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segunda-feira, 26 de março de 2012

Infanticídio livre ou aborto proibido. Não há outra opção.


«  O ponto fundamental – o aborto é aceitável se e só se o infanticídio também o for –, (...) ilustra por que chegam os diversos autores a conclusões diversas: os que partem da aceitabilidade do aborto vêem-se obrigados a aceitar o infanticídio; os que partem da inaceitabilidade do infanticídio, vêem-se obrigados a rejeitar o aborto.

(...)

A maioria das pessoas, aparentemente, não leva nada disto a sério. O aborto é uma questão que se discute superficialmente, com slogans – O corpo é da mulher, O aborto é uma questão de consciência, Legalizar o aborto acaba com o aborto clandestino, etc.–, e fica-se com a ideia que os trabalhos académicos do tipo descrito acima são especulações ociosas de pessoas completamente desclassificadas. Mas, pergunta-se, como pode alguém pensar que são desclassificados professores das maiores universidades do mundo e investigadores altamente prestigiados entre os seus colegas?

Se grandes vultos da filosofia estão de acordo em que não é possível distinguir o recém-nascido do bebé dentro do útero, é melhor levar o aviso a sério e perceber que no aborto se joga o infanticídio. E se este tipo de considerações não ajuda as pessoas a perceber o problema, ao menos que a realidade as convença.

Em 1986, dez anos depois do aparecimento do livro de Baruch Brody, a sentença Bowen vs American Hospital Association determinou que, havendo acordo dos pais, os hospitais podem negar cuidados médicos a qualquer criança que nasça com atraso mental ou com uma outra qualquer deficiência. Isto é válido mesmo quando o objectivo desta falta de assistência é causar a morte do bebé. Para o efeito, alimentar o bebé é considerado tratamento médico, pelo que pode ser negado.

O infanticídio ficou assim legalizado em certos casos particulares, embora a redacção seja tão vaga que abre a porta a qualquer caso. A sentença Roe vs Wade, ao colocar a linha de morte no nascimento, era indefensável – tal como os filósofos tinham dito – e, portanto, acabou por cair… para o pior lado.

Mas os filósofos disseram também que tanto as dez semanas do compromisso parlamentar como as doze semanas da JS são indefensáveis. A lei acabará por cair para um lado ou para o outro.

Porquê, então, aprová-la? Porque se aprova uma lei indefensável? Não será melhor começar por estudar o problema seriamente?

A  aproximação directa à lei que acabará por liberalizar o infanticídio a pedido, em todos os casos e sem nenhuma razão especial, já começou a ser feita (...) A questão de onde tudo parte é esta: o que é abortar? Concretamente, se um bebé de 8 ou 9 meses estiver a espernear e esbracejar à frente de todos, mas ainda tiver a cabeça dentro da mãe, matá-lo nesta altura é aborto ou infanticídio? 

O presidente dos Estados Unidos decidiu que era aborto e, portanto, este tipo de mortes é legitimo e aplica-se o Roe vs Wade. Pode-se matar nestas circunstâncias sempre que exista “qualquer factor físico, emocional, psicológico, familiar ou de idade, que seja relevante para o bem-estar da mulher”.

Qualquer pessoa percebe que o passo seguinte é matar o bebé quando já está cá fora mas ainda não lhe cortaram o cordão. E a festa seguirá até sabe-se lá onde.

É preciso notar que estas coisas não acontecem pelo facto de, alegadamente, os Estado Unidos da América serem um país de loucos. Isto acontece pelas razões teóricas identificadas pelas pessoas que estudaram o assunto. Não há possibilidade de distinguir o nascido do não-nascido. »


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Recordando:

O caso do bebé Joseph:
" O dito hospital considerava que a alimentação artificial de que o bebé necessita era um tratamento "fútil", considerando que a esperança de vida da criança é curta e que ela não sobrevive sem alimentação. 
O "plano" destes facínoras consistia em deixar morrer o bebé Joseph à fome, negando-lhe a alimentação artificial. "
Via Blogue Espectadores

domingo, 28 de agosto de 2011

Linda Gibbons, Prisioneira Política

Linda Gibbons já esteve 7 anos, não consecutivos, na prisão.Crime: rezar em frente a clínicas de aborto.


[ FONTE ]

Tradução a partir do site LifeSiteNews;

Linda Gibbons, avó de quatro netos, tem sido feita prisioneira política do governo canadiano ao longo dos anos.

O seu crime?

Oferece ajuda a mulheres, às portas das clínicas de aborto em Toronto. Pacífica e cordialmente tenta aconselhar grávidas angustiadas, oferecendo-lhes uma última oportunidade de se pouparem à dor de um aborto e de salvarem a vida dos seus bebés. Linda defende que a ordem judicial de proibição do aconselhamento em redor das clínicas de aborto é injusta, e portanto moralmente inválida. Ela acredita ser seu dever "salvar aqueles que são levados para a matança."

Solidária com as crianças no útero que não podem falar para se defender a si mesmas, Linda não se defende a si própria e permanece em completo silêncio quando é levada a tribunal. Ela também jejua e reza por vários dias antes de qualquer julgamento. Linda tem sido mudada frequentemente de uma prisão para outra. 




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Lembro que em Portugal também temos pessoas que sugerem medidas policiais contra aqueles que rezam e abordam grávidas em frente a uma clínica da morte, em Lisboa.

Como refere a primeira fonte citada, com o pretexto de se acabar com a humilhação das mulheres sujeitas a julgamentos supostamente injustos ( por matarem os seus filhos); legaliza-se o aborto e perseguem-se mulheres indefesas que se atrevam a rezar ou aconselhar mães a não matar as suas crianças.


A abortofilia, no seu esplendor:

... condenem à prisão as mulheres contra o aborto!






É injusto julgar e prender mulheres por crime de aborto...



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