos Estados Unidos, destacou o testemunho de um electricista católico que, apesar de estar desempregado desde julho de 2009, rejeitou uma suculenta oferta de trabalho na construção de uma clínica abortista da rede Planned Parenthood.

Em meados de fevereiro, Tim Roach, que tem dois filhos pequenos, recebeu uma ligação do sindicato local sobre uma oferta de trabalho. “Não podia chegar em um momento melhor. Os benefícios por desemprego de Tim estão por acabar. Não podia acreditar que estavam oferecendo um trabalho por um prazo de onze meses com um salário anual de 65 000 a 70 000 dólares”, contou o eletricista ao periódico.

Tim pensou que o emprego era perfeito mas logo recebeu a má notícia. Tratava-se de uma posição na construção da nova clínica da Planned Parenthood( Clinica abortista ) na avenida University da cidade de St. Paul.

“Ele (o representante do sindicato) não estava realmente seguro de que iam praticar abortos ali. O rapaz evitou o ponto, acredito, para buscar me atrair e que eu dissesse sim. Mas, me disse a mim mesmo: ‘Espere um minuto. É uma da Planned Parenthood’”, a maior rede de clínicas abortistas do mundo.

O eletricista segue desempregado e sem perspectivas imediatas de emprego. Felizmente, sua esposa Nicole, de 37 anos, tem um trabalho a tempo completo em uma escola primária. Embora Tim tenha rejeitado a oferta com prontidão – a conversação Telefônica durou apenas um minuto – Nicole tomou mais tempo para acatar sua decisão, sobre tudo porque ela dirige o orçamento familiar e se ocupou da tensão financeira do desemprego prolongado de Tim.

“O primeiro que queria fazer era justificar (aceitar o trabalho)”, mas logo percebeu que não era “só uma clínica”.

“Em todo este processo, nossa fé se aprofundou. Sentimo-nos como se isto fosse uma prova para nossa fé. Escolhemos manter nossa fé”, afirma Nicole e assegura estar impressionada pela reação do seu marido.

“Ele tem essa formação moral que o faz reconhecer imediatamente que isto não é o correto”, afirma.

A história de Tim chegou por correio eletrônico ao Padre Erik Lundgren, vice-pároco da paróquia Divina Misericórdia, que Tim freqüenta, e a incorporou em uma de suas homilias.

“Pensei que é um exemplo inspirador para todos em nossa paróquia, sobre o zelo que é necessário que nós os católicos tenhamos no debate pró-vida, na luta pró-vida”, afirma o sacerdote.

“É inspirador para mim como um sacerdote. Aqui, na Divina Misericórdia, as palavras, ‘Jesus, confio em ti’ escritas na nossa pia batismal, e é disto que se trata tudo isto”, acrescentou.

Conforme afirma The Catholic Spirit, “Tim continua procurando um trabalho. Em última instância, seu objetivo é começar sua própria empresa, mas terá que ganhar e economizar dinheiro para que isto aconteça. Enquanto isso, está disposto a aceitar qualquer trabalho que possa encontrar”.

“Nos últimos seis meses, aprendemos a tomar nossos temores e preocupações e entregá-las a Deus,” diz Nicole, sua esposa. “Sentimo-nos orgulhosos de ser católicos e orgulhosos de tomar uma posição contra o aborto”, acrescentou.


Tão bom ler notícias deste calibre onde Deus dá força a um Cristão para resistir à tentação de colocar os valores de lado e pensar primeiro no dinheiro. É de Cristãos assim que o Cristianismo precisa, e não de pessoas que andam com a etiqueta de "Cristão" mas quando chega a hora de pôr a fé em teste, escolhem os caminhos do inferno.

Que o testemunho deste honrado Cristão, Tim Roach, sirva para inspiração para todos nós que ainda estamos neste mundo, e que diariamente combatemos contra as tribulações, as perseguições e as muitas tentações.

"Portanto, qualquer que Me confessar diante dos homens, Eu o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas, qualquer que Me negar diante dos homens, Eu o negarei também diante do Meu Pai que está nos céus."
Mateus 10:32-33

sábado, 21 de maio de 2011

"Apaixonei-me pelo meu filho mesmo antes dele nascer"

Stacey Solomon, cantora em ascensão da televisão britânica e a mãe de um pequeno rapaz de 3 anos, conta como estava "apaixonada" pelo filho antes dele nascer.

Mas tal como ela revelou numa entrevista publicada na Quinta-Feira, a mensagem dominante enviada às adolescentes britânicas quase que a convenceram de que abortar Zach (o filho) seria a escolha "responsável".

Eu pensei, 'Se és jovem e engravidas, tens que fazer um aborto'.
Stacey relembra na sua auto-biografia o quão doloroso foi revisitar essa altura da vida.
Pensamos que o aborto é como uma bomba de gasolina, um lugar onde tu vais para ter o que precisas e depois vais-te embora. Mas depois chegamos lá.

Quando eles te descrevem o que eles fazem, pensas logo 'Nem pensar'.

Nunca julgarei uma pessoa por decidir fazer isso, mas eu nunca poderia suportar tal pensamento.

(Neste post estão listados alguns dos instrumentos da morte usados pelos assassinos aborcionistas.)

Actualmente, a Stacey Solomon saboreia a sua relação com Zach - algo que ela afirma ter aumentado durante uma viagem até ao Malawi quando ela se encontrou com mães que perderam os seus filhos.

[O Zach] é sem dúvida a minha maior conquista e eu amo-o mais do que outra coisa qualquer. A viagem [ao Malawi] fez com que eu apreciasse mais ainda o quão precioso ele é.

Lembro-me da altura em que eu estava grávida do Zach: apaixonei-me por ele mesmo antes dele nascer.

Stacey observa que a actividade sexual precoce trouxe-lhe mais do que ela pensava. Ela lembra que ninguém lhe avisou das dores de parto antes dela começar a ter relações sexuais.
Se a minha mãe me tivesse falado [das dores de parto], eu nunca me aproximaria dum rapaz.
Solomon diz também que espera um dia ter muitos filhos.
Eu quero mesmo ter uma grande família.... No entanto, não sei quem é que os vai dar à luz! Eu sinceramente, não quero.
Fonte

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Intuição de mãe previne matança de bebé

Sofia, de 22 anos, recebeu a notícia de que teria que terminar a gravidez depois dos médicos terem notado que não havia batimento cardíaco proveniente do bebé. No entanto, ela sentiu intuição de mãe e negou-se a seguir os conselhos diabólicos dos "médicos". Devido a isto, ela insistiu em esperar mais 8 dias para outro scan. Foi a melhor coisa que ela fez porque este último scan revelou que o bebé estava vivo.

Ela é o nosso pequeno milagre. Não consigo pousá-la, ela é tão preciosa. . . . Quando olho para ela penso "se tivesse ingerido os tabletes [método de matança de bebés que não envolve cirurgia] ela não estaria aqui". Ela estaria morta dentro do período de 4 horas.
Sofia, que tem 3 filhas, fez o scan no "Royal Sussex County Hospital", em Brighton. Ele relembra:
Disseram-me, "Você teve aborto e o seu bebé morreu". Não houve compaixão . . . . Disseram-me para me livrar do bebé - mas depois de ter 3 crianças, eu sabia o que era estar grávida . . . . Lembro-me até do Chris [o marido] dizer "Toma logo os tablets" porque ele confiou nos médicos. Comecei até a odiá-lo um pouco.
A filha - Bella-Mae - deparou-se com outra batalha pela sua vida depois de ter nascido prematuramente. Ela esteve num incubador nos cuidados intensivos mas já está de volta a casa.

O pai, o mesmo que queria que a sua mulher abortasse a filha que ele julgava morta, disse:

Queria chamá-la de Lucky! Ela agora está aqui e tem sido incrível. Mas ainda estamos zangados.
Duncan Selbie, responsável pela NHS, já pediu desculpas e levou a cabo uma investigação para evitar futuros erros.

Fight for life ... newborn Bella-Mae in intensive care
Bella-Mae nos cuidados intensivos.

Fonte

sábado, 19 de março de 2011

O ultrassom que mudou minha vida

Aviso já que este testemunho é muito gráfico.

Nota: O seguinte é o primeiro capitulo do livro de Abby Johnson que está para ser publicado. Para mais informações sobre o livro, que será lançado em 11 de janeiro, clique aqui.
10 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — CHERYL MOSTROU A CABEÇA NA ABERTURA DA PORTA DO MEU ESCRITÓRIO. “Abby, estão precisando de mais alguém lá na sala de exames. Você está disponível?”
Ergui os olhos da minha papelada toda, surpresa. “Certamente”.
Abby Johnson
Embora tivesse trabalhado na Federação de Planejamento Familiar* durante oito anos, eu nunca havia sido chamada para a sala de exames para ajudar a equipe médica durante um aborto, e eu não tinha ideia do motivo por que eu precisava agora. Quem auxiliava nos abortos eram as enfermeiras profissionais, não a equipe de funcionários da clínica. Como diretora desta clínica na cidade de Bryan, Texas, eu estava em condições de preencher qualquer posição se fosse absolutamente necessário, exceto, é claro, as posições dos médicos ou enfermeiras que realizavam procedimentos médicos. Eu tinha, em poucas ocasiões, concordado com o pedido de uma paciente de permanecer com ela e até segurar a mão dela durante uma operação, mas só quando eu havia sido a conselheira que havia trabalhado com ela durante a entrada e aconselhamento. Esse não foi o caso hoje. Então por que é que precisavam de mim?
O médico aborteiro em atendimento hoje tinha estado na clínica de Bryan apenas duas ou três vezes antes. Ele tinha um consultório particular de aborto a cerca de 160 km de distância. Quando eu havia conversado com ele sobre o emprego várias semanas antes, ele tinha explicado que em seu próprio consultório ele só fazia abortos guiados por ultrassom — a operação de aborto com o menor risco de complicações para a mulher. Pelo fato de que esse método permite que o médico veja exatamente o que está acontecendo dentro do útero, há menos chance de perfurar a parede uterina, um dos riscos do aborto. Eu respeitei isso acerca dele. No que se referia a mim, quanto mais se pudesse fazer para manter as mulheres saudáveis e seguras, melhor. Contudo, eu havia explicado para ele que essa prática não era o protocolo em nossa clínica. Ele compreendeu e disse que seguiria nosso padrão de operação, embora concordássemos em que ele estava livre para usar o ultrassom se sentisse que uma situação particular justificasse isso.
Segundo sei, nunca tínhamos realizado abortos guiados por ultrassom em nossa clínica. Fazíamos abortos no sábado, a cada quinze dias, e a meta incumbida de nossa filial da Federação de Planejamento Familiar era realizar entre 25 e 35 operações naqueles dias. Gostávamos de terminá-los por volta das 14h. Nossas operações típicas levavam cerca de 10 minutos, mas um ultrassom aumentava para cinco minutos, e quando se está tentando agendar 35 abortos num só dia, esses minutos a mais contam.
Senti a relutância de um momento fora da sala de exames. Nunca gostei de entrar nessa sala durante uma operação de aborto — nunca vi com agrado o que acontecia por trás dessa porta. Mas já que todos tínhamos de estar prontos a qualquer momento para ajudar e realizar a tarefa, empurrei a porta para abrir e entrei.
A paciente já estava sedada, ainda consciente, mas grogue, a brilhante luz do médico iluminando sobre ela. Ela estava em posição, os instrumentos estavam colocados em ordem na bandeja ao lado do médico, e a enfermeira profissional estava posicionando a máquina de ultrassom perto da mesa de operação.
“Vou realizar um aborto guiado por ultrassom nesta paciente. Preciso que você segure a sonda do ultrassom”, explicou o médico.
Ao pegar a sonda do ultrassom na mão e ajustar as configurações da máquina, argumentei comigo mesma: “Não quero estar aqui. Não quero ter parte num aborto”. Não, atitude errada — eu precisava me preparar mentalmente para essa tarefa. Respirei profundamente e tentei me sintonizar com a música do rádio que estava tocando suavemente no fundo. “É uma boa experiência de aprendizado — nunca vi um aborto guiado por ultrassom antes”, eu disse para mim mesma. “Talvez isso me ajude quando eu aconselhar mulheres. Aprenderei de primeira mão sobre esse procedimento mais seguro. Além disso, tudo estará terminado em questão de poucos minutos”.
Eu não poderia ter imaginado como os próximos 10 minutos abalariam os alicerces dos meus valores e mudariam o curso da minha vida.
Eu tinha ocasionalmente realizado ultrassons de diagnóstico para clientes antes. Era um dos serviços que oferecíamos para confirmar as gravidezes e avaliar quanto estavam avançadas. A familiaridade de se preparar para um ultrassom aquietou meu desconforto de estar nessa sala. Apliquei o lubrificante na barriga da paciente, então manobrei a sonda do ultrassom até que o útero dela foi mostrado na tela e ajustei a posição da sonda para capturar a imagem do feto.
Eu estava esperando ver o que eu tinha visto em ultrassons passados. Geralmente, dependendo do avanço da gravidez e da posição do feto, eu veria primeiro uma perna, ou a cabeça, ou alguma imagem parcial do tronco, e precisaria manobrar um pouco para obter a melhor imagem possível. Mas desta vez, a imagem estava completa. Eu conseguia ver o perfil inteiro e perfeito de um bebê.
“Parece-se com Grace aos três meses”, pensei, surpresa, recordando da minha própria experiência de ver minha filha, três anos antes, aninhada em segurança dentro do meu útero. A imagem agora diante de mim parecia a mesma, só que mais clara e nítida. Os detalhes me deixaram perplexa. Eu conseguia ver claramente o perfil da cabeça, os braços, as pernas e até os dedinhos dos pés e das mãos. Tudo perfeito.
Mas muito rapidamente, a vibração com a memória emocionante de Grace foi substituída por uma onda de ansiedade: “O que estou para ver?” Meu estômago começou a ficar apertado. “Não quero assistir ao que está para acontecer”.
Suponho que isso parece esquisito vindo de uma profissional que vinha administrando uma clínica da Federação de Planejamento Familiar durante dois anos, aconselhando mulheres em crise, agendando abortos, revisando os relatórios mensais de orçamentos da clínica e treinando as funcionárias. Mas esquisito ou não, o fato simples é, nunca tive interesse em promover o aborto. Eu tinha me envolvido com a Federação de Planejamento Familiar oito anos antes, crendo que seu propósito era principalmente impedir gravidezes indesejadas, reduzindo assim o número de abortos. Essa tinha sido minha meta. E eu cria que a Federação de Planejamento Familiar salvava vidas — as vidas das mulheres que, sem os serviços fornecidos por essa organização, poderiam recorrer a algum açougueiro de fundo de quintal. Tudo isso passou rápido pela minha mente enquanto eu estava cuidadosamente segurando a sonda no lugar.
“Treze semanas”, ouvi a enfermeira dizer depois de tomar as medidas para apurar a idade do feto.
“Certo”, disse o médico, olhando para mim, “apenas segure a sonda no lugar durante a operação de modo que eu consiga ver o que estou fazendo”.
O ar levemente frio da sala de exame me deu uma sensação de calafrio. Meus olhos estavam ainda fixos na imagem desse bebê perfeitamente formado. Eu estava assistindo à medida que uma nova imagem entrava na tela do vídeo. A cânula — um instrumento em forma de canudo ligado à extremidade do tubo de sucção — havia sido inserida no útero e estava se aproximando do lado do bebê. Parecia um invasor na tela, fora de lugar. Errado. Parecia simplesmente errado.
Meu coração estava batendo aceleradamente. O tempo estava andando devagar. Eu não queria olhar, mas não queria parar de olhar também. Eu não conseguia assistir. Fiquei horrorizada, mas fascinada ao mesmo tempo, como alguém acanhado que diminui a velocidade enquanto passa de carro por algum horrível acidente de carro — não querendo ver um corpo mutilado, mas apesar de tudo olhando.
Meus olhos voaram para a face da paciente; lágrimas escorriam dos cantos dos olhos dela. Eu podia ver que ela estava sofrendo. A enfermeira tocou levemente a face da mulher com um lenço.
“Apenas respire”, a enfermeira gentilmente a instruiu. “Respire”.
“Já está quase no fim”, sussurrei. Eu queria ficar focada nela, mas meus olhos rapidamente voltaram para a imagem na tela.
No começo, o bebê não estava consciente da cânula, que gentilmente examinou o lado dele, e por um rápido segundo senti alívio. “É claro”, pensei. O feto não sente dor. Eu tinha assegurado a inúmeras mulheres disso conforme a Federação de Planejamento Familiar havia me ensinado. “A massa fetal nada sente quando é removida. Por isso, controle-se, Abby. Essa é uma operação simples e rápida”. Minha cabeça estava trabalhando muito para controlar minhas reações, mas eu não estava conseguindo abalar uma inquietação interior que estava rapidamente se transformando em terror enquanto eu assistia à tela.
O próximo movimento foi o súbito puxão de um pezinho enquanto o bebê começou a dar chutes, como se estivesse tentando se afastar do invasor examinador. À medida que a cânula pressionava o lado dele, o bebê começou a lutar para virar e escapar. Parecia claro para mim que ele estava conseguindo sentir a cânula, e ele não estava gostando do que estava sentindo. E então a voz do médico cortou o ar, me espantando.
“Mais luz aqui, Scotty”, ele disse despreocupadamente para a enfermeira. Ele estava dizendo a ela que ligasse a sucção — numa operação de aborto a sucção não é ligada até o médico sentir que tem a cânula exatamente no lugar certo.
Tive um impulso súbito de gritar “Parem!” para abalar a mulher e dizer: “Olhe para o que está acontecendo com o seu bebê! Acorde! Rápido! Impeça-os!”
Mas ao mesmo tempo em que pensei nessas palavras, olhei para a minha mão segurando a sonda. Eu era um “deles” realizando esse ato. Meus olhos rapidamente voltaram para a tela de novo. A cânula já estava sendo girada pelo médico, e agora eu conseguia ver o corpinho sendo violentamente torcido pela cânula. Nesse momento brevíssimo parecia como se o bebê estivesse sendo torcido como um pano de prato, torcido e espremido. E então começou a desaparecer dentro da cânula diante dos meus olhos. A última coisa que vi foi a espinha dorsal, pequenina e perfeitamente formada, sendo sugada pelo tubo, e então se foi. E o útero estava vazio. Totalmente vazio.
Fiquei petrificada, sem poder acreditar. Sem perceber, larguei a sonda, que deslizou pela barriga da paciente e foi parar numa das pernas dela. Eu estava conseguindo sentir meu coração batendo muito — batendo tão forte que meu pescoço palpitava. Tentei respirar fundo, mas parecia que eu não estava conseguindo respirar. Meus olhos ainda estavam parados na tela, ainda que estivesse escura agora porque eu tinha perdido a imagem. Mas eu estava longe de tudo o que estava acontecendo ao meu redor. Eu me sentia chocada e abalada demais para me mover. Eu estava consciente do médico e da enfermeira tendo um bate-papo causal enquanto trabalhavam, mas tudo parecia distante, como vago barulho no fundo, difícil de ouvir com todo o som da pulsação do meu próprio sangue em meus ouvidos.
A imagem do corpinho, mutilado e sugado, estava rodando de novo na minha mente, e com ela a imagem do primeiro ultrassom de Grace — como ela tinha aproximadamente o mesmo tamanho. E eu podia ouvir em minha memória um dos muitos argumentos que eu tive com meu marido, Doug, acerca do aborto.
“Quando você estava grávida de Grace, não era um feto; era um bebê”, Doug havia dito. E agora isso me atingiu como um raio. “Ele estava certo! O que estava no útero dessa mulher a apenas um momento atrás estava vivo. Não era apenas massa, apenas células. Era um bebê humano. E estava lutando por sua vida! Uma batalha que ele perdeu numa fração de segundos. O que eu disse para as pessoas durante anos, o que tenho crido, ensinado e defendido, é mentira”.
De repente senti os olhos do médico e da enfermeira em mim. Fiquei abalada e sem saber o que pensar. Notei a sonda caída na perna da mulher e tateei para colocá-la de volta no lugar. Mas minhas mãos estavam tremendo agora.
“Abby, está tudo bem com você?” o médico perguntou. Os olhos da enfermeira sondaram a minha face com preocupação.
“Sim, estou bem”. Eu ainda não tinha conseguido colocar a sonda na posição correta, e agora eu estava preocupada porque o médico não estava conseguindo ver o interior do útero. Minha mão direita segurava a sonda, e minha mão esquerda descansava timidamente na barriga quente da mulher. Dei uma espiada rápida na face dela — mais lágrimas e uma expressão facial de sofrimento. Movi a sonda até recapturar a imagem do útero dela agora vazio. Meus olhos voltaram a olhar minhas mãos. Olhei para elas como se nem fossem minhas.
Quantos estragos essas mãos fizeram durante os oito anos passados? Quantas vidas foram tiradas por causa delas? Não só por causa das minhas mãos, mas também por causa das minhas palavras. E se eu tivesse conhecido a verdade, e se eu tivesse contado a todas aquelas mulheres?
E se?
Eu havia acreditado numa mentira! Eu havia cegamente promovido o “programa da empresa” por muito tempo. Por quê? Por que eu não tinha feito pesquisas para descobrir a verdade por mim mesma? Por que eu fechei os ouvidos para os argumentos que eu havia ouvido? Oh, Deus, o que eu havia feito?
Minha mão ainda estava na barriga da paciente, e eu estava tendo a sensação de que eu tinha acabado de arrancar dela algo com essa mão. Eu a tinha roubado. E minha mão tinha começado a doer — eu estava sentindo uma real dor física. E bem ali, quando eu estava em pé ao lado da mesa, com a mão na barriga da mulher em choro, este pensamento veio do fundo de dentro de mim:
“Nunca mais! Nunca mais”.
Entrei num estado automático, agindo como um robô. Enquanto a enfermeira limpava a mulher, eu afastava a máquina de ultrassom. Então, gentilmente despertei a paciente, que estava mancando e grogue. Eu a ajudei a se sentar, convenci-a a usar uma cadeira de rodas, e levei-a à sala de recuperação. Envolvi-a num cobertor leve. Como tantas pacientes que eu tinha visto antes, ela continuou a chorar, em óbvio sofrimento emocional e físico. Fiz tudo o que pude para deixá-la com mais conforto.
Dez minutos, talvez 15 no máximo, haviam passado desde que Cheryl tinha pedido para eu ajudá-la na sala de exames. E nesses poucos minutos, tudo mudou. Drasticamente. A imagem daquele bebezinho se torcendo e lutando ficou rodando de novo na minha mente. E a paciente. Senti-me tão culpada. Eu havia tirado algo precioso dela, e ela nem mesmo sabia disso.
Como é que isso tinha vindo a ocorrer? Como é que deixei isso acontecer? Eu havia investido a mim mesma, meu coração, minha carreira na Federação de Planejamento Familiar porque eu me importava com as mulheres que estavam em crise. E agora eu mesma estava enfrentando uma crise que era só minha.
Recordando agora aquele dia no final de setembro de 2009, compreendo como Deus é sábio por não revelar nosso futuro para nós. Se eu tivesse sabido então a tormenta que eu estava para sofrer, talvez eu nunca tivesse a coragem de ir em frente. De qualquer forma, já que eu não sabia, eu não estava ainda buscando coragem. Contudo, eu estava buscando compreender como me encontrei nesse lugar — vivendo mentiras, espalhando mentiras e trazendo sofrimento para as próprias mulheres que eu tanto queria ajudar.
E eu precisava desesperadamente saber o que fazer em seguida.
Esta é a minha história.
Para ler o restante do livro, clique aqui.
* Nota do tradutor: A Federação de Planejamento Familiar é a maior rede de clínicas de aborto dos EUA.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

domingo, 13 de março de 2011

Rei do Aborto Convertido em Defensor da Vida: A história de Stojan Adasevic

"Esse mesmo dia veio a seu hospital um primo seu com a noiva, grávida de quatro meses, para fazer-se o nono aborto, um fato bastante freqüente nos países do bloco soviético. O doutor acedeu. Em vez de tirar o feto membro a membro, decidiu amassá-lo e tirá-lo como uma massa. Entretanto, o coração do bebê saiu ainda pulsando. Adasevic se deu conta então de que tinha matado a um ser humano".

Outro "Rei do aborto" convertido em defensor da vida:

A história de Stojan Adasevic
MADRI, 13 Nov. 08 / 09:40 am (ACI).- O jornal La Razón de Espanha deu a conhecer o caso de um novo "rei do aborto" convertido: Stojan Adasevic, quem chegou a realizar 48 mil abortos em total e até 35 em um só dia, é atualmente o principal líder pró-vida da Sérbia, mas durante 26 anos foi o ginecologista abortista mais prestigioso da Belgrado comunista.

O periódico espanhol assinala que "os livros de medicina do regime comunista diziam que abortar era, simplesmente, extirpar uma parte de tecido. Os ultra-sons que permitiam ver o feto chegaram nos anos 80, mas não mudaram sua opinião. Entretanto, começou a ter pesadelos".

Ao relatar seu processo de conversão, explica o jornal, Adasevic "sonhava com um formoso campo, cheio de crianças e jovens que jogavam e riam, de quatro a 24 anos, mas que fugiam aterrados dele. Um homem vestido com um hábito branco e negro o olhava intensamente, em silêncio. O sonho se repetia a cada noite e acordava com suores frios.

Uma noite perguntou ao homem de negro e branco por seu nome. 'Meu nome é Tomás de Aquino', respondeu o homem do sonho. Adasevic, formado na escola comunista, nunca tinha ouvido falar do genial santo dominicano, não reconheceu o nome". "'por que não me pergunta quem são estas ciranças? São os que matou com seus abortos', disse-lhe Tomas.

Adasevic acordou, impressionado, e decidiu não praticar mais intervenções", prossegue.

"Esse mesmo dia veio a seu hospital um primo seu com a noiva, grávida de quatro meses, para fazer-se o nono aborto, um fato bastante freqüente nos países do bloco soviético. O doutor acedeu. Em vez de tirar o feto membro a membro, decidiu amassá-lo e tirá-lo como uma massa. Entretanto, o coração do bebê saiu ainda pulsando. Adasevic se deu conta então de que tinha matado a um ser humano".

Depois desse macabro episódio, Adasevic "informou ao hospital de que não faria mais abortos. Nunca na Yugoslávia comunista um médico se negou. Reduziram seu salário na metade, jogaram a sua filha do trabalho, não deixaram entrar em seu filho na universidade".

Depois de dois anos de pressões e a ponto de render-se, voltou a sonhar com Santo Tomam: "'é meu bom amigo, persevera', disse o homem de branco e negro. Adasevic se comprometeu com os grupos pró-vida.

Duas vezes conseguiu que a televisão yugoslava emitisse o filme de ultra-sons 'O grito silencioso', de outro famoso ex-abortista, o doutor Bernard Nathanson".

Atualmente o doutor Adasevic publicou seu testemunho em revistas e jornais da Europa do Leste, como a russa Liubitie Drug Druga. Voltou para cristianismo ortodoxo de sua infância e também aprendeu coisas sobre Santo Tomás de Aquino. "Tomás, influenciado por Aristóteles, escreveu que a vida humana começava 40 dias depois da fertilização", escreve Adasevic no Liubitie Drug Druga. La Razón comenta que "o doutor sugere que possivelmente o Santo procurava compensar esse engano.

Adasevic, 'o Nathanson sérvio', prossegue hoje sua luta pela vida dos mais pequeninos".
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=14841

sexta-feira, 11 de março de 2011

Mulher a Quem Recomendaram Aborto Deu à Luz Filho Saudável

(Só Deus sabe o número de seres humanos que foram mortos pela máquina aborcionista devido a "conselhos médicos" semelhantes a que esta mulher recebeu. O genocídio silencioso continua)

By Jaya Narain

Baby Deacon Lewis is a lively, healthy baby who sleeps right through the night and is a joy to his proud parents. But Deacon, who is now six months old, was almost aborted after doctors told his mother he almost certainly suffered from a chromosome disorder that would eventually kill him. Dawn Lewis, 26, says she was advised to have an abortion when a routine 12-week scan showed her child had Edward's syndrome.


The condition causes serious heart and kidney problems with less than half of babies surviving beyond eight weeks.

After four years of trying for a baby, Miss Lewis and her partner Jonathan Blemmings, 26, a construction worker, were devastated.

But Miss Lewis, a childminder, refused to have an abortion and decided to seek a second opinion on her baby's condition. She was referred to the specialist maternity hospital where a more sophisticated test found no evidence of the disorder.

She said: 'I was absolutely delighted to find my baby was healthy but also horrified that I could have had him aborted. 'I was shocked that I had been advised to have a termination without first being offered a second scan and further tests.

'Thankfully we decided to pursue a second opinion because if we hadn't then Deacon may not have been here today.'


Mother's joy: Dawn Lewis with baby Deacon. She decided to ignore medical advice to abort the child after a 12-week scan




Little miracle: Baby Deacon just five minutes after he was born.



The couple have now made an official complaint to Rochdale Infirmary in Greater Manchester over the severe distress caused by the alleged mistake. They also want to warn other prospective parents that medical advice to terminate a pregnancy may not always be correct.

Miss Lewis, who has a six-year-old daughter Ayla, said: 'Many people would have taken the doctors' advice and never have known they had aborted a healthy child. It is only because of our determination to have another child that our son is with us today.


'We are really shocked that the experts we trusted got this so badly wrong and we think it's important to let other people know they don't always get things right.'

The saga began in March last year when Miss Lewis, of Rochdale, went to the hospital for a routine 12-week scan.

As well as checking the baby's heartbeat and size, the scan also measures the amount of fluid at the back of the baby’s neck.

Known as the nuchal translucency test, the measurement, along with the mother's age, the age of the baby and the presence or absence of the baby's nasal bone, can calculate the likelihood of the baby having a chromosomal abnormality. Rochdale Infirmary

Blunder: Miss Lewis got a second scan at another hospital and eventually gave birth to Deacon at Rochdale Infirmary. She has since made an official complaint and the hospital has launched an investigation.

'The doctor told me he was 99 per cent sure my baby had a chromosome 18 abnormality which was Edward's syndrome,' Miss Lewis said.

'He told me there would be absolutely no quality of life for my baby and told me the best thing to do would be to have a termination.

'But Jonathan and I had been trying for a baby for four years and we were not going to have an abortion so we sought a second opinion.'

A scan at St Mary's Hospital in Manchester followed four days later.

She added: 'Because my pregnancy was too early for a amniocentesis test, doctors tested a tiny sample of tissue from the placenta. After a nail-biting two days the results came back that my baby did not suffer from the abnormality.'

The boy was born in Rochdale in September without complications and is now doing well.
 Dawn Lewis

Healthy: Dawn Lewis and partner Jonathan Blemmings, pictured with baby Deacon. The couple ignored medical advice to abort their child after being told, after a 12-week scan, that he had Edward's syndrome

Edward's syndrome is a genetic disorder caused by the presence of all or part of an extra chromosome resulting in heart abnormalities, kidney malformations, and other internal organ disorders.


It affects around one in around 3,000 babies with less than 10 per cent of sufferers surviving beyond their first year.

Mr Blemmings said: 'Even after the tests at St Mary's it was always in the back of our minds that our baby might be seriously ill, even when he was born we were really anxious. It took me a few weeks to accept he was really okay.'

Deacon was born at Rochdale Infirmary and the couple have no complaints about their treatment during the birth.

A spokesman for Pennine Acute Hospitals, which runs Rochdale Infirmary, said: 'We will be conducting a full investigation into this complaint. We will make a formal response to Miss Lewis when our investigation is completed.'

sexta-feira, 4 de março de 2011

Exclusivo: “A paixão dela era a luta pela vida”: nora conta o testemunho de aborto de Jane Russell

SANTA MARIA, Califórnia, EUA, 2de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma “coluna de força” — essas foram as palavras que Etta Waterfield usou para descrever sua sogra, Jane Russell, que será lembrada por milhões como uma eterna beldade e atriz talentosa das telas do cinema.
Mas de acordo com Waterfield, o verdadeiro legado de Jane está na profunda devoção dela à Bíblia como cristã que havia nascido de novo, e sua tenacidade de viver essa fé como ativista pró-vida depois de um trágico aborto malfeito com a idade de dezoito anos.
Jane Russell
“Mamãe era para o mundo uma estrela do cinema, mas a paixão dela era as crianças. A paixão dela era lutar pelos bebês em gestação”, Waterfield disse para LifeSiteNews.com numa entrevista de telefone na terça-feira de tarde, dois dias depois que Russell faleceu de insuficiência respiratória em seu lar na localidade de Santa Maria com a idade de 89 anos.
O testemunho de Russell começou no Vale de San Fernando no Sul da Califórnia onde ela cresceu como a filha única e mais velha, numa família profundamente cristã de cinco filhos. A perda de um bebê — o irmão mais velho de Jane, que morreu com um ano e meio — foi o que inspirou o próprio zelo da mãe dela para ler a Bíblia, uma fome que ela passou para sua filha.
A morte de um bebê mais tarde também exerceria um efeito muito forte na vida de Jane: quando a estrela de dezoito anos já estava bem no caminho para uma carreira bem-sucedida no cinema, um aborto ilegal tirou a vida de seu filho em gestação, e a deixou incapaz de ter filhos de novo.
De acordo com Waterfield, a jovem Jane já “se sentia terrível” acerca do mal moral cometido no aborto, que foi feito com tanto desleixo que ela quase morreu. “Ela sabia que era errado”, disse ela. “Mas ela era uma jovem adolescente, ela sentia que estava numa armadilha e sua carreira começando a decolar, e era uma inconveniência, e ela pensou que era a melhor solução, sabendo o tempo inteiro que não era”.
Mas foi por causa dos braços abertos de sua própria mãe, Geraldine, que Jane foi incentivada a “permitir que o Senhor resolvesse” como transformar essa experiência em algo bom.
“A avó Russell estava do lado dela depois que ela fez o aborto e disse, ‘Filha, o Senhor mudará completamente essa situação para o bem se você permitir que ele trabalhe na sua vida. Não há nenhuma condenação dEle, nem haverá condenação alguma de nossos lábios também’”, disse Waterfield.
Jane continuou, disse ela, aguentando corajosamente a responsabilidade de um aborto que acabou dando-lhe “um coração para amar crianças”, principalmente aquelas que eram difíceis de serem adotadas, tais como crianças mais velhas ou deficientes. Russell acabou fundando o World Adoption International Fund (Fundo Internacional de Adoção Mundial) em 1955. De acordo com Waterfield, por meio dos esforços de Russell de promover a adoção, ela ajudou a encontrar um lugar para mais de 40.000 crianças em lares permanentes. Se não fosse por essa ajuda, essas crianças jamais teriam um lar.
E apesar de perder sua fertilidade, ela se tornou “mãe” e “avó” para muitos: tendo adotado três crianças, ela deixou seis netos e 10 bisnetos ao partir. Em particular, Waterfield disse, Russell tinha paixão de usar sua fama como atriz muito amada para levar a Palavra de Deus para outros.
“Ela cometeu um erro, mas ela é o exemplo perfeito do que a Bíblia diz: o que Satanás tinha a intenção de usar para o mal, Deus mudará para o bem se permitirmos que ele trabalhe em nossa vida”, disse Waterfield. “Esse é o caso da mamãe: ela ajudou milhares de crianças. O aborto dela se transformou em bênção”.
Waterfield, que concorreu para a Assembleia Legislativa da Califórnia como candidata conservadora do Partido Republicano, disse que foi em grande parte inspirada pelo zelo de Jane por questões sociais conservadoras, particularmente pelo movimento pró-vida, algo que ela lamenta não tenha recebido quase nenhum reconhecimento dos meios de comunicação. “Os meios de comunicação jamais divulgarão isso porque é politicamente incorreto para eles”, disse Waterfield. “Mas se você tivesse a chance de falar pessoalmente com ela, ou num palco… e ela lhe mostraria a diferença. Ela nunca tinha medo de falar sobre isso. Há muitas pessoas que fizeram abortos que estão muito envergonhadas, e levam esse peso. Não tem de ser um peso”.
Quando Russell estava em seu leito de morte, Waterfield disse que ela se regozijou ao pensar no encontro que estava reservado para ela.
“Sussurrei no ouvido dela e disse: ‘Mãe, agora você poderá segurar seu bebê pela primeira vez. Você poderá ver seu bebê’”, disse ela, caindo em pranto. “E você sabe, eu apenas desejava poder ver esse encontro. Por causa desse bebê, ela pôde fazer muito pelas crianças. Esse é o legado dela: não é Hollywood, são as crianças. É desse jeito que quero que o mundo a conheça”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O poder da oração contra o horror do aborto

"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos, em Meu Nome, aí estou Eu no meio deles."
Mateus 18:20

"Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra"

Tiago 5:17

Os demónios que incitam os seres humanos a destruir a vida do bebé inocente nada podem contra o Nome do Senhor Jesus Cristo. No natural, nós não vemos as coisas a acontecerem, mas se orarmos com fé, o Sobrenatural de Deus é Irresistível.

O que estes católicos fizeram (e estão a fazer) é uma das muitas razões que leva a que os secularistas estejam tão interessados em exacerbar o abuso de crianças (feito maioritariamente por homossexuais) dentro das igrejas.

O poder da oração

(Pedimos desculpas pelas imagens com frases ofensivas.)

O número de abortos decresce em Rockford, e a clínica de aborto parece estar (corretamente) culpando o poder espiritual dos Padres.

*****

Em setembro de 2008 um grupo de Padres Católicos começou a rezar toda semana, em frente a uma clínica de aborto, orações especiais da Igreja para que a clínica fosse liberta da presença do mal. Imediatamente, as mulheres pró-vida que monitoram as atividades da clínica puderam perceber um dramático declínio no número de mães que procuravam o aborto, e um número sensivelmente crescente de mães que escolhiam a vida, mesmo à caminho da clínica.

Uma contagem não oficial mostra que o número total de abortos diminui por mais da metade. Foi então quando começaram a surgir cartazes nas janelas da clínica, atacando os Padres Católicos.

Em 29 de maio, uma sexta-feira, a clínica de aborto piorou os ataques. Enquanto um Padre pacificamente rezava as orações da Igreja, acompanhado de um seminarista, alguém dentro da clínica colocou um sinal que dizia claramente: “f... seus padres pervertidos” (“f... your perverted priests”).


Os Padres Católicos também tiveram que suportar insultos pessoais dos seguranças da clínica. O carro de um dos padres foi atingido com ovos por um ativista pró-aborto. Outro padre teve um cartaz escrito à mão pregado em seu carro, o cartaz dizia: “Eu violento crianças” (“I rape children”).

Uma coisa é certa. A clínica de aborto e seus apoiadores sabem que uma das principais razões da diminuição do número de bebês mortos ali foi pelo fato das orações constantes, comprometidas, e cheias de fé dos Padres Católicos, pedindo que o mal que envolve e sustenta a indústria do aborto fosse substituída pela graça de Jesus Cristo. Em Rockford esses padres e suas orações já salvaram incontáveis vidas e almas. É por isso que essa clínica odeia e ataca os padres dessa maneira desrespeitosa.

É como disse um ativista pró-vida de Rockford: “Esse grupo de padres rezou em frente a essa clínica independente do clima, da intimidação, e das ameaças que enfrentaram. No espírito de Jesus Cristo, eles responderam a esses ataques com oração, humildade e amor”.

Um homem afirmou acerca de um dos padres: “No último inverno, em um dia onde o vento gelado estava bem abaixo de zero grau, o Padre estava em oração na calçada com seu casaco aberto. Todos lhe disseram para se proteger melhor do frio, mas ele sabia que as pessoas que entravam na clínica precisavam saber eu um Padre estava ali. Uma jovem mulher hispânica olhou para o Padre, viu sua roupa, seu colarinho eclesiástico, viu que ele rezava por ela. Ela imediatamente deixou a clínica e nunca mais retornou”.


A comunidade cristã de Rockford espera que as autoridades da cidade olhem para a história longa e cheia de ódio da clínica de aborto, e venham a decidir que esse tipo de coisa não é aceitável na cidade.

E quanto a esses santos homens que rezam e trabalham pela vida e pelo fim da demoniacamente inspirada cultura da morte, devemos a eles nosso apoio, nossas orações, e nossa gratidão por nos liderar nessa batalha contra o pecado, satanás e a morte.

(...)
______________________________
Traduzido de:
http://www.prolifecorner.com/node/333

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Médico multado por recusar realizar uma matança

Afinal a "liberdade de escolha" não se aplica a quem escolhe não matar um bebé inocente.
Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BOGOTÁ, Colômbia, 13 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Executivo do governo colombiano está buscando revogar a condenação de um médico que recusou realizar um aborto em 2008 numa menina mentalmente incapacitada.
Dr. Germán Arango Rojas diz que só viu a menina uma única vez e recusou fazer o aborto por razões de consciência. Ele foi condenado apesar do fato de que nunca lhe permitiram apresentar uma defesa.
A condenação de Arango Rojas foi sustentada pelos tribunais da província de Caldas, e ele foi multado e suspenso de exercer a medicina.
O caso se tornou público em dias recentes por causa de uma decisão do principal advogado do governo, o procurador, de contestar o veredicto no Tribunal Constitucional, o mesmo tribunal que derrubou as penalidades criminais para o assassinato de bebês em gestação em casos de estupro e deformidade fetal em 2006. Todos os outros abortos continuam a ser penalizados na Colômbia.
O Executivo da Colômbia sob Álvaro Uribe apoiou a decisão do Supremo Tribunal e multou pelo menos um hospital católico por recusar a realizar um aborto. Nesse caso, o médico está sendo defendido, não por causa de sua oposição ao aborto ou mesmo em apoio aos direitos dele de consciência, mas em vez disso porque não permitiram que ele se defendesse.
O procurador Alejandro Ordóñez Maldonado diz que a sentença é “uma violação manifesta dos direitos fundamentais de justiça, igualdade e processo devido” e diz que o médico foi condenado “na teoria”, sem evidência suficiente.
Embora o governo de Uribe tenha mostrado hostilidade ao direito à vida em anos recentes, as ações que estão sendo adotadas na defesa do Dr. Arango Rojas podem refletir uma política nova mais pró-vida no governo de Uribe e na Colômbia como um todo.
Em novembro do ano passado, o Conselho de Estado da Colômbia anulou um decreto do Supremo Tribunal que exige que todos os hospitais mantenham um médico na equipe para realizar abortos. Em dezembro Ordóñez Maldonado também exigiu que a “pílula do dia seguinte” fosse removida dos locais de venda devido a seus efeitos abortivos.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Colombia's Inspector General Demands Morning-After Pill Be Taken Off Market
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/dec/09120808. html
Colombian Council Suspends Court Decree Forcing Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111114. html
Colombian Government Fines Catholic Hospital for Refusing to Perform Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/0905121 5.html
Colombia's Attorney General Pushes Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/0805120 1.html
Colombian Court Legalizes Abortion – Beachhead for Activists in Latin America
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/0605150 3.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10051409
Copyright © LifeSiteNews.com.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

"Médicos" recomendaram o aborto mas Deus tinha outros planos

Victoria, de 33 anos, foi para um teste sanguíneo rotineiro quando estava grávida de cinco meses, mas recebeu a notícia avassaladora de que tinha cancro. Ela precisava desesperadamente de quimioterapia mas os médicos avisaram-na de que tal procedimento mataria a menina no seu ventre, e como tal imploraram-lhe que fizesse um aborto.

Corajosamente, a mãe recusou-se enfaticamente. Em vez disso, ela passou o resto da sua gravidez a ter o seu sangue drenado todas as semanas, "lavado" numa máquina especial, e depois re-inserido para dentro do seu sistema.

Valeu a pena. Victoria segura a filha Jessica depois de uma aposta agonizante.

Jessica nasceu perfeitamente saudável e no dia 9 de Fevereiro a sua mãe estava no caminho da recuperação da sua leucemia crónica depois de ter começado a quimioterapia.

Victoria estava radiante na sua casa, onde ela também é mãe de Lewis, uma criança com 4 anos.

Disseram-me que eu precisava de fazer uma escolha, mas para mim não havia decisão a tomar.
Eis uma foto da família.

Victoria afirmou que o seu marido Martyn suportou-a durante o processo. Ela acrescenta ainda que:

Se tudo correr bem, eu vou entrar em remissão. Eu estou muito grata em estar aqui...Segurar a minha filha nos meus braços foi um momento maravilhoso. Eu posso ter arriscado a minha vida por ela, mas valeu a pena.

Podem ver um vídeo da corajosa srª Victoria aqui.


Embora nós acertadamente nos alegremos com histórias como estas, há algo que sempre fica no ar: E então aquelas mulheres que resolveram matar os seus filhos quando havia hipóteses de ambos terem vidas normais? Quem fala por elas? Onde estão elas agora? Quem é que as consola quando acordam a meio da noite lavadas em lágrimas por terem sido mal aconselhadas por "médicos" assassinos? Quem é que lhes anima o ânimo quando outro médico lhes diz que, devido a um aborto "raro, seguro e legal", ela nunca mais vai ter filhos?
Assim diz o Senhor: Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro amargo: Raquel chora seus filhos, sem admitir consolação por eles, porque já não existem.
Jeremias 31:15


domingo, 30 de janeiro de 2011

Católico Vietnamita Adopta Bebés Para Impedir Aborto

O chocante do aborto é que neste vídeo, é-nos dito que algumas mães que de outra forma teriam feito um aborto, entregaram os filhos a este homem católico para mais tarde os virem buscar. Ou seja, se tivessem tomado a decisão de abortar, teriam-se arrependido para sempre.

Como sempre acontece, a visão Bíblica da humanidade dá-nos dignidade (mesmo depois da morte) enquanto que a visão evolutiva/aborcionista/ateísta/esquerdista faz exactamente o contrário.

sábado, 29 de janeiro de 2011

"Disseram-me para abortar a minha filha, mas ela é a melhor coisa que já me aconteceu"

Uma história comovente onde uma jovem mãe escolheu a vida em vez da morte,e devido a isso Deus lhe abençoou com uma linda criança. Embora alguns a possam considerar menos pessoa por ter uma deficiência física, aqueles que realmente contam (Deus e a mãe da criança) sabem que ela é um tesouro imenso.

A mãe solteira Paris Tassin apareceu para uma audição do "American Idol" onde ela teve a hipótese de dar um testemunho comovente sobre a sua decisão de levar até ao fim uma gravidez que os médicos qualificaram de "risco".

A senhorita Tassin tinha 18 anos quando soube que estava grávida. Um ultra-som revelou que o bebé sofria de hidrocefalia - uma condição caracterizada pela existência de fluidos dentro do crânio.

Os médicos disseram-me que eu não a deveria ter porque não seria bom.
Tassin recusou fazer o aborto e afirma que a sua filha Keira é uma saudável criança de 4 anos. A única complicação médica que resultou da condição da Keira foi a perda da audição. Devido a isto, ela tem que usar aparelhos auditivos.
Ela é a melhor coisa que já aconteceu na minha vida...... Eu canto para ela.
A Tassin impressionou os juízes ao cantar de forma emotiva a música “Temporary Home” (Carrie Underwood), uma canção que fala dos desafios de ser mãe solteira.

O ponto que fica desta história é: quantos seres humanos foram mortos depois de um "médico" dizer à mãe que o filho não teria uma "vida normal"? (Já agora, o que é "uma vida normal"?) Quantas mulheres hoje em dia vivem com angústia e remorso devido ao mau aconselhamento que as levou a um aborto? Não se sabe, mas há uma coisa que podemos ter a certeza:
Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;
Provérbios 6:16

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