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sexta-feira, 31 de maio de 2013

El Salvador reage ao lobby abortista internacional

Traduzido a partir de lifesitenews.com 

Texto de Matthew Hoffman.

O tribunal constitucional de El Salvador rejeitou um pedido para permitir a uma mulher anónima, referida na imprensa como "Beatriz", matar o seu filho por nascer.

Apoiado por grupos lobby pró-aborto internacionais como a Planned Parenthood e a Amnistia Internacional, o movimento foi iniciado por um grupo pró-aborto local, argumentando que Beatriz sofre de lupus, o que implica insuficiência renal e outros problemas. Além disso, alegaram que o seu filho é anencéfalo, uma deficiência na qual o cérebro e parte do crânio da criança não se desenvolvem completamente, resultando normalmente na sua morte ainda dentro do útero ou momentos após o nascimento. 

Contudo, o tribunal constitucional daquele país rejeitou tais argumentos, apontando que "Beatriz" não sofre  desses sintomas por causa da gravidez e tem recebido cuidados adequados e monitorização de médicos para preservar a sua saúde. De acordo com a decisão do tribunal, as autoridades do governo têm "oferecido assistência médica adequada à senhora B.C,  o seu estado foi estabilizado e têm-lhe sido dados tratamentos para controlar o agravamento do lupus que lhe surgiu" e portanto "o prejuízo no direito à saúde e à vida que foi alegado, não existe." O tribunal também deixa claro que ouviu os médicos de "Beatriz", segundo os quais eles próprios não viram necessidade de realizar o aborto. "As autoridades do "Hospital Nacional de Maternidade" declararam que monitorizam constantemente o estado de saúde da referida mulher -actualmente numa condição estável- e que, no caso de uma complicação que a coloque em risco iminente, tomarão medidas justificadas do ponto de vista médico." Este testemunho contradiz as alegações das forças pró-aborto em El Salvador, as quais espalharam durante semanas a informação de que "Beatriz" estava em perigo imediato de perder a vida por causa da sua gravidez. 

A derrota da tentativa de matar a criança foi celebrada por grupos locais pró-vida como um enorme golpe desferido no lobby abortista internacional, que procurava usar esta situação como um "caso grave" para legitimar uma morte de um bebé por nascer. Julia Regina de Cardenal, do movimento "Sim à Vida", regozijou-se por "ter vencido o direito à vida e a verdade." "Para nós é uma imensa alegria El Salvador dar, uma vez mais, um exemplo ao mundo na defesa do direito à vida de todos os seres humanos, incluindo os mais pequenos, pobres, vulneráveis e indefesos." declarou ao lifesitenews.com. "Esses que manipularam cruel e desumanamente uma pobre rapariga para conseguirem a legalização da indústria abortiva em El Salvador, inventaram uma séria de mentiras agora expostas e que prejudicaram funcionários públicos", acrescentou. "Beatriz nunca precisou de um aborto. Beatriz atingiu agora as 26 semanas de gestação e os médicos que a acompanham já esclareceram que a lei não os impede de intervir para a ajudar em caso de complicação, tal como fizeram em anteriores gravidezes nas quais realizaram cesarianas às 32 semanas"
[nota do tradutor: nascimento por cesariana, e não homicídio da criança]

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Comentário:

Sem surpresa, surge mais um caso de um falso "aborto terapêutico" exigido por entidades internacionais  e globalistas que promovem e lucram com a prática de abortos indiscriminados. Isto é exactamente o mesmo que o  senhor Charles Manson  andar por aí à solta exigindo a legalização do negócio da eutanásia e do "suicídio assistido", em nome dos direitos humanos. O seu interesse pelo assunto seria insuspeito e acima de qualquer dúvida. Tal como é o destes abortófilos que têm toda uma teoria e prática de tratar bebés por nascer como objectos descartáveis e carne que atiram para as lixeiras e esgotos, não lhes importando se acabam com gravidezes de mulheres doentes ou saudáveis. Há uns meses, na Irlanda, os mesmos abutres aproveitaram a morte de uma mulher grávida para exigirem a legalização do negócio de sangue. Até agora, ainda não provaram que tivesse sido necessário matar a criança para salvar essa mãe. Evidentemente, nunca o farão.

Dada a objectividade do lifesitenews.com sobre este assunto, citando termos importantes da decisão do tribunal, como são os pontos de que a mulher está a ser bem acompanhada por profissionais, vigiada, estável e fora de perigo de morte; resta aos do costume argumentarem que a referida fonte não é imparcial por ter como objectivo a defesa da proibição e criminalização do aborto. Obviamente, a esses  peritos em ad hominem e que desconfiam mais de quem defende a vida do que desconfiam de infanticidas profissionais, já não lhes interessa que a grande imprensa internacional e nacional oculte pormenores e factos tão fundamentais para percebermos este caso, promovendo assim a versão sinistra e maquiavélica dos promotores do aborto em Salvador como verdade absoluta. Enquanto isso, não existe realmente nenhuma mulher em El Salvador à beira da morte por causa da justíssima e louvável proibição e criminalização total do aborto naquele país.



Jairo Filipe

sexta-feira, 23 de março de 2012

1+1=2

 As "freiras" que ajudam prostitutas [ a abortar e a exercer a "profissão"]

« a Irmã Maria Angeles, (...) garante nunca ter tido problemas com os sectores mais conservadores da Igreja por dar preservativos ou acompanhar as mulheres aos hospitais para fazer abortos legais. «A Igreja sabe o que nós fazemos. Ainda há dias estive em Fátima e disseram-me para continuar», assegura a Irmã Maria Angeles.»


+

Catecismo da Igreja Católica:
« A cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. A Igreja sanciona com uma pena canónica de excomunhão este delito contra a vida humana. "Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae * »




As "freiras" que ajudam mulheres a abortar, estão excomungadas. Aqueles que dizem às freiras para que continuem a ajudar a abortar, não são a "Igreja" e também estão excomungados.

Excomunhão latae sententiae - Aquela em que o fiel incorre no momento que comete a falta previamente condenada pela religião.
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Legalizar o aborto é progredir

Os pais devem ter o direito de matar os seus bebés recém-nascidos, porque bebés recém-nascidos não são pessoas. Isto é defendido num jornal de "ética médica", por "especialistas" de Oxford. Tais bestas queixaram-se ainda dos "fanáticos" que se opõem aos "valores da uma sociedade liberal". Ou seja, que se opõem ao direito ao infanticídio. Matar crianças. Essa grande conquista civilizacional.

Numa coisa os "especialistas" têm razão. Matar bebés não é diferente de abortar. Abortar é matar bebés.

Quem defende a legalização da matança de bebés no ventre materno, não tem argumentos para ser contra a matança de bebés fora do útero. Os "especialistas" sabem disso.

Legalizar o aborto é progredir para a barbárie. Não é um acidente. É um objectivo planeado.

A chamada "Ética Prática" existe para promover coisas como infanticídio, pedofilia, eugenia, bestialismo e semelhantes.

Ou Peter Singer e amigos são expulsos das universidades e julgados por incentivarem crimes contra a humanidade, ou em menos de vinte anos saberemos como se vivia na era pré-cristã.

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A gravura abaixo explica o que é o chamado "Partial-Birth Abortion", técnica de matar bebés quando a gestação já entrou no terceiro trimestre. Depois de provocado o parto, metade do corpo da criança sai. Nesta altura, a criança já pode estar morta, em resultado do envenenamento, como pode ainda estar viva. Para o homicida que conduz o processo, é indiferente. Ele faz um corte na nuca do bebé e introduz um aparelho de sucção na ferida. Aspirado o seu conteúdo, é mais fácil esmagar e expulsar a cabeça do bebé.

Se dependesse do actual presidente dos EUA, esta prática não seria proibida. E assim vai o mundo...




domingo, 28 de agosto de 2011

Linda Gibbons, Prisioneira Política

Linda Gibbons já esteve 7 anos, não consecutivos, na prisão.Crime: rezar em frente a clínicas de aborto.


[ FONTE ]

Tradução a partir do site LifeSiteNews;

Linda Gibbons, avó de quatro netos, tem sido feita prisioneira política do governo canadiano ao longo dos anos.

O seu crime?

Oferece ajuda a mulheres, às portas das clínicas de aborto em Toronto. Pacífica e cordialmente tenta aconselhar grávidas angustiadas, oferecendo-lhes uma última oportunidade de se pouparem à dor de um aborto e de salvarem a vida dos seus bebés. Linda defende que a ordem judicial de proibição do aconselhamento em redor das clínicas de aborto é injusta, e portanto moralmente inválida. Ela acredita ser seu dever "salvar aqueles que são levados para a matança."

Solidária com as crianças no útero que não podem falar para se defender a si mesmas, Linda não se defende a si própria e permanece em completo silêncio quando é levada a tribunal. Ela também jejua e reza por vários dias antes de qualquer julgamento. Linda tem sido mudada frequentemente de uma prisão para outra. 




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Lembro que em Portugal também temos pessoas que sugerem medidas policiais contra aqueles que rezam e abordam grávidas em frente a uma clínica da morte, em Lisboa.

Como refere a primeira fonte citada, com o pretexto de se acabar com a humilhação das mulheres sujeitas a julgamentos supostamente injustos ( por matarem os seus filhos); legaliza-se o aborto e perseguem-se mulheres indefesas que se atrevam a rezar ou aconselhar mães a não matar as suas crianças.


A abortofilia, no seu esplendor:

... condenem à prisão as mulheres contra o aborto!






É injusto julgar e prender mulheres por crime de aborto...



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Viva o Aborto!

Texto do padre Nuno Serras Pereira, do qual tomei conhecimento aqui:

«Durante a guerra civil espanhola, a 12 de Outubro de 1936, na Universidade de Salamanca, durante um empolgado discurso de Francisco Maldonado, alguém, mais tarde secundado pelo general José Millán-Astray y Terreros, gritou “viva a morte!”. Miguel de Unamuno, que presidia à mesa da sessão, não se conteve e no comentário improvisado insurgiu-se contra aquele urro denominando-o “grito necrófilo e insensato”, “paradoxo ridículo” e “repelente”.


Este episódio veio-me à memória no dia de ontem aquando da eleição de Assunção Esteves ao cargo de presidente da assembleia da república com a unanimidade dos deputados a ovacionarem-na de pé, a comentarem elogiosamente o seu percurso político, o seu elevado sentido de estado, o seu empenho aguerrido e obstinado a favor da liberalização do aborto, nos dois referendos sobre o mesmo, demonstrando assim estar ao lado do futuro. Como se não bastara a eficaz necrófila Maria de Belém exclamou que ela, Assunção, fora a primeira escolha do seu tétrico partido. Soube-se também, pela comunicação social, que o cds, o tal partido que se proclama pró vida, deu indicação de voto aos seus deputados para a elegerem e que o funesto presidente da república logo lhe telefonou a felicitá-la - só falta, mas não deverá tardar, a costumeira lisonja pública de alguns Bispos a personagens da mesma espécie.

A própria dedicou (?) aquele momento de alegria “às mulheres políticas que (supõe-se, como ela) trazem para o espaço público o valor da entrega e a matriz do amor e “sobretudo às mulheres anónimas e oprimidas”. Como uma ungida compromete-se a “dignificar” o cargo “com sentido de missão” e a dedicar cada dia “à redenção histórica da … circunstância” das “mulheres” e tudo isto com uma “alegria cristã” pois a “política é … o exercício de virtude” (os itálico são meus). O Anticristo não se expressaria melhor.


Tudo isto se poderia, a meu parecer, sintetizar no grito repugnante de “viva o aborto!”.


Escrevi, numa pressa de emergência, há tempos uma ladainha pedindo a Deus que nos livrasse dos políticos católicos. Muitos acharam que eu estava a brincar e outros acusaram-me, inclusive, de blasfémia sacrílega. É verdade que nunca pedi a aprovação eclesiástica para a mesma. Por isso, não a mandei imprimir mas limitei-me a partilhá-la com os amigos habituais. Porém, devo confessar que, na minha opinião, essa oração é mais urgente que nunca. Mas eu não passo de um bisbórrias.»

* A alegria de Assunção Esteves

quarta-feira, 2 de março de 2011

As 10 coisas que os abortistas mais temem

Traduzido e adaptado a partir desta análise sobre a indústria da morte em Rockford, Illinois, EUA.

Abaixo estão as dez coisas relativamente às quais os proprietários, agentes, trabalhadores e apoiantes do aborto mostram grande aversão. O combate pela vida torna-se mais produtivo quando se conhece aquilo que mais temem os que ridicularizam Deus e destroem vidas humanas. Se é isto que eles querem ocultar como forma de manter o estado de indiferença da maioria da comunidade pela matança de inocentes e indefesos, então é isto que tem de ser cada vez mais mostrado.

10. Ecografia.
Em Rockford, activistas pró-vida falaram com inúmeras mães a quem a clínica abortista recusou os pedidos para visionamento dos exames. Isto, juntamente com o ataque da clínica abortista a uma viatura equipada com essa tecnologia, mostra claramente o medo que esta gente tem das mães verem as ecografias dos seus filhos.

9. Dar às mulheres uma alternativa ao aborto.
Desde tentativas falhadas de criar um perímetro no qual não pudessem permanecer activistas pró-vida, até ameaças às mães que os ouvem quando abordadas perto da clínica da morte, esta indústria não aceita que as mulheres sequer ouçam que existe alternativa ao aborto. O próprio responsável pela clínica vem à rua ameçar essas mulheres, quando elas o ignoram pelo sistema altifalante.

8. Rezar
O ponto a que a clínica de aborto se disponibilizou a ir para impedir os cristãos de rezar, atingiu o nível mais baixo de ignorância e depravação. Os assassinos de crianças fazem isto porque eles sabem que as orações já salvaram vidas.

7. Exorcismo
Quando um grupo de padres católicos começou um ritual de orações de exorcismo da fábrica da morte, o seu responsável ficou bastante agitado. Nem sequer conseguiu permanecer lá dentro enquanto os homens de Deus rezavam no exterior. Como se em sincronia, as orações trouxeram-no para fora e numa das vezes até apareceu usando uma máscara de diabo. O aborto tem raízes no demoníaco.

6. Os pobres e as minorias
Desde os defensores da clínica de aborto apanhados em video utilizando expressões racistas, até aos que disseram directamente aos activistas pró-vida que o aborto é necessário para nos livrarmos dos pretos, temos a concretização do sonho de Margaret Sanger. As clínicas de aborto estão no ramo de livrar o mundo, conforme dizia Sanger sobre pretos, imigrantes e indigentes, "das ervas daninhas humanas, irresponsáveis parideiras ... seres humanos que nunca deveriam ter nascido."
*A maior organização abortista norte-americana aceita que os autores de donativos especifiquem que querem o dinheiro usado na eliminação de um bebé pertencente a uma minoria.

5. Verdade
"Eu não queria olhar, mas também não queria parar de olhar. Eu não consegui vê-lo. Eu estava horrorizada.", assim escreveu a ex-directora da Planned Paranthood (talvez a maior organização infanticida do mundo) Abby Jonhson, a propósito de ter testemunhado um aborto na clínica que dirigia. A verdade de que o aborto é o homícidio de uma criança, é perfeitamente visível por qualquer pessoa aberta à verdade. Vendo imagens de uma criança no útero, todos sabemos que a criança no útero é uma pessoa.

4. Vigílias pela vida.
Quando se realizou em Rockford a primeira iniciativa " 40 Dias pela Vida", a clínica de aborto respondia quase diariamente um cartaz, ridicularizando as rezas. Até que o número de abortos baixou. Subitamente, acabaram os cartazes de ridicularização. Numa reunião do comité de códigos e regulamentos urbanos da cidade, uma das justificações dadas por defensores do aborto para criar um perímetro imune a iniciativas pró-vida em redor desta foi " Perante a aproximação dos "40 Dias", temos de fazer alguma coisa".

3. Crianças
A fábrica da morte proibiu a presença de crianças na sua sala de espera, com a excepção óbvia das crianças que eles destroem por dinheiro. O responsável da clínica queixa-se frequentemente dos jovens pró-vida que rezam à sua porta. A presença de crianças, dentro ou fora da clínica, recorda que ele está no negócio de os matar- e ele não gosta de se lembrar disso.

2. Ser avisado da realidade do inferno.
Activistas pró-vida avisam constantemente os responsáveis, trabalhadores da clínica e defensores do aborto sobre a eterna separação de Deus como o fim consequente dos que assassinam bebés. A resposta deles é sempre a mesma. Não negam a realidade do inferno, mas mudam de assunto ou tentam desculpar-se daquilo que fazem, acusandos os cristãos de também serem pecadores. A diferença é que esses cristãos sabem que são pecadores e tentam arrepender-se, enquanto os que matam bebés dentro da clínica continuam a ridicularizar Deus e a destruir vida humana.

1. Jesus Cristo
Nenhum centro infanticida da América, ou provavelmente do mundo, atacou mais o nome de Jesus Cristo do que a clínica de Rockford, Illinois.

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Em Portugal parece que a tendência é a mesma. Alguns exemplos:

Imagens do bebé, o alvo do aborto: Pode-se fazer, mas ver é proibido.

Alternativa ao aborto: Socialistas recusaram tornar obrigatório o aconselhamento às mulheres que pedem para abortar nos hospitais. Na altura deixaram claro que o tempo de reflexão entre o pedido de aborto e o aborto, cito, "naturalmente será curto"

Vigílias pela Vida/ Falar em Deus/ Rezar/Combate espiritual à demência demoníaca abortista/Argumentação religiosa contra o aborto:

-Para horror dos abortistas, eles lutam rezando.

-Seita da Lâmina na Artéria irrita-se e lamenta-se por causa da referência a Deus numa consulta de aconselhamento a uma mulher grávida.( esta também pode ser vista como medo de ser dada uma alternativa ao aborto).

-O demagogo Vera Jardim defendeu em 2007 o "Sim" no referendo, como se o código penal que vigorava e que o seu partido queria alterar fosse uma "moral particular" católica e como se dizer não à legalização do aborto fosse o mesmo que tornar a sociedade numa "sacristia". Para esse senhor, ser contra a matança de bebés era impor uma moral particular religiosa à sociedade. Claro que envenenar, desmembrar e esmagar crânios já não é impor nada a ninguém...

- Daniel Oliveira, Carlos Esperança e Vital Moreira consideram e louvam a legalização da morte de bebés por envenenamento, esquartejamento ou sucção a bomba de vácuo, como vitória contra a Igreja Católica.

Pobres e minorias:

-Fernanda Câncio, ao defender o "Sim" no referendo, perguntou:

"Já imaginaram a miséria que é ter um filho, só porque não se teve dinheiro para pagar um aborto ?"

-Ludwig Krippahl, ao defender a moralidade do aborto de bebés deficientes:

"É evidente que uma vida dessas vale menos que a vida de uma pessoa saudável."

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Imagens do Aborto, aos Abortistas

A patética campanha "Preservativos ao Papa", em Maio de 2010, foi um bom exemplo de como uma resposta conservadora à altura pode inibir a sede revolucionária pela violência contra os que pensam de maneira diferente. Quem deu a cara pela campanha nos jornais e televisões foram três indivíduos ( um jovem e duas meninas) com discurso politicamente correcto, ar indefeso e de quem tinha saído há poucos dias da adolescência. No entanto, era um facto que a campanha tinha o forte apoio de muitas asssociações gayzistas e de extrema-esquerda.

O nome da campanha já dizia tudo: era uma manifestação contra o Papa. O blogue oficial divulgava os locais a visitar por Bento XVI em Portugal e propunha:

"nesses dias em que o Papa vai estar em Portugal, conseguir o maior número possível de pessoas nos locais onde o Papa vai realizar as missas e distribuir preservativos e/ou folhetos informativos relativos à prevenção da SIDA pelo maior número de pessoas presentes nesses locais."

A reacção surgiu. Na blogosfera, nos espaços mais lidos, surgiram muitos católicos a avisar que não iriam admitir faltas de respeito ou protestos durante as missas. Assim, foi sendo denunciada e ficando mal vista a acção que, sem resposta à altura, inevitavelmente acabaria numa manifestação organizada para boicotar a liberdade religiosa dos católicos, causando conflitos e confusão. Para tentar limpar a imagem, as criancinhas que davam a cara pela campanha concederam uma entrevista, aparecendo como vítimas de insultos e ameaças. Na mesma entrevista, a campanha "Preservativos ao Papa", por artes mágicas, e continuando com o mesmo nome, deixou de ser uma manifestação contra o Papa para se tornar, no discurso dos activistas, apenas uma acção de luta contra a SIDA.

Ao divulgar essa entrevista, uma das caras da campanha confessou num comentário:

"Se quisessemos criar uma iniciativa anti-Papa acredite que muitas mais pessoas se juntavam. Mas não é esse o nosso objectivo nem vejo qualquer razão para o fazer. (...) a nossa acção de sensibilização vai ser pacifista sem qualquer alusão ao Papa ou às declarações assassinas por ele anteriormente proferidas e vai decorrer horas antes das celebrações."

Tradução: se pudéssemos avançar com a iniciativa anti-Papa, já tinhamos muitas pessoas. Mas o objectivo foi massivamente criticado na internet e imprensa, e não há condições para o fazer.

Desde o início que a campanha tinha sido assumidamente motivada pelas declarações do Papa sobre o preservativo. A intenção frustrada deste organizador é revelada quando ele diz que tais declaraçãos são "assassinas". Se procurarmos nos sites e blogues das associações e movimentos que se juntaram à campanha, também não faltam referências ao Papa neste tom. Imagine-se que ninguém tinha reclamado quando a iniciativa começou a ser divulgada, e está-se mesmo a ver o pacifismo e tolerância que esta singela distribuição de preservativos trazia atrás...
No concreto, a acção agendada para Fátima acabou desmarcada pelos pelos organizadores. A coisa resumiu-se à distribuição de alguns preservativos em Lisboa e no Porto, fora dos locais e horas antes das celebrações religiosas. Um insucesso, tendo em conta a intenção inicial implícita. Não houve adesão popular ou manifestação de "Preservativos ao Papa".

Quando já se percebia que a campanha não teria sucesso, houve ainda quem tentasse tirar proveitos do episódio para a causa abortista. A propagandista Câncio lançou a tese de que os críticos do "Preservativos ao Papa" , por coerência com o respeito e a tolerância que diziam defender, tinham de criticar em primeiro lugar a acção dos que, em frente às clínicas, tentam convencer as grávidas que lá se dirigem a não abortar.

A comparação revelou-nos muito sobre o modo de pensar desta senhora. Naquela curta declaração, equiparou uma manifestação religiosa pacífica, ao acto de matar um bebé até dois meses e meio de gestação, através de envenenamento, desmembramento por fórceps e/ou sucção com bomba de vácuo. Como se exigir respeito e tolerância pela liberdade de culto e manifestação religiosa, necessariamente obrigasse, por questão de princípio, a exigir respeito e tolerância pela decisão de abortar. Se levarmos a sério a comparação, temos de concluir que tal pessoa vê o aborto como um ritual espiritual (satânico), equivalente a rezar ou participar numa missa.

Há cristãos que rezam à porta das clínicas de aborto e abordam as mulheres que lá se dirigem, dizendo-lhes a verdade e oferecendo-lhes apoio; a vida como alternativa à morte. Não há nenhuma contradição de princípio entre apoiar esta acção e criticar planos de contra-manifestação e boicote à liberdade religiosa. Se ainda houver dúvidas, basta olhar para os resultados de uma manifestação religiosa e de um aborto.



No entendimento de algumas pessoas, estes dois resultados são igualmente dignos de respeito e tolerância ou, quem sabe, realmente grave e censurável talvez seja perturbar o acto que leva ao resultado que vemos na imagem da esquerda...

Defender a liberdade de culto e, acima de tudo, defender a vida. Não há nenhuma contradição.

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