
A criança nasceu e depois de algumas complicações e procedimentos cirúrgicos, Jacob Reed voltou para casa em Burton-on-Trent, Staffs, na Inglaterra. O bebé tem apresentado uma melhora diária, deixando os médicos cada vez mais surpreendidos.

Em Outubro de 2010 Jenni Lake, de 17 anos, foi diagnosticada com cancro depois de ter começado a sentir enxaquecas violentas. Após ressonâncias magnéticas, os médicos descobriram o motivo das dores: astrocitoma na fase 3 - um tumor num dos lados do seu cérebro. Foram-lhe dadas 30% de chances de sobreviver mais 2 anos.
A sua mãe, Diana Phillips, parecia mais preocupada com o possibilidade das radiações lhe deixarem estéril.
Quando lhe disseram que ela poderia nunca mais ter filhos, ela zangou-se.Por alturas de Março seguinte os tumores começaram a encolher, mas em Maio ela ficou a saber que estava grávida. Phillips disse que o oncologista familiar lhes disse que "ou ele terminava com a gravidez e continuava com os tratamentos, ou parava os tratamentos sabendo que o tumor poderia voltar a crescer."
Phillips disse que a sua filha nunca chegou a considerar fazer um aborto. Ela ficou preocupada com os efeitos que as duas rondas de quimioterapia teriam na criança de 10 semanas.
No dia 9 de Novembro de 2011, pouco antes de fazer 18 anos, Jenni deu à luz um rapaz perfeitamente saudável, baptizando-o de Chad Michael (em honra dos avós). Depois do nascimento, ela disse às enfermeiras, "Levei até ao fim o que tinha que levar até ao fim. Fiz o que era suposto fazer. O meu bebé vai ficar a salvo."
A família esperava que ela voltasse a fazer a quimioterapia no entanto os médicos descobriram que os tumores já se tinham alastrado até à sua coluna vertebral. Não havia mais nada a fazer.
Duas semanas mais tarde, ela morreu.
O último desejo de Jenni foi o de ter o bebé ao seu lado. Embora tivesse perdido a visão devido aos tumores, as suas últimas palavras foram:
De certa forma, eu consigo vê-lo.A sua mãe Phillips agora tem uma tatuagem onde se lê "Jenni" e o versículo da Bíblia João 15:13:
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos."Thomas McKenna, presidente e fundador do "St. Gianna Physician’s Guild", e numa declaração escrita à LifeSiteNews.com. disse:
É inspirador ver uma mulher tão jovem agarrar-se à escolha moral de poupar a vida da criança e sacrificar a sua. Isto demonstra que Deus escreveu no coração das mães uma ilimitada capacidade para amar a criança ainda por nascer.
Se vocês tiverem que escolher entre mim e o bebé, não hesitem de forma nenhuma. Salvem a bebé.O Papa João Paulo II canonizou Santa Gianna em 2004.
A filha que ela salvou, Gianna Emanuela, é médica especializada em medicina geriátrica. Uma filha mais velha, Laura Molla, tomou parte na Marcha pela Vida em Washington, D.C..
A página de Facebook da Jenni recebeu comentários provenientes da Nova Zelândia, Alemanha e Itália.
Fonte: LifeSiteNews.com
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Apesar de haver ainda um grande número de mulheres que escolhe (ou é forçada a escolher) esquartejar, decepar, decapitar, queimar com químicos e depois usar instrumentos de sucção contra o seu próprio filho, ainda há muitas mulheres honradas que sacrificam a sua própria vida pela vida dos bebés que carregam no útero.
No vídeo de baixo podem-se ver alguns dos instrumentos usados na matança de bebés.
Como é possível que haja pessoas que consideram o aborto (matança de bebés inocentes) um "direito humano"?
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Esta é uma história interessante que mostra o valor dos nossos padres e a necessidade da oração na nossa guerra espiritual. Faz-nos perguntar o que aconteceria se o Bispo comissionasse estes padres para orações a tempo inteiro.
O que se reporta a seguir baseia-se no que se encontra presente na "Catholic Online":
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas! (Rom 10:15).De acordo com a tradição, as respostas típicas dos demónios durante um exorcismo incluem linguagem desagradável, referências a perversões sexuais, mentiras e blasfémias profusas.
O mais maravilhoso desta batalha decorrente é que o número de abortos foi reduzido para metade desde que o Poder Espiritual do Senhor Jesus foi libertado através das orações destes padres. (Os mesmos já oram nas redondezas desde 2008.) Pelo menos os aborcionistas culpam as orações dos padres e as orações especiais da Igreja pela redução de bebés mortos.
Nesta 6ª Feira passada alguém de dentro do edifício exibiu um sinal (em reacção às orações dum padre e um seminarista) que dizia "Vão-se F.... Seus Padres Pervertidos". Estes Católicos suportaram insultos pessoais e vandalismo nos seus veículos. Um dos padres viu o seu carro a ser atacado com ovos, e outro descobriu um sinal no seu carro que dizia "Eu violo crianças".
Outro sinal manuscrito exibido de forma bem visível perto da entrada principal da "clínica" dizia "Parem os Pervertidos Padres Católicos de Violar Rapazes". Segundo a "lógica" dos aborcionistas, abusar sexualmente de crianças é condenável, mas matá-las já não é.
Os padres permanecem em vigília de oração debaixo de todo o tipo de condições meteorológicas, com os sobretudos abertos de modo a que as mulheres que buscam matar os seus filhos se apercebam que um padre, com a sua flamejante batina, está presente.
Invocando o Inigualável Poder do Senhor Jesus Cristo, através da Igreja, eles fazem o sinal da Santa Cruz e oram para que abortuário - e toda a Terra - seja purificada do mal que envolve e impele o aborto.
Quando eles iniciaram as vigílias, foi reportado que os conselheiros pró-vida nas imediações notaram: 1) um declínio dramático no número de mães que se dirigem à "clínica", 2) um aumento de mães que escolhem a vida mesmo nas imediações do abortuário, e 3) a correlação destas mudanças com o início dos sinais blasfemos vindos de dentro.
Vêr também: As 10 coisas que os abortistas mais temem
Tim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline RoachACI
O jornal The Catholic Spirit da Arquidiocese de Minneapolis, nos Estados Unidos, destacou o testemunho de um electricista católico que, apesar de estar desempregado desde julho de 2009, rejeitou uma suculenta oferta de trabalho na construção de uma clínica abortista da rede Planned Parenthood.
Em meados de fevereiro, Tim Roach, que tem dois filhos pequenos, recebeu uma ligação do sindicato local sobre uma oferta de trabalho. “Não podia chegar em um momento melhor. Os benefícios por desemprego de Tim estão por acabar. Não podia acreditar que estavam oferecendo um trabalho por um prazo de onze meses com um salário anual de 65 000 a 70 000 dólares”, contou o eletricista ao periódico.
Tim pensou que o emprego era perfeito mas logo recebeu a má notícia. Tratava-se de uma posição na construção da nova clínica da Planned Parenthood( Clinica abortista ) na avenida University da cidade de St. Paul.
“Ele (o representante do sindicato) não estava realmente seguro de que iam praticar abortos ali. O rapaz evitou o ponto, acredito, para buscar me atrair e que eu dissesse sim. Mas, me disse a mim mesmo: ‘Espere um minuto. É uma da Planned Parenthood’”, a maior rede de clínicas abortistas do mundo.
O eletricista segue desempregado e sem perspectivas imediatas de emprego. Felizmente, sua esposa Nicole, de 37 anos, tem um trabalho a tempo completo em uma escola primária. Embora Tim tenha rejeitado a oferta com prontidão – a conversação Telefônica durou apenas um minuto – Nicole tomou mais tempo para acatar sua decisão, sobre tudo porque ela dirige o orçamento familiar e se ocupou da tensão financeira do desemprego prolongado de Tim.
“O primeiro que queria fazer era justificar (aceitar o trabalho)”, mas logo percebeu que não era “só uma clínica”.
“Em todo este processo, nossa fé se aprofundou. Sentimo-nos como se isto fosse uma prova para nossa fé. Escolhemos manter nossa fé”, afirma Nicole e assegura estar impressionada pela reação do seu marido.
“Ele tem essa formação moral que o faz reconhecer imediatamente que isto não é o correto”, afirma.
A história de Tim chegou por correio eletrônico ao Padre Erik Lundgren, vice-pároco da paróquia Divina Misericórdia, que Tim freqüenta, e a incorporou em uma de suas homilias.
“Pensei que é um exemplo inspirador para todos em nossa paróquia, sobre o zelo que é necessário que nós os católicos tenhamos no debate pró-vida, na luta pró-vida”, afirma o sacerdote.
“É inspirador para mim como um sacerdote. Aqui, na Divina Misericórdia, as palavras, ‘Jesus, confio em ti’ escritas na nossa pia batismal, e é disto que se trata tudo isto”, acrescentou.
Conforme afirma The Catholic Spirit, “Tim continua procurando um trabalho. Em última instância, seu objetivo é começar sua própria empresa, mas terá que ganhar e economizar dinheiro para que isto aconteça. Enquanto isso, está disposto a aceitar qualquer trabalho que possa encontrar”.
“Nos últimos seis meses, aprendemos a tomar nossos temores e preocupações e entregá-las a Deus,” diz Nicole, sua esposa. “Sentimo-nos orgulhosos de ser católicos e orgulhosos de tomar uma posição contra o aborto”, acrescentou.
Que o testemunho deste honrado Cristão, Tim Roach, sirva para inspiração para todos nós que ainda estamos neste mundo, e que diariamente combatemos contra as tribulações, as perseguições e as muitas tentações.
"Portanto, qualquer que Me confessar diante dos homens, Eu o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas, qualquer que Me negar diante dos homens, Eu o negarei também diante do Meu Pai que está nos céus."
Mateus 10:32-33

Mas tal como ela revelou numa entrevista publicada na Quinta-Feira, a mensagem dominante enviada às adolescentes britânicas quase que a convenceram de que abortar Zach (o filho) seria a escolha "responsável".
Eu pensei, 'Se és jovem e engravidas, tens que fazer um aborto'.Stacey relembra na sua auto-biografia o quão doloroso foi revisitar essa altura da vida.
Pensamos que o aborto é como uma bomba de gasolina, um lugar onde tu vais para ter o que precisas e depois vais-te embora. Mas depois chegamos lá.(Neste post estão listados alguns dos instrumentos da morte usados pelos assassinos aborcionistas.)Quando eles te descrevem o que eles fazem, pensas logo 'Nem pensar'.
Nunca julgarei uma pessoa por decidir fazer isso, mas eu nunca poderia suportar tal pensamento.
Actualmente, a Stacey Solomon saboreia a sua relação com Zach - algo que ela afirma ter aumentado durante uma viagem até ao Malawi quando ela se encontrou com mães que perderam os seus filhos.
[O Zach] é sem dúvida a minha maior conquista e eu amo-o mais do que outra coisa qualquer. A viagem [ao Malawi] fez com que eu apreciasse mais ainda o quão precioso ele é.Stacey observa que a actividade sexual precoce trouxe-lhe mais do que ela pensava. Ela lembra que ninguém lhe avisou das dores de parto antes dela começar a ter relações sexuais.Lembro-me da altura em que eu estava grávida do Zach: apaixonei-me por ele mesmo antes dele nascer.
Se a minha mãe me tivesse falado [das dores de parto], eu nunca me aproximaria dum rapaz.Solomon diz também que espera um dia ter muitos filhos.
Eu quero mesmo ter uma grande família.... No entanto, não sei quem é que os vai dar à luz! Eu sinceramente, não quero.
Sofia, de 22 anos, recebeu a notícia de que teria que terminar a gravidez depois dos médicos terem notado que não havia batimento cardíaco proveniente do bebé. No entanto, ela sentiu intuição de mãe e negou-se a seguir os conselhos diabólicos dos "médicos". Devido a isto, ela insistiu em esperar mais 8 dias para outro scan. Foi a melhor coisa que ela fez porque este último scan revelou que o bebé estava vivo.
Ela é o nosso pequeno milagre. Não consigo pousá-la, ela é tão preciosa. . . . Quando olho para ela penso "se tivesse ingerido os tabletes [método de matança de bebés que não envolve cirurgia] ela não estaria aqui". Ela estaria morta dentro do período de 4 horas.Sofia, que tem 3 filhas, fez o scan no "Royal Sussex County Hospital", em Brighton. Ele relembra:
Disseram-me, "Você teve aborto e o seu bebé morreu". Não houve compaixão . . . . Disseram-me para me livrar do bebé - mas depois de ter 3 crianças, eu sabia o que era estar grávida . . . . Lembro-me até do Chris [o marido] dizer "Toma logo os tablets" porque ele confiou nos médicos. Comecei até a odiá-lo um pouco.A filha - Bella-Mae - deparou-se com outra batalha pela sua vida depois de ter nascido prematuramente. Ela esteve num incubador nos cuidados intensivos mas já está de volta a casa.
O pai, o mesmo que queria que a sua mulher abortasse a filha que ele julgava morta, disse:
Queria chamá-la de Lucky! Ela agora está aqui e tem sido incrível. Mas ainda estamos zangados.Duncan Selbie, responsável pela NHS, já pediu desculpas e levou a cabo uma investigação para evitar futuros erros.
►Fonte◄
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| Abby Johnson |
Baby Deacon Lewis is a lively, healthy baby who sleeps right through the night and is a joy to his proud parents. But Deacon, who is now six months old, was almost aborted after doctors told his mother he almost certainly suffered from a chromosome disorder that would eventually kill him. Dawn Lewis, 26, says she was advised to have an abortion when a routine 12-week scan showed her child had Edward's syndrome.
The condition causes serious heart and kidney problems with less than half of babies surviving beyond eight weeks.
After four years of trying for a baby, Miss Lewis and her partner Jonathan Blemmings, 26, a construction worker, were devastated.
But Miss Lewis, a childminder, refused to have an abortion and decided to seek a second opinion on her baby's condition. She was referred to the specialist maternity hospital where a more sophisticated test found no evidence of the disorder.
She said: 'I was absolutely delighted to find my baby was healthy but also horrified that I could have had him aborted. 'I was shocked that I had been advised to have a termination without first being offered a second scan and further tests.
'Thankfully we decided to pursue a second opinion because if we hadn't then Deacon may not have been here today.'
Mother's joy: Dawn Lewis with baby Deacon. She decided to ignore medical advice to abort the child after a 12-week scan
Little miracle: Baby Deacon just five minutes after he was born.
Miss Lewis, who has a six-year-old daughter Ayla, said: 'Many people would have taken the doctors' advice and never have known they had aborted a healthy child. It is only because of our determination to have another child that our son is with us today.
The saga began in March last year when Miss Lewis, of Rochdale, went to the hospital for a routine 12-week scan.
As well as checking the baby's heartbeat and size, the scan also measures the amount of fluid at the back of the baby’s neck.
Known as the nuchal translucency test, the measurement, along with the mother's age, the age of the baby and the presence or absence of the baby's nasal bone, can calculate the likelihood of the baby having a chromosomal abnormality. 
Blunder: Miss Lewis got a second scan at another hospital and eventually gave birth to Deacon at Rochdale Infirmary. She has since made an official complaint and the hospital has launched an investigation.
'The doctor told me he was 99 per cent sure my baby had a chromosome 18 abnormality which was Edward's syndrome,' Miss Lewis said.
Healthy: Dawn Lewis and partner Jonathan Blemmings, pictured with baby Deacon. The couple ignored medical advice to abort their child after being told, after a 12-week scan, that he had Edward's syndrome
Edward's syndrome is a genetic disorder caused by the presence of all or part of an extra chromosome resulting in heart abnormalities, kidney malformations, and other internal organ disorders.
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| Jane Russell |
"Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra"
O que estes católicos fizeram (e estão a fazer) é uma das muitas razões que leva a que os secularistas estejam tão interessados em exacerbar o abuso de crianças (feito maioritariamente por homossexuais) dentro das igrejas.
O poder da oração
(Pedimos desculpas pelas imagens com frases ofensivas.)
O número de abortos decresce em Rockford, e a clínica de aborto parece estar (corretamente) culpando o poder espiritual dos Padres.
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Em setembro de 2008 um grupo de Padres Católicos começou a rezar toda semana, em frente a uma clínica de aborto, orações especiais da Igreja para que a clínica fosse liberta da presença do mal. Imediatamente, as mulheres pró-vida que monitoram as atividades da clínica puderam perceber um dramático declínio no número de mães que procuravam o aborto, e um número sensivelmente crescente de mães que escolhiam a vida, mesmo à caminho da clínica.Uma contagem não oficial mostra que o número total de abortos diminui por mais da metade. Foi então quando começaram a surgir cartazes nas janelas da clínica, atacando os Padres Católicos.Em 29 de maio, uma sexta-feira, a clínica de aborto piorou os ataques. Enquanto um Padre pacificamente rezava as orações da Igreja, acompanhado de um seminarista, alguém dentro da clínica colocou um sinal que dizia claramente: “f... seus padres pervertidos” (“f... your perverted priests”).
Os Padres Católicos também tiveram que suportar insultos pessoais dos seguranças da clínica. O carro de um dos padres foi atingido com ovos por um ativista pró-aborto. Outro padre teve um cartaz escrito à mão pregado em seu carro, o cartaz dizia: “Eu violento crianças” (“I rape children”).
Uma coisa é certa. A clínica de aborto e seus apoiadores sabem que uma das principais razões da diminuição do número de bebês mortos ali foi pelo fato das orações constantes, comprometidas, e cheias de fé dos Padres Católicos, pedindo que o mal que envolve e sustenta a indústria do aborto fosse substituída pela graça de Jesus Cristo. Em Rockford esses padres e suas orações já salvaram incontáveis vidas e almas. É por isso que essa clínica odeia e ataca os padres dessa maneira desrespeitosa.
É como disse um ativista pró-vida de Rockford: “Esse grupo de padres rezou em frente a essa clínica independente do clima, da intimidação, e das ameaças que enfrentaram. No espírito de Jesus Cristo, eles responderam a esses ataques com oração, humildade e amor”.
Um homem afirmou acerca de um dos padres: “No último inverno, em um dia onde o vento gelado estava bem abaixo de zero grau, o Padre estava em oração na calçada com seu casaco aberto. Todos lhe disseram para se proteger melhor do frio, mas ele sabia que as pessoas que entravam na clínica precisavam saber eu um Padre estava ali. Uma jovem mulher hispânica olhou para o Padre, viu sua roupa, seu colarinho eclesiástico, viu que ele rezava por ela. Ela imediatamente deixou a clínica e nunca mais retornou”.
A comunidade cristã de Rockford espera que as autoridades da cidade olhem para a história longa e cheia de ódio da clínica de aborto, e venham a decidir que esse tipo de coisa não é aceitável na cidade.
E quanto a esses santos homens que rezam e trabalham pela vida e pelo fim da demoniacamente inspirada cultura da morte, devemos a eles nosso apoio, nossas orações, e nossa gratidão por nos liderar nessa batalha contra o pecado, satanás e a morte.(...)
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Traduzido de:
http://www.prolifecorner.com/node/333
Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América LatinaBOGOTÁ, Colômbia, 13 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Executivo do governo colombiano está buscando revogar a condenação de um médico que recusou realizar um aborto em 2008 numa menina mentalmente incapacitada.Dr. Germán Arango Rojas diz que só viu a menina uma única vez e recusou fazer o aborto por razões de consciência. Ele foi condenado apesar do fato de que nunca lhe permitiram apresentar uma defesa.A condenação de Arango Rojas foi sustentada pelos tribunais da província de Caldas, e ele foi multado e suspenso de exercer a medicina.O caso se tornou público em dias recentes por causa de uma decisão do principal advogado do governo, o procurador, de contestar o veredicto no Tribunal Constitucional, o mesmo tribunal que derrubou as penalidades criminais para o assassinato de bebês em gestação em casos de estupro e deformidade fetal em 2006. Todos os outros abortos continuam a ser penalizados na Colômbia.O Executivo da Colômbia sob Álvaro Uribe apoiou a decisão do Supremo Tribunal e multou pelo menos um hospital católico por recusar a realizar um aborto. Nesse caso, o médico está sendo defendido, não por causa de sua oposição ao aborto ou mesmo em apoio aos direitos dele de consciência, mas em vez disso porque não permitiram que ele se defendesse.O procurador Alejandro Ordóñez Maldonado diz que a sentença é “uma violação manifesta dos direitos fundamentais de justiça, igualdade e processo devido” e diz que o médico foi condenado “na teoria”, sem evidência suficiente.Embora o governo de Uribe tenha mostrado hostilidade ao direito à vida em anos recentes, as ações que estão sendo adotadas na defesa do Dr. Arango Rojas podem refletir uma política nova mais pró-vida no governo de Uribe e na Colômbia como um todo.Em novembro do ano passado, o Conselho de Estado da Colômbia anulou um decreto do Supremo Tribunal que exige que todos os hospitais mantenham um médico na equipe para realizar abortos. Em dezembro Ordóñez Maldonado também exigiu que a “pílula do dia seguinte” fosse removida dos locais de venda devido a seus efeitos abortivos.Cobertura relacionada de LifeSiteNews:Colombia's Inspector General Demands Morning-After Pill Be Taken Off Market
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/dec/09120808. html Colombian Council Suspends Court Decree Forcing Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111114. html Colombian Government Fines Catholic Hospital for Refusing to Perform Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/0905121 5.html Colombia's Attorney General Pushes Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/0805120 1.html Colombian Court Legalizes Abortion – Beachhead for Activists in Latin America
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/0605150 3.html Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid= 10051409 Copyright © LifeSiteNews.com.
Corajosamente, a mãe recusou-se enfaticamente. Em vez disso, ela passou o resto da sua gravidez a ter o seu sangue drenado todas as semanas, "lavado" numa máquina especial, e depois re-inserido para dentro do seu sistema.
Victoria estava radiante na sua casa, onde ela também é mãe de Lewis, uma criança com 4 anos.
Disseram-me que eu precisava de fazer uma escolha, mas para mim não havia decisão a tomar.Eis uma foto da família.
Victoria afirmou que o seu marido Martyn suportou-a durante o processo. Ela acrescenta ainda que:
Se tudo correr bem, eu vou entrar em remissão. Eu estou muito grata em estar aqui...Segurar a minha filha nos meus braços foi um momento maravilhoso. Eu posso ter arriscado a minha vida por ela, mas valeu a pena.
Podem ver um vídeo da corajosa srª Victoria aqui.
Como sempre acontece, a visão Bíblica da humanidade dá-nos dignidade (mesmo depois da morte) enquanto que a visão evolutiva/aborcionista/ateísta/esquerdista faz exactamente o contrário.
A mãe solteira Paris Tassin apareceu para uma audição do "American Idol" onde ela teve a hipótese de dar um testemunho comovente sobre a sua decisão de levar até ao fim uma gravidez que os médicos qualificaram de "risco".
A senhorita Tassin tinha 18 anos quando soube que estava grávida. Um ultra-som revelou que o bebé sofria de hidrocefalia - uma condição caracterizada pela existência de fluidos dentro do crânio.
Os médicos disseram-me que eu não a deveria ter porque não seria bom.Tassin recusou fazer o aborto e afirma que a sua filha Keira é uma saudável criança de 4 anos. A única complicação médica que resultou da condição da Keira foi a perda da audição. Devido a isto, ela tem que usar aparelhos auditivos.
Ela é a melhor coisa que já aconteceu na minha vida...... Eu canto para ela.A Tassin impressionou os juízes ao cantar de forma emotiva a música “Temporary Home” (Carrie Underwood), uma canção que fala dos desafios de ser mãe solteira.
Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;Provérbios 6:16