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domingo, 2 de março de 2014

Câmara oculta: a abortista, perante um aborto aos 6 meses: “Não podemos dar à luz um bebé vivo (risos)”

Autoria: João Silveira



O abortadouro chamado Southwestern Women´s Options [Opções para as Mulheres do Sudoeste], poderá continuar a sua missão. São especialistas em abortos tardios, e operam com impunidade sob as leis permissivas desse Estado. Barack Obama é um dos grandes apoiantes deste negócio, e enquanto Senador e depois como Presidente, fez tudo o que estava ao seu alcance para impedir que essas práticas fossem proibidas. Recolhemos informações sobre as instruções dadas às mães que vão a essa clínica, incluindo o terrível “não olhes para baixo" a que são aconselhadas.

Foram gravados por uma câmara oculta, e de novo o Live Action, no dia 8 de Novembro, conseguiu "apanhar" uma mulher grávida, para demonstrar a frieza e o cinismo ("falta de vergonha em mentir ou a defesa e prática de acções ou doutrinas repreensíveis", conforme definido pela Royal Academy ) com que se atende cada caso.

Em baixo mostramos o vídeo completo, e transcrevemos os momentos mais significativos.

00.31 (Recepcionista, que explica que o procedimento dura uma semana.)
Serão 8000 dólares. Ainda está sentada na cadeira? [Risos] Cada semana a mais do que a duração do processo, serão 1000 dólares a mais.

00.57 (Conselheira) Você está de 27 semanas, grávida de 6 meses.

1.06 (Conselheira) Sim, está desenvolvido. Em termos de sobrevivência, teria dificuldades e precisaria da ajuda de uma incubadora. Passaria algum tempo no hospital antes que pudesse levá-lo para casa.

1.37 (Abortista [Drª. Carmen Landau, bolsa de estudos em Cuba]) 
O primeiro dia. Damos-lhe um tiro para que o seu coração pare de bater, ok?

2.06 (Conselheira) Será inserida [a agulha para sugar o cérebro e assim facilitar a saída do bebé] na base do crânio.

(Mãe) Ele vai sentir alguma coisa?

[O vídeo do Live Action apresenta uma caixa que explica que todos os mecanismos que fazem com que o bebé sinta dor estão desenvolvidos às 20 semanas.]

(Conselheira) Eh , quer dizer, eu não estou... não tenho a certeza. Hum... Seria, bem ... Acho que não... Não sei se ele está suficientemente desenvolvido para sentir... Talvez... Isso incomoda-a?

(Mãe) Sim, um pouco, acho eu. E a si?

(Conselheira) [Risos] Ah , bem ... Eu acho que é... eh... é necessários para o processo, e em ultima análise... eh... É a maneira mais segura e mais humana para fazê-lo. Porque... eh... não podemos dar à luz uma criança...viva. [Risos]

(Mãe) Ou seja, é como ter um filho... mas o bébé está morto.

(Conselheira) Um "stillborn".

(Mãe) O que é um "stillborn"?

(Conselheira) "Stillborn" é uma criança morta.

3.10 (Mãe, para a abortista) Você já fez isso antes com pessoas na minha minha si[tuação]?

(Abortista) Sim, muitas vezes.

(Mãe) Já o fez muitas vezes ...

(Abortista) Sim.

(Mãe) Ok .

(Abortista) Sim, sim. As pessoas vêm de todo o país e de todo o mundo à nossa clínica, porque na maioria dos locais não se pode fazer um aborto com mais de 24 semanas. Sendo assim, temos muitas pessoas que já estão realmente muito avançadas na sua gravidez. As leis do Novo México não põem muitos problemas.

in Religión en libertad

domingo, 28 de julho de 2013

Racismo, Aborto e Fé

Alan Keyes, num debate eleitoral contra um hipócrita e mentiroso chamado Obama:

domingo, 28 de abril de 2013

Conhece Kermit Gosnell?

Sobre assuntos internacionais, a imprensa portuguesa limita-se a copiar aquilo que é reproduzido pela grande imprensa anglófona, de orientação liberal e marxista cultural. Ocultando a segunda aquilo que não lhe convém, é normal que, se depender da primeira, nenhum português tenha ouvido falar no julgamento do norte-americano Kermit Gosnell. Felizmente, temos a internet que por enquanto ainda nos permite, assim queiramos, sair do ciclo de ocultação mediática, essa nova e generalizada forma de censura.

Em Portugal, a Rádio Renascença foi, talvez a única, excepção à regra. Noticiou o caso. Infelizmente, como se de um "debate" se tratasse, quando a notícia é mesmo, objectivamente, não haver diferença alguma entre os crimes horríveis e desumanos "alegadamente" cometidos por Gosnell e os abortos permitidos por lei. Isto não é questão de opinião e admira-me que os jornalistas da "emissora católica portuguesa" tenham receio de informar as pessoas dessa verdade, sem rodeios e meias-palavras.


Se Gosnell tivesse obtido uma licença do governo, anestesiado as mulheres e desinfectado os instrumentos, poderia ter cortado o pescoço de bebés sem ser responsabilizado criminalmente. Desde que as crianças ainda tivessem a cabeça dentro do corpo da mãe...

Há dois anos, o nome Kermit Gosnell, o psicopata assassino de bebés, já tinha sido referido aqui no blogue "Aborto em Portugal."

Algo de particular interesse para os pais portugueses é o elo de ligação entre Gosnell e a organização internacional a quem a república portuguesa concedeu autoridade para promover a promiscuidade sexual entre os nossos jovens e crianças (o que aumenta gravidezes indesejadas e consequentemente o negócio abortivo). Como demonstrarei mais à frente, os métodos e a história dos crimes de Gosnell, quando não profundamente relacionados, são no mínimo bastante semelhantes aos da organização Planned Parenthood. A qual é responsável, via Associação de Planeamento Familiar, pela "educação" sexual obrigatória e imposta pelo estado a todas as nossas crianças.

Algumas verdades sobre este caso:
  • Testemunhas dizem que Gosnell decapitou centenas de bebés quando estes nasciam vivos dos abortos que ele mesmo provocava. Atire-lhe a primeira pedra, qualquer outro defensor do direito ao aborto que diga ser "pessoalmente" contra essa prática. Também Gosnell dizia o mesmo. E ainda que matava crianças "em nome da santidade da vida humana, dos direitos das mulheres."
  • Gosnell guardava em frascos e congeladores pedaços dos corpos das suas vítimas. Um hábito dos psicopatas. Um congressista norte-americano chamou a Gosnel o "Hannibal Lecter" da vida real. Na verdade, Gosnell é tão psicopata como qualquer outro médico que realiza abortos, seja na China ou na clínica dos Arcos em Lisboa. Como disse esse mesmo congressista, não há diferença entre matar uma criança antes ou depois dela nascer. 
  • Uma enfermeira testemunhou coisas tão horríveis como ter visto bebés a chorar enquanto eram assassinados por Gosnell, um deles depois de ter sido retirado da retrete para onde tinha sido atirado pelo mesmo Gosnel e na qual se esforçava por sobreviver "nadando" (sic).
  • Muitos alegam que o caso Gosnell não é um argumento válido contra as leis que permitam abortos, já que ele realizava abortos numa clínica ilegal, sem condições de higiene e segurança para as mulheres. No entanto, e esquecendo por momentos que moralmente é o MESMO matar uma criança num ambiente limpo e com objectos esterilizados, ou matá-la com um quebra-nozes imundo e num quarto com sangue e urina pelas paredes e no chão; a diferença entre Kermit Gosnell e a maior organização que promove e realiza abortos legais nos EUA é tal ( nenhuma ) que responsáveis da Planned Parenthood, quando alertados por mulheres sobre as condições da clínica de Gosnell, não o denunciaram às autoridades. Depois, a mesma Planned Parenthood, embora organização legal e até financiada pelo governo federal / financiadora de campanhas presidenciais, também tem o hábito de abrir algumas clínicas sem licenças e condições de higiene. Isto sucede porque à organização, em nome dos direitos femininos, interessa-lhe sobretudo lucrar matando crianças, incluindo as que nascem vivas nesses abortos, geralmente por negligência e abandono das vítimas em baldes do lixo. Além disso, outro dos métodos de Gosnell; matar bebés em gravidezes já muito avançadas de mulheres negras e pobres, sem anestesias nem instrumentos cirúrgicos convencionais, era o método da Planned Parenthood nos anos 70, quando os seus "médicos" também usavam mulheres desfavorecidas como cobaias de abortos tardios.
  • Se Kermit Gosnell matou centenas de bebés que nasciam vivos dos aborto cortando-lhes a coluna, Barack Obama votou contra leis que garantem o direito à vida e protecção de bebés nascidos vivos em abortos; e leis que impedem a realização de abortos no terceiro trimestre, "late term abortions", os quais são realizados pelo mesmo método do infanticida Gosnell: rasgar a coluna do bebé com um corte na base da nuca. Ler: Why Obama and the Left don´t care about Kermit Gosnell.
  • Alguns órgãos de informação tentam manter o julgamento de Gosnell fora da ordem noticiosa do dia, porque, admitem, não querem prejudicar o direito ao aborto. 

    O que dizer de um "direito" cujo sucesso depende de se ocultar informação sobre os actos macabros e julgamento de um infanticida serial killer ?

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    A ler:





Jairo Filipe

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