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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A legislação infanticida e a ditadura do relativismo da União Europeia


[ Enviado pelo leitor Guilherme Ferreira ]

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« O projecto de uma resolução do Parlamento Europeu promove o aborto e ataca a objecção de consciência.

Condena o “abuso da objecção de consciência" em relação ao aborto e conclama os Estados-membros a “regularem e monitorizarem o uso da objecção de consciência” (...)  Alega que o aborto é um direito humano garantido pela lei internacional.  »




 Numa primeira fase, relativiza-se o valor da vida humana e deixa-se à "consciência de cada um" a moralidade do acto de matar de crianças.

Na fase seguinte penaliza-se e proíbe-se a objecção de consciência ao acto de matar crianças ! 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Federação Abortista Europeia


Via Perspectivas: A União Europeia cede ao lóbi gayzista e abortista, condenando a Hungria



«A Comissão contactou as autoridades húngaras solicitando-lhes para suprimirem a parte da campanha relativa ao aborto e a retirada de todos os cartazes existentes.»

Tradução: '(Eu compreendo que não estás pronta para mim)... mas dá-me para adopção: DEIXA-ME VIVER!'

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domingo, 28 de agosto de 2011

Linda Gibbons, Prisioneira Política

Linda Gibbons já esteve 7 anos, não consecutivos, na prisão.Crime: rezar em frente a clínicas de aborto.


[ FONTE ]

Tradução a partir do site LifeSiteNews;

Linda Gibbons, avó de quatro netos, tem sido feita prisioneira política do governo canadiano ao longo dos anos.

O seu crime?

Oferece ajuda a mulheres, às portas das clínicas de aborto em Toronto. Pacífica e cordialmente tenta aconselhar grávidas angustiadas, oferecendo-lhes uma última oportunidade de se pouparem à dor de um aborto e de salvarem a vida dos seus bebés. Linda defende que a ordem judicial de proibição do aconselhamento em redor das clínicas de aborto é injusta, e portanto moralmente inválida. Ela acredita ser seu dever "salvar aqueles que são levados para a matança."

Solidária com as crianças no útero que não podem falar para se defender a si mesmas, Linda não se defende a si própria e permanece em completo silêncio quando é levada a tribunal. Ela também jejua e reza por vários dias antes de qualquer julgamento. Linda tem sido mudada frequentemente de uma prisão para outra. 




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Lembro que em Portugal também temos pessoas que sugerem medidas policiais contra aqueles que rezam e abordam grávidas em frente a uma clínica da morte, em Lisboa.

Como refere a primeira fonte citada, com o pretexto de se acabar com a humilhação das mulheres sujeitas a julgamentos supostamente injustos ( por matarem os seus filhos); legaliza-se o aborto e perseguem-se mulheres indefesas que se atrevam a rezar ou aconselhar mães a não matar as suas crianças.


A abortofilia, no seu esplendor:

... condenem à prisão as mulheres contra o aborto!






É injusto julgar e prender mulheres por crime de aborto...



sexta-feira, 15 de abril de 2011

França: aborcionistas e feministas conseguem que professor seja permanentemente suspenso por debater a lei do aborto.

O sistema Nacional de Educação francês despediu sem indemnização Philippe Isnard, professor de História e Geografia em Manosque, França, por este ter mostrado videos e fotos em torno do aborto durante aulas que discutiam a lei do aborto em França.

Que coisa tão ridícula: mostrar vídeos e fotos sobre o aborto numa aula sobre o aborto. Quem é que já viu uma coisa dessas?!

O sr Isnard não agora rendimento algum para sustentar a sua família e nem pode ser ajudado pela segurança social uma vez que recebeu um salário no ano passado. Este incidente levanta questões sérias sobre a parcialidade do sistema nacional educativo em torno da questão do direito à vida e o aborto.

O professor ressalva que o curriculum francês em torno da História, Geografia e da ciência dos direitos e deveres do cidadão requerem que os professores organizem debates em torno das questões sociais. Tal como em todos os anos, em Outubro de 2010 o sr Isnard organizou um desses debates e convidou os estudantes a participar e a providenciarem o seu próprio material se assim entendessem.

Ele, então, dispôs vários documentos e filmes de forma a ressalvar os dois lados da questão, discutiu o texto da lei do aborto de 1975, leu um discurso de Simone Veil em defesa da legislação, exibiu pequenos documentários à classe (“Sois un homme”, “SOS, femme en détresse” e “No need to argue”) e mostrou imagens dum feto com 12 semanas.

A informação não foi disposta aos estudantes contra a sua vontade uma vez que os mesmos tinham sempre a opção de se coibirem de vêr o filme ou vêr as fotos se assim desejassem. Os estudantes - com idades compreendidas entre os 15 e os 16 - não eram obrigados a ficar nas salas de aulas. O sr Isnard nunca impediu alguém de expressar a sua opinião, mas respeitou todos os seus estudantes enquanto colocava à sua disposição informação relevante do ponto de vista científico.

O propósito não era chocar mas disseminar a verdade e educar os estudantes. Com alguma sorte. esta informação conduziria a prevenção do aborto entre os jovens.

Baseados numa denúncia feita pelos grupos pró-matança (eufemisticamente conhecidos como "pró-escolha"), o ministro da educação francês denunciou as alegadas acções do professor afirmando:

O que aconteceu é inaceitável. Os professores estão na obrigação de respeitar a neutralidade e ter respeito pela pessoa.
O ministro não disse de que forma é que a apresentação de ambos os lados da discussão em torno da matança de bebés é uma violação da "neutralidade". Além disso, quem é que decidiu que é possível ser-se neutro em relação à matança de seres humanos?

Devido a esta denúncia dos grupos pró-matança, o professor Isnard foi imediatamente suspenso por um período de 4 meses, antes de ser permanentemente removido da administração de educação nacional francês.

No bom espírito do inimigo das nossas almas, e como forma de controlar os "estragos" feitos pela divulgação de informação que poderia de alguma forma fazer as pessoas verem que o aborto mata um ser humano inocente, a organização "Planned Parenthood" local foi convidada pela escola para "explicar" os "direitos" do aborto.

Os estudantes foram levados em grupos de 5 e submetidos a uma reeducação (=lavagem cerebral) com a duração de duas horas. O ministro da educação francês não disse se um grupo que lucra com o aborto pode dar palestras com a "neutralidade" que ele exige.

Fonte


Depois da suspensão do sr Isnard, todos os seus alunos colocaram-se do seu lado e deram-lhe apoio incondicional na forma de uma petição. Mas isto é irrelevante para as feminazis e os seus comparsas. A ideologia anti-família e anti-casamento toma preeminência sobre a divulgação de informação relevante sobre a verdadeira natureza do que é o aborto.

É por estas e por outras que as feministas tem que ser confrontadas e resistidas vigorosamente e violentamente se for preciso.

As feministas aborcionistas são pessoas que estão dispostas a sacrificar vidas humanas como forma de manterem a "liberdade sexual" (e com isso, destruírem a instituição mais importante da sociedade: a família). Quem se alegra com a legalização e suporte económico da matança de bebés é um monstro a ser combatido.

Esta não é a imagem duma feminista. Foi apenas uma imagem aleatória que coloquei aqui.

terça-feira, 22 de março de 2011

Enfermeira Católica Forçada a Tomar Parte dum Aborto

Para além do aumento exponencial dos impostos, listas de espera, racionamento e o declínio dos serviços médicos oferecidos, o plano médico do Presidente Hussein Obama Junior vai ter coisas como as que são reportadas aqui.

Uma enfermeira alega ter sido forçada a escolher entre seguir as suas convicções religiosas ou perder o seu emprego quando foi ordenada (contra a sua vontade) a dar suporte a um aborto .

Segundo o processo em tribunal, o hospital chegou ao ponto de exagerar a condição da paciente ao afirmar que ela poderia morrer se a enfermeira, uma católica devota, não seguisse as ordens.

A sra Catherina Cenzon-DeCarlo (35 anos) afirmou que a situação "parecia o desenrolar de um filme de horror", e que desde o dia em que ela presenciou o aborto, tem tido pesadelos horrendos.


Aparentemente vamos ser todos obrigados a tomar parte em actos que violam as nossas convicções morais. Será que alguém se admira que tais coisas comecem a acontecer em Portugal?

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