Mostrar mensagens com a etiqueta Psicologia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Psicologia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 31 de dezembro de 2011

"Desculpa, filho"

A minha história provavelmente não é senão mais um dos vários testemunhos que existem sobre este tipo de prática, e bem sei que muitas mulheres se sentem como eu.

Há cerca de um ano, com os meus 18 anos quase acabados de fazer, engravidei de um rapaz que, apesar de já estar comigo há 2 anos, jamais teria demonstrado vontade ou maturidade para ter algo sério comigo. Mantínhamos uma amizade colorida, onde os sentimentos eram postos de lado.

Acontece que, tal como muitas pessoas pensam, eu não fui excepção à regra e quando o meu período menstrual se atrasou eu não liguei, julgando que fosse um atraso – e o mais irónico é que o meu período sempre fora regular, mas claro, nós achamos sempre que só acontece aos outros.

Apenas no dia 24 de Janeiro tive coragem para fazer um teste de gravidez que, obviamente, anunciou um resultado positivo. Nem sei o que senti nesse momento. É uma sensação horrível, tantas são as interrogações e as dúvidas que nos começam a bombardear (e note-se que eu já estava grávida de 9 semanas, ou seja, estava bastante sensível).

Mas, de facto, era algo do qual eu já deveria estar consciencializada, uma vez que os sintomas eram evidentes – eu simplesmente não queria aceitar!!!

Acabei por contar tudo ao rapaz, tal como aos meus pais, que reagiram de forma muito distinta. A minha mãe apoiou-me incondicionalmente, ao invés do meu pai que sentiu vergonha e não conseguiu dirigir-me palavra durante semanas.

Foram momentos de desespero e dor profunda. Ouvi coisas que jamais esperei ouvir, e os meus choros e revolta eram constantes: “Porquê a mim? Porque é que isto me aconteceu? Eu preciso de apoio, será que ele não consegue ver isso?”

Ainda pior que tudo isto foi o facto de não ter apoio psicológico nem monetário do suposto pai da criança. Na altura, ele era um rapaz com 19 anos, com um emprego que lhe dava um bom salário, e alguém que eu julgava ser responsável e maduro… Tamanha ilusão, ou melhor, tamanha desilusão que eu fui ter!!! Senti-me abandonada, triste, e se não fosse a minha mãe não sei o que seria de mim – de facto, mãe é tudo.

Recorri ao Centro de Saúde no dia seguinte, após confirmar a minha gravidez. No entanto, necessitava de falar com uma psicóloga que de momento se encontrava de férias – e, embora não tivesse a certeza de quanto tempo estava naquele momento (só soube ao certo no dia em que abortei), eu tinha uma noção de que o tempo de gestação já era longo.

Eu não menstruava desde início de Novembro, portanto tinha que arranjar uma outra solução, já que a IVG só é feita legalmente até às 10 semanas. Dia 1 de Fevereiro foi o dia do meu aborto. Um dia que jamais irei esquecer. Inicialmente, o meu único pensamento era: “eu quero livrar-me disto o mais rapidamente possível!!!” Cheguei à clínica e fui rapidamente atendida.

Inicialmente foi feita uma ecografia, que anunciou 10 semanas de gravidez, e de seguida falei com um psicólogo, fiz uma recolha de sangue para averiguar qual o meu tipo sanguíneo e voilá – sala de operações. Preferi fazer uma aspiração com anestesia geral, uma vez que não queria, de forma alguma, ter recordações daquela operação. E, em menos de 5 minutos, adormeci profundamente, acordando 1 hora e pouco mais tarde.

Acordei aliviada, mas meio deslocada, nostálgica. Eu sabia que o meu ”pesadelo” tinha acabado – mal sabia eu que outro, mais tarde, iria começar. Senti dores horríveis nos primeiros dias após a IVG e perdi algum sangue. Porém, correu tudo bem, e após isso a minha menstruação voltou e até à data tem sido regular, sem quaisquer tipo de complicações.

Fisicamente, tudo impecável. O pior mesmo é a parte psicológica… Se inicialmente fiquei bem, hoje em dia, e passado meses – quase um ano, a verdade é que sinto um enorme vazio e penso constantemente em como seria a criança, invadida de culpa. Embora a situação fosse muito complicada, a verdade é que eu tinha o apoio da minha mãe.

E o meu pai, mais cedo ou mais tarde acabaria por aceitar. E o rapaz teria que tomar outra atitude, consciencializar-se e falar com a mãe – esse sempre foi o grande ”medo” dele, já que entre eles existiam alguns dissabores. Ainda assim, tudo acabaria por tomar um rumo, e apesar da sua atitude cobarde, certamente que ele daria um bom pai.

Enfim, tudo suposições que me matam por dentro… Era nova de mais, ingénua de mais – e verdade seja dita, só compreendemos realmente as situações quando passamos por elas.

Desculpa “filho” por não te ter deixado viver. Garanto, de facto, que jamais repetirei um acto destes, pois dói de mais. Mãe é mãe, ainda que o filho nasça ou não.

(Raquel Santana)

--------------

sábado, 3 de dezembro de 2011

Órgãos de informação ignoram ligação entre fazer um aborto e contrair cancro da mama

Seria de pensar que, quando os pesquisadores da "Johns Hopkins School of Public Health" e a "University of Pennsylvania" determinaram que um "procedimento" quase que TRIPLICA o risco da mulher contrair cancro da mama, isso seria algo amplamente reportado pelos órgãos de informação.

Mas isso não acontece quando esse tal "procedimento" é o aborto.

Como a LifeNews reportou, um estudo revisto por pares mostrou que levar a cabo um aborto quase que triplica o risco de se contrair cancro da mama. Isto significa que 54 em 67 estudos epidemiológicos demonstram uma ligação entre o aborto e o cancro da mama.

Claro que este não é o primeiro estudo ignorado pelos média. Numerosos outros estudos demonstraram de forma cabal que o aborto, para além de terminar com uma vida inocente, prejudica as mulheres - tanto fisicamente como psicologicamente.

Por exemplo, um outro estudo levado a cabo por um pesquisador pró-aborto demonstrou que o risco de suicídio é 3 vezes mais alto entre mulheres que fizeram um aborto.[1]

Semelhantemente, outro estudo revisto por pares demonstrou que as mulheres cuja primeira gravidez terminou em aborto, em oposição às mulheres cuja primeira gravidez terminou em nascimento, eram 65% mais susceptíveis de serem classificadas como alguém no nível "Alto Risco" numa escala clínica em torno da depressão.[2]

Obviamente, a experiência já nos ensinou a não nos surpreendermos com a posição pró-aborto dos órgãos de informação. Mas a falta de genuína informação por parte de órgãos de informação "fiáveis" torna imperativo providenciar às mulheres tal informação.

Temos de informar o público de forma contínua que o aborto prejudica as mulheres, para além de matar uma criança. Esta posição não se baseia só em Textos Bíblicos, mas também nos mais rigorosos estudos médicos, muitos deles levados a cabo por entidades que suportam o aborto.

Quanto mais as pessoas se mentalizarem que o aborto é fisicamente destrutivo, mais difícil fica para os aborcionistas classificar o aborto como "cuidados médicos" ou "cuidados de saúde".

[1] D.M. Fergusson et al., Abortion in young women and subsequent mental health, J. Child Psychology & Psychiatry 47:16 (2006).

2 J.R. Cougle et al., Depression associated with abortion and childbirth: A long-term analysis of the NLSY cohort, Med. Sci. Monitor 9(4):CR157 (2003).

Fonte

--------------

domingo, 11 de setembro de 2011

Aborto pode levar mulher à depressão e baixa estima pessoal

Além dos problemas políticos, religiosos e físicos, o aborto também pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres. Em pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP com 120 mulheres que passaram por aborto, mais da metade apresentaram algum nível de depressão e a maioria sofria de baixa a média estima pessoal.

“Esses resultados indicam que as equipes de saúde precisam buscar cada vez mais políticas públicas para prevenção da gravidez indesejada, levando em consideração as dificuldades ao uso de métodos contraceptivos com visão integral à mulher, ou seja, considerando todo seu contexto”, diz a enfermeira Mariana Gondim Mariutti Zeferino, autora do estudo.
Ela cita como exemplo a violência familiar, o uso de álcool e drogas, a resistência do parceiro ao uso de métodos contraceptivos de barreira, principalmente quando a mulher tem efeitos colaterais ou contra-indicações aos anticoncepcionais hormonais e submissão ao parceiro. “E quando a gravidez indesejada acontece, tendo como consequência o aborto induzido, que a equipe possa oferecer assistência qualificada e humanizada e que estimule os profissionais de enfermagem a reconhecer as necessidades de implementar os cuidados e reforçar aspectos resilientes dessas mulheres”, alerta a pesquisadora.
O estudo foi realizado entre agosto de 2008 e setembro de 2009, com mulheres internadas em um hospital público do interior do Estado de São Paulo, com diagnóstico de abortamento. Mariana detectou que 57% delas apresentavam sinais indicativos de depressão, sendo que em 33% distimia, ou seja, leve e prolongada, 22% moderada, e em 13% a depressão é grave. Além de depressão, 109 das mulheres apresentaram de média a baixa estima pessoal.
Outros dados
Segundo a enfermeira, estudos anteriores já mostraram que a situação de abortamento pode ter relação com depressão antes e após a ocorrência, mesmo a longo prazo, com diferenças de acordo com a natureza do aborto. Outros dois dados da pesquisa chamaram a atenção da pesquisadora, o fato desses abortos terem sido provocados em 25% dos casos e ainda de 75% dessas mulheres não ter planejado a gravidez, mas mesmo assim não faziam uso de métodos contraceptivos.
A maioria das mulheres do estudo é jovem, solteira e com relacionamento estável, católica, com poucas atividades de lazer, sem fonte de renda própria, sem casa própria, com residência fixa há mais de um ano, não tem problemas de relacionamento e de violência na gravidez. Entretanto, as que tiveram problemas, relataram uso de álcool e drogas na família. Os dados revelaram, ainda, associação entre violência familiar e aborto provocado.
Entre as que apresentaram sinais de depressão, a maioria declarou-se solteira, trabalham, com mais de 40 anos de idade e tem religião. Mariana diz que o fato de muitas dessas mulheres terem parceiro, trabalho, religião, situação financeira estável e apoio familiar, mostrou-se como um fator de proteção significativo em relação à depressão. “Em relação aos indicativos de resiliência, ou seja, a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental, o estudo mostrou que quando essas mulheres estão felizes ajudam as pessoas, contam mais piadas e sentem-se bem. Mas, muitas delas relataram que quando sentem raiva, se isolam, se calam, choram e até gritam.”
A pesquisa é resultado do doutorado de Mariana, Associações do abortamento com depressão, autoestima e resiliência, orientada pela professora Antonia Regina Ferreira Furegato, da EERP.

Por Rosemeire Soares Talamone, do Serviço de Comunicação Social da Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto - Agência USP de Notícias

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Aborto e problemas crónicos de relacionamento


Mulheres que se submeteram a um aborto demonstram maior propensão para relacionamentos mais curtos e para o divórcio (1). Este facto pode dever-se a baixa auto-estima, menor confiança nos homens, disfunções sexuais, abuso de drogas ou álcool, incidência elevada de depressões, ansiedade, e temperamento instável.

Mulheres que se submeteram a mais de um aborto (cerca de 45% nos EUA- Facts in Brief: Induced Abortion. The Alan Guttmacher Institute, 1996.) têm maior probabilidade de se tornarem mães solteiras e de necessitar de assistência social.

Um estudo francês realizado em 1996 entre mulheres que se submeteram a mais de um aborto revelou que este grupo tinha sido caracterizado por parceiros instáveis e por um sentimento de ambivalência entre o desejo de engravidar e o não querer ter filhos (2).

Os autores deste estudo concluíram que existe uma precariedade psico-social real entre a população estudada e que esta tinha bom conhecimento dos métodos contraceptivos.

O aborto induzido parece deteriorar de um modo geral o relacionamento homem/mulher. Relacionamentos conflituosos, causais ou sem compromisso são particularmente susceptíveis de quebrar após um aborto. Em casos que os casais não se separam são geralmente referidos problemas de comunicação, disfunções sexuais e isolamento. (3)

1. Shepard, M.J. and Bracken, M.B. (1979). Contraceptive Practice and Repeat Induced-Abortion – Epidemiological Investigation. Journal of Biosocial Science 11(3):289-302.; Henshaw, S.K. and Silverman, J. (1988). The Characteristics and Prior Contraceptive Use of United-States Abortion Patients. Family Planning Perspectives 20(4):158-&.; Belsey, E.M., Greer, H.S., Lal, S., Lewis, S.C. and Beard, R.W. (1977). Predictive Factors in Emotional Response to Abortion – Kings Termination Study .4. Social Science & Medicine 11(2):71-82.; Freeman, E.W., Rickels, K., Huggins, G.R., Garcia, C.R. and Polin, J. (1980). Emotional Distress Patterns among Women Having 1st or Repeat Abortions. Obstetrics and Gynecology 55(5):630-642.; Berger, C., Gold, D., Andres, D., Gillett, P. and Kinch, R. (1984). Repeat Abortion – Is It a Problem. Family Planning Perspectives 16(2):70-75.

2. Douvier, S., Lordier, C., Rousseau, T. and Reynaud, I. (2001). Interruption volontaire de grossesse : étude comparative entre 1982 et 1996 sur le principal centre de côte d’or. Analyse des femmes ayant des IVG itératives. Gynecol. Obstet. Fertil. 29(3):200-210.

3. Strahan, T.W. (1993). Major Articles and Books Concerning the Detrimental Effects of Abortion. The Rutherford Institute, Charlottesville, VA.

(Agradecemos a M. D. Mateus a autorização para publicar na Aldeia este seu trabalho)

Fonte

quinta-feira, 21 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Nunca mais podes voltar a ser o que eras antes do aborto"

Seria sempre bom que nunca existissem histórias deste tipo, mas elas existem e a história tem que ser contada. Obviamente que este tipo de informação não é do agrado do lobby pró-matança.

O vídeo relata a história de Jennifer. Ela fala-nos sobre o que mudou na sua vida depois do aborto, como mergulhou numa vida de drogas e promiscuidade sexual como forma de minimizar a dôr da perda do seu flho.

Em baixo estão algumas das coisas que ela disse:

Estou aqui para vos dizer que tu nunca mais podes voltar a ser o que eras antes do aborto. Essa pessoa desaparece para sempre.

Enquanto estava deitada na mesa da clínica, o meu coração chorava para que alguém me impedisse de seguir em frente. De repente fiquei a saber que o que estava em vias de fazer estava errado.

Nunca me vou esquecer do som da máquina a retirar a vida do meu filho de dentro de mim. Nunca mais seria a mesma.

Fonte


As feministas pró-matança não informam as mulheres das consequências psicológicas de se matar o próprio filho. Para as feministas, o que realmente importa é destruir vidas como forma de implantar uma ideologia política mascarada de "direito das mulheres".

Mas há Um Deus nos céus que está a observar tudo o que as feministas e os seus aliados fazem aos bebés. No final dos tempos, Ele executará justiça.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Aborto e Depressão

[VIA]

Consequências psicológicas do aborto numa mulher

Especialmente dedicado às feministas abortistas:

Um estudo recente sugere que as mulheres que abortam têm maior propensão para o suicídio, aumento do abuso de drogas e para a depressão clínica, do que mulheres que levam a sua gravidez até ao fim. Este estudo publicado num prestigiado jornal científico de medicina, foi levado a cabo por uma organização Norte Americana de investigação e educação que estuda as complicações pós-aborto e fornece programas de aconselhamento para as mulheres. Os dados deste estudo foram retirados de um estudo nacional sobre os jovens americanos que teve início em 1979. Um subconjunto de 4.463 mulheres foi sondado em 1992 sobre assuntos como a depressão, intenção de gravidez e resultado da mesma.

Uma das conclusões do estudo foi que oito anos após o aborto induzido, as mulheres casadas tinham 138% mais probabilidades de estar em elevado risco de depressão clínica do que as mulheres que levaram a sua gravidez até ao fim.

Um outro estudo recentemente publicado revela o risco significativo de episódios psiquiátricos associados ao aborto induzido. A equipa de investigadores que efectuou este estudo comparou os tratamentos psiquiátricos entre mulheres que se tinham submetido um aborto induzido e mulheres que tinham levado a gravidez até ao fim. Esta informação foi obtida através do exame de registos médicos de cerca de 173.000 mulheres da Califórnia de estratos económicos baixos. De modo a excluir diferenças induzidas pela saúde psicológica das mulheres antes destes episódios, não foram consideradas todas as mulheres que se tinham submetido a qualquer tratamento psiquiátrico no ano anterior ao resultado da gravidez. O estudo revelou que cerca de 63% das mulheres tinham maior probabilidade de receber tratamento psiquiátrico num período de 90 dias após um aborto do que numa gravidez levada até ao fim. Para além disso, taxas significativamente mais elevadas de tratamentos de saúde mental subsequentes persistem ao longo dos quatro anos de dados examinados para as mulheres que se submeteram a um aborto. O aborto estava mais fortemente associado com tratamentos subsequentes para depressão neurótica, desordem bipolar e desordens esquizofrénicas.

A mesma equipa de cientistas publicou outro estudo baseado em 56.741 pacientes que mostrou que as mulheres que se submeteram a um aborto têm 2,6 vezes mais probabilidades de serem hospitalizadas para tratamento psiquiátrico no período de 90 dias após o aborto ou nascimento (em relação a mulheres que dão à luz). Neste estudo o diagnóstico mais comum foi a psicose depressiva.

Um estudo comparativo realizado entre aproximadamente 1.900 mulheres que na sua primeira gravidez se submeteram a um aborto induzido ou levaram a gravidez até ao fim, revelou que aquelas que decidiram terminar a gravidez com um aborto, tinham 65% mais de probabilidade de estar no risco elevado de depressão clínica.

Cfr. os estudos abaixo indicados, que são os referidos neste post:

-Reardon, D.C. and Cougle, J.R. (2002). Depression and unintended pregnancy in the National Longitudinal Survey of Youth: a cohort study. British Medical Journal 324(7330):151-152.
-Coleman, P.K., Reardon, D.C., Rue, V.M. and Cougle, J. (2002) State-funded abortions versus deliveries: A comparison of outpatient mental health claims over 4 years. American Journal of Orthopsychiatry 72(1):141-152.)
-Reardon, D.C., Cougle, J.R., Rue, V.M., Shuping, M.W., Coleman, P.K. and Ney, P.G. (2003). Psychiatric admissions of low-income women following abortion and childbirth. Canadian Medical Association Journal 168(10):1253-1256.
-Cougle, J.R., Reardon, D.C. and Coleman, P.K. (2003). Depression associated with abortion and childbirth: A long-term analysis of the NLSY cohort. Medical Science Monitor 9(4):CR105-112.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Porquê a raiva das mulheres dirigida a quem lhes faz o aborto?

Se o aborto é um procedimento moralmente neutro (como os pró-matança querem que nós acreditemos) porquê a raiva das mulheres (que se submetem a um aborto) dirigida ao "médico" aborcionista? Isto provavelmente resume-se ao que J. Budziszewski chama de “o que não podemos saber.”

Porque é que uma mulher ficaria zangada com um aborcionista? Ora, porque ele está em vias de matar o seu filho e qualquer mulher sabe que isso está errado. Ela não pode resistir a este pensamento. Nenhum de nós pode. É uma das verdades mais profundas escritas nos nossos corações - que a vida humana é sagrada e que destruir uma vida inocente no útero é um dos actos mais violentos algumas vez imaginado.

A prisão recente do assassino em série, o "Dr." Kermit Gosnell, trouxe esta verdade à ribalta. Gosnell dirigia uma "casa de horrores" onde bebés eram assassinados ritualmente com tesouras - onde algumas mães chegaram a morrer também - e onde algumas partes corporais dos bebés eram mantidas em jarros.

Quando vêmos pessoas a favor da matança a ficarem horrorizadas com actos como os do assassino Gosnell, então nós sabemos que também eles sabem que o aborto não está certo.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Estudo revela que mulheres que abortam são mais susceptíveis de buscar ajuda psiquiátrica

Um recente estudo financiado pela organização pró-aborto "Susan Thompson Buffett Foundation" descobriu que as mulheres dinamarquesas que abortaram os seus filhos são mais susceptíveis de buscar apoio psiquiátrico pela primeira vez na vida nos meses circundantes a altura do aborto do que as mulheres que dão à luz os seus bebés.

O estudo intitulado de “Induced First-Trimester Abortion and Risk of Mental Disorder” e publicado no "New England Journal of Medicine", examinou os registos médicos da Dinamarca mantidos pelo governo, que regista incidentes de aborto e aconselhamento psiquiátrico entre a população. O estudo examina o intervalo entre 1995 e 2007.

Os autores descobriram que as mulheres que abortaram os filhos eram quase 3 vezes mais susceptíveis de buscar ajuda psiquiátrica pela primeira vez na vida durante os 9 meses antes e os 12 meses posteriores ao aborto, do que as mulheres que dão à luz os bebés.

No entanto, e apesar da leitura dos dados ser mais do que clara, os autores aborcionistas não consideram o resultado como algo que sugira um relação casual entre o aborto e a doença mental.

Numerosos outros estudos reportados pela LifeSiteNews descortinaram fortes evidências para os problemas psicológicos pós-aborto, incluindo desordem pós-traumática, depressão, e suicídio. Mas como todos sabemos, a ciência não serve para mudar a posição pró-infanticídio. Só a ideologia é que conta, e se a ciência contradiz a ideologia, então rejeita-se a ciência.

(Fonte)

O aborto destrói as mulheres psicologicamente --- Adverte perita mexicana

A directora do Instituto para a Reabilitação da Mulher e a Família (IRMA), Mari Carmen Alva, advertiu que o aborto destrói psicologicamente as mulheres já que esta prática antivida constitui um forte gerador de stress e causa uma série de desordens mentais como o síndrome pós-aborto e a depressão.



A perita fez esta precisão na comemoração dos 10 anos da instituição que dirige, a única no México que, com limitados recursos económicos, se dedica a tratar mulheres que passaram pelo trauma do aborto ou que optaram por não exercer sua maternidade.Alva comenta que "muitas mulheres que abortaram estão mortas em vida, são mulheres que, pelo grau de afectação física e psicológica, são mortas-vivas.

Quando lhes brinda atenção para o síndrome pós-aborto, a todas essas mulheres devolve a vida. São mulheres que voltam a nascer".

No IRMA, explica Mari Carmen Alva, uma equipa de profissionais da saúde, psicólogas, terapeutas, entre outras, atendem mulheres que sofreram um aborto e em ocasiões este acompanhamento estende-se a casais e famílias.

Depois de denunciar que, apesar de ter despenalizado o aborto, o Distrito Federal do México não atende as mulheres que padecem de síndrome pós-aborto condenando-as a "padecer em silêncio as consequências", Alva explica alguns dos transtornos mentais que gera esta prática antivida.

Segundo os critérios do Manual Diagnóstico Psiquiátrico (DSM-IV), o transtorno depressivo maior, que atinge 7 em cada 10 mulheres que passaram pela lamentável experiência de um aborto, caracteriza-se por um estado de ânimo deprimido prolongado que incapacita e que se expressa em tristeza profunda (73 por cento), sentimentos de vazio (63 por cento), transtornos frequentes de sono (48 por cento), falta de concentração em suas actividades, irritabilidade constante (63 por cento) e idéias suicidas pela dor e tristeza (39 por cento).

Isso gera que quase se triplique o índice de tentativas de suicídio passando de 4 para 11 por cento, além de que dificultam severamente as relações sociais e trabalhistas, provocando o abandono de estudos ou trabalho quase na metade das pacientes.

Mari Cardem Alva e a sua instituição alentam as autoridades locais e federais a não fechar os olhos para esta problemática e prestar atenção médica gratuita às mulheres que passaram pela dolorosa prática de um aborto.

Não podem "condená-las a sofrer o aborto em silêncio, pois a ferida apenas se fará mais profunda", concluiu.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...