
Dizem que uma parte significativa das mulheres à beira de fazer um aborto muda de ideias quando vê o seu filho através do ultrasom.
Entende-se porquê....
Rússia: Número de abortos aproxima-se do de nascimentosUm milhão de almas a quem lhes foi negada o dom da vida.O número de abortos na Rússia aproxima-se do de nascimentos, segundo dados revelados hoje pela ministra russa de Desenvolvimento Social, Tatiana Golikova.
Em 2008, nasceram na Rússia 1 milhão e 714 mil crianças, mas o número de abortos registados foi de 1 milhão e 234 mil, disse a ministra, durante um encontro do Conselho da Rússia dedicado à política demográfica.
Bem vindos ao holocausto silencioso.
Neste contexto, Tatiana Golikova defende que a redução do número de abortos é "um recurso real para aumentar a natalidade"A inconsistência é gritante: a Europa está a envelhecer rapidamente. A solução dos nossos "líderes"? Promover o aborto. Faz todo o sentido, certo?
Longe vão os tempos em que a Europa via os bebés como dádivas Divinas. Hoje nem dignos de vida são. Mais uma consequência da desvalorização da vida humana. Enquanto que com Deus toda a vida humana é preciosa, com o ateísmo a vida humana tem o valor que cada indivíduo assim o classificar. Pior ainda é quando os secularistas conferem (ou tentam conferir) direitos humanos a animais (!).
O bastonário da Ordem dos Médicos revela que a prática do aborto em Portugal está a ser usada como método de contracepção. Pedro Nunes mostra-se preocupado com o aumento do número de interrupções voluntárias da gravidez em 2009. Subiram para 19 mil, ou seja, mais um milhar do que no ano anterior.
Uma em cada quinze mulheres realizou um aborto a pedido pela segunda vez.
“O aborto pode ter entrado na prática e nos hábitos dos portugueses como um outro método anti-conceptivo e, a médio prazo, vamos ter um programa. Ou seja, não estamos a lutar para que o aborto deixe de existir, para que passe a ser uma raridade, mas estamos a implementar um sistema de facilitismo porque, aconteça o que acontecer, os actos da sua vida e as suas decisões não têm problema nenhum”.
“Em última análise” – conclui o Bastonário da Ordem dos Médicos – “há sempre alguém que resolve, em última análise há sempre o Estado que paga, em última análise há sempre o Estado que monta os serviços para resolver a falta de seriedade com que se vive a vida”.
O Bastonário defende que está na altura de criar medidas dissuasoras que podem passar por multas.
“As medidas dissuasoras que podem ser tomadas vão desde medidas de natureza educacional, de detecção desses casos e chamada de atenção dessas pessoas, até medidas de natureza punitiva, desde as multas até à frequência compulsiva de cursos”.
Director-geral de Saúde nega aborto como contraceptivo
Em resposta a estas declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos, Francisco George, Director-geral de Saúde, diz que o aborto não deve ser usado como método contraceptivo e dá exemplos das orientações dadas aos serviços.
“As normas obrigam a que, depois deste acto, as consultas de planeamento familiar e os métodos contraceptivos sejam uma indicação formal, que todos os serviços são obrigados a prestar quando a mulher faz essa interrupção”.
Francisco George foi ainda confrontado com outra sugestão do Bastonário dos Médicos. Pedro Nunes diz que é preciso fazer uma auditoria sobre os métodos utilizados na interrupção da gravidez.
É que, enquanto no sector privado quase todos os abortos são feitos pelo método cirúrgico, no sector público acontece o inverso e é quase sempre usado o método químico. O Director-geral de Saúde diz que já há auditorias feitas “pela Inspecção-geral das Actividades em Saúde”, mas não revela os resultados.
Aviso desde já que as fotos são muito gráficas, portanto vejam-nas apenas se acharem que se sentem capazes.
Estas fotos gráficas acerca da matança de bebés existem porque os mesmos foram assassinados por aborcionistas pagos para "terminarem" uma gravidez.
Tal como as vítimas dos campos eugénicos instalados pelo evolucionista Adolf Hitler, os bebés aqui retratados não tinham direito à vida. Deus tinha planos e sonhos para eles, mas houve alguém que acabou com as suas vidas antes que eles vissem a luz do dia.
Os grupos "pró-escolha" (ou, se preferirem, pró-matança ou pró-extermínio) tratam os bebés não nascidos como os nazis tratavam os judeus.
Na América e um pouco por todo o mundo muitos milhares de seres humanos morrem diariamente torturados até a morte - cortados membro a membro, queimados quimicamente ou pior.
Se há uma coisa que todos nós podemos estar certos é isto: o julgamento de Deus vai se abater sobre todos aqueles que directa ou indirectamente ajudam a este extermínio. Milhões e milhões de almas estão presentemente com Deus a dizer-Lhe a mesma coisa: "Até quando Senhor não vais vingar o nosso sangue?"
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| Vladimir Putin |
Uma evidência que confirma que o secularismo não só é um engano como é maléfico é a obsessão que os mesmos tem em corromper crianças. Talvez seja por isso que, sob o regime do Camarada Obama, o "Czar" responsável por criar um ambiente escolar "seguro" não só é um pervertido que advoga a pornografia para crianças, mas também alguém que tem fortes ligações com organizações que defendem o abuso infantil.
Essa obsessão em destruir a vida de crianças também explica o seguinte:
Uma nova reportagem feita pela Federação Internacional de Paternidade Planeada (The International Planned Parenthood Federation) está a advogar que crianças com idades tão baixas como 10 anos recebam educação sexual extensiva incluindo uma realização do que são os prazeres sexuais.Sim, porque quando temos 10, 11 ou 12 anos, o que de mais importante existe para o nosso crescimento mental e físico é uma "realização do que são os prazeres sexuais".
Este último ataque à inocência das crianças oferece aos secularistas mais uma plataforma para criticar o cristianismo (que eles mais uma vez equivalem ao Islão):
A sexualidade dos mais jovens ainda é contenciosa para muitas organizações religiosas. Os Fundamentalistas e outros grupos religiosos - a Igreja Católica e as madrassas (escolas islâmicas) — impuseram barreiras tremendas que previnem os mais jovens de obterem informação e os serviços relacionados com o sexo e a reprodução.Claro que, como a abstinência não produz clientes, a Paternidade Planeada (PP) não concorda com ela, mesmo entre crianças. Por outras palavras, como o ensino da abstinência reduz as possibilidades das mulheres precisarem de fazerem um infanticídio (aborto), a organização abortiva Paternidade Planeada desaconselha-a.Presentemente muitos ensinos religiosos negam os aspectos prazerosos e positivos da sexualidade, e no que concerne à educação sexual, possuem linhas orientadoras limitadas e focadas na abstinência antes do matrimónio.
De acordo com a PP, os potenciais clientes de 10 anos são "seres sexuais" desesperadamente necessitados de "educação sexual compreensiva". Devido a isto, a educação sexual deveria apresentar a sexualidade como uma "força positiva para a mudança e desenvolvimento, e como uma fonte de prazer; uma incarnação dos direitos humanos e uma expressão do ego".
Na sua luta contra Deus, os demónios não se coíbem de usar crianças inocentes. É triste que organizações como a PP não saibam quem está por trás dos seus desejos e impulsos de morte.
Ou será que sabem, e por isso é que fazem o que fazem?
Odeiam a Deus, amam a morte (aborto) e nem se apercebem que estão a destruir a sua própria alma.
Provérbios 8:36
Mas o que pecar contra Mim violentará a sua própria alma: todos os que Me aborrecerem amam a morte.

Mas tal como ela revelou numa entrevista publicada na Quinta-Feira, a mensagem dominante enviada às adolescentes britânicas quase que a convenceram de que abortar Zach (o filho) seria a escolha "responsável".
Eu pensei, 'Se és jovem e engravidas, tens que fazer um aborto'.Stacey relembra na sua auto-biografia o quão doloroso foi revisitar essa altura da vida.
Pensamos que o aborto é como uma bomba de gasolina, um lugar onde tu vais para ter o que precisas e depois vais-te embora. Mas depois chegamos lá.(Neste post estão listados alguns dos instrumentos da morte usados pelos assassinos aborcionistas.)Quando eles te descrevem o que eles fazem, pensas logo 'Nem pensar'.
Nunca julgarei uma pessoa por decidir fazer isso, mas eu nunca poderia suportar tal pensamento.
Actualmente, a Stacey Solomon saboreia a sua relação com Zach - algo que ela afirma ter aumentado durante uma viagem até ao Malawi quando ela se encontrou com mães que perderam os seus filhos.
[O Zach] é sem dúvida a minha maior conquista e eu amo-o mais do que outra coisa qualquer. A viagem [ao Malawi] fez com que eu apreciasse mais ainda o quão precioso ele é.Stacey observa que a actividade sexual precoce trouxe-lhe mais do que ela pensava. Ela lembra que ninguém lhe avisou das dores de parto antes dela começar a ter relações sexuais.Lembro-me da altura em que eu estava grávida do Zach: apaixonei-me por ele mesmo antes dele nascer.
Se a minha mãe me tivesse falado [das dores de parto], eu nunca me aproximaria dum rapaz.Solomon diz também que espera um dia ter muitos filhos.
Eu quero mesmo ter uma grande família.... No entanto, não sei quem é que os vai dar à luz! Eu sinceramente, não quero.
A questão da objecção de consciência foi suscitada logo que a regulamentação da lei do aborto a pedido da mulher entrou em vigor, em Julho de 2007. Na altura, a OM apontou para a necessidade de um registo dos médicos objectores de consciência, lembrando haver diferentes situações de objecção entre os clínicos: objectores em relação ao aborto a pedido da mulher que não o são, por exemplo, em relação às interrupções de gravidez em caso de violação.
Os dados actuais da OM, de 2011, fornecidos à Lusa apontam para 1.341 clínicos objectores de consciência, sendo 934 médicos de medicina geral e familiar e 407 ginecologistas obstetras.
A OM diz continuar atenta a eventuais casos de objectores de consciência no Serviço Nacional de Saúde, mas que pratiquem IVG no privado, ainda não tendo sido detectado qualquer caso.
A legislação que veio despenalizar o aborto a pedido da mulher até às 10 semanas de gestação estabelece que a objecção de consciência tem de ser manifestada em documento escrito.
Determina ainda que os médicos objectores devem “assegurar o encaminhamento da mulher grávida” que solicitar a IVG para “os serviços competentes dentro dos prazos legais”.
Nos hospitais públicos em que o número de objectores inviabilize a IVG, os estabelecimentos devem garantir que o aborto é realizado, recorrendo à colaboração de unidades públicas ou privadas reconhecidas pelo Estado.
►Fonte◄
Lucas 1:41
E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo;
Uma adolescente morreu após um aborto que se complicou posteriormente. A morte é mais uma casualidade da indústria aborcionista russa que, não só já produziu algumas das mais altas taxas de aborto no mundo, como também já causou significativos problemas com a fertilidade.
O jornal Pravda indicou que a mulher começou a sofrer problemas imediatamente após o aborto, perdeu a consciência e eventualmente morreu.
Os oficiais hospitalares levaram a jovem mulher para um hospital de maiores dimensões localizado nas proximidades e colocaram-na nos cuidados intensivos onde ela veio a morrer devido a complicações após o aborto.
Médicos da emergência reportaram que a mulher já estava morta quando eles chegaram para tratar dela. Os mesmos reportaram que a mulher morreu de insuficiência cardiovascular aguda e perda de sangue intensa. Isto costuma acontecer quando o aborto causa estragos no útero ou noutro órgão interno da mulher e ela sofre intensa perda de sangue.
O jornal Pravda indicou que um outro caso de aborto falhado envolvendo a morte de uma mulher ocorreu durante a mesma altura. Neste segundo caso o ginecologista duma clínica privada foi processado com assassínio involuntário após o mesmo ter injectado a mulher com lidocaína. O órgão de informação russo indicou que o aborto e a droga causaram problemas e a mulher eventualmente morreu. Mais tarde os oficiais descobriram que o aborcionista não tinha uma licença própria para o exercício de funções médicas.
As coisas estão a ficar tão desesperantes que um ministro da saúde russo sugeriu que se calhar era uma boa ideia reduzir os abortos.
O mesmo ministro disse que houve 1,714 milhões de nascimentos na Rússia, mas os 1,234 milhões de abortos colocam a Rússia como um dos países com a mais alta taxa de aborto no mundo, juntamente com os países do Leste europeu.
Curiosamente (ou talvez não) estes países são os mesmos que sofreram a opressão socialista durante mais de 50 anos.
Quem não aceita o que Deus diz na Bíblia, e o valor que Deus confere ao ser humano desde o momento da concepção, é mais susceptível de estar de acordo com o aborto do que aquele que aceita a Bíblia como a Palavra de Deus. Não é por acaso que alguns dos países com incidência elevada de aborto são países que foram dominados pela ideologia ateísta com o nome de comunismo durante muitos anos.
Salmo 130:13-16
Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não Te foram encobertos, quando, no oculto, fui formado e entretecido, como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no Teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais iam sendo, dia a dia, formadas, quando nem ainda uma delas havia.
O controverso e decadente John Clesse afirma que os Cristãos que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher estão a "practicar um tipo de Cristianismo que eu não creio que seria reconhecido por Cristo".
O veterano actor fez o comentário numa entrevista na BBC Radio Merseyside, onde também criticou a oposição Cristão em relação ao aborto. Cleese disse:
Alguns Cristãos fundamentalistas parecem executar um tipo de Cristianismo que eu não acho que seria reconhecido por Cristo.Não creio que Cristo tenha dito muito sobre o aborto ou o "casamento" mono-sexual. Não sei donde vieram todas estas doutrinas Cristãs mas elas não tem nada a ver com aquilo que Cristo disse na Bíblia.
O João diz que não crê que o Senhor tenha dito "muito" sobre o aborto. Não sei o que ele entende por "muito", mas Deus não precisa de dizer a mesma coisa várias vezes para ela se tornar autoritária; basta uma.
De certa forma, ele tem razão quando diz que a Bíblia não fala muito sobre o aborto e nem tem versos que digam "Não farás abortos". A Bíblia segue outro sentido e diz que a vida dentro do útero é de um ser humano (Jeremias 1:5, Salmo 139-13-16). Dado que é um ser humano, as leis que regem a vida dos outros seres humanos aplicam-se ao bebé.
Êxodo 21:22-25 prescreve a mesma sentença - a execução - para alguém que causa a morte do bebé no útero materno. Isto indica de forma clara que Deus considera o bebé dentro do ventre como alguém totalmente humano e com o mesmo direito à vida que os humanos fora do útero.
Para o Cristão o aborto não é um "direito à escolha" mas sim um assunto de vida e de morte para o ser humano intra-uterino criado à Imagem de Deus (Génesis 1:26-27, 9:6)
Tendo isto em conta, e como para o Cristianismo o Senhor Jesus é o Deus que falou na Bíblia Hebraica, como é que John Cleese pode fazer estes erros grosseiros?
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?
Assim, não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
Reparem que o Senhor Jesus está a citar dois versos do Primeiro Livro da Bíblia mostrando como a Criação em si mitiga contra o comportamento homossexual. Como se isto não fosse suficiente, o Apóstolo Paul diz em 1 Cor 6:9-10:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus?Muitos outros versos se poderiam citar mas Deus foi suficientemente claro.Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
Contrariamente ao que Cleese alega, a Bíblia e o Senhor Jesus estão plenamente de acordo com a resistência que os Cristãos fazem em relação à matança de bebés e à perversão da sodomia. Que pena que Cleese não leve a sério o que Cristo diz.
Mas dias virão em que ele vai-se aperceber que Cristo tinha razão. Esperemos que não seja depois de morto, porque aí vai ser tarde demais.
Os depravados burocratas que controlam o sistema de saúde socialista da Grã-Bretanha vieram com uma ideia genial para combater a gravidez juvenil: escolas governamentais precisam de ensinar sobre sexo a crianças de 5 anos:
Educação sexual deveria ser ensinada a crianças a partir da idade de 5 anos de forma a dar as mesmas a habilidade e a confiança de adiar a intimidade sexual até elas estarem prontas. (...)A educação sexual inadequada numa idade mais nova é vista como um dos factores que contribuem para a elevada taxa de gravidez juvenil na Grã-Bretanha, uma das mais altas da Europa, embora tenha tido um decréscimo de 13% na última década.
Então é por isso que a Grã-Bretanha se está a afundar debaixo de uma onda de mães dependentes da pensão estatal: não há educação sexual suficiente. Durante a era Vitoriana as crianças de 5 anos eram ensinadas educação sexual, e por isso é que este problema não existia.
O mais rcente programa-guia do "National Institute for Health and Clinical Excellence" (NICE), que está em fase de construção, não será compulsório, mas a agência espera que as autoridades locais o sigam.
Típico de mini-ditaduras: "não és obrigado a seguir o programa, mas esperamos que o sigas. É para o teu próprio bem!"
Entretanto, fora da bolha de ar em que vivem os esquerdistas britânicos, o sucesso dos programas que visam corromper as crianças tem sido um estrondo.
