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sábado, 13 de agosto de 2011

Grupo das Nações Unidas quer tornar o aborto um "direito humano" para crianças a partir dos 10 anos de idade

Ficamos a saber a partir da CNSNews.com que a Y-PEER, uma iniciativa juvenil pertencente à "United Nations Population Fund (UNFPA)" apelou para que o aborto e a contracepção se tornem num "direito humano internacional" para crianças com idades que podem chegar aos 10 anos.

O mesmo grupo (afiliado à ONU) emitiu um comunicado em favor do que os analistas da ONU qualificam como um apelo à descriminalização da prostituição e do uso de drogas. Para além disso, essa organização espera que haja confidencialidade nos "serviços de saúde" (aborto) fornecido aos jovens.

O documento "Joint Youth Statement on the Sexual and Reproductive Health and Rights of Young People” foi anunciando em preparação para a conferência de jovens das Nações Unidas.

O documento declara:

De modo a reconhecer na plenitude os direitos sexuais e reprodutivos dos jovens, especialmente o direito à escolha [de matar o bebé que se encontra o útero materno], temos que atingir o acesso universal a serviços médicos sexuais e reprodutivos seguros e amigos dos jovens.
As palavras "serviços médicos reprodutivos" significa aborto, algo que o documento mais à frente demonstra.

Lembrem-se deste tipo de "projectos" da próxima vez que algum esquerdista cantar louvores à ONU.

Para estes assassinos, disponibilizar serviços e recursos para matar bebés é um "serviço médico" e um "direito humano". A tragédia disto é que o maior e genuíno direito humano que nós podemos ter , isto é, o direito à vida, é ignorado por estes senhores.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

"Meu corpo, minha escolha"

Fonte: Contacto do Facebook.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Cultura da Morte

-Estás grávida? Tens o direito de matar a criança, antes que ela nasça.
-Estás doente e a sofrer? Tens o direito de pedir que te matem.
-Tens um familiar irreversivelmente doente, incapacitado e sem comunicar? Tens o direito de pedir que o  matem.

A realidade do aborto, da eutanásia e da eugenia, sempre defendidos como direitos humanos e em nome da liberdade e felicidade humana, é muito concreta. Ela fundamenta-se na relativização do valor da vida, na ideia de que é melhor morrer, do que viver doente, infeliz, pobre ou em sofrimento.

Vejamos o caso desta senhora que desenvolveu um cancro durante a gravidez. Segundo a cultura da morte que vigora, ela poderia e deveria resolver o problema imediatamente, tentando salvar-se e matando a criança em gestação. Mas ela recusou e submeteu-se a um tratamento que se revelou eficaz e permitiu curar-se e dar à luz a sua filha. Temos aqui um exemplo de cultura da vida. Aquela que desenvolve a medicina: tenta-se sempre salvar as vidas em perigo.

Na cultura de morte não se tenta encontrar soluções para proteger a vida. Cura-se a dor de cabeça com um tiro na testa. A apologia da barbárie e da selvajaria impede os avanços científicos e médicos.

Se é legítmo matar a criança quando a mulher grávida está doente, será isso que se vai generalizar e não a procura por um método que possa resolver o problema, possibilitando às mulheres grávidas com cancro o nascimento dos filhos.O mesmo para os bebés deficientes, que neste mundo também são "legalmente" assassinados no útero das mães.

O direito à vida como absoluto é um limite que impõe um sentido de progresso à medicina, a favor das pessoas. A cultura da morte trata as pessoas como  gado descartável.


sábado, 9 de abril de 2011

Russia: a cultura da morte

A população da Rússia sofre alarmante declínio demográfico, após o reinado absoluto da “cultura da morte” no período soviético. Documento da prestigiada agência de qualificação financeira S&P prevê ruinosos problemas económicos para a Rússia em virtude do envelhecimento da população, noticiou a AFP.
“Segundo nossas previsões a população vai cair a 116 milhões em 2050, contra 140 milhões em 2010”, escreveu relatório da S&P. A queda será mais sensível na população activa, que vai descer de 72,1% da população total a 60,4%.

O relatório que só considera os aspectos económicos prevê um endividamento monstruoso do Estado russo pela explosão do número dos aposentados e anciãos sem família.

Nesse horizonte o Estado russo enfrentará o pior dos cenários económicos com dividas gigantescas e um crescimento económico que equivale a uma involução, empobrecimento e miserabilização da população.

Somente em 2010, a Rússia perdeu 241.000 habitantes.

É para horizontes inimaginados desse género que nos leva a “cultura da morte” drapeada com enganosos “Direitos Humanos”.


Esta "cultura da morte" inclui cerca de 200,000 abortos anuais. Como é possível que um país que observa a sua economia a degenerar-se devido à falta de substituição demográfica não tome medidas que fomentem a natalidade?

A cultura da morte está de tal maneira enraizada que este país prefere perder dinheiro do que promover valores familiares que olhem para a natalidade como algo a almejar.

(Fonte)

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