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domingo, 7 de abril de 2013

Feministas são piores que os Nazis


 
Eu já disse isto. Vou voltar a dizer. E cada vez que isto é dito, mais pessoas reconhecem a veracidade desta declaração. Chamar "feminazi" a uma feminista é um insulto para o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães:
Legisladores da Flórida que se encontram a considerar um projecto de lei que exige aos aborcionistas que forneçam tratamento médico aos bebés que sobrevivem a um aborto ficaram chocados durante o comité de audição desta semana quando uma oficial da Planned Parenthood [organização americana responsável pela matança de milhões de bebés] deu o seu apoio ao "direito de um aborto pós-natal." Alisa LaPolt Snow . .  testemunhou afirmando que a sua organização defende que a decisão de matar o bebé que sobrevive um aborto falhado cabe à mulher que buscou o aborto, e ao médico aborcionista.

"Se um bebé nasce devido ao fracasso do procedimento de aborto, o que é que a Planned Parenthood quer que se faça ao bebé que luta para sobreviver?”

"Nós acreditamos que essa  decisão deve ser deixada à mulher, à família, e ao médico," afirmou Alisa Snow (lobista da Planned Parenthood)
Para quem ainda tem dúvidas do que é a "igualdade" que as feministas têm em mente, o que esta notícia revela exemplifica-o de forma bem gráfica (e assassina). Isto é o que as feministas querem dizer com a "igualdade": protecção legal para as mulheres das consequências de TODAS as suas acções. Isto inclui a possibilidade da mulher violar qualquer contracto sempre que ela quiser, roubar a quem quer que ela queira, e matar os mais inocentes sem que oiça um sopro de protesto que lhe deixe de alguma forma pouco à vontade.

As feministas são comparativamente piores que os Nazis. Elas são comprovadamente piores que os Fascistas e os Comunistas. A sua ideologia insana tem uma contagem de corpos (assassinados) mais elevada que qualquer destas 3 ideologias malignas, e tem consequências mais dispendiosas e uma sustentabilidade social inferior.

A civilização sempre dependeu do esforço conjunto de homens e mulheres para controlar os aspectos mais sombrios e caóticos da natureza feminina. As mulheres são mais importantes para a sustentabilidade da sociedade, e é por isso que uma sociedade pode sobreviver com o mau comportamento dos machos jovens mas não consegue sobreviver ao mau comportamento das fêmeas jovens.

A sociedade islâmica é um exemplo do fardo civilizacional a ser carregado exclusivamente pelos homens. Não é ideial (muito longe disso) mas segundo as observações, é preferível, e claramente mais sustentável, que o estado caótico em que se encontra a sociedade Ocidental (sob o domínio do feminismo).

Segundo aquilo que já apurei, a sociedade Victoriana parece ser aquela que mais se aproximou do estado onde o fardo civilizacional dependia quase todo da autoridade feminina. Mesmo esse sistema é vastamente superior e mais funcional do que o sistema feminista.

Mas agora, tanto homens como mulheres lavaram as suas mãos e excluíram-se de suportar o fardo civilizacional e devido a isso começamos a ver agora os resultados da hipergamia feminina e solipsismo feminino.

Não existem limites. Essa é a chave. Melhor, não existem limites INTERNOS às exigências feministas, e, perante a ausência de limites externos sobre elas, não existem limites. O conceito dos "direitos das mulheres" requer nada menos que o sacrifício de todos os outros direitos que a civilização Ocidental alguma vez obteve, mesmo o mais importante de todos, o direito à vida. Só as pessoas mais sub-civilizacionais, niilistas, e de visão limitada podem apoiar o feminismo.

Isto não é uma observação teórica e muito menos "ódio às mulheres". Isto nada mais é que "prestar atenção" ao colapso social, e saber as suas causas.

* * * * * * *
Algumas causas:

1. Feministas não se reproduzem
2. Feministas aumentam a insegurança social
3. Feminismo fragiliza a mulher
4. Estilo de vida feminista acarreta consequências graves para as mulheres
5. Feminismo destrói o futuro académico dos mais jovens
6. Feminismo destrói os casamentos

 . . . etc, etc..

Feminismo ou civilização Ocidental. Ou uma ou outra.

sábado, 3 de dezembro de 2011

A morte saiu à rua

Durante a 2ª Guerra Mundial a nacional-socialista alemã criou um grupo assassino cujas funções incluíam o extermínio de pessoas tidas como racialmente inferiores ou inimigos políticos.

Esse grupo, conhecido como Einsatzgruppen (neste contexto, "unidades móveis de matança") era composto primariamente por membros da SS e por policiais.

Na foto do lado vêmos um Judeu à beira de ser morto por membros da Einsatzgruppen. À frente vêem-se membros familiares já assassinados, e do lado esquerdo vêmos alemães étnicos que colaboraram com esta equipa de matança.

Entre as pessoas a exterminar não só se incluíam Judeus, mas também ciganos e oficiais do estado soviético. Paralelamente, o Einsatzgruppen assassinou centenas de pessoas mantidas em instituições que albergavam doentes mentais ou deficientes físicos.

A Holanda, um dos países mais estupidamente esquerdistas da Europa, resolve mostrar que o espírito do Einsatzgruppen ainda vive.

O grupo holandês defensor da eutanásia, “The Right To Die” (NVVE), está a preparar um plano onde "equipas móveis de médicos e enfermeiras . . . . podem ajudar as pessoas a morrer nas suas casas", notificou a DutchNews.nl.

A 30 de Novembro último a ministra da saúde Edith Schippers disse aos MPs que a proposta da porta-voz grupo NVVE Walburg de Jong no sentido de criar unidades móveis "para os pacientes cujo estado cumpra o critério para a eutanásia mas cujos doutores não estejam dispostos a levar a cabo" é digna de consideração.

Em resposta à uma pergunta feita pelo partido ChristenUnie durante a discussão das leis da eutanásia, a ministra disse:

Se os pacientes acharem que é desejável, os doutores podem referenciá-lo ou referencia-la a uma equipa móvel ou clínica.
Sem surpresa alguma, na Holanda os números em torno da eutanásia continuam a aumentar de modo consistente (subida de 19% de mortes em 2010 com 3,136).

Também sem surpresa alguma, a NVVE visa aumentar a lista de pessoas susceptíveis a serem mortas. Em 2010 este grupo alegou que as pessoas com demências ou problemas psiquiátricos crónicos não estavam a ser bem "assistidos" pelos grupos que levam a cabo a eutanásia, e como tal sugeriu medidas que visam expandir os critérios que podem levar uma pessoa a ser sujeita a uma eutanásia.

A directora do NVVE, Petra de Jong, afirmou numa entrevista que, numa altura em que 80% dos hospitais e 204 dos hospícios holandeses "oferecem" a eutanásia, os pacientes mentalmente doentes estão a ser "deixados de lado".

Actualmente, a eutanásia na Holanda só é tecnicamente legal quando o paciente está de mente sã e capaz de expressar consistentemente o desejo de morrer. Mal a demência se instale, é legalmente demasiado tarde.

No entanto, um caso recente duma mulher de 64 anos (com Alzheimer) que foi vítima duma eutanásia ganhou publicidade na praça pública ao ser reportado como a "primeira" no país. Antes de começar a sofrer de demência, a mulher, uma defensora da eutanásia de longa data, alegadamente deixou um bilhete a expressar o seu desejo da eutanásia.

Stephen Drake, analista-pesquisador dos direitos dos desabilitados, escrevendo um comentário (com o nome de "Not Dead Yet" - "Ainda Não Estão Mortos") à proposta das equipas móveis de eutanásia , disse:

Quando se fica a saber que o governo, ou os profissionais médicos ou alguma organização privada tem planos para expandir os limites de abrangência das leis da eutanásia, isso já não é novidade.

Afinal de contas, a tendência consistente tem sido a de se aumentar a prática da eutanásia ao se aumentarem os critérios que tornam uma pessoa "qualificada".

Os comentários de Drake dirigem-se não só à proposta das "equipas móveis" que irão levar a cabo eutanásias em pessoas com deficiências, mas também ao viés presente nos órgãos de informação quando estes "reportam" a eutanásia, o "suicídio" assistido e à desinformação que existe em torno do assunto.
Não é anormal os repórteres disseminarem artigos em torno do suicídio assistido e da eutanásia na Holanda que são factualmente errados - às vezes de forma rudimentar.

A Associated Press, apesar do seu código de ética jornalística que alega seguir, é um dos maiores infractores.

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Onde terminará este aumento sistemático da lista de pessoas cuja vida não tem o mesmo valor que as demais? Será que algum dia terminará?

A Holanda demonstra de forma cabal o caminho que uma sociedade segue mal legaliza o esquartejamento de bebés intra-uterinos.

A legalização da eutanásia não é algo que ocorreu no vazio mas sim uma práctica que surgiu numa cultura que havia já retirado a humanidade dos seres humanos que se encontram no útero.

Se isto aconteceu na Holanda, certamente que irá acontecer em Portugal.



domingo, 1 de maio de 2011

Tempos Modernos


«Os países civilizados condenaram médicos alemães em Nuremberga por terem feito abortos. Na altura isso foi considerado um crime contra a Humanidade. (Julgamento de Nuremberga, USGPO, Vol. IV, p.610).»  
Slogan: os outros países


Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores


domingo, 10 de abril de 2011

Nacional-Socialismo Português


«Porque podem uns seres humanos matar outros? Será que um ser humano é tanto mais pessoa quanto mais perfeito for? Quem não vê é menos pessoa que quem vê? Quem não ouve tem menos direito à vida do que quem ouve? Se assim é, porque será que os defensores do aborto não explicam esta teoria? E se assim não é, se o deficiente e o perfeito têm igual direito à vida, porque pode o bebé deficiente ser abortado e o normal não? E se todos podem ser abortados por igual, porque se trás a questão das deficiências à discussão? E se podem ser abortados por igual, porque existem prazos de aborto diferentes? Será que a personalização dos deficientes é mais lenta que a dos bebés normais?
(...)
Uma mulher que aborta por ser pobre não vai ficar rica depois do aborto. O problema da mulher é a sua pobreza e não a sua gravidez. A falta de dinheiro resolve-se com dinheiro: não se resolve com morte. Dizer que o aborto por razões económicas tem de ser legal, é dizer que os filhos dos pobres ficam pessoas mais tarde que os filhos dos ricos.»  Elimine-se pobres e deficientes, a la nazi
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1. Em Portugal, o aborto é legal até às 24 semanas em caso de deficiência do bebé.  A realidade do que é um bebé com seis meses de gestação assassinado é esta:



2. Em Portugal, o aborto por vontade da mulher é defendido com argumentos como "já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto".  Parte-se do princípio, generalizado em qualquer revolução socialista / comunista, que a pobreza se resolve matando:

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