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terça-feira, 22 de maio de 2012

Associação de Defesa e Apoio à Vida - Viseu

Adav Viseu Associação Vida
« A Associação de Defesa e Apoio à Vida - Viseu tem como finalidade o apoio, a defesa e a dignificação da Vida Humana, desde a fecundação até à morte natural, promovendo a qualidade e valor do "arco inteiro" da sua existência. 
Esta associação, nascida da iniciativa de um grupo de cidadãos “preocupados com o ser humano e os ataques a que a vida é continuamente submetida”, está aberta a todos “quantos concordarem com a sua finalidade”. »

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domingo, 24 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Intuição de mãe previne matança de bebé

Sofia, de 22 anos, recebeu a notícia de que teria que terminar a gravidez depois dos médicos terem notado que não havia batimento cardíaco proveniente do bebé. No entanto, ela sentiu intuição de mãe e negou-se a seguir os conselhos diabólicos dos "médicos". Devido a isto, ela insistiu em esperar mais 8 dias para outro scan. Foi a melhor coisa que ela fez porque este último scan revelou que o bebé estava vivo.

Ela é o nosso pequeno milagre. Não consigo pousá-la, ela é tão preciosa. . . . Quando olho para ela penso "se tivesse ingerido os tabletes [método de matança de bebés que não envolve cirurgia] ela não estaria aqui". Ela estaria morta dentro do período de 4 horas.
Sofia, que tem 3 filhas, fez o scan no "Royal Sussex County Hospital", em Brighton. Ele relembra:
Disseram-me, "Você teve aborto e o seu bebé morreu". Não houve compaixão . . . . Disseram-me para me livrar do bebé - mas depois de ter 3 crianças, eu sabia o que era estar grávida . . . . Lembro-me até do Chris [o marido] dizer "Toma logo os tablets" porque ele confiou nos médicos. Comecei até a odiá-lo um pouco.
A filha - Bella-Mae - deparou-se com outra batalha pela sua vida depois de ter nascido prematuramente. Ela esteve num incubador nos cuidados intensivos mas já está de volta a casa.

O pai, o mesmo que queria que a sua mulher abortasse a filha que ele julgava morta, disse:

Queria chamá-la de Lucky! Ela agora está aqui e tem sido incrível. Mas ainda estamos zangados.
Duncan Selbie, responsável pela NHS, já pediu desculpas e levou a cabo uma investigação para evitar futuros erros.

Fight for life ... newborn Bella-Mae in intensive care
Bella-Mae nos cuidados intensivos.

Fonte

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Para Horror dos Abortistas, Eles Lutam Rezando



Há tempos, o video acima foi publicado no nojo chamado Arrastão. Alguns comentários dos abortistas:

Absolutamente inacreditável. Isto não é crime?

Como eles gostariam que fosse...
Para o abortista, o crime não é matar bebés. Crime é rezar na via pública, conseguindo em alguns casos convencer pais e mães a não matarem as suas crianças.

"Para quem duvidar que existe fundamentalismo católico em Portugal...
Até a sede deles é em frente à clínica..."


Pois existe. E fundamentalismo católico do bom. Daquele com fundamento: A vida é sagrada e matar vida humana inocente é um crime. Uma verdade que lhes dói ouvir.

"Não sou daquelas pessoas que invoca a polícia por tudo e por nada mas acho que a polícia, por razões cívicas, já devia ter ido lá meter ordem naquilo e mandá-los rezar para casa ou para a igreja. Esses "movimentos" são de potenciais assassinos"

Os "potenciais" assassinos são os que rezam. A matança dentro da clínica tem de ser protegida pela polícia, da potencialidade homicida de rezar a Deus. É sabido que o revolucionário inverte as noções de vítima e culpado. A sub-espécie abortista não foge à regra.

"caso eu fosse a essa clinica, e esses senhores me chamassem "homicida", que é basicamente o que eles estão a fazer, não teria outra hipotese a não ser pô-los em tribunal."

Que difícil seria provar em Tribunal que abortar é matar um ser humano e que matar seres humanos inocentes e indefesos é "homicida"...
Estou certo de que a dona da clínica de abortos seria uma testemunha chave nesse processo, quando explicasse quais os métodos e utensílios utilizados no seu estabelecimento durante um aborto, qual a finalidade deste e sobre quem é cometido o acto. Será que os "pró-escolha" acham que as mulheres ficam grávidas de ar?

Comentário de Daniel Oliveira, o arrastadeiro-mor:

"O problema, para quem defende esta vigilia, em que as mulheres são abordadas para desisitrem de um acto que apenas a elas diz respeito, é a violação inacreditável da sua privacidade a que estas mulheres estão sujeitas por gente que acha que tem o direito de se envolver na vida dos outros."

Diz "um acto que apenas a elas diz respeito" porque tenta esconder, e acha que consegue, que o aborto de uma gravidez é um acto cometido contra um ser humano vivo e que não fez mal a ninguém.

Então e a violação inacreditável da privacidade do ser que está confortavelmente vivo no útero da sua mãe? Venenos, utensílios afiados ou aspiradores; com que direito o abortadeiro os introduz no corpo da mãe dele, para o matar ?

Pergunta o amoral Oliveira a um comentador:

"Será que não consegue perceber a violência absurda de abordar uma mulher que entra na clinica, como se a conhecesse de algum lado, para se meter no que de mais privado há na sua vida? É assim tão dificil de perceber de que é que estou a falar?"

O que de mais privado há na sua vida? Depois de entrar na clínica, a mulher abrirá as pernas a um talhante que tirou o curso de médico, para que este proceda à destruição da vida que ela carrega no ventre. Um filho, no entendimento do socialista Oliveira, é propriedade privada da sua mãe.
Quão violento é dizer a uma mãe que se vá embora e que não permita que a vida que tem dentro de si seja submetida aos amorosos actos de envenenamento, esquartejamento e sucção. Que intromissão horrível é indicar instituições de apoio a grávidas, às mulheres que estão prestes a matar os seus filhos. Garantiu o corajoso Oliveira:

"Lhe garanto, aliás, se fosse a essa clínica a acompanhar alguém e uma dessas beatas resolvesse abordar a conversa não duraria muito tempo. Como não sou de violências, a linguagem chegaria para ouvirem palavras que nem sonham que existem."

Eh, valente! Vem para a internet gabar-se do seu excelente domínio da arte marcial de dizer palavrões à frente de senhoras de meia-idade e velhinhas. Gostaria de lá estar e assistir ao vivo a uma destas exibições de campeonice do bandalho Oliveira, contra as terríveis católicas que rezam e abordam as grávidas para que elas não matem os seus filhos.
A coragem do Oliveira é tanta que, aparecendo homens na reportagem, mesmo pela internet ele só é capaz de prometer insultos às senhoras, as "beatas". Que palavras poderia ele proferir à frente de um homem, que impedissem este de continuar a afirmar que dentro daquela clínica se matam bebés?

Ele não é de violências. Tanto assim é que até se imagina capaz de acompanhar alguém a clínicas de abortos, na quais todos sabemos que não ocorre qualquer tipo de acto violento, bárbaro e desumano. Prometer insultos a velhinhas e defender o aborto, ele consegue. Está visto que não é adepto de violências, a não ser as que são cometidas contra os mais fracos do que ele.

Apoio e reconhecimento a todos os que diariamente rezam e lutam contra o crime do aborto em frente às clínicas da morte.

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