Mostrar mensagens com a etiqueta Aborcionistas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aborcionistas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de março de 2011

Homem cego espancado por funcionários do estado aborcionista

John Jalsevac
10 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Novas informações indicam que o ativista pró-vida chinês cego Chen Guangcheng e sua esposa foram “surrados até perderem os sentidos”. Os autores da surra foram agentes do governo chinês logo antes do lançamento de um vídeo secreto nesta semana, diz a organização de direitos humanos Os Defensores dos Direitos Humanos Chineses (DDHC).
Chen Guangcheng
O DDHC diz que ficou sabendo da surra através de uma fonte anônima. A organização diz que Chen e sua esposa foram surrados na terça-feira, depois que as autoridades ficaram sabendo do vídeo, em que Chen e sua esposa falam da contínua perseguição contra eles por parte do regime comunista chinês.
(Leia mais e assista ao vídeo legendado em inglês aqui.)
A surra foi tão violenta que eles não conseguiram sair da cama, e de acordo com as reportagens não terão permissão de ir a um hospital. Eles não têm permissão de sair de casa desde que Chen foi solto da prisão em setembro passado, depois de cumprir uma sentença de quatro anos de prisão.
Chen é o principal oponente da brutal política de um único filho da China, a qual envolve o uso rotineiro de aborto e esterilização à força.
De acordo com outro grupo de direitos humanos, ChinaAid, o vídeo, que foi filmado na casa de Chen e divulgado para o público na quarta-feira, foi contrabandeado para fora da China por um funcionário governamental desiludido.
(Leia mais e assista ao vídeo legendado em inglês aqui.)
No vídeo Chen e sua esposa descrevem que sua casa está sob vigilância 24h por dia e 7 dias por semana. Eles também descrevem as contínuas táticas de intimidação usadas por agentes do governo.
Sofrer surras não é novidade para Chen e sua esposa. Quando Chen foi solto da prisão em setembro ele estava, conforme relatou a imprensa, com a saúde extremamente precária, devido em grande parte às surras que recebia na prisão.
Durante a prisão de Chen sua esposa, Yuan Weijing, foi também submetida a surras ocasionais.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, 15 de março de 2011

Antropóloga: Fetos anencéfalos são subumanos "por excelência"


Conhecida militante pró-aborto, a antropóloga Debora Diniz (foto acima) escreveu um artigo em defesa da "interrupção seletiva da gravidez" (ISG) - tradução: assassinato de bebés por possuírem deficiências graves - no qual nos fornece as sinistras razões que há por detrás da luta pela descriminalização dessa tipificação de aborto.

No texto pedante e cheio de neologismos para dar um ar acadêmico, Debora Diniz afirma:
  • "Primeiramente, a anencefalia sustenta seu reinado dentre as patologias por seu caráter clínico extremo: a ausência dos hemisférios cerebrais. Mas esta, no meu entender, não é a razão suficiente para fazer dos fetos portadores de anencefalia a metáfora do movimento em prol da legitimação do aborto seletivo."
Por quê? Porque o assim chamado "aborto seletivo" visa não somente bebês com essa deficiência, mas a todos aqueles que forem caracterizados por subumanos. Leiam:
  • "A ausência dos hemisférios cerebrais, ou no linguajar comum 'a ausência de cérebro', torna o feto anencéfalo a representação do subumano por excelência."
O anencéfalo seria, então, o subumano "por excelência", deixando claro que haveria outras formas "não tão excelentes" de "subumanidade". O que seriam esses subumanos? Aqueles que logo morreriam depois de nascer ou mesmo antes do parto? Não.
  • "Os subumanos são aqueles que, segundo o sentido dicionarizado do termo, se encontram aquém do nível do humano. Ou, como prefere Jacquard, aqueles não aptos a compartilharem da "humanitude", a cultura dos seres humanos. Os fetos anencéfalos são, assim, alguns dentre os subumanos - os que não atingiram o patamar mínimo de desenvolvimento biológico exigido para a entrada na humanitude (...)".
Debora Diniz cita a seu favor o então padre progressista "Fernando Altemeyer Junior, vigário coadjutor da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 1 de abril de 1996, que dizia o seguinte sobre o aborto seletivo em casos de anencefalia: '...Muitos moralistas católicos de renome têm se posicionado em favor desta operação cirúrgica no caso específico da anencefalia, pois não são seres humanos os frutos desta gestação e portanto não se poderia exigir desta mãe o sacrifício de uma gravidez que não pudesse oferecer vida humana a uma criança destinada a sobreviver...'." (Altemeyer F. A única exceção. Jornal do Brasil 1996, Abril 1.)

Continua a antropóloga:
  • "Os subumanos são aqueles para quem a vida é fadada ao "fracasso" - como considera Dworkin, um jurista liberal norte-americano estudioso do aborto - ou para quem, no mínimo, o conceito de vida não se adequa. Os subumanos são a alteridade humana extrema, aqueles não esperados pelo milagre da procriação."
Mesmo os aleijados não escapariam do "aborto seletivo":
  • "... Existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une um feto anencéfalo a um feto portador de trissomia do cromossomo vinte e um e até a fetos com ausências de membros distais como potenciais alvos da ISG. É uma idéia social de vida, respaldada, é claro, pela plenitude biológica, o que justifica grande parte das solicitações de aborto seletivo."
Como não pensar em eugenia - embora não obrigatória como na ditadura nazista, mas favorecida e "justificada" - lendo as afirmações acima?

Com a crescente paganização da sociedade, pululam idéias destoantes da virtude excelsa da caridade para com o próximo deficiente e aos poucos somos encaminhados para uma ditadura pseudo-científica e darwinista onde só os perfeitos terão o direito à vida.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Viva a dissolução da sanidade

Foi com estas palavras eugénicas que um dos aborcionistas do blogue "Sim no Referendo" se congratulou: Reparem no marxismo cultural presente nas palavras "o princípio da dissolução dos costumes". Aparentemente o aborto em si nunca teve nada a ver com a "saúde" da mulher, mas sim foi mais um passo para a "dissolução dos costumes".

Esta gentalha acha mesmo que matar bebés como forma de destruir o Cristianismo é um acto louvável. Josef Mengele estaria orgulhoso.


Eis o que um blogueiro escreveu:
Lendo o que se escreve pelos blogues mais relevantes constata-se, sem dúvidas, que afinal não estava em causa a penalização das mulheres. O que se escreveu sobre elas? Pois, o importante era impor à Igreja Católica uma grande derrota (Causa Nossa), promover a dissolução dos costumes (Arrastão), permitir que alguns deixassem de ter pesadelos à noite, dissipando aúreas obscurantistas, dar uma vitória ao Estado Secular (Sim no Referendo), uma vitória à laicidade (Bichos Carpinteiros). No fundo, o povo achincalhou a Igreja Católica (Diário Ateísta) e outras tretas que tais.

Bem me parecia, quando escrevi este artigo, que a questão estava longe de ser uma mera aderência à realidade, mas antes uma cruzada do realismo pós-moderno. Nada como a euforia da vitória para repor a verdade e virem à tona as reais motivações.

Rodrigo Adão da Fonseca

Como diz o Rodrigo, e muito bem, a questão nunca foi o "sofrimento das mulheres" mas sim uma luta contra o Cristianismo.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...