sexta-feira, 30 de novembro de 2012

"Ninguém é a favor do aborto. A questão é outra." Será?

Há tempos, alguém comentava assim no facebook uma ligação colocada por um autor deste blogue:

«Ninguém é a favor do aborto. Lá estás tu a mudar as coisas para beneficio das tuas teorias de ódio. »

Dizer que "ninguém é a favor do aborto" tornou-se um lugar-comum. Até há quem se oponha ao aborto  e pense que "ninguém é a favor do aborto" quando discute com entusiastas e apoiantes da legalização do infanticídio intra-uterino. Mas se abrirmos a manta, o que está escondido nessa falácia é isto:
- Achas que devemos legalizar e financiar com dinheiros públicos o esquartejamento e envenenamento letal de bebés, dentro das barriga das mães? 
- Sim! 
-Conheces alguém que seja a favor do esquartejamento e envenenamento letal de bebés, dentro das barrigas das mães? 
-Não, não conheço. Ninguém é a favor disso.
Para além de não se conhecer a si mesmo, quando diz "ninguém é a favor do aborto" o autor da frase também se mostra bastante arrogante. Como se pode garantir, sem conhecer os pensamentos e a vontade de todas as pessoas, que não existe ninguém a favor do aborto? Ironicamente, ao mesmo tempo que consideram inadmissíveis e não toleram argumentos religiosos sobre a questão, os pro-escolha-da-matança têm e pedem aos outros que tenham fé no Homem.

É incrível mas este foi um dos argumentos mais usados pelos defensores do Sim no referendo de 2007. Ninguém era a favor do aborto, nenhuma mulher abortava sem fortes motivos, etc. Sendo favoráveis ao aborto, chegavam ao ponto de ridicularizar e escarnecer da possibilidade, para eles impossibilidade, de alguém ser a favor do aborto. Exactamente o mesmo que pedir a legalização de qualquer outro crime, roubo por exemplo, chamando-lhe "despenalização do desvio voluntário de bens alheios" com argumentos do tipo "ninguém é a favor do roubo", "nenhum ladrão rouba sem motivos fortes" ou "Achas mesmo que alguém é a favor do roubo?  Não sejas fundamentalista, não promovas o ódio, blá, blá, blá..."

No final, os autores do argumento "sou favor do aborto porque ninguém é a favor do aborto" festejaram a legalização do aborto com aplausos, gritos, pulos, abraços, sorrisos, gargalhadas, bandeiras e alegria.


A gravidez pode terminar de duas maneiras. O objectivo premeditado de todo o aborto provocado é matar a criança para impedir que gravidez termine num nascimento. Aborto: ou somos contra, ou somos a favor.




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sucção esterilizadora


Tradução de artigo publicado no site LifeNews.com em 17/09/12.

Nota do tradutor: É bom que seja dito claramente: este é o tal aborto seguro, das clínicas legalizadas, pelos quais as feministas tanto clamam.

Uma clínica da Planned Parenthood em Birmingham, Alabama, está sendo processada por negligência por causa de um aborto mal feito que deixou uma mulher incapacitada de ter filhos.

Roberta Clark deu entrada na Birmingham Planned Parenthood, em 20 de Agosto de 2010, para o que ela pensou que seria um aborto de primeiro trimestre rotineiro. Um exame de ultrassom, que foi conduzido por um funcionário destreinado e não-licenciado, indicou que Clark estava com 8 semanas e 4 dias de gravidez intrauterina, mesmo tendo sido descoberto depois que ela não estava nem grávida.

O aborteiro Aquadon Emmanuel Umoren, baseado na Califórnia, que tem contrato para praticar o aborto na clínica da Planned Parenthood supracitada e em outra clínica em Huntsville, estava de serviço daquela vez. Foi reportado que ele conduziu um exame pélvico que ele disse concordar com o diagnóstico de 8 semanas e 4 dias.

Clark recebeu um aborto por sucção (n.t.: respeitei o texto original, mas sustento que ela não “recebeu”, mas “praticou”), após o qual ela continuou reclamando de náuseas, vômito e dor pélvica. O relatório da patolologia que indicou não ter sido encontrada nenhuma parte de feto na amostra de tecido analisada no mesmo dia. Clark não foi informada disso e nem existe registro de ela ter recebido qualquer acompanhamento de Umoren ou da Planned Parenthood.

Vinte e cinco dias depois, Clark estava em um hospital em Birmingham sofrendo uma cirurgia de emergência para salvar sua vida. O doutor removeu sua trompa rompida, contendo um feto de 13 semanas e placenta.

Umoren está sendo acusado de falsificar registros médicos e negligentemente falhar em diagnosticar a gravidez tubária da paciente.

“Umoren foi incompetente a ponto de seu exame manual falhar em determinar que a paciente não tinha gravidez intrauterina, ou ele mentiu no prontuário de Clark. Isso a colocou em situação de risco de morte. Ela teve sorte de sobreviver”, disse Troy Newman, presidente da Operation Rescue and Pro-Life Nation. “Nós não toleramos este tipo de charlatanismo em nenhuma outra disciplina médica e não toleraremos quando se tratar de aborto. Umoren deveria ter sua licença revogada e a Planned Parenthood em Birmingham deveria ser fechada.”

“Este caso revela o perigo dessas clínicas abortistas que não fornecem um cuidado continuado. Esta prática coloca as mulheres em risco e não deveria ser permitida”, diz Newman. “Nós pretendemos preencher queixas contra os abortistas e a Planned Parenthood por essa enorme violação do cuidado básico.”

Newman disse à LifeNews que, além de estar em estágio probatório à época do incidente, uma inspeção sanitária conduzida alguns meses depois indicou que a Planned Parenthood tinha múltiplas deficiências incluindo sistema de controle de registros de baixa qualidade e falhava em dar instruções aos pacientes que recebiam alta.

“A Planned Parenthood tem problemas assim por todo o país. Em Julho, uma clínica deles em Chicago matou Tonya Reaves durante um aborto de segundo trimestre mal executado. Nós temos documentadas dúzias de emergências médicas nas clínicas da Planned Parenthood ao redor do país nos últimos 20 meses – e esses são os que chegamos a tomar conhecimento”, contou Newman. “Está na hora da Administração do Obama parar de proteger esta doadora de campanhas e começar a proteger as mulheres dos abortos mal-feitos das clínicas Planned Parenthood”.

Os detalhes desse aborto mal feito (da paciente Clark)  seguem os da morte de Tonya Reaves na clínica da Planned Parenthood de Chicago de um aborto que ela fez lá.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

40 Dias pela Vida





[ origem da imagem: Facebook PPV Portugal Pro-vida ]
A tragédia do aborto livre iniciada em 2007 pelas mãos sujas de sangue de José Sócrates, o principal responsável, ainda é maior quando reconhecer a humanidade das vítimas do aborto é visto por muitos como manifestação de intolerância, ódio e desumanidade. O aborto só é uma questão "polémica" e passível de "debate" quando se ignora ou relativiza a humanidade do fraco e indefeso que é destruído. 

Enquanto são desprezados pela imprensa, com excepção dos ataques ocasionais que lhes fazem alguns jornalistas de causas anticristãs, os que não confundem legalidade com moralidade continuam a salvar vidas e a ajudar mulheres arrependidas à porta do matadouro de bebés de Lisboa.
« Hoje apareceu na casa de Nazaré para ser apresentado às pessoas das Mãos Erguidas que o salvaram, graças a Deus, há nove meses atrás, o William, um lindo bebé de 2 meses que é a alegria da sua mãe, apesar das muitas dificuldades que esta tem. Ao ver a mãe a dar de mamar e contar os seus problemas, uma grávida de 7 semanas que estava angustiada e indecisa  decidiu não abortar. » 
40 Dias pela Vida, Diário de 23 de Outubro.

Contra factos, não há argumentos. Ou será que os bebés hoje vivos e saudáveis por não terem sido abortados são "fundamentalistas, extremistas e fanáticos católicos de ultra-direita" e que as mães hoje felizes e gratas a quem as convenceu a não abortar são "inimigas das mulheres" ?



Feminismo, a ideia radical de que o nascimento de uma criança e a maternidade são coisas tão desumanas que podem e devem ser evitada recorrendo ao esmagamento, desmembramento, decapitação e/ou envenenamento do bebé; matando um inocente e colocando em risco a saúde física e psicológica da mulher. 


sábado, 6 de outubro de 2012

Quem financia o barco do inferno?

Um barco holandês operado por aborcionistas auto-intituladas de "mulheres nas ondas" viu a sua entrada no porto marroquino de Smir negado. O barco havia chegado com o propósito de pegar nas  mulheres grávidas que quisessem fazer um aborta, transportá-las para águas internacionais, e matar os seus bebés.

A líder do grupo - Rebecca Gomperts - já viajou por vários continentes para promover o aborto. Até agora, a maioria dos países foram Católicos, tais como a Polónia e a Irlanda, mas pela primeira vez, ela decidiu levar os seus serviços para um país muçulmano.

No entanto, os marroquinos, que não ficaram nada contentes com a sua chegada, protestaram de modo vigoroso. Gomperts, que havia já entrado no país com um barco, foi escoltada pela polícia quando um grupo de pessoas zangadas havia já rodeado a marina.
Cerca de 200 protestantes de Smir atacaram os activistas a partir do lado de fora dos portões da marina. As pessoas que tomaram parte do protesto . . .  exibiam imagens de embriões ensanguentados ao mesmo tempo que gritavam "Terrorrista" e "Assassina" a Gomperts. Enquanto isso, ela tentava distribuir panfletos em arábico e francês a publicitar os seus serviços.
“Estamos aqui porque não podemos aceitar estes valores morais, valores do massacre," afirmou o manifestante Abdessamad Zilali, de 23 anos. “Não faz parte da nossa tradição matar os bebés intra-uterinos.”
À medida que os manifestantes se tentavam aproximar de Gomperts, a polícia empurrou-os para trás e escoltou-a para a sua própria protecção.
Antes de tentar entrar com o barco nos portos de Marrocos, Gomperts alegou que os esforços marroquinos de impedir a entrada do barco numa nação soberana seriam "ilegais" devido à "liberdade de expressão." Aparentemente, segundo a lógica feminista, o aborto é uma forma de "liberdade de expressão."

Os marroquinos que protestaram disseram que era opinião sua que o aborto era contra o islão, embora os muçulmanos sejam mais liberais do que os Cristãos no que toca ao aborto, e muitos muçulmanos sintam que essa práctica não é proibida desde que o aborto seja levado a cabo no primeiro trimestre.


Após análise caso a caso, o aborto é disponibilizado am Marrocos, embora sem a aprovação do esposo, o consentimento tenha que ser feito pelas entidades médicas devidas. No entanto, parece que as clínicas privadas fornecem esse serviço regularmente sem qualquer tipo de interferência. 

Gomperts está a levar a cabo um ofensivo imperialismo feminista negando aos marroquinos a habilidade de decidir por si a forma como querem lidar com o aborto. Imaginem a ultraje que não ocorreria se um barco dum país muçulmano entrasse nos portos ocidentais fornecendo aos homens a oportunidade de - em frente a testemunhas - declararem que se querem divorciar das esposas, e imediatamente fossem levados pelo barco para outro país com as crianças (segundo a lei islâmica, os maridos ficam com a custódia das crianças).

Se isto ocorresse na realidade, as feministas exigiriam que fosse usado um torpedo contra tal barco

O que é interessante saber é o que é que Gomperts faz com os fetos mortos depois de levar a cabo o aborto em águas internacionais. Será que ela os atira para o mar? Será que ela guarda o tecido e vende-os para empresas que fazem pesquisas médicas? É nojento pensar nisto, mas é algo que merece algum tipo de resposta.

Outra pergunta interessante é saber quem financia as excursões, uma vez que os barcos precisam de combustível, reparações, e equipa de marinheiros.

Acho que nós deveríamos saber quem está a pagar para que esta mulher navege pelo mundo a abortar bebés. 


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Escoltar esta assassina foi mais do que ela merecia. O mais justo seria deixar os marroquinos "tratar da sua saúde" da mesma forma que ela trata da saúde de todos os bebés que ela mata no seu barco da morte.




domingo, 30 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

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