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domingo, 28 de julho de 2013

Racismo, Aborto e Fé

Alan Keyes, num debate eleitoral contra um hipócrita e mentiroso chamado Obama:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Planned Parenthood e APF

Novo video "Aborto em Portugal - Blogue contra a Legalização da Matança:


A APF e o aborto

Fonte ]

«A Associação para o Planeamento da Família ( APF ) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social ( IPSS ), fundada em 1967, federada na IPPF – International Planned Parenthood Federation. Tem, em Portugal, um protocolo com o Ministério da Educação relativo à educação sexual nas escolas.

“O único caminho que a IPPF e os seus aliados têm para ganhar a batalha a favor do aborto a pedido é através da educação sexual” . Alan Guttmacher (sucessor de M. Sanger), 1973

Desde a sua fundação que a IPPF/APFs tem despendido milhares de milhões de dólares para a promoção, em todo o mundo, da educação sexual, da esterilização, da contracepção, e do aborto. No Plano Estratégico Visão Ano 2000 (1992), aprovado unanimemente pelas 140 filiais nacionais (APFs) da IPPF, determina-se a luta e a estratégia para a abolição de todas as leis que ainda proíbem o aborto.

Planeamento Familiar = Aborto

Atente-se, a título de exemplo, nos USA: O aborto sempre foi a questão nº 1 para a PPFA (federação norte-americana das Associações de Planeamento Familiar). Esta organização possui a maior cadeia de clínicas de aborto nos USA: tem 900 clínicas, 130 das quais praticam o aborto. Em 1996 realizou 153.367 abortos nas suas clínicas e encaminhou 54.207 para outras. Nos últimos 28 anos realizou 2.500.000 abortos cirúrgicos: 46% são feitos em mulheres de minorias raciais, embora estas só constituam 20% da população. Defende o aborto para selecção sexual , por qualquer razão e em qualquer altura. Para além disso recomenda e distribui largamente ‘contracepção abortiva’ (MTX). Opõe-se a leis que obriguem ao consentimento informado, para quem quiser abortar, a períodos de espera para menores, ao consentimento ou notificação do pai ou do esposo, ao enterro ou cremação decente para os bebés abortados e ao estabelecimento de padrões para o licenciamento dos centros abortivos, que ajudariam a uma maior salvaguarda da saúde da mulher. Tentou forçar a Igreja Católica a prover à prática de abortos, em adolescentes, nos seus centros, levou a tribunal jornais liceais que se recusaram a inserir a sua publicidade e meteu processos judiciais para acabar com programas de educação sexual nas escolas baseados na castidade.

O documento Inventing the Future (1985), da National Organization for Adolescent Pregnancy and Parenting e da March of Dimes, foi elaborado com a cooperação activa das IPPF/APFs. O seu objectivo: conseguir que, no ano 2008, todos os que vão à escola sejam, a partir da puberdade, obrigatoriamente, “imunizados” contra a concepção (aos 21 anos a “imunidade” seria anulada por uma vacina). 

 Importa recordar que esses “imuno-contraceptivos” funcionam, na realidade, como abortivos precoces.
A IPPF/APFs colaboram, ainda, estreitamente com a UNFPA, a UNICEF e a OMS. Estas organizações, juntamente com o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, emitiram, em Agosto de 1998, um impresso chamado “Informação da Mesa Redonda sobre os Tratados dos Direitos Humanos, a partir da perspectiva da Saúde da Mulher. Acentuando os Direitos Sexuais e Reproductivos”. Partindo do princípio de que “os direitos humanos à saúde da mulher têm uns conteúdos, aceites internacionalmente, que transcendem a cultura, a tradição e as normas sociais” de cada povo, o texto afirma que “as legislações que proibam ou limitem o direito ao aborto [e] a liberdade  reproductiva dos menores [o que inclui a contracepção, a esterilização e o aborto]” violam os direitos humanos .

Em Portugal foi público e notório o papel activíssimo que a APF teve na defesa da liberalização total do aborto, até às 10 semanas, aquando do referendo de 1998. O Presidente da República aproveitou a primeira ocasião, a seguir ao referendo em que o Não a essa liberalização saiu vencedor, para condecorar a APF, como já foi referido, com a “Ordem de mérito público”.»


*Nota: em 2007 o director-executivo da APF, inevitavelmente, festejou a liberalização abortiva das 10 semanas.


Contra a  imposição ilegal do braço português da Planned Parenthood como educador sexual de todas as crianças portuguesas:




domingo, 1 de maio de 2011

Tempos Modernos


«Os países civilizados condenaram médicos alemães em Nuremberga por terem feito abortos. Na altura isso foi considerado um crime contra a Humanidade. (Julgamento de Nuremberga, USGPO, Vol. IV, p.610).»  
Slogan: os outros países


Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores


sábado, 29 de janeiro de 2011

Informação Sobre o Aborto

Alguma da informação que não é revelada ao público em relação ao aborto vai ser aludida neste post.

Aborto

1. Estudos revelam que o aborto torna a mulher mais susceptível a doenças mentais.

"The research team found induced abortions result in increased risks for a myriad of mental health problems ranging from anxiety to depression to substance abuse disorders."
2. O aborto é a principal causa de morte em Espanha.
"Abortion is now the number one cause of death in Spain, and represents the most common type of violence against women in the formerly Catholic country, according to a new report by the international Institute for Family Policy (IPF)."

3. Na Russia, 64% das gestações terminam em aborto.
"O St. Petersburg Times relatou que, com 64% das mulheres russas recorrendo a abortos, de 200 mil a 250 mil destas por ano são despojados de suas capacidades biológicas de procriar devido a efeitos permanentes a partir do procedimento."
4. A fundadora da maior organização aborcionista dos EUA (Margaret Sanger) era uma racista eugenicista, e a Planned Parenthood, organização por ela fundada, segue os seus desejos de "exterminar a america negra".
"In 1939, Sanger and her organization launched the Negro Project. Through this project, Sanger sought to convert her philosophical views into social policy. The Negro Project was designed to build clinics in poor black communities so birth control would be made available to keep down the rising black population.

To justify this initiative, Sanger explained, "the poorer areas, particularly in the South … are producing alarmingly more than their share of future generations." According to Sanger, birth control would "ease the financial load of caring for with public funds...children destined to become a burden to themselves, to their family, and ultimately to the nation."

Este site revela os seguintes dados:
* 94% of all abortion clinics in this country are located in metropolitan areas;

* Although Black America accounts for only 13% of our current population, nearly 36% of all abortions are performed on African Americans;

* Each day in America, over 1200 African American preborn babies are lost to abortion;

* In numerous cities across America, there are a greater number of abortions than live births among African American women;

* Abortion is the number one cause of death among African Americans surpassing all other causes combined.

5. Pessoas que foram concebidas depois de um abuso sexual têm vidas normais.

6. Aborto causa morte de adolescente.

7. Mulher suicida-se depois de aborto.
"An artist killed herself after aborting her twins when she was eight weeks pregnant, leaving a note saying: "I should never have had an abortion. I see now I would have been a good mum."

Emma Beck was found hanging at her home in Helston, Cornwall, on Feb 1 2007. She was declared dead early the following day - her 31st birthday.

Her suicide note read: "I told everyone I didn't want to do it, even at the hospital. I was frightened, now it is too late. I died when my babies died. I want to be with my babies: they need me, no-one else does."

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