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domingo, 10 de abril de 2011

Nacional-Socialismo Português


«Porque podem uns seres humanos matar outros? Será que um ser humano é tanto mais pessoa quanto mais perfeito for? Quem não vê é menos pessoa que quem vê? Quem não ouve tem menos direito à vida do que quem ouve? Se assim é, porque será que os defensores do aborto não explicam esta teoria? E se assim não é, se o deficiente e o perfeito têm igual direito à vida, porque pode o bebé deficiente ser abortado e o normal não? E se todos podem ser abortados por igual, porque se trás a questão das deficiências à discussão? E se podem ser abortados por igual, porque existem prazos de aborto diferentes? Será que a personalização dos deficientes é mais lenta que a dos bebés normais?
(...)
Uma mulher que aborta por ser pobre não vai ficar rica depois do aborto. O problema da mulher é a sua pobreza e não a sua gravidez. A falta de dinheiro resolve-se com dinheiro: não se resolve com morte. Dizer que o aborto por razões económicas tem de ser legal, é dizer que os filhos dos pobres ficam pessoas mais tarde que os filhos dos ricos.»  Elimine-se pobres e deficientes, a la nazi
________________________________________________________________________________

1. Em Portugal, o aborto é legal até às 24 semanas em caso de deficiência do bebé.  A realidade do que é um bebé com seis meses de gestação assassinado é esta:



2. Em Portugal, o aborto por vontade da mulher é defendido com argumentos como "já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto".  Parte-se do princípio, generalizado em qualquer revolução socialista / comunista, que a pobreza se resolve matando:

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Casal aborta gémeos porque queria rapariga e não rapazes

"Seguro, legal e raro" disseram os esquerdistas. No entanto a legalização do aborto leva-nos a situações como esta:
Esta casal está tão desesperado por ter uma rapariga, que eles terminaram com a vida dos gémeos e agora lutam para terem a hipótese de escolher o sexo do seu próximo filho.

O casal, que tem 3 filhos e que ainda sofre por ter perdido a filha pouco depois dela ter nascido, planeia ir ao Tribunal Civil e Administrativo de Victoria de forma a poderem ganhar o direito de escolher o sexo através da FIV (fertilização in vitro)

Este casal está tão determinado em ter uma filha que recentemente terminou com a vida de gémeos concebidos através da FIV.

"Terminou" é a forma como os esquerdistas tentam esconder o horror do que se passou: dois seres humanos foram mortos pelos próprios pais apenas e só porque eram do sexo errado.

A ciência moderno permite-nos saber muitas coisas sobre as crianças mesmo antes delas nascerem. Agora nós podemos matá-las por serem rapazes e não raparigas. Dentro em breve vamos poder matá-las devido à cor dos olhos, ou por serem canhotas ou por terem um sinal no corpo.


O mal caminha só numa direcção: decadência e mais decadência. Nunca vamos chegar a uma dada altura da história da humanidade onde o mal "resolve" não progredir. O mal sempre caminha de forma a incrementar mais a sua influência. Se lhe damos uma mão, o mal quer o braço. Se lhe damos o braço, ele quer o tronco. Se lhe damos o tronco, ele quer todo o corpo. Se lhe damos o corpo, o mal vai querer o corpo das pessoas próximas de nós.

O mal tem uma sede insaciável de se expandir à custa do sofrimento humano.

Por isso é que o movimento infanticida (aborcionista) começa sempre por usar palavras como "direitos reprodutivos" e "saúde da mulher", e "e se a mulher foi violada? Deve dar a luz?!". Isto é apenas a forma do mal pedir a mão, para controlar o braço, depois o tronco, e depois o corpo todo.

O que a notícia mostra é a total desvalorização da vida humana criada à Imagem de Deus. Será que é legítimo matar uma pessoa apenas por ter o sexo "errado"? Se isto é assim, quanto tempo até se começar a matar bebés por terem a côr "errada"? Se matar uma pessoa pela côr da pele está errado, o que é que torna matar um ser humano por ser macho e não fêmea uma decisão certa?

Outra coisa que ressalva disto tudo é que muitos (a maioria?) usam o aborto como contraceptivo. Engravidam mas como o bebé choca com os seus planos, resolvem a via mais fácil (sim, FÁCIL): matar o bebé.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Manuel Pizarro: "Matamos bem, pá!"

“Do meu ponto de vista, é um motivo de satisfação e de orgulho, que eu quero partilhar com todos os profissionais do SNS e com todas as instituições, que o SNS, num período tão curto, tenha sido capaz de criar estruturas organizativas que permitem a todas as mulheres que optam pela interrupção voluntária da gravidez terem uma resposta dos serviços de saúde”, afirmou ontem Manuel Pizarro, o secretário de estado contra a Saúde.

(Fonte)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Segundo Vitalino Canas, o Aborto não é Problema Ético.

Esta declaração de Vitalino Canas, o socialista na altura porta-voz da Comissão Política do PS, revela bem que tipo de pessoas levaram a referendo e idealizaram a lei do aborto que vigora desde 2007. No site do parlamento, a biografia do deputado socialista descreve-o como formado em Direito ( com frequência de doutoramento) advogado, professor universitário, membro de governos, membro de múltiplas organizações empresariais e públicas e com várias obras publicadas. Cá vai a história do Vitalino, um rapaz de muito tino:

"Nesta questão [legalização do aborto] (...) estamos a tratar de uma questão de modernidade, estamos a tratar de uma questão de justiça, de mais justiça na nossa sociedade. Queremos fazer uma campanha baseada em argumentos de ciência e em argumentos racionais, não uma campanha baseada em argumentos de moral, de ética"

Analisando em pormenor:

-"Estamos a tratar de uma questão de modernidade"

O aborto como tendência de moda primavera-verão, portanto. A modernidade e sofisticação de matar inocentes e indefesos não é compatível com conservadorismo reaccionário ultrapassado.

-"Estamos a tratar de uma questão de justiça, de mais justiça na nossa sociedade"

Ah, a justiça! E então, como é que se discute justiça, se um determinado acto é justo ou não? Segundo o socialista Vitalino, com argumentos de ciência, racionais. E não com argumentos de moral e ética. Moral e ética estão "vitalinamente" excluídas da razão.

Não me lembro do PS apresentar um único argumento científico e racional durante a campanha. Por exemplo, o inventado prazo de 10 semanas nunca foi cientifica ou racionalmente justificado.O que acontece antes das 10 semanas, de tão diferente após esse limite, que valide legalizar o aborto até esse tempo gestação? Nada.

Cientificamente podemos ter acesso à descrição empírica do que é um feto que tenha até 10 semanas de vida. A actividade científica em si mesma é moralmente neutra. O doutor Mengele e o doutor Gentil Martins, cientificamente chegariam à mesma conclusão sobre o facto de uma mulher grávida ter no útero um ser humano em desenvolvimento.

Se o doutor Vitalino queria despenalizar, legalizar e subsidiar actos letais cometidos contra fetos até 10 semanas; obviamente que tal pretensão exigia ser racionamente justificada com argumentos morais e éticos. Cientificamente descreve-se; eticamente pensam-se os deveres morais que temos relativamente à realidade descrita.

Um feto que foi gerado por dois humanos é um ser humano. Isto é facto científico.
Não é lícito matar um ser humano indefeso e inocente. Isto é um valor ético elementar.

É importante não esquecer quais as tácticas utilizadas para mascarar isto em 2007, por publicitários da banha da cobra como Vitalino Canas. O socialista que tem o exótico cargo de Provedor da Ética e do Trabalho Temporário. É um bom título. O rótulo "da Ética" prestigia. Em questões de vida e morte é que já não interessa falar muito nisso. O que importou foi a VONTADE de legalizar o aborto. A qual o espertalhão Vitalino classificou perante os microfones como "ciência e razão".

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cancioneiro Abortista

"Já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto? "

Fernanda Câncio, durante a campanha pela legalização e financiamento estatal da matança de bebés portugueses.

Que miséria ele ter nascido, só porque não houve dinheiro para o matar...



Editado: Para confirmar a citação clicar no link e procurar o último texto dessa página.

A Festa da Morte

Em 2007...

"Houve uma alegria incontida na sala do Altis (...) Às 20 horas, soltaram-se enfim as gargantas (...) aplausos. Vitória! Vitória! Vitória!(...)
Maria Antónia Palla,
combatente de longa data pela despenalização do aborto, não escondia a emoção (...) Compete agora à Assembleia da República a alteração urgente da lei", acentuou Marta Crawford (...) O serão era de festa entre os adeptos do "sim".
A socialista Marta Rebelo cumprimentava o social-democrata Vasco Rato. O escritor Rui Zink abraçava a jornalista Leonor Xavier. Helena Pinto, deputada do Bloco de Esquerda, lançava um sorriso cúmplice ao líder da Juventude Socialista, Pedro Nuno Santos. Também satisfeito, mas de semblante muito mais tranquilo, o ex-líder parlamentar do PCP, Octávio Teixeira(...) O secretário-geral da CGTP( Manuel Carvalho da Silva) circulava entre a pequena multidão (...) Ali acorreram também o juiz Eurico Reis, a actriz São José Lapa, o apresentador José Carlos Malato, a escritora Inês Pedrosa, a actriz Sandra Cóias e o ex-deputado da UDP Mário Tomé. Ana Drago, do Bloco de Esquerda, não escondia a satisfação, tal como Maria João Sande Lemos(...) Maria José Alves, um dos rostos principais da campanha pelo "sim", foi brindada com a maior ovação da noite (...) O 'sim' ganhou! (...) o 'sim ganhou! (...) esta médica obstetra, que suscitou nova onda de aplausos... Portugal junta-se aos restantes países da Europa ocidental no respeito pelos direitos humanos.(...) Duarte Vilar, também muito aplaudido (...) Vamos festejar", gritou alguém."

Em 2011, segundo números referidos no site Portugal Pró-Vida...


A Lei do Aborto já matou 66670 bebés portugueses!

O video abaixo (atenção, imagens muito chocantes), mostra qual o acto cuja legalização foi festejada em 2007:


*A última imagem é a de um bebé com 24 semanas. Em Portugal também é legal matar um bebé que tenha até 6 meses de vida, se ele for deficiente.


Passados praticamente quatro anos, continuarão aquelas personalidades satisfeitas e a festejar a matança de inocentes e indefesos como se fosse "respeito pelos direitos humanos"?


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