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domingo, 3 de julho de 2011

Militante ateu PZ Myers sobre o aborto

Outro militante ateu que nos dá a sua opinião nacional-socialista do que é um ser humano.
“Eu já retirei bocados de cérebro de dentro de baldes. Já contei dentritos [ramificações da célula nervosa] em fatias cortadas de cérebros de bebés mortos. Queres que eu recue [da posição pró-aborto] ao tentar inspirar a repulsa em mim com fotos de bebés mortos?

Olho para elas firmemente e só vejo carne. E a carne não me assusta.”

Paul Z. Myers, professor de Biologia e militante ateu nas horas vagas
Palavras para quê? A maldade que vai na alma deste homem é notória. Segundo o militante ateu PZ Myers, a foto em baixo é "só carne".

São pessoas com esta mentalidade doentia que não só lutam contra o "mal" do Cristianismo, como também almejam ter controle *total* da sociedade de modo a poder ditar aos filhos dos outros o que *eles* acham ser o melhor comportamento sexual.
Vêr também: - Neo-Ateísmo e o Respeito pela Vida

Definição de Ser Humano, segundo Ricardo Silvestre

Artigo disponível no blogue contra o ateísmo militante português. ( Clicar )

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Viva a dissolução da sanidade

Foi com estas palavras eugénicas que um dos aborcionistas do blogue "Sim no Referendo" se congratulou: Reparem no marxismo cultural presente nas palavras "o princípio da dissolução dos costumes". Aparentemente o aborto em si nunca teve nada a ver com a "saúde" da mulher, mas sim foi mais um passo para a "dissolução dos costumes".

Esta gentalha acha mesmo que matar bebés como forma de destruir o Cristianismo é um acto louvável. Josef Mengele estaria orgulhoso.


Eis o que um blogueiro escreveu:
Lendo o que se escreve pelos blogues mais relevantes constata-se, sem dúvidas, que afinal não estava em causa a penalização das mulheres. O que se escreveu sobre elas? Pois, o importante era impor à Igreja Católica uma grande derrota (Causa Nossa), promover a dissolução dos costumes (Arrastão), permitir que alguns deixassem de ter pesadelos à noite, dissipando aúreas obscurantistas, dar uma vitória ao Estado Secular (Sim no Referendo), uma vitória à laicidade (Bichos Carpinteiros). No fundo, o povo achincalhou a Igreja Católica (Diário Ateísta) e outras tretas que tais.

Bem me parecia, quando escrevi este artigo, que a questão estava longe de ser uma mera aderência à realidade, mas antes uma cruzada do realismo pós-moderno. Nada como a euforia da vitória para repor a verdade e virem à tona as reais motivações.

Rodrigo Adão da Fonseca

Como diz o Rodrigo, e muito bem, a questão nunca foi o "sofrimento das mulheres" mas sim uma luta contra o Cristianismo.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Mentindo para o avanço da "revolução"

Encontrei estas palavras no blog do Júlio Severo e acho bem relevante (enfase adicionado):
O Dr. Bernard Nathanson, médico judeu que se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto, confessou acerca da propaganda antes da legalização do aborto nos EUA:
Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em consequência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [1]
Quão sintomático isto é da condição do ser humano. Toda o ser humano está ciente da existência de Deus, mas como isso é algo que envolve algumas mudanças de vida, esse facto [a existência de Deus] é suprimido. As evidências são seguidamente"racionalizadas" de forma a ter como resultado apenas e só o ateísmo. Depois, sabendo qual é a verdade, ele anuncia aos demais aquilo que ele sabe ser mentira.

Reparem que o aborcionista claramente afirma que, sabendo qual era a verdade, o mesmo suprimiu o conhecimento da mesma como forma de avançar com a "revolução". Porquê? Porque os fins justificam os meios, aparentemente. Que se lixe a verdade!

Por isso é que é importante nós como cristãos termos em mente uma coisa muito importante: quando falamos sobre Deus com um militante ateu, não estamos a falar com alguém que genuinamente "não sabe" que Deus É Real, mas sim com alguém que sabe que Deus existe, mas que tenta de muitas formas (incluindo a mentira, como se vê no exemplo de cima) racionalizar as evidências dentro do seu humanismo secular.

Semelhantemente, quando falamos com um aborcionista, nós falamos com alguém que SABE que o que está dentro do ventre é um ser humano e não "um amontado de células", como ouvi um aborcionista dizer.

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