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domingo, 23 de outubro de 2011

Texas dificulta o aborto

O governador do Texas (Estados Unidos), Rick Perry, assinou o Projecto de Lei 15, que entra em vigor em Setembro e exige que uma mulher realize um ultra-som antes de decidir praticar um aborto.
«Toda a vida perdida por um aborto é uma tragédia que todos devemos procurar », disse Perry a 24 de Maio. Afirmou que com «esta importante lei se assegurará de que toda a mulher no Texas que procura realizar um aborto conhecerá todos os factores sobre a vida que transporta e entenderá o devastador impacto que tem esta decisão».
A lei estabelece que um médico deve realizar um ultra-som 24 horas antes de um aborto, excepto em casos de emergência médica, e mostrar a imagem à mãe, para que ela escute os batimentos do coração do feto.
Entretanto, a mulher pode optar por não ver a imagem ou escutar os batimentos do coração. Para isso deverá assinar uma declaração antes que se faça o ultra-som.
Também poderá negar-se a receber a explicação do ultra-som se a gravidez é resultado de um estupro ou incesto, se for uma menor de idade com permissão judicial para praticar o aborto ou se o feto tiver uma condição médica irreversível ou anormalidade.

Fonte

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mais uma imagem contra o aborto debaixo de críticas


Um quadro de avisos (contendo uma imagem parecida com o Obama) dirigida às mulheres negras de Chicago causou a raiva dos grupos defensores dos direitos das mulheres de Chicago.

Cerca de 20 placards declarando que "A cada 21 minutos o nosso possível líder é abortado" estão a ser colocados em vizinhanças predominantemente africanas em áreas onde Obama costumava viver.

O pastor do Texas responsável pela campanha "Life Always" disse que quer "encorajar reflexão" em torno da elevada taxa de aborto entre os afro-americanos. Stephen Broden, que é afro-americano, declarou ainda que:

Por demasiado tempo o flagelo do aborto tem estado escondido devido ao politicamente correcto. . . . Os interesses da esquerda liberal enganaram as nossas mulheres e fizeram-lhes acreditar que a resposta à pobreza é a morte dos seus próprios bebés.
Os aborcionistas da Planned Parenthood de Illinois declararam que os quadros de aviso são "um esforço ofensivo e condescendente para estigmatizar e envergonhar as afro-americanas ao mesmo tempo que tenta limitar a sua habilidade de tomar decisões médicas privadas e pessoais."

*Fonte*


A posição da Planned Parenthood (PP) é curiosa, especialmente no que toca à "estigmatização" da mulher africana. São eles que foram fundados por uma mulher (Margaret Sanger) que não só tinha em vista a eliminação das "ervas daninhas humanas", como também tinha fortes laços com os democratas do Ku Klux Klan. Ela é que considerava os negros como uma raça inferior que deveria ser removida. Ela iniciou o "Negro Project" cujo propósito era mesmo o de reduzir a população negra. Portanto, quem é que está a estigmatizar?

Como se isso não fosse suficiente, nos EUA as mulheres africanas estão desproporcionalmente representadas nos casos de aborto. Quem parece ter um apetite satânico pela morte dos bebés afro-americanos é a organização Planned Parenthood. A principal causa de morte entre os negros americanos é o aborto. E quem os fornece? A Planned Parenthood.

Além disso, se a questão é uma de "tomar decisões", qual é o mal uma mulher africana ter acesso a um maior número possível de informação relevante? É sempre melhor uma mulher tomar decisões informadas do que tomar decisões com informação parcial. Sendo assim, porque é que os aborcionistas da PP não gostam que informação seja colocada à disposição das mulheres antes delas matarem os seus filhos?

A resposta é clara: os aborcionistas não são a favor da livre disseminação de informação porque quanto mais informação nós temos, mais difícil fica de justificar a matança de bebés inocentes. Os aborcionistas sabem disso, e por isso é que se insurgem com os grupos que lutam para que as mulheres saibam o horror que é o aborto.

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