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sábado, 5 de janeiro de 2013

Artigo científico defende como moralmente aceitável a morte de um recém-nascido

Um artigo publicado na última semana de Fevereiro pelo Journal of Medical Ethics defende que deveria ser permitido matar um recém-nascido nos casos em que a legislação também permite o aborto. A polémica segue em crescendo. A autora do texto já recebeu ameaças de morte.

O artigo em causa (clique aqui para a versão html , ou aqui para descarregar uma versão pdf, ambas em inglês), aceite por aquela publicação científica ligada ao British Medical Journal intitula-se “After-birth abortion: why should the baby live?”, que se poderia traduzir como “Aborto pós-parto: por que deve o bebé viver?”. É assinado por Francesca Minerva, formada em Filosofia pela Universidade de Pisa (Itália) com uma dissertação sobre Bioética, que se doutorou há dois anos em Bolonha e é uma investigadora associada da Universidade de Oxford, em Inglaterra. 

A sua polémica tese é a de que o “aborto pós-nascimento” (matar um recém-nascido”) deve ser permitido em todos aqueles casos em que o aborto também é, incluindo nas situações em que o recém-nascido não é portador de deficiência”.

Esta ideia – entendida pelos leitores mais críticos do artigo como um apelo à legalização do infanticídio – é a conclusão de um debate moral que a autora, em conjunto com outro investigador que co-assina o artigo – Alberto Giubilini –, tentam fazer partindo de três princípios: 1) “o feto e um recém-nascido não têm o mesmo estatuto moral das pessoas”; 2) “é moralmente irrelevante o facto de feto e recém-nascido serem pessoas em potência”; 3) “a adopção nem sempre é no melhor interesse das pessoas”.

Os autores sustentam, assim, que matar um bebé nos primeiros dias não é muito diferente de fazer um aborto, concluindo (ao contrário dos movimentos pró-vida) que desse modo seria moralmente legítimo ou deveria ser aceite que se matasse um recém-nascido, mesmo que este seja saudável, desde que a mãe declare que não pode tomar conta dele.

Face à polémica que se gerou em torno desta leitura, o editor do jornal veio a público defender a publicação do texto, com o argumento de que a função do jornal é a de apresentar argumentos bem sustentados e não a de promover uma ou outra corrente de opinião. Porém, outros cientistas e pares de Francesca Minerva qualificam a tese do artigo como a “defesa desumana da destruição de crianças”.

Como editor, quero defender a publicação deste artigo”, afirma Julian Savulescu, num texto que pode ser consultado online. “Os argumentos apresentados não são, na maioria, novos e têm sido repetidamente apresentados pela literatura científica por alguns dos mais eminentes filósofos e peritos em bioética do mundo, incluindo Peter Singer, Michael Tooley e John Harris, em defesa do infanticídio, que estes autores denominam como aborto pós-nascimento”, escreve Savulesco.

As reacções viscerais ao artigo incluem ameaças de morte endereçadas à autora, que admitiu que os dias seguintes à publicação e divulgação do artigo foram “os piores” da sua vida. Entre as mensagens que lhe foram enviadas, há quem lhe deseja que “arda no inferno”.

O que é mais perturbador não são os argumentos deste artigo, nem a sua publicação num jornal sobre ética. O que perturba é a resposta hostil, abusiva e ameaçadora que desencadeou. Mais do que nunca a discussão académica e a liberdade de debate estão sob ameaça de fanáticos que se opõem aos valores de uma sociedade livre”, sublinha o editor.

O artigo afirma que, tal como uma criança por nascer, um recém-nascido ainda não desenvolveu esperanças, objectivos e sonhos e, por essa razão, apesar de constituir um ser humano, não é ainda uma pessoa – ou alguém com o direito moral à vida. Pelo contrário, os pais, os irmãos e a sociedade têm metas e planos que podem ser condicionados pela chegada de uma criança e os seus interesses devem vir primeiro.

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Por acaso, o mais perturbador é mesmo a proposta de legalizar a matança de bebés para casos em que "a mãe não pode tomar conta dele".

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sucção esterilizadora


Tradução de artigo publicado no site LifeNews.com em 17/09/12.

Nota do tradutor: É bom que seja dito claramente: este é o tal aborto seguro, das clínicas legalizadas, pelos quais as feministas tanto clamam.

Uma clínica da Planned Parenthood em Birmingham, Alabama, está sendo processada por negligência por causa de um aborto mal feito que deixou uma mulher incapacitada de ter filhos.

Roberta Clark deu entrada na Birmingham Planned Parenthood, em 20 de Agosto de 2010, para o que ela pensou que seria um aborto de primeiro trimestre rotineiro. Um exame de ultrassom, que foi conduzido por um funcionário destreinado e não-licenciado, indicou que Clark estava com 8 semanas e 4 dias de gravidez intrauterina, mesmo tendo sido descoberto depois que ela não estava nem grávida.

O aborteiro Aquadon Emmanuel Umoren, baseado na Califórnia, que tem contrato para praticar o aborto na clínica da Planned Parenthood supracitada e em outra clínica em Huntsville, estava de serviço daquela vez. Foi reportado que ele conduziu um exame pélvico que ele disse concordar com o diagnóstico de 8 semanas e 4 dias.

Clark recebeu um aborto por sucção (n.t.: respeitei o texto original, mas sustento que ela não “recebeu”, mas “praticou”), após o qual ela continuou reclamando de náuseas, vômito e dor pélvica. O relatório da patolologia que indicou não ter sido encontrada nenhuma parte de feto na amostra de tecido analisada no mesmo dia. Clark não foi informada disso e nem existe registro de ela ter recebido qualquer acompanhamento de Umoren ou da Planned Parenthood.

Vinte e cinco dias depois, Clark estava em um hospital em Birmingham sofrendo uma cirurgia de emergência para salvar sua vida. O doutor removeu sua trompa rompida, contendo um feto de 13 semanas e placenta.

Umoren está sendo acusado de falsificar registros médicos e negligentemente falhar em diagnosticar a gravidez tubária da paciente.

Umoren foi incompetente a ponto de seu exame manual falhar em determinar que a paciente não tinha gravidez intrauterina, ou ele mentiu no prontuário de Clark. Isso a colocou em situação de risco de morte. Ela teve sorte de sobreviver”, disse Troy Newman, presidente da Operation Rescue and Pro-Life Nation. “Nós não toleramos este tipo de charlatanismo em nenhuma outra disciplina médica e não toleraremos quando se tratar de aborto. Umoren deveria ter sua licença revogada e a Planned Parenthood em Birmingham deveria ser fechada.

Este caso revela o perigo dessas clínicas abortistas que não fornecem um cuidado continuado. Esta prática coloca as mulheres em risco e não deveria ser permitida”, diz Newman. “Nós pretendemos preencher queixas contra os abortistas e a Planned Parenthood por essa enorme violação do cuidado básico.

Newman disse à LifeNews que, além de estar em estágio probatório à época do incidente, uma inspeção sanitária conduzida alguns meses depois indicou que a Planned Parenthood tinha múltiplas deficiências incluindo sistema de controle de registros de baixa qualidade e falhava em dar instruções aos pacientes que recebiam alta.

A Planned Parenthood tem problemas assim por todo o país. Em Julho, uma clínica deles em Chicago matou Tonya Reaves durante um aborto de segundo trimestre mal executado. Nós temos documentadas dúzias de emergências médicas nas clínicas da Planned Parenthood ao redor do país nos últimos 20 meses – e esses são os que chegamos a tomar conhecimento”, contou Newman.Está na hora da Administração do Obama parar de proteger esta doadora de campanhas e começar a proteger as mulheres dos abortos mal-feitos das clínicas Planned Parenthood.

Os detalhes desse aborto mal feito (da paciente Clark)  seguem os da morte de Tonya Reaves na clínica da Planned Parenthood de Chicago de um aborto que ela fez lá.
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sábado, 3 de dezembro de 2011

Órgãos de informação ignoram ligação entre fazer um aborto e contrair cancro da mama

Seria de pensar que, quando os pesquisadores da "Johns Hopkins School of Public Health" e a "University of Pennsylvania" determinaram que um "procedimento" quase que TRIPLICA o risco da mulher contrair cancro da mama, isso seria algo amplamente reportado pelos órgãos de informação.

Mas isso não acontece quando esse tal "procedimento" é o aborto.

Como a LifeNews reportou, um estudo revisto por pares mostrou que levar a cabo um aborto quase que triplica o risco de se contrair cancro da mama. Isto significa que 54 em 67 estudos epidemiológicos demonstram uma ligação entre o aborto e o cancro da mama.

Claro que este não é o primeiro estudo ignorado pelos média. Numerosos outros estudos demonstraram de forma cabal que o aborto, para além de terminar com uma vida inocente, prejudica as mulheres - tanto fisicamente como psicologicamente.

Por exemplo, um outro estudo levado a cabo por um pesquisador pró-aborto demonstrou que o risco de suicídio é 3 vezes mais alto entre mulheres que fizeram um aborto.[1]

Semelhantemente, outro estudo revisto por pares demonstrou que as mulheres cuja primeira gravidez terminou em aborto, em oposição às mulheres cuja primeira gravidez terminou em nascimento, eram 65% mais susceptíveis de serem classificadas como alguém no nível "Alto Risco" numa escala clínica em torno da depressão.[2]

Obviamente, a experiência já nos ensinou a não nos surpreendermos com a posição pró-aborto dos órgãos de informação. Mas a falta de genuína informação por parte de órgãos de informação "fiáveis" torna imperativo providenciar às mulheres tal informação.

Temos de informar o público de forma contínua que o aborto prejudica as mulheres, para além de matar uma criança. Esta posição não se baseia só em Textos Bíblicos, mas também nos mais rigorosos estudos médicos, muitos deles levados a cabo por entidades que suportam o aborto.

Quanto mais as pessoas se mentalizarem que o aborto é fisicamente destrutivo, mais difícil fica para os aborcionistas classificar o aborto como "cuidados médicos" ou "cuidados de saúde".

[1] D.M. Fergusson et al., Abortion in young women and subsequent mental health, J. Child Psychology & Psychiatry 47:16 (2006).

2 J.R. Cougle et al., Depression associated with abortion and childbirth: A long-term analysis of the NLSY cohort, Med. Sci. Monitor 9(4):CR157 (2003).

Fonte

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pílula contraceptiva afecta memória das mulheres

A maneira como a informação é «arquivada» na memória é condicionada pelas alterações hormonais provocadas pelos contraceptivos orais.

As mulheres que os tomam regularmente recordam, de um mesmo incidente, aspectos diferentes daqueles que são lembrados pelas mulheres que não tomam a pílula.

As primeiras tendem a recordar com mais intensidade o impacto emocional de um acontecimento, enquanto as segundas lembram-se de mais pormenores objectivos.

É a conclusão de um estudo realizado na Universidade da Califórnia. Os investigadores afirmam que a explicação está na redução das hormonas estrogénio e progesterona, induzida pela pílula. Estas hormonas interferem com a actividade do lado esquerdo do cérebro afectando, assim, a capacidade de memorizar de forma lógica.

Não se trata de um défice na capacidade de memorizar, mas uma alteração no tipo de informação memorizada.

Os investigadores alertam ainda para a necessidade de estudar mais a fundo o impacto dos contraceptivos orais a nível cognitivo, tendo em conta que mais de 100 milhões de mulheres a tomam todos os dias.

-Fonte-

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