quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Evangélicos e Católicos unidos contra o aborcionista Obama
Depois de 43 instituições Católicas terem processado o "plano de saúde" de Obama, tendo como argumento que o mesmo viola a 1ª Emenda, as comunidades Cristãs e conservadoras rapidamente aplaudiram o gesto.
Penny Nance, presidente da organização "Concerned Women for America" (CWA) afirmou:
A comunidade religiosa encontra-se unida na crença de que este mandato - que envolve a contracepção, o aborto químico e a esterilização - forçaria-nos a pagar por algo que consideramos moralmente repugnante.Segundo, Charmaine Yoest (Americans United for Life), o facto das instituições Católicas terem dado inicio aos processos legais "constitui evidência adicional de que esta lei da saúde tem falhas extremas no seu viés em favor do aborto e das drogas causadoras de aborto. . . . . Estes processos legais são apenas o início, dado o facto de muitos americanos estarem já extremamente perturbados com a expansão do aborto desde Roe vs Wade."
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Eis aqui uma boa notícia para todos aqueles "cristãos" que caíram no engodo do Obama, apesar de todas as evidências confirmarem que ele é uma fraude anti-Cristã.
segunda-feira, 26 de março de 2012
O infanticídio já é politicamente correcto.
Mostrando que tanto o cão raivoso como o infanticida não têm o estatuto moral de pessoas e que o isolamento de ambos, em jaulas, nem sempre é o mais útil para a sociedade, o autor argumenta que "interromper voluntariamente herodes" -matar infanticidas- deve ser permitido em todos os casos em que a matança de cães raivosos é, incluindo os casos onde o infanticida ainda não matou, mas constitui perigo e ameaça para a vida de outros.
O estatuto moral do infanticida é equivalente ao de um cão raivoso pois ambos revelam ausência de empatia pelas suas vítimas. Em vez de pessoas, cão raivoso e infanticida são bestas perigosas. Como não são pessoas, nenhum deles tem direito a viver.
Tal como acontece com os cães raivosos, permitir aos infanticidas a vida em sociedade e liberdade implica risco de vida para outros.
A hipótese de um determinado cão raivoso ser curado não é razão para proibir, em absoluto, o abatimento de cães raivosos. E o facto de um cão raivoso não ter ainda atacado qualquer pessoa também não é motivo para proibir que ele seja abatido por precaução.
Da mesma maneira, a hipótese de um infanticida mudar de ideias, arrepender-se ou o facto de ainda não ter atentado, na prática, contra a vida de qualquer criança, também não é motivo para proibir a execução de infanticidas.
Portanto, argumento que todas as circunstâncias que justificam a matança de um cão raivoso, justificam a matança de um infanticida.
Poderá ser argumentado que prender o infanticida, isolando-o da sociedade, proporcionaria segurança às crianças e seria uma solução moralmente mais acertada. No entanto, a simples existência do infanticida pode ser causa de ansiedade e preocupação para as crianças, pais e sociedade. Existindo um infanticida, há sempre a possibilidade dele influenciar outros a matar crianças, mesmo estando preso. Ou, tal como acontece com os cães raivosos, de conseguir escapar da jaula.
Como tal, em vez de prender o infanticida, executá-lo é aquilo que melhor serve os interesses, a segurança e a qualidade de vida das crianças e da sociedade em geral.
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A ler:
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Mais uma imagem contra o aborto debaixo de críticas

Um quadro de avisos (contendo uma imagem parecida com o Obama) dirigida às mulheres negras de Chicago causou a raiva dos grupos defensores dos direitos das mulheres de Chicago.
Cerca de 20 placards declarando que "A cada 21 minutos o nosso possível líder é abortado" estão a ser colocados em vizinhanças predominantemente africanas em áreas onde Obama costumava viver.
O pastor do Texas responsável pela campanha "Life Always" disse que quer "encorajar reflexão" em torno da elevada taxa de aborto entre os afro-americanos. Stephen Broden, que é afro-americano, declarou ainda que:
Por demasiado tempo o flagelo do aborto tem estado escondido devido ao politicamente correcto. . . . Os interesses da esquerda liberal enganaram as nossas mulheres e fizeram-lhes acreditar que a resposta à pobreza é a morte dos seus próprios bebés.Os aborcionistas da Planned Parenthood de Illinois declararam que os quadros de aviso são "um esforço ofensivo e condescendente para estigmatizar e envergonhar as afro-americanas ao mesmo tempo que tenta limitar a sua habilidade de tomar decisões médicas privadas e pessoais."
*Fonte*
Como se isso não fosse suficiente, nos EUA as mulheres africanas estão desproporcionalmente representadas nos casos de aborto. Quem parece ter um apetite satânico pela morte dos bebés afro-americanos é a organização Planned Parenthood. A principal causa de morte entre os negros americanos é o aborto. E quem os fornece? A Planned Parenthood.
Além disso, se a questão é uma de "tomar decisões", qual é o mal uma mulher africana ter acesso a um maior número possível de informação relevante? É sempre melhor uma mulher tomar decisões informadas do que tomar decisões com informação parcial. Sendo assim, porque é que os aborcionistas da PP não gostam que informação seja colocada à disposição das mulheres antes delas matarem os seus filhos?
A resposta é clara: os aborcionistas não são a favor da livre disseminação de informação porque quanto mais informação nós temos, mais difícil fica de justificar a matança de bebés inocentes. Os aborcionistas sabem disso, e por isso é que se insurgem com os grupos que lutam para que as mulheres saibam o horror que é o aborto.
