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sábado, 26 de março de 2011

O Ministério "Mãos Erguidas"

"Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós, e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra.

E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.

Irmãos, se algum de entre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter,

Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão de pecados."

Tiago 5:17-20

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Casal aborta gémeos porque queria rapariga e não rapazes

"Seguro, legal e raro" disseram os esquerdistas. No entanto a legalização do aborto leva-nos a situações como esta:
Esta casal está tão desesperado por ter uma rapariga, que eles terminaram com a vida dos gémeos e agora lutam para terem a hipótese de escolher o sexo do seu próximo filho.

O casal, que tem 3 filhos e que ainda sofre por ter perdido a filha pouco depois dela ter nascido, planeia ir ao Tribunal Civil e Administrativo de Victoria de forma a poderem ganhar o direito de escolher o sexo através da FIV (fertilização in vitro)

Este casal está tão determinado em ter uma filha que recentemente terminou com a vida de gémeos concebidos através da FIV.

"Terminou" é a forma como os esquerdistas tentam esconder o horror do que se passou: dois seres humanos foram mortos pelos próprios pais apenas e só porque eram do sexo errado.

A ciência moderno permite-nos saber muitas coisas sobre as crianças mesmo antes delas nascerem. Agora nós podemos matá-las por serem rapazes e não raparigas. Dentro em breve vamos poder matá-las devido à cor dos olhos, ou por serem canhotas ou por terem um sinal no corpo.


O mal caminha só numa direcção: decadência e mais decadência. Nunca vamos chegar a uma dada altura da história da humanidade onde o mal "resolve" não progredir. O mal sempre caminha de forma a incrementar mais a sua influência. Se lhe damos uma mão, o mal quer o braço. Se lhe damos o braço, ele quer o tronco. Se lhe damos o tronco, ele quer todo o corpo. Se lhe damos o corpo, o mal vai querer o corpo das pessoas próximas de nós.

O mal tem uma sede insaciável de se expandir à custa do sofrimento humano.

Por isso é que o movimento infanticida (aborcionista) começa sempre por usar palavras como "direitos reprodutivos" e "saúde da mulher", e "e se a mulher foi violada? Deve dar a luz?!". Isto é apenas a forma do mal pedir a mão, para controlar o braço, depois o tronco, e depois o corpo todo.

O que a notícia mostra é a total desvalorização da vida humana criada à Imagem de Deus. Será que é legítimo matar uma pessoa apenas por ter o sexo "errado"? Se isto é assim, quanto tempo até se começar a matar bebés por terem a côr "errada"? Se matar uma pessoa pela côr da pele está errado, o que é que torna matar um ser humano por ser macho e não fêmea uma decisão certa?

Outra coisa que ressalva disto tudo é que muitos (a maioria?) usam o aborto como contraceptivo. Engravidam mas como o bebé choca com os seus planos, resolvem a via mais fácil (sim, FÁCIL): matar o bebé.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Demência Abortista

A lógica abortista é demente e alheia à razão porque ela parte do desejo de matar. Esta gente quer que a mulher tenha o direito de envenenar, esmagar, esventrar e esquartejar o filho que se gerou no seu ventre. É um ódio à realidade: para eles a mulher que não gosta da inevitabilidade de já ter ficado grávida, tem de ter liberdade para reverter essa situação. É a partir desta noção demoníaca que todos os "pró-escolha" argumentam. Isto tem de ser conseguido, dê lá por onde der. Daqui seguem coisas como:

"Ninguém sabe quando começa a vida", mente o abortista. E convencido de que a mentira lhe serve, conclui com um inacreditável sangue frio: "por isso deve-se legalizar o aborto".

Imaginando que não sabíamos mesmo quando começa a vida, aquilo que então seria mais um motivo para manter o aborto proibido ( se não sabemos se é humano, não podemos matar sem certeza de que não o é); na lógica abortista torna-se razão para o permitir. A expressão "só não vale arrancar olhos", aplica-se à argumentação abortista assim: "para ter a liberdade de arrancar olhos, braços, pernas, coração, pulmões, etc; vale tudo, a começar por arrancar os olhos da razão". Qualquer mentira serve e é justificável.

Em 2007, os abortistas do blogue "Sim Referendo"( rodar a página para baixo até aparecer o texto "Fraude",) denunciaram escandalizados aquilo que alegavam ser falta de evidências científicas para uma autoridade na matéria ter dito que um feto com menos de 10 semanas pode sentir dor. Esta é daquelas com a qual nem vale perder tempo a explicar quem tinha razão ( dica, não é o abortista). Vamos dar como certo que afinal não havia evidência alguma de que o feto sente dor antes das 10 semanas. Como poderia isso aliviar-lhes as consciências, sem esta gente estar possuída por multidões de demónios arraçados de burro?

Eles queriam legalizar o envenenamento e esquartejamento de bebés que tivessem até 10 semanas de vida. Bastava-lhes dizer que não está provada a capacidade do bebé para sentir dor? Não, miseráveis! Eles é que tinham o ónus de provar, de forma absoluta, que o feto não sentia dor quando retalhado. Mas eles acham que se pode decapitar e esmagar seres humanos, até lhes provarem que estão a provocar dor ao outro. Só depois é que param? Não. Depois provavelmente aceitariam anestesiar os bebés antes dos retalharem. Continuariam a aguardar por provas absolutas da humanidade do feto, e enquanto elas não viessem, a fazer abortos como o De Niro jogava à roleta russa. É claro que essas provas também nunca chegarão, porque "prova" da humanidade do feto abortado, na lógica abortista não se faz com demonstração biológica elementar: filho de homem é homem, filho de peixe é peixe.

Nada disso, na lógica abortista, está tudo na cabeça. Segundo um símio chamado Lutz Brückelmann,também na altura do referendo:

"na barriga da mulher grávida não está nenhuma criança. Ela está na tua cabeça. Ou na cabeça da mãe. Se está na cabeça da mãe, ela está na barriga, existe mesmo de verdade, merece todo o amor e protecção. Mas se só está na tua cabeça, e não na dela, não está na barriga da mãe. É verdade, o que temos na nossa cabeça existe mesmo, é real. Mas não tens o direito de plantar as criaturas da tua cabeça na barriga duma mulher sem o seu consentimento. Pois ela tem razão, a barriga é dela."

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