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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Parceria com o blogue Reflexões Bíblicas

Informamos os leitores que desde 26 de Março, o blogue Aborto em Portugal tem como novo parceiro, colaborador e autor Duarte Rego,  criador do site  Reflexões Bíblicas. [ http://duarterego.blogspot.pt/ ]

Obrigado ao Duarte por ter aceitado o convive para escrever aqui em defesa de vida e das crianças, sempre que o seu tempo e disponibilidade o permitam. 



A Bíblia e o Aborto


« A Bíblia ensina claramente que o aborto é errado pois todo o ser humano é criado à imagem e semelhança de Deus (Génesis 1:27 e Tiago 3:9). Tem, por isso, uma dignidade inigualável, sendo cada um de nós único e irrepetível. 

Ora, antes de mais, o feto não é uma massa informe e gelatinosa, ou uma mera protuberância no ventre da mãe que pode ser extraído como se de um tumor, quisto ou dente se tratasse, ou mesmo um ser humano "em potencial". O feto é um ser, e ser humano.

A vida humana começa com a concepção, Quando o óvulo é fertilizado pela penetração do espermatozóide,  os vinte e três pares de cromossomas ficam então completos. O zigoto tem um único genótipo que é distinto do dos pais: o sexo da criança; tamanho e forma; cor da pele, cabelos e olhos; temperamento e inteligência já estão determinados. 

Cada ser humano começa com uma única célula fertilizada enquanto que, um adulto tem cerca de trinta milhões de células. Entre estes dois pontos (fusão e maturidade), quarenta e cinco gerações de divisões de células são necessárias, e quarenta e uma delas ocorrem antes do nascimento. Portanto, segundo a ciência, a vida humana começa com a concepção e é contínua, Quer intra ou extra-uterina, até à morte. É pacífica a informação científica segundo a qual não há momento no tempo ou intervalo de tempo entre a concepção e o nascimento em que o ainda não nato seja qualquer outra coisa que não um humano. 

Recorde-se, que ao vigésimo quarto dia o coração do bebé começa a bater; ao vigésimo oitavo as pernas e os braços já se tornam visíveis e o sangue corre nas suas veias num sistema circulatório próprio; ao trigésimo quinto dia a boca, orelhas e nariz tomam forma; à sexta-sétima semana o funcionamento cerebral pode ser detectado. No fim do primeiro trimestre o embrião está completamente organizado, e um bebé em miniatura repousa no ventre de sua mãe. 

 Estas afirmações científicas não contradizem a Bíblia. Em Actos 17:25 a Bíblia diz: 
"Ele mesmo (Deus) é Quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas". 
O salmista menciona: 
"se lhes tiras a respiração, morrem". (Salmo 104:29) 
Jó disse:
"Nu saí do ventre de minha mãe (...) O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor". (1:21)  
Para o cristão, só Deus pode dar ou tirar a vida. Ora todo o ser humano é infinitamente amado por Deus: 
"Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites ? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e honra o coroaste". (Salmo 8: 5-7)
"Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16). 
"Mas Deus dá prova do seu amor para connosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós" (Romanos 5: 8). 

É bom de ver que, segundo a Bíblia, todo o ser humano tem um altíssimo valor. Não é, portanto, descartável, ou sucata. Não é algo, mas alguém, e alguém que é o nosso próximo, a quem devemos amar, como a nós mesmos (Mateus 22: 39).

A Bíblia ensina que Deus nos criou desde o ventre materno e que pretende relacionar-se connosco. Assim, o Salmo 139:13 a 16 diz: 
"Tu é que plasmaste o meu interior, me teceste no seio de minha mãe. Dou-te graças por tantas maravilhas; as tuas obras são admiráveis, conheces a sério a minha alma. Nada da minha substância escapava quando era formado no silêncio, tecido nas entranhas da vida humana; os teus olhos contemplaram-me em embrião, todos os dias se inscreviam no teu livro, até antes que um só. deles existisse." 
Neste Salmo o autor maravilha-se com a omnisciência e omnipotência de Deus e, no curso da sua meditação, faz uma declaração importante sobre a nossa existência pré-natal. Ele afirma, pelo menos, três coisas importantes

-A primeira diz respeito à criação: Deus é como um artesão habilidoso que o "formou", como o oleiro que trabalha o barro. O mesmo pensamento aparece em Jó 10:8: 
“As tuas mãos formaram-me e fizeram-me" 
; também nos versos 10 e 11: 
"Não me espremeste como o leite e coalhaste como o queijo? De pele e de carne me revestiste, de ossos e nervos me consolidaste". 
O salmista refere que o processo de crescimento embrionário não é casual, nem mesmo automático, mas trata-se de uma obra de habilidade criativa.

-A segunda ênfase do salmista recai sobre a continuidade. Ele já é adulto, mas olha para trás, para a sua vida antes e depois do nascimento. Refere-se a si mesmo, tanto antes como depois do nascimento, usando os mesmos pronomes pessoais "eu" e "mim", pois tem conhecimento de que durante a sua vida pré-natal e pós-natal ele é a mesma pessoa. Faz um levantamento da sua existência em quatro estágios: 

1º - (v.1) "tu me sondaste" (o passado), 

2º - (vs. 2 e 3), "sabes quando me assento e quando me levanto e conheces todos os meus caminhos (o presente); 

3º - (v. 10) "ainda lá me haverá de guiar a tua mão e ela me susterá" (futuro); 

4º (v. 13) "me entreteceste no ventre de minha mãe" (estágio pré-natal). 

Quem pensa e escreve como homem crescido tem a mesma identidade pessoal como o feto no útero. Ele tem conhecimento de não haver descontinuidade entre o seu ser pré-natal e pós-natal. Ao contrário, dentro e fora do útero de sua mãe, antes e depois do seu nascimento, como embrião, bebé, jovem e adulto, ele tem a noção de que foi e é a mesma pessoa. 

-A terceira ênfase reside na comunhão. O salmista sabe que há uma comunhão muito particular e pessoal entre Deus e ele. Cada um de nós já era pessoa no ventre de nossa mãe porque Deus já nos conhecia e amava. Outras passagens bíblicas expressam o mesmo pensamento: 
"O Senhor dirigiu-me a seguinte mensagem: antes de te ter dado vida eu já te conhecia; antes de a tua mãe te ter dado à luz, já eu te tinha escolhido, para seres profeta entre os pagãos." (Jeremias 1: 4 e 5) 
 "Escutem-me, povos das ilhas distantes, estejam atentos, povos longínquos. O Senhor chamou por mim, antes de eu nascer; Quando eu estava no ventre materno, pronunciou o meu nome. Fez da minha palavra uma espada afiada, escondeu-me na concha da sua mão. Fez da minha mensagem uma seta penetrante, bem guardada na sua aljava. E disse-me: 'Israel, tu és o meu servo; em ti se manifesta a minha glória.' Mas eu pensava para comigo: 'Em vão trabalhei e em vão gastei as minhas forças'. No Senhor é que eu tenho garantido o meu direito e no meu Deus a minha recompensa. E agora o Senhor declara-me que, desde o ventre materno, me formou, para ser seu servo, para conduzir a ele os descendentes de Jacob e congregar o povo de Israel à sua volta. Aos olhos do Senhor eu estou bem visto, Nele é que reside a minha força." (Isaías 49: 1 a 5)
 "E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre, e Isabel foi cheia do Espírito Santo. Exclamou com grande voz e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E donde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre". (Lucas 1:41 a 44) Sublinhe-se que para o evangelista tanto é "criança" e "menino" a criança não nascida, como Jesus recém-nascido (Lucas 2:12-16), e como as crianças que eram trazidas para Jesus abençoar (Lucas 18.15) 
 "Tu cuidaste de mim desde o ventre de minha mãe e puseste-me em segurança nos seus braços. Antes de eu nascer fui entregue aos teus cuidados; desde o ventre de minha mãe, tu és o meu Deus." (Salmo 22:10 e 11)
"Mas Deus, pelo seu amor, escolheu-me ainda antes de eu nascer e chamou-me para o servir." (Gálatas 1:15)
"Quem me criou a mim criou-o a ele: o Deus único formou-nos a ambos, no ventre de nossas mães." (Jó 31:15)
"Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas." Eclesiastes 11:5

A Bíblia também ensina que as crianças são uma bênção e fonte de grande alegria. O Salmo 127:3 diz:

"Eis Que os filhos são herança da parte do Senhor; e o fruto do ventre o seu galardão." 

Depois, a Bíblia reiteradamente condena a matança de um inocente e alega que Deus tem um particular cuidado pelos fracos e oprimidos. Assim: 

"Maldito aquele que receber peita para matar uma pessoa inocente" (Deuteronómio 27:25); 

"O Senhor detesta (...) mãos que derramam sangue inocente" (Provérbios 6:16-17); 

"Abre a tua boca a favor do mudo, a favor do direito de todos os desamparados" (Provérbios 31:8); 

"Fazei justiça ao pobre e ao órfão; procedei rectamente com o aflito e desamparado" (Salmo 82:3). 

A Bíblia também nos ensina a amar e a ajudar - servir o próximo que está em aflição e/ou com necessidades Como é o caso da grávida em dilemas e do seu bebé. Assim, 

"Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a Lei de Cristo" (Gálatas 6:2); 

"A religião pura e imaculada", diante de nosso Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e, ás viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo." (Tiago 1:27)

"Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe fechar o seu coração, como permanece nele o amor de Deus ? " (I João 3: 17) 

"Porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2: 10). 


Por último, a Vida vence a morte. O Profeta Isaías diz: "Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos". (25:8) 

O apóstolo Paulo, na sua 1a Carta aos Coríntios escreveu: "Tragada foi a morte... Onde está ó morte a tua vitória?... Graças a Deus Que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo." (15:54-57) 

A Bíblia anuncia que em Deus há lugar para o perdão e para o recomeço

São conhecidos os efeitos nefastos de um aborto na vida da mulher. Não há memória de uma mulher que tenha abortado e que não tenha sofrido por muitos anos. É o chamado síndrome pós-aborto. As emoções características de um estado pós-aborto, que podem durar anos a fio, são: culpa, vergonha, medo, perda, raiva, remorso, depressão, ressentimento, ansiedade, fraca auto-estima, alucinações, sonhos-pesadelos relacionados com o aborto e a criança não nascida, sentimentos de quase loucura, desconforto na presença de crianças ou bebés e na data prevista de aniversário do bebé que não chegou a nascer; eventuais pensamentos suicidas; inibição sexual; eventual abuso de drogas e álcool; ataques de choro frequentes; quebra na sensibilidade e na comunicação, etc. Um processo paciente de cura pode, contudo, aliviar e eliminar esta dor. Porém, mais importante que o apoio psicológico, a educação ou acção, social são as boas novas de Jesus: Ele veio consertar o coração que se partiu e trazer boas novas ao fraco. Ele nos chama a tratar a vida humana com reverência, tanto o não nascido, como a criança, o deficiente, o senil. Importa recordar que há perdão em Deus (Salmo 130:4). Pois Cristo morreu pelos nossos pecados e nos oferece um novo começo. Ele ressuscitou e vive, e pelo seu Espírito pode dar-nos um novo poder interior de auto-controle. Ele está construindo uma nova comunidade caracterizada pelo amor, alegria, paz, liberdade e justiça. Um novo começo. Uma nova comunidade. Isto é o Evangelho de Cristo. »


"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei."




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Edição: Jairo Filipe por indicação de Duarte Rego.

Fonte do texto:



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domingo, 24 de julho de 2011

O que é que a Bíblia diz em relação ao aborto?

A Bíblia em lugar algum se refere de forma específica ao aborto, no entanto, há numerosos ensinamentos Bíblicos que mostram de forma clara o que Deus pensa em relação a esse tema.
  • Jeremias 1:5 diz-nos que Deus já nos conhece mesmo antes de nos ter formado no ventre materno.
  • Salmo 139:13-16 fala-nos de Deus e do Seu papel activo na nossa criação e formação no ventre.
  • Êxodo 21:22-25 prescreve a mesma pena - a execução - para alguém que cause a morte do bebé que se encontra no ventre, do mesmo modo que se executa quem mata outro homem.

Isto demonstra que Deus considera o bebé no ventre como alguém com o valor dum ser humano adulto. Para o Cristão, portanto, o aborto não é uma questão de "escolha" da mulher, mas sim uma questão de vida ou de morte para o ser humano criado à Imagem de Deus que se encontra no ventre materno (Genesis 1:26-27; 9:6).


Uma das perguntas que o lobby pró-matança faz é "E em caso de violação ou incesto?".

Por mais horrível que que seja ficar grávida como resultado duma violação e/ou incesto, de que forma é que matar o bebé resolve alguma coisa? Dois erros não se transformam numa coisa boa. O bebé é totalmente inocente e como tal não deveria ser punido pelo actos do pai biológico.

(Vejam este texto.)

O segundo argumento é: "E em caso de vida ou de morte?".

Honestamente, esta é uma questão difícil, mas lembre-mo-nos que esta situação é responsável por menos de uma décimo de 1% dos abortos feitos no mundo inteiro. Muitas mais mulheres fazem abortos por conveniência do que fazem abortos (matar o bebé) como forma de salvar a sua própria vida.

Segundo, como Cristãos, nunca nos podemos esquecer que Deus pode fazer milagres quando e onde Ele quiser. Ele pode preservar a vida da mãe e da criança apesar das probabilidades estarem contra eles.

Qualquer casal que se encontre numa situação destas deve orar ao Senhor para ter discernimento (Tiago 1:5) em relação aos passos a tomar.

Mais de 95% dos abortos feitos um pouco por todo o mundo envolvem mulheres que simplesmente não queriam ter o filho. Menos de 5% dos abortos são feitos por motivos como a violação, o incesto ou factores de risco para a mulher.

O aborto nunca deveria ser uma opção mesmo dentro dos 5% restantes. A vida do ser humano no ventre merece que sejam despendidos todos os esforços como forma de a salvar.


Para aqueles que tomaram parte directa ou indirectamente na matança dum bebé (aborto) é importante não esquecer que o Sacrifício do Filho de Deus cobre todos os pecados, desde que a pessoa o peça ao Senhor. Através da fé em Cristo, todos os nossos pecados podem ser perdoados (João 3:16; Romanos 8:1; Colossenses 1:14).

A mulher que já fez um aborto, o homem que encorajou uma mulher a fazê-lo ou mesmo o médico que fez o aborto - todos podem ser perdoados no Nome do Senhor Jesus Cristo.

Modificado a partir do original

terça-feira, 17 de maio de 2011

Decadente John Cleese mostra a sua ignorância

O controverso e decadente John Clesse afirma que os Cristãos que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher estão a "practicar um tipo de Cristianismo que eu não creio que seria reconhecido por Cristo".

O veterano actor fez o comentário numa entrevista na BBC Radio Merseyside, onde também criticou a oposição Cristão em relação ao aborto. Cleese disse:

Alguns Cristãos fundamentalistas parecem executar um tipo de Cristianismo que eu não acho que seria reconhecido por Cristo.

Não creio que Cristo tenha dito muito sobre o aborto ou o "casamento" mono-sexual. Não sei donde vieram todas estas doutrinas Cristãs mas elas não tem nada a ver com aquilo que Cristo disse na Bíblia.


Vamos lá expôr a burrice do Joãozinho.

O João diz que não crê que o Senhor tenha dito "muito" sobre o aborto. Não sei o que ele entende por "muito", mas Deus não precisa de dizer a mesma coisa várias vezes para ela se tornar autoritária; basta uma.

De certa forma, ele tem razão quando diz que a Bíblia não fala muito sobre o aborto e nem tem versos que digam "Não farás abortos". A Bíblia segue outro sentido e diz que a vida dentro do útero é de um ser humano (Jeremias 1:5, Salmo 139-13-16). Dado que é um ser humano, as leis que regem a vida dos outros seres humanos aplicam-se ao bebé.

Êxodo 21:22-25 prescreve a mesma sentença - a execução - para alguém que causa a morte do bebé no útero materno. Isto indica de forma clara que Deus considera o bebé dentro do ventre como alguém totalmente humano e com o mesmo direito à vida que os humanos fora do útero.

Para o Cristão o aborto não é um "direito à escolha" mas sim um assunto de vida e de morte para o ser humano intra-uterino criado à Imagem de Deus (Génesis 1:26-27, 9:6)

Tendo isto em conta, e como para o Cristianismo o Senhor Jesus é o Deus que falou na Bíblia Hebraica, como é que John Cleese pode fazer estes erros grosseiros?


Em relação à homossexualidade, a Bíblia e ainda mais clara. O Senhor Jesus disse o seguinte em Mateus 19:
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,

E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?

Assim, não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

Reparem que o Senhor Jesus está a citar dois versos do Primeiro Livro da Bíblia mostrando como a Criação em si mitiga contra o comportamento homossexual. Como se isto não fosse suficiente, o Apóstolo Paul diz em 1 Cor 6:9-10:

Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus?

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.

Muitos outros versos se poderiam citar mas Deus foi suficientemente claro.

Dada esta situação, John Cleese revela-se como mais um esquerdista que tenta falar de assuntos sobre os quais nada sabe. Mas sendo o esquerdista que é, o mais normal é não se importar com o que a Bíblia diz e inventar o que ele pensa que diz (de forma a suportar a sua ideologia marxista).

Contrariamente ao que Cleese alega, a Bíblia e o Senhor Jesus estão plenamente de acordo com a resistência que os Cristãos fazem em relação à matança de bebés e à perversão da sodomia. Que pena que Cleese não leve a sério o que Cristo diz.

Mas dias virão em que ele vai-se aperceber que Cristo tinha razão. Esperemos que não seja depois de morto, porque aí vai ser tarde demais.

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