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Numa primeira fase, relativiza-se o valor da vida humana e deixa-se à "consciência de cada um" a moralidade do acto de matar de crianças. Na fase seguinte penaliza-se e proíbe-se a objecção de consciência ao acto de matar crianças ! |
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
A legislação infanticida e a ditadura do relativismo da União Europeia
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Federação Abortista Europeia
Via Perspectivas: A União Europeia cede ao lóbi gayzista e abortista, condenando a Hungria
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domingo, 28 de agosto de 2011
Linda Gibbons, Prisioneira Política
| Linda Gibbons já esteve 7 anos, não consecutivos, na prisão.Crime: rezar em frente a clínicas de aborto. |
[ FONTE ]
Tradução a partir do site LifeSiteNews;
Linda defende que a ordem judicial de proibição do aconselhamento em redor das clínicas de aborto é injusta, e portanto moralmente inválida. Ela acredita ser seu dever "salvar aqueles que são levados para a matança."![]() |
| ... condenem à prisão as mulheres contra o aborto! |
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| É injusto julgar e prender mulheres por crime de aborto... |
sexta-feira, 15 de abril de 2011
França: aborcionistas e feministas conseguem que professor seja permanentemente suspenso por debater a lei do aborto.
Que coisa tão ridícula: mostrar vídeos e fotos sobre o aborto numa aula sobre o aborto. Quem é que já viu uma coisa dessas?!
O sr Isnard não agora rendimento algum para sustentar a sua família e nem pode ser ajudado pela segurança social uma vez que recebeu um salário no ano passado. Este incidente levanta questões sérias sobre a parcialidade do sistema nacional educativo em torno da questão do direito à vida e o aborto.
O professor ressalva que o curriculum francês em torno da História, Geografia e da ciência dos direitos e deveres do cidadão requerem que os professores organizem debates em torno das questões sociais. Tal como em todos os anos, em Outubro de 2010 o sr Isnard organizou um desses debates e convidou os estudantes a participar e a providenciarem o seu próprio material se assim entendessem.
Ele, então, dispôs vários documentos e filmes de forma a ressalvar os dois lados da questão, discutiu o texto da lei do aborto de 1975, leu um discurso de Simone Veil em defesa da legislação, exibiu pequenos documentários à classe (“Sois un homme”, “SOS, femme en détresse” e “No need to argue”) e mostrou imagens dum feto com 12 semanas.
A informação não foi disposta aos estudantes contra a sua vontade uma vez que os mesmos tinham sempre a opção de se coibirem de vêr o filme ou vêr as fotos se assim desejassem. Os estudantes - com idades compreendidas entre os 15 e os 16 - não eram obrigados a ficar nas salas de aulas. O sr Isnard nunca impediu alguém de expressar a sua opinião, mas respeitou todos os seus estudantes enquanto colocava à sua disposição informação relevante do ponto de vista científico.
O propósito não era chocar mas disseminar a verdade e educar os estudantes. Com alguma sorte. esta informação conduziria a prevenção do aborto entre os jovens.
Baseados numa denúncia feita pelos grupos pró-matança (eufemisticamente conhecidos como "pró-escolha"), o ministro da educação francês denunciou as alegadas acções do professor afirmando:
O que aconteceu é inaceitável. Os professores estão na obrigação de respeitar a neutralidade e ter respeito pela pessoa.O ministro não disse de que forma é que a apresentação de ambos os lados da discussão em torno da matança de bebés é uma violação da "neutralidade". Além disso, quem é que decidiu que é possível ser-se neutro em relação à matança de seres humanos?
Devido a esta denúncia dos grupos pró-matança, o professor Isnard foi imediatamente suspenso por um período de 4 meses, antes de ser permanentemente removido da administração de educação nacional francês.
No bom espírito do inimigo das nossas almas, e como forma de controlar os "estragos" feitos pela divulgação de informação que poderia de alguma forma fazer as pessoas verem que o aborto mata um ser humano inocente, a organização "Planned Parenthood" local foi convidada pela escola para "explicar" os "direitos" do aborto.
Os estudantes foram levados em grupos de 5 e submetidos a uma reeducação (=lavagem cerebral) com a duração de duas horas. O ministro da educação francês não disse se um grupo que lucra com o aborto pode dar palestras com a "neutralidade" que ele exige.
♦Fonte♦
É por estas e por outras que as feministas tem que ser confrontadas e resistidas vigorosamente e violentamente se for preciso.
As feministas aborcionistas são pessoas que estão dispostas a sacrificar vidas humanas como forma de manterem a "liberdade sexual" (e com isso, destruírem a instituição mais importante da sociedade: a família). Quem se alegra com a legalização e suporte económico da matança de bebés é um monstro a ser combatido.
terça-feira, 22 de março de 2011
Enfermeira Católica Forçada a Tomar Parte dum Aborto
Uma enfermeira alega ter sido forçada a escolher entre seguir as suas convicções religiosas ou perder o seu emprego quando foi ordenada (contra a sua vontade) a dar suporte a um aborto .
Segundo o processo em tribunal, o hospital chegou ao ponto de exagerar a condição da paciente ao afirmar que ela poderia morrer se a enfermeira, uma católica devota, não seguisse as ordens.
A sra Catherina Cenzon-DeCarlo (35 anos) afirmou que a situação "parecia o desenrolar de um filme de horror", e que desde o dia em que ela presenciou o aborto, tem tido pesadelos horrendos.





