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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Qual é o mal em matar crianças?


Fonte

Uma das coisas mais interessantes que notei em torno de toda a postura emocional em torno do tiroteio que ocorreu na escola pública de Connecticut é que uma parte considerável da mesma está a ser feita pelas mesmas pessoas que alegam que Deus não existe, e que o bem o mal [absolutos] não existem. Algumas destas pessoas são também aquelas que afirmam que a Terra tem demasiadas pessoas.

Devido a isto, eu dou por mim a pensar se eles estão propositadamente a erigir poses falsas como forma de ocultar a sua desumana amoralidade num momento em que as sensibilidades se encontram particularmente delicadas, ou se eles são pura e simplesmente intelectualmente incoerentes?

A falácia do assunto é que se não existe uma centelha Divina dentro de nós, se nós nada mais somos que pó das estrelas que, por acaso, se congregou numa das muitas maneiras possíveis, então não há nada de errado ou condenável em reorganizar ligeiramente esse pó estelar. Que diferença faz para o átomo se ele passa a fazer parte do arranjo X em vez do arranjo Y? Que diferença isso faz para o universo?

Se a auto-consciência não existe, se tudo mais não é que uma ilusão tal como descrita pelos neurofilósofos mais imaginativos, então como é possível alguém ser contra a eliminação da não-existência? Qual é a tragédia na transformação do nada para o nada?

E se há demasiadas pessoas na Terra, e no país, a redução desse excessivo número não deveria ser celebrado?

E se é correcto, moral e legal matar uma criança através dum aborto trans-natal, até quanto tempo depois do nascimento é lícito? Será que a morte das crianças da escola pública seria melhor aceite se a qualificassemos de um aborto trans-natal no 24º trimestre?

Numa sociedade pós-Cristã cada vez mais pagã, qual é o mal em matar crianças?
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Clive Staples Lewis:

O que tu és para a ciência evolucionista dos ateus:

“Você descende de uma célula minúscula do protoplasma original levado pelas ondas a uma praia deserta há três bilhões e meio de anos. Você é o produto cego e arbitrário do tempo, do acaso e das forças naturais. Você é um mero amontoado de partículas atómicas, um conglomerado de material genético. Você existe em um planeta minúsculo num sistema solar minúsculo, num canto escuro de um Universo insignificante. Você é uma entidade puramente biológica, diferente apenas em nível, mas não em espécie, de um micróbio, vírus ou ameba. Você não tem essência além de seu corpo e, na morte, você deixará de existir por completo.Em suma, você veio do nada e não vai para lugar algum.”

O que você é para Deus, onde estão escondidos todos os mistérios da ciência:

“Você é a criação especial de um Deus bom e Todo-Poderoso. Você foi criado à Imagem Dele, com uma capacidade de pensar, sentir e adorar que o coloca acima de todas as outras formas de vida. Você difere dos animais não somente em nível, mas em espécie. Sua espécie não só é única, mas você é único entre os de sua espécie. O teu Criador ama-te e deseja tua companhia e afeição de forma tão intensa que tem um plano perfeito para sua vida. Além disso, Deus deu a vida de seu Único Filho para que você pudesse passar a eternidade com Ele. Se você estiver disposto a aceitar o dom da salvação, poderá se tornar um filho de Deus.”

Entendem a diferença?


sábado, 14 de julho de 2012

Por favor, feministas, defendam esta mulher.


Não sei quantas vezes é preciso dizer isto, mas vamos lá:
  • Todos os abortos matam um ser humano inocente. Todos sem excepção.
  • Não existem "abortos seguros" uma vez que todos os abortos acabam com a vida dum bebé indefeso, inocente e frágil.
Em relação ao video em si; ficamos à espera que alguém que defende a matança de bebés inocentes diga o porquê de ser moralmente errado enterrar bebés vivos.




 




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domingo, 24 de julho de 2011

O que é que a Bíblia diz em relação ao aborto?

A Bíblia em lugar algum se refere de forma específica ao aborto, no entanto, há numerosos ensinamentos Bíblicos que mostram de forma clara o que Deus pensa em relação a esse tema.
  • Jeremias 1:5 diz-nos que Deus já nos conhece mesmo antes de nos ter formado no ventre materno.
  • Salmo 139:13-16 fala-nos de Deus e do Seu papel activo na nossa criação e formação no ventre.
  • Êxodo 21:22-25 prescreve a mesma pena - a execução - para alguém que cause a morte do bebé que se encontra no ventre, do mesmo modo que se executa quem mata outro homem.

Isto demonstra que Deus considera o bebé no ventre como alguém com o valor dum ser humano adulto. Para o Cristão, portanto, o aborto não é uma questão de "escolha" da mulher, mas sim uma questão de vida ou de morte para o ser humano criado à Imagem de Deus que se encontra no ventre materno (Genesis 1:26-27; 9:6).


Uma das perguntas que o lobby pró-matança faz é "E em caso de violação ou incesto?".

Por mais horrível que que seja ficar grávida como resultado duma violação e/ou incesto, de que forma é que matar o bebé resolve alguma coisa? Dois erros não se transformam numa coisa boa. O bebé é totalmente inocente e como tal não deveria ser punido pelo actos do pai biológico.

(Vejam este texto.)

O segundo argumento é: "E em caso de vida ou de morte?".

Honestamente, esta é uma questão difícil, mas lembre-mo-nos que esta situação é responsável por menos de uma décimo de 1% dos abortos feitos no mundo inteiro. Muitas mais mulheres fazem abortos por conveniência do que fazem abortos (matar o bebé) como forma de salvar a sua própria vida.

Segundo, como Cristãos, nunca nos podemos esquecer que Deus pode fazer milagres quando e onde Ele quiser. Ele pode preservar a vida da mãe e da criança apesar das probabilidades estarem contra eles.

Qualquer casal que se encontre numa situação destas deve orar ao Senhor para ter discernimento (Tiago 1:5) em relação aos passos a tomar.

Mais de 95% dos abortos feitos um pouco por todo o mundo envolvem mulheres que simplesmente não queriam ter o filho. Menos de 5% dos abortos são feitos por motivos como a violação, o incesto ou factores de risco para a mulher.

O aborto nunca deveria ser uma opção mesmo dentro dos 5% restantes. A vida do ser humano no ventre merece que sejam despendidos todos os esforços como forma de a salvar.


Para aqueles que tomaram parte directa ou indirectamente na matança dum bebé (aborto) é importante não esquecer que o Sacrifício do Filho de Deus cobre todos os pecados, desde que a pessoa o peça ao Senhor. Através da fé em Cristo, todos os nossos pecados podem ser perdoados (João 3:16; Romanos 8:1; Colossenses 1:14).

A mulher que já fez um aborto, o homem que encorajou uma mulher a fazê-lo ou mesmo o médico que fez o aborto - todos podem ser perdoados no Nome do Senhor Jesus Cristo.

Modificado a partir do original

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