Mostrar mensagens com a etiqueta Cavaco Silva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cavaco Silva. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Aborto: a maior carnificina da história humana

Através dos números apresentados pelo ministério da matança saúde chinês, estatísticas sobre as políticas de controlo populacional iniciadas em 1971 ( com a política do "filho único" introduzida em 1979), o governo comunista admitiu ter abortado 336 milhões de crianças, durante as últimas quatro décadas.

Colocando os números em perspectiva, 336 milhões de mortes na China correspondem a: 

 -Mais do que população mundial no tempo das Cruzadas ( 1100 dC ) 

-O mesmo que a soma das populações dos Estados Unidos e da Austrália. 

-Mais mortes do que as causadas (em milhões): durante a Peste Negra (100), a Grande Fome Chinesa (45), a Gripe Espanhola (40), a pandemia do HIV/SIDA (25), o Holocausto Nazi (13), o Holodomor (8), a Fome Russa de 1921, e a Guerra da Secessão ( (8) 

-Mais do que todas as pessoas mortas nas dez guerras mais mortíferas de sempre ( em milhões): II Guerra Mundial (72), I Guerra Mundial (65), A Invasão Mongol (60), a Rebelião de An Lushuan (36), a Rebelião Taiping ( 30), Queda da Dinastia Myng (25), Invasões de Tamerlão ( 20), a Revolta Dungan (12), a Guerra Civil Russa (9), a Segunda Guerra do Congo (5,4) 

-Mais do que todas as crianças que nascerão no mundo, nos próximos dez anos. 

Não há comparação que nos permita compreender verdadeiramente o que são 336 milhões de mortes, ainda por cima num único país. A magnitude deste crime é inacessível à imaginação humana. Só Deus pode realmente sondar as profundezas da depravação e apreender a magnitude desta perda.

 Tenha Ele misericórdia do nosso mundo, por aquilo que temos feito. 

Autor. Joe Carter

Fonte: http://thegospelcoalition.org/blogs/tgc/2013/03/22/china-admits-to-the-greatest-slaughter-in-human-history/

___________

Comentário

Por si só, o acto de matar uma criança que seja já se rebaixa, sem grandes dúvidas, à categoria de pior crime possível. Mas depois ainda sucede que, para além de ser o pior, o aborto também é o crime mais cometido.

Contabilizando apenas os abortos praticados na China durante os últimos 40 anos, deixando de fora, portanto, os números dos restantes países que legalizaram e incentivam o infanticídio intra-uterino, já temos motivo suficiente e irrefutável para considerar o aborto a maior tragédia alguma vez cometida e sofrida pela humanidade.

Madre Teresa disse um dia que, uma vez que seja permitido à mãe matar o filho, nada impede alguém de matar qualquer pessoa. Perante os números monstruosos do aborto temos de concluir também que, uma vez que matar bebés é o crime mais praticado e tolerado pela espécie humana, não deve surpreender a existência de tantos conflitos e guerras entre adultos. Não só não temos argumentos para ser contra o homicídio quando defendemos o direito das mães matarem os filhos, como também temos as prioridades trocadas se acharmos que existem assuntos mais graves e objectivos mais importantes do que acabar com o extermínio estatal e em série de bebés.

Em Portugal,  sem contar com a lei abortófila de 1984 ( a que iniciou o processso infanticida em curso), entre 2007 e 2012,


                                           [ origem da imagem: Facebook PPV Portugal Pro-vida ]

Jairo Filipe

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Petição "Defender o Futuro" pede alteração de várias leis, entre aborto, divórcio e "casamento" gay

Um grupo de cidadãos, alguns da Federação Portuguesa pela Vida, lançou uma petição para que o parlamento avalie e altere as leis do aborto, procriação medicamente assistida, divórcio, "casamento" homossexual, mudança de sexo e financiamento do ensino privado.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Federação Portuguesa pela Vida explicou que durante o último governo socialista foram aprovadas um conjunto de leis que “dizem respeito às relações que as pessoas têm dentro da sociedade e com a sociedade”, e que chegou a altura da Assembleia da República “poder rever essas leis”.

Em causa, adiantou António Pinheiro Torres, as leis do aborto, procriação medicamente assistida, divórcio, "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, mudança de sexo e um diploma sobre o financiamento do ensino particular e cooperativo.

Já era chegada a altura do parlamento poder rever essas leis, no sentido de avaliar quais foram os seus resultados e se os objetivos a que se propunham quando foram criadas foram atingidos ou não”, defendeu o responsável.

Por outro lado, apontou que esta é também a “época propícia” para ter em conta as considerações que o Presidente da República fez sobre cada uma daquelas leis, tanto no momento em que as promulgou, como no momento em que vetou algumas delas, “no sentido de tomar em conta essas considerações para fazer algumas correções”.

A nossa intenção é que estas leis, uma vez reapreciadas pelo Parlamento, sejam questionadas: esta lei serviu os propósitos para os quais foi criada? Justifica-se de facto, era necessária? Conforme for o entendimento dos deputados, ou modificar a lei ou modificar a sua regulamentação ou revogá-las”, defendeu António Pinheiro Torres.

Com esta petição, pretende-se também mostrar que é possível haver mais Estado Social reduzindo a despesa, defendendo Pinheiro Torres que “há muito dinheiro que é gasto em despesa social de uma forma que não é produtiva nem rentável”, apontando que todas aquelas leis têm despesas desse teor.

Deu como exemplo o facto de uma mulher que faça um aborto ter direito a uma licença entre 15 a 30 dias paga a 100%, enquanto outra pessoa que esteja de baixa por doença só tem direito a 75% do seu salário, criticando que haja “uma desigualdade no tratamento” que escandaliza os autores da petição.

Por outro lado, apontou que com a actual Lei de Proteção das Crianças e Jovens em Risco a “Segurança Social tem sucessivamente retirado crianças às famílias”, quando isso obriga o Estado a uma despesa muito maior do que aquela que teria com o apoio a essas famílias.

Em média, numa instituição particular de acolhimento, o custo do acolhimento de uma criança por um mês é de cerca de 2.500 euros, sendo que a Segurança Social financia cerca de um terço daquele valor”, revelou.

Criticou ainda a Lei do Divórcio, “em que a pessoa dá por si divorciada sem saber ler nem escrever”, e que no caso de muitas mulheres as tem “precipitado para o Rendimento Social de Inserção” porque prevê que a atribuição da pensão de alimentos seja feita apenas durante seis meses.

Estas leis, da maneira como estão feitas, causam uma injustiça e depois uma despesa para o Estado. (…) Pode-se reduzir a despesa para o Estado e depois ter uma sociedade mais responsável”, defendeu.

A petição, intitulada “Defender o Futuro”, conta já com 3.753 assinaturas, precisando de mais 247 para poder ser discutida em plenário, na Assembleia da República.

........


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...