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terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Bebé nasce saudável depois de terem sido negados 12 pedidos de aborto

A criança nasceu e depois de algumas complicações e procedimentos cirúrgicos, Jacob Reed voltou para casa em Burton-on-Trent, Staffs, na Inglaterra. O bebé tem apresentado uma melhora diária, deixando os médicos cada vez mais surpreendidos.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Rosas suíças
Os membros do Comité unanimemente qualificaram o dano arbitrário causado às plantas como moralmente não permitido.Como exemplo, eles explicam que se um agricultor, a caminho de casa e depois de ter recolhido erva para os seus animais, "decapitar flores" sem "um motivo racional" (p. 9), ele cometeu algo moralmente errado. Suponho que ele levou a cabo planticídio.
(Willemsen, 2008, p. 20).
Porque é que o Comité defende que matar plantas de modo arbitrário está errado?
Uma clara maioria defende também que deveríamos manusear as plantas com algum cuidado pelo motivo ético das plantas individuais terem valor inerente.Eles explicam o uso das palavras "valor inerente" afirmando que as plantas possuem valor, "independentemente de serem úteis ou de alguém atribuir valor a elas." (p. 7). Portanto, quando os soldados de cartão do livro "Alice no País das Maravilhas" pintaram as rosas de vermelho, eles estavam a fazer algo mais que perturbar a rainha (que exigiu a sua decapitação). Eles estavam a cometer um acto hediondo e pouco ético, e mereciam ser punidos pelo desprezo do "valor inerente" das rosas, e do seu direito de ser da cor com a qual nasceram - ou melhor, da cor com a qual cresceram.
(Willemsen, p. 10)
A verdade dos factos é que os seres humanos possuem "valor inerente" que vai para além do domínio físico uma vez que Deus criou-nos à Sua Imagem (Génesis 1:27) Ao contrário do resto da criação, os seres humanos não só possuem uma alma, como vão viver para sempre. As plantas, por outro lado, possuem "valor instrumental" porque são úteis aos seres humanos; Deus criou e protege as plantas por esse motivo.
Às vezes acontece as plantas terem um "valor relacional", se nós o atribuirmos às plantas, mas de maneira nenhuma as plantas possuem um valor remotamente próximo do valor dos seres humanos. O Senhor Jesus demonstrou isto de modo enfático quando Ele contrastou as plantas com o ser humano:
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?O valor do ser humano é muito superior ao valor das plantas, mas o Comité afirma que as plantas "lutam por algo" e não deveriam ser impedidas "sem motivos válidos". Afinal,
(Mateus 6:30).
descobertas recentes nas ciências naturais, tais como as muitas semelhanças entre plantas, animais e humanos ao nível molecular e celular, removem o motivo de se excluir as plantas da comunidade moral. Estudos levados a cabo na biologia celular mostram que as plantas e os animais, que partilham um desenvolvimento histórico com a duração de 3 biliões de anos , possuem muitos processos e reacções que não são fundamentalmente distintos ao nível celular. As plantas reagem ao toque e ao stress, ou defendem-se contra predadores e patogénicos de modo bastante diferenciado. (Willemsen, pp. 5,15).Eles continuam,
[P]ode até ser que as plantas cumpram as condições necessárias para um tipo de senticiência [auto-percepção, consciência, a habilidade de sentir]. . . . Não é ainda claro que as plantas possuem senciência, mas também não se dá o caso de se saber que elas não possuem. Não pode, portanto, ser alegado que os motivos para se excluírem as plantas do círculo dos seres que têm que ser moralmente considerados foram eliminados.... Pelo menos a maioria dos membros do Comité não exclui a possibilidade das plantas serem sencientes e que isto é moralmente relevante.Cerca de metade dos membros do comité têm as suas reservas em torno das plantas serem sencientes . Portanto, quase metade dos membros não está totalmente certo, mas "duvida" que as plantas sejam sencientes . “Um pequeno grupo considera ser provável” que elas sejam.
(p. 15).
Este tipo de "lógica" é consequência natural do ateísmo e da alienação da moral Bíblica. Será que temos que começar a levar em conta os sentimentos da relva antes de a pisarmos?
Eles vão mais longe:
A opinião maioritária é a de que nós precisamos duma justificação para perturbar a habilidade das plantas em se desenvolverem. (p. 17).Portanto, nós temos que nos justificar antes de "perturbamos" uma planta. Justificarmo-nos a quem, já agora? Às plantas?
Em relação à "posse de plantas", a maior parte do comité acredita que as plantas estão "excluídas, por motivos morais, da possessão absoluta. Segundo esta interpretação, ninguém pode manusear as plantas segundo a sua vontade ou segundo os seus desejos." (p. 20). Portanto, se vives na Suíça, a planta que tens no vaso está legalmente protegida. Tu podes pensar que ela é tua, e que podes fazer com ela o que bem quiseres, mas não podes e nem deves.
Claro que se tratares mal uma planta (esquecer de regar, regar demasiado, não lhe colocar de modo a apanhar a luz do Sol, ou se ela apanhar Sol a mais), tu podes ser legalmente acusado de "abuso de plantas".
Note-se que se alguém tem "motivos válidos", não está errado matar as plantas. Mas porque é que seria relevante alguém ter motivos válidos ou não? Se está errado matar as plantas, porque é que eles não o afirmam directamente? Se, biologicamente falando, as plantas possuem tantas semelhanças com os seres humanos ao nível celular, e não é aceitável matar seres humanos, porque é que é aceitável matar as plantas por "motivos válidos"?
Os esquerdistas afirmam que não devemos matar seres humanos mesmo que eles tenham cometido crimes hediondos merecedores de morte. Matar os outros através da guerra também não é muito do seu agrado. A única matança de seres humanos que é aceitável é através do aborto e da eutanásia, mas não se crê que os membros do comité apoiem o aborto de plantas.
Então porque é que permitem a matança de plantas? A resposta é que, sem elas, o que é que haveríamos de comer? Comer animais é olhado com desdém pelos vegetarianos, uma vez que eles insistem que devemos excluir a carne da nossa dieta. No entanto, matar plantas começa também a receber olhares desdenhosos. Então o que é que vamos comer? Insectos e lixo? Será que temos que passar a ser necrófagos e comer só animais já mortos?
Notem a hipocrisia: "Está errado matar plantas", até que isso me afecte pessoalmente. Se estes defensores das plantas, estes campeões das flores, fossem realmente cheios de amor e atitude de sacrifício em relação as plantas, eles não comeriam nem plantas, nem animais, da mesma forma que não comem carne de humanos. Aliás, usando a sua lógica distorcida, eles nem deveriam comer plantas mortas ou animais mortos uma vez que isso impediria as pobres bactérias e os pobres micro-organismos de se alimentarem.
Considere-se as implicações: falando de modo ético, a matança arbitrária de plantas é agora moralmente errado, tal como matar um bebé. Obviamente, em muitas sociedades matar um bebé que se encontra do lado oposto da pele duma mulher não é eticamente condenável. Isto significa que, agora, as plantas têm mais valor que um bebé que se encontra separado de nós por tecido humano e fluidos.
Conclusão:
Se as plantas são, agora, colocadas num pedestal, o futuro vai ser muito sombrio. Quanto tempo mais até ser considerado moralmente errado cortar a relva do quintal? E que dizer do "assassínio" de árvores como forma de construir estradas, casas ou para fazer papel? Logicamente falando, todo o uso de madeira tem que se banido. Matar plantas do algodão para fazer vestuário seria inaceitável. Os seres humanos vão ter que deixar as plantas tomar conta da sociedade.
De facto, nós seres humanos temos que dar término à nossa existência como forma de proteger o meio ambiente.
REFERÊNCIAS
Willemsen, Ariane, ed. (2008), “The Dignity of Living Beings with Regard to Plants—Moral Consideration of Plants for their Own Sake,” Federal Ethics Committee on Non-Human Biotechnology (Berne: Swiss Confederation), April.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
A população está envelhecida? A culpa é dos velhos!
Identificado assim o problema, só há duas soluções possíveis para o resolver: ou dizemos às pessoas para deixarem de envelhecer, ou criamos condições e incentivamos o aumento dos nascimentos.
Sugerem alguns que a melhor opção seria a segunda. Que o problema se resolve aumentando o número de nascimentos. Mas como também sabemos, isso é uma estúpida teoria fascista que pretende aniquilar as árvores, os pandas e o planeta no geral.
O nosso crânio da demografia reforça que isto da população envelhecida em Portugal é,
Tal como nos (outros) países do terceiro mundo, porque os países do terceiro mundo, com "reprodução descontrolada", envelhecem. Quem não sabe isso?
Décadas e séculos de malta a ter filhos indiscriminadamente, sem ninguém se lembrar de os matar logo no útero materno, deu no que deu: as gerações sucederam-se, até que nasceram os espertos. Estes, agora olham para trás e percebem a monstruosidade: aquela estúpida e analfabeta gente do passado, mais o raio das suas tendências pecaminosas para a reprodução, não tinha o direito de estragar a Terra e de envelhecer a população do século XXI.
Assim, o sábio anónimo implora-nos:
![]() |
Quatro filhos e um casamento. A imagem de um crime contra a humanidade. |
domingo, 5 de agosto de 2012
As caras da "excepção"
![]() Adopted | ![]() Raised by Mom | ![]() Raised by Mom | ![]() Raised by Mom | Adopted |
BethanyDoctor | Carole RoyStudent | ![]() Clarissa Non Profit Leader | ![]() Eartha Kitt Entertainer | ![]() Helen Westover Musician |
|---|
![]() Irene Dir. Silent No More | ![]() Jason Lovins Worship Leader | ![]() Jenni Maas Pro life Speaker | ![]() Juda Myers Speaker/artist/author | ![]() Karen Blake Mother of adoptee |
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![]() Kelly Wright Fox News Anchor | ![]() Kristi Hofferber Pastor's Wife | ![]() Laura Tedder Pro life Speaker | ![]() Mika Scott Entrepreneur | ![]() Pam Stenzel Abstinence Teacher |
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![]() Patti Casey Mother/Student | ![]() Patti Smith Mother of 3 | ![]() Sharon Isley Chemist | ![]() Rebecca Kiessling Atty/Pro Life Speaker | ![]() Russell Saltzman Pastor |
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![]() Ryan Bomberger Radiance Foundation | ![]() Tony Kiessling Scientist Professor | ![]() "KE" |
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Qual. dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?
Evangelho segundo São Lucas
sábado, 21 de julho de 2012
Político do Azerbaijão quer banir a práctica do aborto

Em muitos países do mundo o aborto é considerado como a matança dum ser humano. A destruição de crianças por nascer, quando elas ainda se encontram no útero da sua mãe, não se justifica nem por motivos humanitários e muito menos religiosos.No Azerbaijão 112 rapazes nascem por cada 100 raparigas. O rácio sexual natural é o de 105 rapazes por cada 100 raparigas.Nós acreditamos, portanto, que tal proibição deveria ser introduzia no Azerbaijão.
Matar um bebé devido ao seu género pode ter consequências sérias. Isto é um assassínio que não pode ser justificado de maneira nenhuma.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Porque é que este homem ainda não está preso?
Fonte do Hospital Beatriz Ângelo disse à Lusa que o médico, a exercer aí funções em regime de prestação de serviços, "foi dispensado mal saíram as notícias que o indiciavam de aborto ilegal em Torres Vedras".
No início de Junho, também o Centro Hospitalar de Torres Vedras tomou idêntica decisão. A Inspecção Geral das Actividades da Saúde decidiu remeter ao Ministério Público o caso do médico suspeito de realizar abortos ilegais no hospital de Torres Vedras, segundo o respectivo relatório de averiguações, a que a Lusa teve acesso.
De acordo com o relatório do processo de averiguações, datado de 12 de Junho, a Inspecção Geral das Actividades da Saúde (IGAS) decidiu dar conhecimento das conclusões a que chegou ao Ministério Público.
O ginecologista efectuava abortos ilegais a troco de dinheiro na urgência do Centro Hospitalar de Torres Vedras, que entretanto já suspendeu o contrato com o médico. O caso foi noticiado pela RTP, no âmbito de uma investigação jornalística, após uma denúncia de uma mulher. O médico pedia entre 350 a 400 euros às mulheres grávidas para efectuar o aborto.
Num relatório que foi também entregue à Ordem dos Médicos e Direcção Geral da Saúde, IGAS concluiu que "fica provada a utilização abusiva de meios complementares de diagnóstico e de terapêutica por parte do médico visado e de outros, o que pode configurar a prática do crime de peculato de uso e de participação económica em negócio".
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Sai deste hospital, mas vai continuar a fornecer os seus "serviços" assassinos noutra freguesia.
O dinheiro fala mais alto.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Caso de aborto ilegal no hospital de Torres Vedras remetido para o Ministério Público
De acordo com o relatório do processo de averiguações, datado de 12 de Junho, a Inspecção Geral das Actividades da Saúde (IGAS) decidiu dar conhecimento das conclusões a que chegou ao Ministério Público.
O ginecologista efectuava abortos ilegais a troco de dinheiro na urgência do Centro Hospitalar de Torres Vedras, que entretanto já suspendeu o contrato com o médico. O caso foi noticiado pela RTP, no âmbito de uma investigação jornalística, após uma denúncia de uma mulher.
sábado, 14 de julho de 2012
Por favor, feministas, defendam esta mulher.
- Todos os abortos matam um ser humano inocente. Todos sem excepção.
- Não existem "abortos seguros" uma vez que todos os abortos acabam com a vida dum bebé indefeso, inocente e frágil.
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
Ignorando o fundamental
Alemanha, 1941
segunda-feira, 2 de julho de 2012
A contradição do abortista Luciano Ayan
Na resposta que ele deu a esse texto [ comentada por mim aqui ] , escreveu uma frase que é contraditória com a declaração que citei acima. Sublinhado meu:
« Eu tenho a OPINIÃO de que o aborto não é um problema, desde que a criança não tenha ainda um desenvolvimento que a habilite a sentir dor. Ou seja, não é um animal lutando por sua sobrevivência ou anseiando por ela. Na verdade, nem esse instinto surgiu ainda. Isso nos primeiros estágios de gestação. Explico. Eu sou um fã de Arthur Schopenhauer. Segundo ele, “a maior felicidade é não nascer”. Então, essa “valorização da vida a qualquer custo” nunca foi parte de minhas crenças. É assim que sou.»
Se aquilo que ele chama "valorização da vida a qualquer custo" NUNCA foi parte das suas crenças, então,
a) ou mentiu quando escreveu isso,
b) ou mentiu quando escreveu que gostava da ideia deste blogue, "bastante focada".
Não sendo possível que as duas declarações sejam verdadeiras ( uma desmente a outra), e como as duas foram escritas pelo Luciano, é obrigatório concluir que o sujeito é um mentiroso.
Agora, o Luciano também alega que que ser contrário ao aborto em qualquer circunstância, é ser cúmplice com a legalização de abortos irrestritos. Desta maneira, devolve-me a acusação que lhe fiz:
« o Jairo, com seu extremismo anti-aborto (até contra a pílula do dia seguinte) está sendo mais danoso à vida das “crianças inocentes” do que parece. Ele poderia até dizer que “pelo menos está em paz com a consciência”. Mas aí seria egoísmo, não? (...) Enfim, o importante é que Jairo (...) talvez devesse pensar em fazer um exame de consciência. Uma mínima auto-crítica já mostraria que ele é mais responsável por abortos irrestritos e eutanásias forçadas do que pensa ser. »O Luciano, e alguns dos seus leitores, defendem que a minha posição é "fanatismo religioso" e que eu não tenho o direito de impor a minha religião aos outros, como seria a proibição do aborto mesmo em casos de estupro. Teoricamente, isso seria útil aos que defendem o dito "extremismo oposto" do aborto irrestrito.
No entanto, nenhum deles demonstrou onde está o meu fanatismo religioso, ou sequer que é uma convicção (subjectiva) religiosa, ser contra a imoralidade de matar seres humanos inocentes e indefesos, seja qual for o seu estágio de desenvolvimento e independentemente da maneira como foram concebidos.
Ainda que fosse "religiosa", por que estaria essa ideia errada ? Quem disse que "religioso" é sinónimo de "falso"? Em vez de argumentar, o Luciano passou para o lado dos que diabolizam uma posição, adjectivando-a e atribuindo-lhe uma origem religiosa.
Será que as pessoas concebidas numa violação, também são fanáticos religiosos e fundamentalistas, quando defendem que o aborto é errado nesses casos? Quem sabe, quando essas pessoas querem e defendem para os outros o mesmo direito à vida que lhes foi concedido,estão a ser fanáticas e a tentar oprimir a sociedade com as suas "crenças religiosas"...
No meu caso pessoal, nem sempre defendi que o aborto é errado em caso de violação. Mas quando comecei a ler mais sobre o assunto, encontrei textos de pessoas que defendiam essa posição, como o Bernardo Motta, e percebi que estava errado. Não encontrei nessas argumentações nenhum tipo de fanatismo religioso. Não encontrei sequer argumentos religiosos. Portanto, eu sei por experiência própria que a teoria do Luciano é falsa. Se a argumentação contra o aborto, sem excepções, dependesse de fanatismo religioso e fosse assim tão repugnante, eu, que à data não dava muita importância à religião, nunca teria sido convencido por esses argumentos.
As pessoas que seguem o blogue, aqui e no facebook, sabem que somos contrários ao aborto em qualquer circunstância, mesmo no caso de violação. Fazemos questão de lembrar isso na página das FAQ´s e de publicar textos sobre o assunto. De acordo com os nossos registos, a tendência do número de seguidores e de leitores do blogue é o aumento.
É claro, o Luciano pode dizer que tudo isto são evidências anedóticas, apenas casos pessoais e excepções que não negam a regra. Mas ele nunca deu exemplos que confirmassem a suposta regra: "ser contrário ao aborto em qualquer circunstância é dar pontos e adeptos aos que defendem o aborto irrestrito." O Luciano acusa-me de cumplicidade com abortos, mas não prova isso.
Não é verdade que as pessoas que defendem a posição que o Luciano considera extremista estejam condenadas a ser expulsas do "debate" e dos "salões do poder". Casos como os da Hungria mostram que a cultura da morte não é irreversível. Recentemente, a maioria do povo desse país aprovou uma constituição que garante o direito à vida desde o momento da concepção.
A realidade também desmente que ser favorável ao aborto em alguns casos é uma posição "moderada", que dificulta o avanço da legalização de abortos irrestritos. O Luciano é irresponsável quando escreve essa mentira. Ele sabe que essa dita "moderação" é absolutamente necessária, fundamental e existente em todos os processos legislativos de liberalização irrestrita do aborto. Dos EUA a Portugal, a caixa de Pandora abortista abre-se sempre com algumas "excepções".
Como é óbvio, o primeiro passo para liberalizar totalmente o aborto são as primeiras "excepções". E a legalização das primeiras "excepções" é sempre a derrota da posição contrária ao aborto em qualquer circunstância. Quando esta posição vigora, não há avanço do aborto irrestrito. Quando esta posição é derrubada, está dado o primeiro e necessário passo para a legalização progressiva do aborto irrestrito. Isto é tão simples como somar 2+2. O Luciano está absolutamente errado.
Por último, nunca ouvimos o Luciano reconhecer as suas "culpas" por ter apoiado este blogue. Aliás, à data de hoje, o Luciano mantém na sua lista de links o endereço desta página, na qual ele sabe que se defende uma posição contrária ao aborto, sem excepções. Se ele acreditasse que ser contrário ao aborto, sem excepções, é ser cúmplice com abortos, então, antes de me atacar, teria de reconhecer o seu erro por ter apoiado, divulgado ( e ainda divulgar) o blogue criado para e onde eu defendo essa posição.
É óbvio que Luciano não se pode dizer adversário da agenda esquerdista e, ao mesmo tempo, dizer que é favorável ao aborto em alguns casos e que "não dá a mínima" se o aborto for aprovado. Na melhor das hipóteses, ele é um idiota útil à agenda do marxismo cultural.
Para refutar isto, o Luciano sabe que não tem argumentos. Quando se lembrou ele de atacar os que são contra o aborto em qualquer circunstância, dizendo que esses é que são responsáveis por abortos? Só quando eu demonstrei que a sua nova posição sobre o aborto ( "estou nem aí se o aborto é aprovado" sic ), significa cumplicidade com os criminosos que legalizam a matança de crianças.
Até aí, nunca o Luciano se tinha lembrado de escrever a sua nova teoria, supostamente fundamentada numa interpretação da estratégia gramsciana. Ou ele teve um insight espontâneo, ou está a sacudir a água do capote com uma desculpa esfarrapada e inventada à última hora. Alinho na segunda.
Seja como for, se o Luciano acredita naquilo que diz, então que peça desculpas por, segundo a sua mais recente teoria, ter sido cúmplice com abortos ao apoiar e divulgar a posição defendida neste blogue. Se é coerente, que elimine também o endereço desta página da sua lista de blogues. Ficamos gratos. Nenhum dos autores deste blogue quer proximidade com sites onde são acusados de cumplicidade com abortos, e nos quais se tolera e defende a legalização da matança de crianças.
PS- Antes que alguém me chame taliban por designar criança quem a mulher grávida carrega no ventre, lembro que o próprio Luciano Ayan usa a palavra. Citações:
«...matar um feto que não sente dor, não reage à dor e nem sequer luta por essa sobrevivência (...) a criança, neste caso, não tem sequer luta pela sobrevivência »
«Eu sou a favor do direito ao aborto para as crianças que estejam em estágios iniciais de gravidez.»Matar uma criança por ela não ter capacidade de lutar, não justifica, agrava o crime. A posição do Luciano não tem defesa. Ele sabe e admite que o aborto é matar uma criança. A partir daí, tudo o que diz são desculpas abjectas e irracionais.












































































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Olá Luciano, aproveito para informoar sobre a abertura de novo blogue: